Alysson Augusto via @like
Assim como uma das entrevistadas, também sou um dos primeiros da minha família a entrar na universidade. Aliás, já tô até no mestrado em Filosofia e fazendo especialização em neurociência. Sou pardo, e o IBGE me identifica como negro (pretos e pardos), o que infla as estatísticas da quantidade de negros no Brasil. De toda forma, meu ensino superior está na base da baixa renda, e não da cor da pele. Quando a mesma entrevistada falou de alto índice de evasão dos cotistas, me lembrei do livro Ação Afirmativa ao Redor do Mundo, do economista negro norte-americano Thomas Sowell, em que ele mostra como as políticas de cotas acabam provocando maior evasão de negros das universidades ao colocarem esses negros, que tiveram educação básica bastante precária, em pé de igualdade com brancos não-pobres que tiveram educação básica decente e disputaram vaga não pela cor da pele mas pelo mérito. O negro consegue a vaga, mas, durante o processo, se vê acuado diante da superioridade intelectual de seus pares brancos, e assim ele se desmotiva e desiste. Logo, o problema das cotas raciais nem é elas em si mesmas, mas o fato de que elas não são voltadas para a educação básica (ponto de partida da vida escolar), e sim voltadas para educação superior (para muitos, ponto de chegada, último estágio da educação). Espero que melhorem o monitoramento de como se desenvolve a vida acadêmica do cotista, porque provavelmente muitos negros estão tendo sua autoestima destruída só porque alguém inventou que, com ensinos básicos tão díspares em comparação a muitos brancos, esses negros são igualmente capazes de disputar o terreno no ensino superior. Infelizmente muitos não são, e a evasão mostra isso. Falta prioridade na educação básica.
https://youtu.be/Plgix-G9Im0
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V Fórum de Ações Afirmativas - Acontece na UFRGS
Representantes de 11 universidades e institutos federais se reuniram, no Centro Cultural da UFRGS, para trocar experiências sobre os Programas de Ações Afirm...
Alysson Augusto via @like
FINALMENTE SAIU o primeiro podcast do @Geopizza!
Desde já ouvindo e vendo essa cabeleira maluca do @Zottis. Aliás, já gostei do formato.
Versão vídeo: youtu.be/00mTefAXpiE
Versão áudio no site deles também: geopizza.com.br/exploracao-espacial-podcast/
Desde já ouvindo e vendo essa cabeleira maluca do @Zottis. Aliás, já gostei do formato.
Versão vídeo: youtu.be/00mTefAXpiE
Versão áudio no site deles também: geopizza.com.br/exploracao-espacial-podcast/
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Exploração Espacial e o Futuro do Trabalho #01
No primeiro podcast do Geopizza, debatemos as previsões feitas pelo escritor Isaac Asimov em 1983 sobre como seria a tecnologia em 2019.
Responsável por clássicos como Eu, Robô, a trilogia Fundação e As Cavernas de Aço, Isaac Asimov (1920–1992), foi um…
Responsável por clássicos como Eu, Robô, a trilogia Fundação e As Cavernas de Aço, Isaac Asimov (1920–1992), foi um…
Alysson Augusto via @like
Resolvi molhar o meu novo Kindle Paperwhite à prova d'água pra ver se funciona mesmo. E, bem... veja com seus próprios olhos.
https://youtu.be/WdsKY2LH_Rs
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MOLHEI MEU KINDLE! | UNBOX Kindle Paperwhite
Resolvi molhar o meu novo Kindle Paperwhite à prova d'água pra ver se funciona mesmo. E, bem... veja com seus próprios olhos. Compre pelo link: https://amzn....
Tá difícil gravar vídeos decentes então tô gravando uns aleatórios sem roteiro nem nada, mas é sobre filosofia então espero que possam me dar um desconto pela simplicidade. A meta é ter material sobrando pra gerar discussão. Vou lançando como der.
