Alysson Augusto
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DIREITOS HUMANOS: BANDIDO BOM É BANDIDO MORTO?
Assista: youtu.be/W_FAby1xQZs

Direitos Humanos no Brasil é entendido como uma perversão de valores, em que impera a defesa de criminosos e falta amparo para as famílias vitimadas, bem mesmo como aos policiais lesionados em confrontos com a bandidagem.

Ao menos no Rio de Janeiro, mais de um terço dos cariocas concordam com a alegação de que “bandido bom é bandido morto”, que direitos humanos atrapalham no combate ao crime e que no fim das contas só servem pra defender bandidos.

Mas o quanto de verdade há nesse ponto de vista?

Assista ao vídeo agora!

@alyssonaugusto | @humanas
Estarei lançando o livro Ética Ambiental neste dia 24 de abril. Convido todos a confirmarem presença:
facebook.com/events/118366118709942/

@humanas
TEORIA DA FERRADURA: QUANDO ESQUERDA E DIREITA SE APROXIMAM
Assista: youtu.be/BY_aQG7xJIA
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Você conhece a teoria da ferradura?

É uma teoria da ciência política que tenta explicar a proximidade entre ideologias tanto de esquerda quanto de direita, quando o extremismo toma conta de ambos os lados, e os faz agir parecido.

Neste vídeo eu falo mais sobre ela e dou exemplos. Aproveite!

@humanas
Cães, sangue pra todo lado e gente pelada... Neste vídeo eu relato uma experiência muito particular. Vem cá explorar essa confusão que é a minha vida!

CLICA NO LINK: youtu.be/VDU__5H4v30
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Relato concedido ao Espetáculo Dog Day, que estreia temporada no dia 6 de maio, no Teatro Carlos Carvalho, na Casa de Cultura Mario Quintana, com direção de Fernanda Moreno.

Dog Day é uma peça que celebra a diversidade, defende a vontade de viver, apesar de obstáculos e desencontros.

Mais informações você encontra no evento no Facebook: https://www.facebook.com/events/1926477564253509/
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VÍDEO NOVO! Clique → youtu.be/UmCm45SPdAk

Pseudohumor, ETs e Filósofos | Comentando Comentários #2

Sobre canais pequenos, extraterrestres entre nós e por que não sou um filósofo.

@humanas
Poucas coisas são tão importantes para o progresso civilizatório da humanidade quanto a formação de mentes pensantes capazes de detectar, com propriedade, nossos problemas e, mais importante, propor soluções.

Infelizmente, não é o que veremos agora...

goo.gl/97a8oh | @humanas
Se por um lado temos homens de bosta que justificam a ideia de que haja uma cultura do estupro, por outro temos o estigma social de que mulheres, de tão indefesas e delicadas, não podem ser tão abusadoras quanto.

Cremos facilmente na primeira acusação sobre homens, e por vezes condenamos inocentes. Em contrapartida duvidamos seriamente quando trata-se de mulheres estupradoras - e enquanto de um lado uns gritam que o garoto estuprado deveria se orgulhar, do outro fazemos o gênero da pessoa de muleta para a torná-la vítima de alguma forma.

Isso chama-se relativismo moral, amparado numa cultura verdadeiramente machista que trata as mulheres como caridosas, sensíveis e "sexo frágil", incapazes de barbaridades. Em meio a isso, homens são vistos como "naturalmente machos-alfas", ganhando respaldo social quando fazem merdas que merecem as piores das punições.

Me parece super evidente que o machismo é a verdadeira cultura, e não o estupro. É o machismo que legitima o abuso, o assédio e, por consequência, relativiza o estupro. Focamos no mais alarmante conceito para mostrarmos a gravidade da situação, muitas vezes comparando quem realmente foi estuprada a quem apenas recebeu uma mão na bunda numa festa (o que é repudiável porém inegavelmente menos grave), assim então produzindo eco sobre o assunto e não exatamente uma busca por soluções.

