Altruísmo Eficaz Brasil
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O Altruísmo Eficaz é antes de tudo uma pergunta: “Qual o maior bem que podemos fazer?”

Queremos gerar impacto positivo na vida dos seres sencientes, aplicando razão e método científico à caridade.

Acesse: www.80000horas.org.br
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Missão: A missão da GiveDirectly é realizar transferências diretas de dinheiro, incondicionais, para as pessoas mais pobres do mundo. Tudo isso com a tecnologia que está na mão de todo mundo: o celular.

Por transferências diretas a Give Directly quer dizer sem intermediários. A GiveDirectly trabalha diretamente com as pessoas que receberão o dinheiro, impedindo assim que o dinheiro seja desviado por corrupção ou ineficiências administrativas, por exemplo.

Por mais pobres do mundo eles querem dizer pessoas em extrema pobreza, o que significa viver com menos de um dólar e noventa centavos por dia, de acordo com a ONU. Isso já leva em conta as diferenças do que você consegue comprar com um dólar aqui, nos Estados Unidos ou no Quênia, por exemplo. Tudo isso é nivelado numa régua que os economistas chamam de paridade de poder de compra.

Por transferências incondicionais eles querem dizer que não existe quaisquer restrições de como as pessoas usarão o dinheiro. Elas podem fazer o que julgarem melhor. Parte-se do pressuposto que ninguém conhece melhor as necessidades de uma pessoa que a própria pessoa.

E os dados comprovam isso. Por exemplo, uma desconfiança comum é que aqueles que receberam doações poderiam gastá-las com álcool ou cigarros. Contudo, o que diversas pesquisas constataram é que os destinatários gastam menos em álcool e tabaco após receber as transferências em dinheiro.

Os dados mostram em geral que, ao receber doações, há um aumento no consumo de alimentos , despesas médicas e educacionais, bens duráveis e melhoramento da casa , como móveis ou telhados modernos. Ainda persistem mitos de que a transferência direta levaria a indolência mas o que se constata é aumento da aquisição de ativos, tal como insumos para negócios, compra de animais, grãos e equipamentos agrícolas. Vale sempre lembrar que a maior parte das pessoas em extrema pobreza e que passam fome vivem, paradoxalmente, do trabalho agrícola.

A maior parte das transferências de dinheiro se dá via celular. As transferências são feitas por meio de serviços de pagamentos eletrônicos: M-Pesa no Quênia, e pela MTN em Uganda e Ruanda. Tais serviços ficaram muito populares em diversas regiões da África ao substituírem os grandes bancos e assim democratizarem o acesso a serviços tipicamente bancários.

As famílias precisam de pelo menos um cartão SIM para participar, e a Give Directly fornece cartões SIM para famílias que ainda não possuem um. Também oferecem aos destinatários a opção de comprar um telefone como parte de sua primeira transferência de renda.

Quando o dinheiro eletrônico é transferido para a conta do destinatário, eles recebem uma mensagem de texto informando que foram pagos. Os destinatários podem trocar seu dinheiro móvel por dinheiro físico em qualquer lugar da rede de agentes de dinheiro móvel. Os agentes costumam ser lojistas locais, mas também podem ser postos de gasolina, supermercados, lan houses, cafés e até os próprios bancos. Os destinatários também podem usar pagar diretamente via celular os negócios que aceitam esse sistema como forma de pagamento.

Deseja ajudar pessoas a escaparem da pobreza?
VOCÊ PODE!
É só clicar aqui e doar agora!
👉🏾 https://www.doebem.org.br/pagOngs/givedirectly
#fazerobem #vemdoar #ajudaroproximo ♡
Alguns pesquisadores descobriram uma maneira muito barata de reduzir significativamente as taxas de suicídio.

Há como aplicar o método científico para diminuir o problema do suicídio?
Quais as maneiras mais custo-eficazes de fazê-lo?

Conheça a solução apresentada neste artigo e surpreenda-se ao saber mais sobre essa que é uma das formas mais comuns de suicídio no mundo todo.

#setembroamarelo

https://medium.com/altru%C3%ADsmo-eficaz-brasil/a-organiza%C3%A7%C3%A3o-sem-fins-lucrativos-que-descobriu-como-reduzir-drasticamente-as-taxas-de-suic%C3%ADdio-no-5919ad6d7ed?source=---------1-----------------------
Vivemos em um tempo em que temos tecnologia para coletar facilmente informações sobre pessoas que estão a milhares de quilômetros de distância, a capacidade de influenciar significativamente suas vidas, e o conhecimento científico para descobrir quais as formas mais eficazes de ajudar.

Por esses motivos,
POUCAS PESSOAS ANTES DE NÓS TIVERAM TANTO PODER PARA AJUDAR O PRÓXIMO COMO TEMOS HOJE.

Compartilhe esse último post da doebem clicando aqui:
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Esse tratamento de saúde pode trazer benefícios mesmo 20 anos depois!