Alysson Augusto via @like
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NEYMAR, FALSAS ACUSAÇÕES E A PRESUNÇÃO DE INOCÊNCIA
APOIE O CANAL: http://padrim.com.br/alysson
Padrinhos e Madrinhas que tornam meus vídeos possíveis:
Fernando Moreno
Nildson Loki
Andressa Tabaczinski
Lourenço Menezes D'Almeida
Gabriel Gauss de Moraes Morais
Ramiro Peres
Joaquim Dornelles
▬▬▬▬▬
#neymar…
Padrinhos e Madrinhas que tornam meus vídeos possíveis:
Fernando Moreno
Nildson Loki
Andressa Tabaczinski
Lourenço Menezes D'Almeida
Gabriel Gauss de Moraes Morais
Ramiro Peres
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Pessoal, fiz um site simples e gostaria da opinião de vocês. O que devo melhorar? O que está bom?
sites.google.com/view/alyssonaugusto/
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Google
Alysson Augusto
Alysson Augusto via @like
Estou dando aulas particulares de filosofia. Se tiver interesse, é só acessar: bit.do/aula-de-filosofia
@AlyAugusto
@AlyAugusto
Eu tenho uma mentalidade muito empreendedora pra me preocupar em ficar criticando capitalismo na academia. Eu entendo muito das posições críticas ao capitalismo, especialmente quando entendemos o capitalismo num sentido marxista, cuja associação ao Estado é inevitável. Agora, eu não posso me dar ao luxo de olhar pros problemas do mundo sem tentar saná-los na prática, e a verdade é que os problemas começam sempre num sentido micro: você tem que resolver a si mesmo antes de resolver aos outros e ao mundo.
Por isso mesmo tô cada vez mais preocupado em ter uma fonte de renda. Na condição de professor desempregado (mandei currículo para dezenas de escolas aqui em Porto Alegre e até agora nada), não vou ficar me lamentando diante do fato de que não sou assalariado. A verdade é que até prefiro assim, gosto do fato de que posso ser meu próprio gerente, determinando como eu trabalho, quando trabalho e a que preço. É por isso que tento unir o útil ao agradável: se gosto de fazer vídeos, por que não extrair renda disso?
Quando abri para apoiadores investirem no meu hobby, transformando-o em trabalho, não imaginava que conseguiria os mais de 200 reais mensais que recebo hoje de 9 pessoas que gostam do meu conteúdo. Também não imaginava que receberia tantos dólares quanto comecei meu canal no YouTube. De fato, nada que pagasse o custo que tive pra produzir mais de uma centena de vídeos, todos disponíveis de modo gratuito pra quem quiser ver, vídeos muitas vezes educativos, com referências e indicações intelectuais; vídeos muitas vezes opinativos, mostrando que tenho um lado, o meu lado, que por acaso é o lado de muita gente.
Mas o hobby ainda não é trabalho, e é preciso trabalhar para sobreviver. Se o intelectual de aspiração marxista critica o capitalismo, é porque tem problemas com o trabalho, porque gostaria de viver num mundo onde o trabalho beira a desnecessidade, sendo possível ficar apenas filosofando em ócio criativo o dia inteiro numa sociedade pretensamente justa. Nesse sentido utópico, eu também sou marxista: ora, prefiro não precisar transformar tempo e labor em dinheiro.
Agora, quem disse que minha preferência é determinante? Nem mesmo a favor de mim mesmo! O que determina a conduta de qualquer um são as condições que possibilitam sua agência. Se não tenho comida, preciso de comida e, portanto, minha ação se inclina à busca da comida. Se não tenho dinheiro e dele preciso, minha ação vai nesse sentido, e isso ocorre em todos os níveis da nossa realidade mundana (até mesmo ao nível da curiosidade filosófica). A pirâmide de Maslow é real.
Ora, se não tenho trabalho por meio do qual extrair o dinheiro, o que me impede de transformar em dinheiro aquilo que já faço de modo espontâneo e naturalmente dedicado? Quem dera ter uma bolsa integral e só me preocupar em ficar pesquisando pro mestrado, mas na ausência da regalia estatal, impera a necessidade, e necessidade é a geradora da criatividade, que é a verdadeira motivadora do livre mercado. Educação é mercadoria sim, e é por isso que tô me dispondo a dar aulas particulares e combinando com algumas pessoas para lançar cursos de filosofia.
