Não, eu não vou baixar #PokémonGo . Na verdade, é a ÚLTIMA coisa que, atualmente, eu possa recomendar a alguém.
Eu joguei um pouco, e fiquei tipo CARAMBA QUE DIFERENTE, QUE LEGAL, PRECISO DESBRAVAR O MUNDO. É sério.
E, na verdade, esse é o problema.
Afinal, quando algo, por puro entretenimento, te faz querer sair por aí, se divertindo com altas chances de pegar um torcicolo (a cabeça fica muito tempo pra baixo procurando bichinhos) - ou, pior, de ser assaltado (nunca se sabe os limites do prazer) -, você sente que está aproveitando o seu dia a dia (malditos estímulos químicos), quando na verdade está apenas limitando ainda mais aquilo o que, no mundo de hoje, é o recurso mais escasso de todo mundo: tempo.
O que acontece é que Pokémon Go é um modismo. Uma tendência, quase um meme. E é justamente por isso que ele pode ser danoso: ele pode, definitivamente, não agregar valor algum em sua vida.
Hoje em dia me limitei a usar aplicativos tão somente caso eles me agreguem valor, que me sejam úteis em termos de "maturar" minha personalidade, meu eu, minha expressão no mundo. E #PokéGo certamente não é um deles.
Não que seja ruim, na verdade eu adoraria jogar todo dia a toda hora e não estar aqui me prostrando contra. Mas eu não consigo considerar, hoje, que eu possa me permitir usufruir de algo assim, e sou grato por, em minha adolescência, ter tido vídeo games que me permitiram anos e anos seguidos de puro entretenimento.
O fato é que uma hora a gente tem que aceitar que não dá pra viver sonâmbulo sempre, num estado que não distingue realidade de virtualidade. E então temos que nos podar.
Sim, uma hora terei que ceder à realidade aumentada e, claro, à realidade virtual (que promete ser ainda mais revolucionária, em termos de mudança de paradigmas).
Mas enquanto não houver um aplicativo que me ajuda a ser um ser humano melhor, bem, eu vou continuar dispensando.
Eu joguei um pouco, e fiquei tipo CARAMBA QUE DIFERENTE, QUE LEGAL, PRECISO DESBRAVAR O MUNDO. É sério.
E, na verdade, esse é o problema.
Afinal, quando algo, por puro entretenimento, te faz querer sair por aí, se divertindo com altas chances de pegar um torcicolo (a cabeça fica muito tempo pra baixo procurando bichinhos) - ou, pior, de ser assaltado (nunca se sabe os limites do prazer) -, você sente que está aproveitando o seu dia a dia (malditos estímulos químicos), quando na verdade está apenas limitando ainda mais aquilo o que, no mundo de hoje, é o recurso mais escasso de todo mundo: tempo.
O que acontece é que Pokémon Go é um modismo. Uma tendência, quase um meme. E é justamente por isso que ele pode ser danoso: ele pode, definitivamente, não agregar valor algum em sua vida.
Hoje em dia me limitei a usar aplicativos tão somente caso eles me agreguem valor, que me sejam úteis em termos de "maturar" minha personalidade, meu eu, minha expressão no mundo. E #PokéGo certamente não é um deles.
Não que seja ruim, na verdade eu adoraria jogar todo dia a toda hora e não estar aqui me prostrando contra. Mas eu não consigo considerar, hoje, que eu possa me permitir usufruir de algo assim, e sou grato por, em minha adolescência, ter tido vídeo games que me permitiram anos e anos seguidos de puro entretenimento.
O fato é que uma hora a gente tem que aceitar que não dá pra viver sonâmbulo sempre, num estado que não distingue realidade de virtualidade. E então temos que nos podar.
Sim, uma hora terei que ceder à realidade aumentada e, claro, à realidade virtual (que promete ser ainda mais revolucionária, em termos de mudança de paradigmas).
Mas enquanto não houver um aplicativo que me ajuda a ser um ser humano melhor, bem, eu vou continuar dispensando.
Larga dessa coisa de viver no passado, de pensar que tem conserto, de achar que é impossível superar. Quem muito chora sobre o que já morreu padece no túmulo. vê se te toca!
Clique e leia.
Clique e leia.
Tempo de Amor
Deixe agora de viver no passado, porra! | Tempo de Amor
Larga dessa coisa de viver no passado, de pensar que tem conserto, de achar que é impossível superar. Quem muito chora sobre o que já morreu padece no túmulo. vê se te toca!
Não é que as pessoas não estejam dispostas a reconhecer os seus erros. O erro não é lá um grande problema, a gente sabe disso. O problema é a rejeição que resulta do erro. As pessoas não admitem estar erradas porque não estamos dispostos a compreender o que as fez errar.
Não me odeiem, sequer me amem. Como qualquer um de nós que respira, eu faço escolhas. E declaro escolhida a madrugada. Declaro amor descabelado e safo pela madrugada. Afinal, a madrugada é um propulsor de processos criativos. E eu, nessa história, o que quero é criar.