Não, não é mais um clickbait de um novo tratamento médico estranho que tem por aí. Estamos falando do tratamento de crianças contra parasitas nas regiões mais pobres do mundo, onde saneamento básico ainda não é uma realidade.

Os resultados são certamente impressionantes. A maioria das intervenções para redução da pobreza, mesmo que funcionem, não produzem uma taxa de retorno anual de 37% e que dura décadas. É muito raro fazer qualquer coisa nas políticas públicas que ainda tenha efeitos significativos 20 anos depois — muito menos efeitos tão grandes.


https://medium.com/doebem/um-novo-estudo-descobriu-que-dar-tratamento-desparasitante-as-criancas-ainda-lhes-traz-beneficios-b73f9115128d
· Existem cerca de 42 milhões de pessoas no Brasil que precisariam usar óculos e não o usam (ou nem sabem que deveriam usá-lo)

· A perda em renda média de uma pessoa que precisa usar óculos e não usa é de cerca de R$ 768,00 ao ano

· 85% dos municípios brasileiros não tem oftalmologista

· 22,9% da evasão escolar no Brasil se deve a problemas de visão

É possível ajudar a diminuir isso apoiando ONGs que atuam no problema. Que tal doar um par de óculos hoje?

doebem - impacto social embasado em estudos e evidência.

www.doebem.org.br
O impacto de uma organização deve ser avaliado muito além de números absolutos que são divulgados.

A pergunta-chave é "qual seria a diferença na vida dessa pessoa, caso eu não tivesse a ajudado?"

Ter um impacto positivo significa para nós que o programa social traz uma diferença enorme na qualidade da vida das pessoas, em comparação à sua ausência.

A doebem tem orgulho de ter o impacto como prioridade, e conosco, você pode ter certeza de uma doação de alto impacto!

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Este artigo dá uma introdução sobre como os atores privados (por exemplo, indivíduos e empresas) podem ser incentivados por outros atores privados a fornecerem bens públicos, permitindo que motivações egoístas resultem em resultados altruístas. Uma variedade de fundos e mecanismos de votação tem se mostrado promissores em teoria e já estão sendo usados hoje.

https://80000horas.com.br/2020/10/25/recompensar-o-fornecimento-privado-de-bens-publicos/
Se não agirmos rapidamente em escala global, as tenebrosas projeções de 135 milhões de pessoas encarando níveis críticos de fome se materializarão como consequência da pandemia de coronavírus, avisa o Programa Mundial de Alimentos da ONU, ganhador do Prêmio Nobel da Paz de 2020. Essas duras sequelas sociais deixam clara a relevância do árduo trabalho de heróis e heroínas que lutam contra fome, doenças, conflitos e desastres, dia após dia. Muitas vezes invisíveis aos olhos desatentos, organizações humanitárias atuam de forma decisiva para salvar vidas e evitar catástrofes mundo afora.

https://exame.com/blog/impacto-social/aprender-e-praticar-os-desafios-das-operacoes-humanitarias/
Sabemos que as transferências de dinheiro reduzem a pobreza, melhoram a saúde e melhoram a educação, mas que impacto elas têm sobre o modo como as pessoas se sentem e pensam sobre suas vidas? Ou, perguntando de modo mais direto: o dinheiro faz as pessoas felizes? A literatura sobre a ligação entre renda e bem-estar subjetivo há muito tempo carece de evidências causais – há muitas pesquisas estabelecendo correlações. Felizmente, foram feitas pesquisas recentes com transferências de dinheiro em países de baixa e média renda. Revisamos estas evidências em uma meta-análise. Em resumo, descobrimos que as transferências de dinheiro têm um pequeno efeito positivo sobre o bem-estar subjetivo, um efeito que dura vários anos.

O efeito médio foi de 0,10 desvios padrão (intervalo de confiança de 95%: 0,08-0,12), que pode ser mensurado após, em média, dois anos. Isto está exibido como o diamante negro na parte final da tabela abaixo. Pelos padrões da ciência social, este é um efeito de tamanho pequeno[3], mas vale a pena notar que este resultado pode ser encontrado após dois anos, o que é um período de acompanhamento excepcionalmente longo. Isto sugere que as transferências de dinheiro fazem as pessoas mais felizes e o fazem por um período substancial de tempo.

Leia a análise completa no link.

https://80000horas.com.br/2020/11/24/o-efeito-das-transferencias-de-dinheiro-no-bem-estar-subjetivo-e-na-saude-mental/
É sempre bom nos lembrar que, no grande movimento da história, nós somos os afortunados. A descrição de Thomas Hobbes da vida como “solitária, pobre, desagradável, brutal e curta” foi adequada durante a maior parte da história humana. Não mais. A fome e a escassez tornaram-se mais raras, o padrão de vida da maior parte das pessoas aumentou e a pobreza extrema foi reduzida substancialmente nas últimas décadas. A esperança média de vida ao nascer, mesmo nas partes menos saudáveis ​​do mundo, é superior a 60 anos, ao passo que um britânico nascido na década de 1820 teria uma expectativa de vida de cerca de 40 anos.