Que a mentalidade anticapitalista vá de retro, satanás. Antes de me guiar por aspirações coletivas, sou um indivíduo precisando respeitar meus próprios desejos, limitações e possibilidades. Se o trabalho dignifica, tornar-se empreendedor de si mesmo transforma, autonomiza e supera a mentalidade assistencialista parasitária. Bora gerar valor definindo as próprias métricas, porque se independência não existe, ao menos deve ser desejável.
Por isso mesmo tô cada vez mais preocupado em ter uma fonte de renda. Na condição de professor desempregado (mandei currículo para dezenas de escolas aqui em Porto Alegre e até agora nada), não vou ficar me lamentando diante do fato de que não sou assalariado. A verdade é que até prefiro assim, gosto do fato de que posso ser meu próprio gerente, determinando como eu trabalho, quando trabalho e a que preço. É por isso que tento unir o útil ao agradável: se gosto de fazer vídeos, por que não extrair renda disso?
Quando abri para apoiadores investirem no meu hobby, transformando-o em trabalho, não imaginava que conseguiria os mais de 200 reais mensais que recebo hoje de 9 pessoas que gostam do meu conteúdo. Também não imaginava que receberia tantos dólares quanto comecei meu canal no YouTube. De fato, nada que pagasse o custo que tive pra produzir mais de uma centena de vídeos, todos disponíveis de modo gratuito pra quem quiser ver, vídeos muitas vezes educativos, com referências e indicações intelectuais; vídeos muitas vezes opinativos, mostrando que tenho um lado, o meu lado, que por acaso é o lado de muita gente.
Mas o hobby ainda não é trabalho, e é preciso trabalhar para sobreviver. Se o intelectual de aspiração marxista critica o capitalismo, é porque tem problemas com o trabalho, porque gostaria de viver num mundo onde o trabalho beira a desnecessidade, sendo possível ficar apenas filosofando em ócio criativo o dia inteiro numa sociedade pretensamente justa. Nesse sentido utópico, eu também sou marxista: ora, prefiro não precisar transformar tempo e labor em dinheiro.
Agora, quem disse que minha preferência é determinante? Nem mesmo a favor de mim mesmo! O que determina a conduta de qualquer um são as condições que possibilitam sua agência. Se não tenho comida, preciso de comida e, portanto, minha ação se inclina à busca da comida. Se não tenho dinheiro e dele preciso, minha ação vai nesse sentido, e isso ocorre em todos os níveis da nossa realidade mundana (até mesmo ao nível da curiosidade filosófica). A pirâmide de Maslow é real.
Ora, se não tenho trabalho por meio do qual extrair o dinheiro, o que me impede de transformar em dinheiro aquilo que já faço de modo espontâneo e naturalmente dedicado? Quem dera ter uma bolsa integral e só me preocupar em ficar pesquisando pro mestrado, mas na ausência da regalia estatal, impera a necessidade, e necessidade é a geradora da criatividade, que é a verdadeira motivadora do livre mercado. Educação é mercadoria sim, e é por isso que tô me dispondo a dar aulas particulares e combinando com algumas pessoas para lançar cursos de filosofia.
Que a mentalidade anticapitalista vá de retro, satanás. Antes de me guiar por aspirações coletivas, sou um indivíduo precisando respeitar meus próprios desejos, limitações e possibilidades. Se o trabalho dignifica, tornar-se empreendedor de si mesmo transforma, autonomiza e supera a mentalidade assistencialista parasitária. Bora gerar valor definindo as próprias métricas, porque se independência não existe, ao menos deve ser desejável.
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LIVE HOJE ÀS 20:30!
Link: https://youtu.be/ODCze82wZsY (adicione lembrete para receber notificação antes de começarmos)
Na live de hoje, bateremos um papo com Luan Rafael Marques sobre ética, livre arbítrio e responsabilidade moral. Afinal, se não houver livre arbítrio, como responsabilizar alguém por seus atos?
Tópicos desta live:
1 – Teorias diferentes sobre o livre-arbítrio
2 – É preciso de livre-arbítrio para haver ética?
3 – Consequências para uma ética sem livre-arbítrio
4 – Punição e merecimento
Participam deste papo, além do Luan (UFRJ), o Tiago Carneiro (UFRJ), o Vitor Douglas (UFOP) e, claro, eu (PUCRS).