Alysson Augusto
@alyssonfrases
Você sabe que seu fim de semana te tirou a noção do tempo quando, na segunda-feira, você acredita que é terça (e você passa a se arrumar para realizar as responsabilidades de terça-feira).
Mas o mais bacana de atestar essa falta de noção do tempo não é perceber que você aproveitou o seu fim de semana - é perceber que, por você estar enganado, você acaba de ganhar um dia na sua vida. Afinal, quando a pressa (devido ao prazo) some, você relaxa como se estivesse de férias.
Alysson Augusto
Mas o mais bacana de atestar essa falta de noção do tempo não é perceber que você aproveitou o seu fim de semana - é perceber que, por você estar enganado, você acaba de ganhar um dia na sua vida. Afinal, quando a pressa (devido ao prazo) some, você relaxa como se estivesse de férias.
Alysson Augusto
O mais engraçados desses posts do tipo "tem gente assim e assado neste mundo que não vale nada" é que, quem escreve essas coisas, realmente acredita nelas. Mais que isso, outras pessoas leem e acreditam também.
Aos poucos, amontoam-se pessoas, das mais variadas crenças e diferenças, concordando com o mesmo pressuposto: "tem gente assim e assado que não presta". E, quanto mais a coisa ganha repercussão e alcança mais gente diferente, mais concordam e compartilham da mesma ideia.
Até que chega uma hora em que não podemos saber quem está compartilhando porque quer apontar o dedo ou porque se identificou.
Somos todos uns podres quando fazemos julgamentos, dividindo a humanidade entre Bem e Mal.
Aos poucos, amontoam-se pessoas, das mais variadas crenças e diferenças, concordando com o mesmo pressuposto: "tem gente assim e assado que não presta". E, quanto mais a coisa ganha repercussão e alcança mais gente diferente, mais concordam e compartilham da mesma ideia.
Até que chega uma hora em que não podemos saber quem está compartilhando porque quer apontar o dedo ou porque se identificou.
Somos todos uns podres quando fazemos julgamentos, dividindo a humanidade entre Bem e Mal.
Hoje algumas pessoas me relataram do caso da mulher que, infelizmente, foi assassinada em frente à escola particular de seu filho, morta em seu próprio veículo ao esperar seu dependente para levá-lo embora.
Tocando nesse assunto, vi algumas pessoas fazendo mais do mesmo, buscando justificar um certo tipo de caos na sociedade, falta de segurança pública, criminalidade alta, "bandido bom é bandido morto", entre outras coisas do tipo.
Sei que tem merda e merda pesada na sociedade, merda horrenda, cagada, mas não consigo inferir que tudo seja puro caos tão somente com algumas amostras que bombam nos jornais. Aceito a merda mas tenho esperanças otimistas (como diria Suassuna: "bom mesmo é ser um realista esperançoso").
Porém, se há algum tipo de comportamento sobre casos do tipo que não apenas é indesejável como, também, é realmente desproporcional aos fatos, é aquele comportamento mesquinho, ideológico, que faz questão de colocar sua visão de mundo acima de qualquer outra, e mesmo acima de vidas, relativizando a tragédia, a comparando a outras que nada tem a ver com o assunto concreto em si.
Me refiro aqui àquele tipo de gente que faz da tragédia palanque ideológico, que faz da tragédia datenismo puro: uma possibilidade para vender sua cartilha, seus dogmas.
Li algumas pessoas querendo "conscientizar" outras levantando questões do tipo: "E o genocídio dos jovens negros?", "Será que a vítima é realmente vítima?", "Bem feito, era burguesa." e outras baboseiras redondamente retardadas.
É pura inversão de valores. É a ideia que brota daquela velha noção, tomada como dogma, de que haja uma "luta de classes" constante, entre bem e mal, onde burgueses querem matar pobres negros e semi-escravos, enquanto estes últimos podem fazer o que bem entenderem afinal estão simplesmente efetuando uma "desapropriação revolucionária" - além de que "não devemos confundir a reação do oprimido com a violência do opressor" (e foda-se se esse tal oprimido mais assalta pessoas mais pobres do que ele, ele é um "desapropriador revolucionário" [sic]).
Sim, é notável que muito conservador do pior tipo adore ser canalha na hora de selecionar casos para confirmar seus vieses. Mas isso não é característica pura da direita. A esquerda também manipula, também faz apelo emotivo e também gosta de "dividir para conquistar".
Mas, enquanto esperançoso, só me resta fazer o que a mim compete: enquanto vocês ficam aí, se esfaqueando defendendo falsos dualismos em que só devemos nos importar com uma classe ou outra, eu vou continuar defendendo a tese de que um mundo melhor é possível, independente de cor, raça, credo ou o que for, independente do quão canalha, repugnante e relativista você for, eu estarei aqui defendendo que até mesmo você, verme, mereça um enterro decente.
Canalhas.