Mas, essas melhorias fantásticas foram acompanhadas por riscos catastróficos. Mesmo que a Covid-19 tenha nos sacudido de nossa complacência, ainda temos que lidar com os perigos que enfrentamos.

https://80000horas.com.br/2020/12/28/estar-atento-aos-perigos-do-progresso-por-daron-acemoglu/
Nunca é cedo demais para ensinar nossos filhos a fazerem o bem.
Para ensiná-los de forma lúdica e eficaz, confira o post de hoje do www.doesuafesta.com.br:

https://www.instagram.com/p/CJ9HLAQsh5A/?igshid=ynqosad1o1s3
Vamos partir de algo bem intuitivo: “eficácia de 50%” quer dizer que você reduz o risco pela metade. Se você tomar tal vacina, e seu amigo não tomar, o risco dele é duas vezes maior que o seu. A noção de redução de risco é do cotidiano: se um banco tinha uma taxa de inadimplência de 0,1 e usou um programa que a reduziu em 50%, agora a inadimplência dele é 0,05; se o cinto de segurança reduz uma taxa de mortalidade de 0,4 pela metade, agora essa taxa é 0,2. Nesses exemplos, o programa do banco e o cinto de segurança tiveram eficácia de 50%; para o banco, pode ser a diferença entre cem e cinquenta milhões; para o trânsito, entre 80 e 40 mil mortes.

Da mesma forma, “eficácia de 78%” quer dizer que você reduziu seu risco em 78% – p. ex., se antes ele era 10%, agora é 2,2%! Quer dizer que o risco de seu amigo que não se vacinou é 4,5x maior que o seu. Seria a diferença, p. ex., entre 100 mil e 22 mil doentes.

Leia o artigo completo aqui:

https://80000horas.com.br/2021/01/16/vacinas-precisamos-parar-de-falar-em-eficacia/
Reproduzimos aqui dois textos: ""Por que não sou um Tecnocrata"" por E. Glen Weyl e a resposta a esse artigo por Scott Alexander. Ambos foram traduzidos pelo Chaos Star em seu blog Political Syberia. O debate se estende ainda por outras réplicas e você pode conferi-las em seu blog.

O debate gira em torno dos seguintes pontos: estariam os especialistas, com seu crescente uso de tecnologias e métodos, criando uma forma de Tecnocracia? Estariam, em nome da fidelidade conceitual e otimização de recursos, negando a possibilidade de legibilidade deste novo mundo, legibilidade essa fundamental para a democracia? No que isso deve impactar comunidades e correntes de pensamento em ascensão, tal como o das políticas públicas baseadas em evidências, altruísmo eficaz e dos sistemas humanos?

https://80000horas.com.br/2021/02/04/um-debate-sobre-tecnocracia-por-e-glen-weyl-e-scott-alexander/
Mais contagioso que a COVID-19 e com uma taxa de mortalidade de 30%, a varíola foi um dos maiores assassinos da história. Agora ela é passado.

O que o combate a varíola pode nos ensinar? Uma delas é que o programa de erradicação da varíola demandou tanto esforços heróicos como um sistema de saúde pública bem apoiado e financiado.
Outra é o necessário compromisso dos governos dos países ricos em não deixarem os países pobres para trás e atenderem às necessidades de financiamento dos projetos de erradicação.
https://80000horas.com.br/2021/02/08/a-variola-matava-milhoes-de-pessoas-todos-os-anos-eis-como-os-humanos-a-venceram/
Era uma vez, um planeta que foi dominado por um dragão gigante. O dragão era mais alto do que a maior das catedrais e estava coberto com espessas escamas pretas. Seus olhos vermelhos brilhavam de ódio e de suas mandíbulas terríveis fluía um fluxo incessante de lodo verde amarelado e malcheiroso. Ele exigia da humanidade um tributo de gelar o sangue: para satisfazer seu enorme apetite, dez mil homens e mulheres tinham de ser entregues todos os dias, no início da noite, ao sopé da montanha onde vivia o dragão. Às vezes, ele devorava essas almas infelizes assim que chegavam; às vezes os trancava na montanha, onde murchariam por meses ou anos antes de serem consumidos.


A miséria infligida pelo dragão era incalculável. Além dos dez mil que eram horrivelmente massacrados todos os dias, havia mães, pais, esposas, maridos, filhos e amigos que foram deixados para trás para chorar a perda de seus entes queridos.

https://80000horas.com.br/2021/02/10/a-fabula-do-dragao-tirano-por-nick-bostrom/
Como saber se alguém é pobre? O meio mais popular se baseia nos rendimentos que estejam abaixo da linha de pobreza estabelecida pelo Banco Mundial, que atualmente é de menos de 1,90 dólares por dia. Mas tem gente que acha essa uma abordagem simplista. Para corrigir isso, uma das propostas é um índice baseado em uma medição multidimensional da pobreza, o MPI, Multidimensional Poverty Index.


https://80000horas.com.br/2021/02/17/como-saber-se-alguem-e-pobre/