Link: https://youtu.be/ODCze82wZsY (adicione lembrete para receber notificação antes de começarmos)
Na live de hoje, bateremos um papo com Luan Rafael Marques sobre ética, livre arbítrio e responsabilidade moral. Afinal, se não houver livre arbítrio, como responsabilizar alguém por seus atos?
Tópicos desta live:
1 – Teorias diferentes sobre o livre-arbítrio
2 – É preciso de livre-arbítrio para haver ética?
3 – Consequências para uma ética sem livre-arbítrio
4 – Punição e merecimento
Participam deste papo, além do Luan (UFRJ), o Tiago Carneiro (UFRJ), o Vitor Douglas (UFOP) e, claro, eu (PUCRS).
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Existe Ética sem Livre Arbítrio? | Papo com Luan Rafael Marques
Na live de hoje, bateremos um papo com Luan Rafael Marques sobre ética, livre arbítrio e responsabilidade moral. Afinal, se não houver livre arbítrio, como r...
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Escrevi para a LiHS.
"Nem tudo são narrativas, há uma verdade objetiva, essa verdade é alcançável por mais que não consigamos ser perfeitamente imparciais, e a forma de se aproximar de tal verdade é por meio do comportamento prudencial coletivo."
Leia: https://lihs.org.br/geral/greenwald-moro-presuncao-de-inocencia-e-a-mentalidade-narrativista-falhamos-enquanto-democracia/
"Nem tudo são narrativas, há uma verdade objetiva, essa verdade é alcançável por mais que não consigamos ser perfeitamente imparciais, e a forma de se aproximar de tal verdade é por meio do comportamento prudencial coletivo."
Leia: https://lihs.org.br/geral/greenwald-moro-presuncao-de-inocencia-e-a-mentalidade-narrativista-falhamos-enquanto-democracia/
LiHS - Liga Humanista Secular do Brasil
Greenwald, Moro, presunção de inocência e a mentalidade narrativista: falhamos enquanto democracia?
Alysson Augusto é licenciado e mestrando em filosofia pela PUCRS. O Brasil enfrenta uma conjuntura que nos faz questionar quais são os fatos. Há pouco, o camisa 10 da seleção, Neymar, foi acusado…
Como podemos ter certeza que, ao cair, uma árvore produz barulho? No vídeo de hoje, diferencio o método indutivo do dedutivo para ilustrar graus de certeza científica.
Assista ao vídeo: https://youtu.be/4np6kc1xnp8
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YouTube
Como ter certeza que uma árvore faz barulho? | Indução x Dedução
Como podemos ter certeza que, ao cair, uma árvore produz barulho? No vídeo de hoje, diferencio o método indutivo do dedutivo para ilustrar graus de certeza científica.
Apoie o canal → http://bit.do/apoiador
Apoiadores que tornam meus vídeos possíveis:
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Tô muito feliz de conseguir ter um site com link próprio! http://alyssonaugusto.com.br/
Mas ainda tenho uma dúvida: alguém sabe aí como configurar pro site não precisar do "www" do link? Tipo, sem o "www" o acesso não vai. Quem souber ajudar, me dá um toque aí!
EDIT: consegui ♥️
Visitem todas as páginas do meu site pra conhecer melhor meu trabalho!
Mas ainda tenho uma dúvida: alguém sabe aí como configurar pro site não precisar do "www" do link? Tipo, sem o "www" o acesso não vai. Quem souber ajudar, me dá um toque aí!
EDIT: consegui ♥️
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www.alyssonaugusto.com.br
INICÍO
VÍDEO NOVO!
Sacerdote de religião africana faz campanha no Brasil contra o sacrifício animal na umbanda e no candomblé. O líder do culto, Dagoberto Isaac, conhecido como Alawowwo, é um sacerdote do culto de Yezan, uma religião africana com mais de 4.500 anos que nunca usou sacrifício de animais.
Assista: youtu.be/BSHi_UAagtk
Sacerdote de religião africana faz campanha no Brasil contra o sacrifício animal na umbanda e no candomblé. O líder do culto, Dagoberto Isaac, conhecido como Alawowwo, é um sacerdote do culto de Yezan, uma religião africana com mais de 4.500 anos que nunca usou sacrifício de animais.