Tocando nesse assunto, vi algumas pessoas fazendo mais do mesmo, buscando justificar um certo tipo de caos na sociedade, falta de segurança pública, criminalidade alta, "bandido bom é bandido morto", entre outras coisas do tipo.
Sei que tem merda e merda pesada na sociedade, merda horrenda, cagada, mas não consigo inferir que tudo seja puro caos tão somente com algumas amostras que bombam nos jornais. Aceito a merda mas tenho esperanças otimistas (como diria Suassuna: "bom mesmo é ser um realista esperançoso").
Porém, se há algum tipo de comportamento sobre casos do tipo que não apenas é indesejável como, também, é realmente desproporcional aos fatos, é aquele comportamento mesquinho, ideológico, que faz questão de colocar sua visão de mundo acima de qualquer outra, e mesmo acima de vidas, relativizando a tragédia, a comparando a outras que nada tem a ver com o assunto concreto em si.
Me refiro aqui àquele tipo de gente que faz da tragédia palanque ideológico, que faz da tragédia datenismo puro: uma possibilidade para vender sua cartilha, seus dogmas.
Li algumas pessoas querendo "conscientizar" outras levantando questões do tipo: "E o genocídio dos jovens negros?", "Será que a vítima é realmente vítima?", "Bem feito, era burguesa." e outras baboseiras redondamente retardadas.
É pura inversão de valores. É a ideia que brota daquela velha noção, tomada como dogma, de que haja uma "luta de classes" constante, entre bem e mal, onde burgueses querem matar pobres negros e semi-escravos, enquanto estes últimos podem fazer o que bem entenderem afinal estão simplesmente efetuando uma "desapropriação revolucionária" - além de que "não devemos confundir a reação do oprimido com a violência do opressor" (e foda-se se esse tal oprimido mais assalta pessoas mais pobres do que ele, ele é um "desapropriador revolucionário" [sic]).
Sim, é notável que muito conservador do pior tipo adore ser canalha na hora de selecionar casos para confirmar seus vieses. Mas isso não é característica pura da direita. A esquerda também manipula, também faz apelo emotivo e também gosta de "dividir para conquistar".
Mas, enquanto esperançoso, só me resta fazer o que a mim compete: enquanto vocês ficam aí, se esfaqueando defendendo falsos dualismos em que só devemos nos importar com uma classe ou outra, eu vou continuar defendendo a tese de que um mundo melhor é possível, independente de cor, raça, credo ou o que for, independente do quão canalha, repugnante e relativista você for, eu estarei aqui defendendo que até mesmo você, verme, mereça um enterro decente.
Canalhas.
É muito fácil se travestir do argumento "é a minha opinião", exigindo algum tipo de reação especial após esse "argumento" ou, pior ainda, esperando que alguém trate aquilo o que você disse com ares de respeito.
Se a mera ideia de "espaços seguros" é um cúmulo, um atentado contra a maturidade e resiliência humanas, imagine então o que seja alguém, do alto de seus achismos e aversão à crítica, se imunizar dos contraditórios para dizer "é minha opinião".
Sinceramente? Foda-se se é sua opinião. Se eu achá-la tosca, vou apontar o dedo. Se pra mim você estiver falando merda, ou falando tudo sem dizer nada, vou esfregar o dedo na sua cara. E se você se sentir no direito de ter alguma imunidade a isso, esse dedo vai invadir o seu espaço seguro, e você terá que limpá-lo.
E sim, esta é minha opinião. Mas não a respeite. Conteste, porra.
Se a mera ideia de "espaços seguros" é um cúmulo, um atentado contra a maturidade e resiliência humanas, imagine então o que seja alguém, do alto de seus achismos e aversão à crítica, se imunizar dos contraditórios para dizer "é minha opinião".
Sinceramente? Foda-se se é sua opinião. Se eu achá-la tosca, vou apontar o dedo. Se pra mim você estiver falando merda, ou falando tudo sem dizer nada, vou esfregar o dedo na sua cara. E se você se sentir no direito de ter alguma imunidade a isso, esse dedo vai invadir o seu espaço seguro, e você terá que limpá-lo.
E sim, esta é minha opinião. Mas não a respeite. Conteste, porra.
Forwarded from Tempo de Amor
TEXTO NOVO!
São anseios e aspirações que estão em jogo, e cabe a cada um de nós decidir se a trajetória para conquistarmos o que desejamos é válida a ponto do sacrifício ser perpetuamente diário.
Leia agora.
São anseios e aspirações que estão em jogo, e cabe a cada um de nós decidir se a trajetória para conquistarmos o que desejamos é válida a ponto do sacrifício ser perpetuamente diário.
Leia agora.
Tempo de Amor
A tentativa é um valor em si | Tempo de Amor
São anseios e aspirações que estão em jogo, e cabe a cada um de nós decidir se a trajetória para conquistarmos o que desejamos é válida a ponto do sacrifício ser perpetuamente diário.