Assista: youtu.be/BSHi_UAagtk
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RELIGIÃO AFRO NÃO PRECISA SACRIFICAR ANIMAIS
Sacerdote de religião africana faz campanha no Brasil contra o sacrifício animal na umbanda e no candomblé. O líder do culto, Dagoberto Isaac, conhecido como Alawowwo, é um sacerdote do culto de Yezan, uma religião africana com mais de 4.500 anos que nunca…
Dúvida aleatória: fundamentar uma posição normativa no fato de que ela é originada de uma "forte intuição" não acaba caindo em falácia naturalista? Ora, na medida em que somos produtos evolutivos, por que nossas intuições também não seriam, nesse sentido, produtos naturais? Ser intuitivo e ser natural, entendidos aqui como equivalentes, não seriam fatos insuficientes para fundamentar normas para ação?
Digo..., até mesmo pensamentos são naturais. O problema não é ser natural, é ser utilizado como justificação. Imagina alguém alegando "isso deve ser verdade porque as pessoas geralmente pensam que isso é verdade". Ora, as pessoas tenderem a pensar que algo é verdade torna isso verdade? Por quê? E por que essa descrição da realidade (pessoas pensam que X é verdade) justificaria a atribuição de uma norma frente à realidade (por pensarem que é verdade, então deve ser verdade)? Eu atribuiria duas falácias aí: falácia naturalista e argumentum ad populum (apelo ao povo).
Aliás... por que essa dúvida surgiu? Tava lendo isto e me perguntei kk
"Some theorists of moral status have argued that most people just have the intuition that certain beings (either humans or adult humans with certain capacities) have a special moral status, and that such a strong intuition is all we need to hold that view. However, this view appears to be insufficiently grounded too."
https://www.academia.edu/36392939/Why_the_Concept_of_Moral_Status_Should_Be_Abandoned
Digo..., até mesmo pensamentos são naturais. O problema não é ser natural, é ser utilizado como justificação. Imagina alguém alegando "isso deve ser verdade porque as pessoas geralmente pensam que isso é verdade". Ora, as pessoas tenderem a pensar que algo é verdade torna isso verdade? Por quê? E por que essa descrição da realidade (pessoas pensam que X é verdade) justificaria a atribuição de uma norma frente à realidade (por pensarem que é verdade, então deve ser verdade)? Eu atribuiria duas falácias aí: falácia naturalista e argumentum ad populum (apelo ao povo).
Aliás... por que essa dúvida surgiu? Tava lendo isto e me perguntei kk
"Some theorists of moral status have argued that most people just have the intuition that certain beings (either humans or adult humans with certain capacities) have a special moral status, and that such a strong intuition is all we need to hold that view. However, this view appears to be insufficiently grounded too."
https://www.academia.edu/36392939/Why_the_Concept_of_Moral_Status_Should_Be_Abandoned
www.academia.edu
Why the Concept of Moral Status Should Be Abandoned
The use of the concept of moral status is commonplace today in debates about the moral consideration of entities lacking certain special capacities, such as nonhuman animals. This concept has been typically used to defend the view that adult human
Estou ao vivo pra bater um papo sobre relevância moral dos animais. https://youtu.be/6PO39MLHLvA
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O que os animais têm de relevante? | Alysson Responde #04
Apoie o canal → http://bit.do/apoiador Apoiadores que tornam meus vídeos possíveis: Fernando Moreno Nildson Loki Andressa Tabaczinski Lourenço Menezes D'Alme...
Escrevi um pouco sobre como a educação molda nossa identidade por meio de novos hábitos.
https://medium.com/@alysson/novos-hábitos-nos-dão-nova-identidade-educar-para-ser-82268c41061a
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Medium
Novos Hábitos Nos Dão Nova Identidade | Educar para Ser
Ultimamente tenho lido mais textos em inglês do que em português, e me pergunto sobre por que isso tem acontecido. Analisando meu…
Seu principal marqueteiro é você mesmo, não sua mãe nem seus "paga-paus". Elogios giram em torno de seus esforços, mas também da sua abertura em recebê-los. A ideia de que somos responsáveis pela nossa imagem ajuda a nos dar rumo e limites. Aparências são importantes sim.