Estamos sendo machistas quando relativizamos a dor da vítima mulher, e sexistas quando nos apoiamos no gênero para classificar homens como os verdadeiros agentes sociais problemáticos.

@alyssonaugusto | @LibFem
Baruch Spinoza, filósofo holandês de origem judaica, excomungado por heresia, legou ao mundo sua noção inovadora e polêmica acerca da realidade de Deus, que no seu entendimento seria a própria Natureza. A despeito das contradições envolvidas em crer em um Deus-Natureza de tal modo que pudesse ser considerado ateu, dada a definição tradicional do divino própria das teologias abraâmicas que colocam Deus como um ser transcendente e, portanto, exterior ao mundo, Spinoza traça uma linha de raciocínio poderosa, não apenas em termos de conceitos — como os de substância, atributos e modos que aqui serão explorados —, mas também em termos de metodologia. Pela exposição das ideias que virão a seguir, poderemos concluir, facilmente, que Spinoza defende uma substância unificadora do mundo, pela qual tudo é e tudo pode ser, como fizeram os antigos na procura pelo princípio de todas as coisas.

@humanas | goo.gl/PcWMhd
Sobre como a prática da "justiça social" pode sair pela culatra, fomentando injustiças.

Post original: https://www.facebook.com/alystoteles/posts/644620482409965

@humanas
1.000 INSCRITOS E A DIFICULDADE DE MANTER PROJETOS
Assista pelo link: https://youtu.be/tMW1Ux8me48

Batemos 1.000 inscritos! Muito obrigado a todos!

Neste vídeo, além de agradecer todo o apoio até aqui, falo um pouquinho sobre os dilemas envolvidos em abraçar tantos projetos, mostrando como a dificuldade em gerenciar o tempo pode atrapalhar seus anseios pessoais.

@humanas
Nicolau Copérnico foi um astrônomo que desenvolveu a teoria heliocêntrica do Sistema Solar.

Filosofia no Youtube? Inscreva-se:
youtube.com/alyssonaugusto

@humanas
Se por um lado temos homens de bosta que justificam a ideia de que haja uma cultura do estupro, por outro temos o estigma social de que mulheres, de tão indefesas e delicadas, não podem ser tão abusadoras quanto.

Cremos facilmente na primeira acusação sobre homens, e por vezes condenamos inocentes. Em contrapartida duvidamos seriamente quando trata-se de mulheres estupradoras - e enquanto de um lado uns gritam que o garoto estuprado deveria se orgulhar, do outro fazemos o gênero da pessoa de muleta para a torná-la vítima de alguma forma.

Isso chama-se relativismo moral, amparado numa cultura verdadeiramente machista que trata as mulheres como caridosas, sensíveis e "sexo frágil", incapazes de barbaridades. Em meio a isso, homens são vistos como "naturalmente machos-alfas", ganhando respaldo social quando fazem merdas que merecem as piores das punições.

Me parece super evidente que o machismo é a verdadeira cultura, e não o estupro. É o machismo que legitima o abuso, o assédio e, por consequência, relativiza o estupro. Focamos no mais alarmante conceito para mostrarmos a gravidade da situação, muitas vezes comparando quem realmente foi estuprada a quem apenas recebeu uma mão na bunda numa festa (o que é repudiável porém inegavelmente menos grave), assim então produzindo eco sobre o assunto e não exatamente uma busca por soluções.

Estamos sendo machistas quando relativizamos a dor da vítima mulher, e sexistas quando nos apoiamos no gênero para classificar homens como os verdadeiros agentes sociais problemáticos.

@alyssonaugusto | @LibFem
YOUTUBE E A SAGA CONTRA A LIBERDADE DE EXPRESSÃO 🤐
Clique e assista: https://youtu.be/adwIyHiUTKQ

O Youtube postou em seu blog oficial que vai limitar o acesso daqueles vídeos que considerar extremista, mesmo que não violem os termos e políticas do site.

Entenda como as coisas serão daqui pra frente e, acima de tudo, saiba como podemos pensar sobre a questão, junto ao filósofo John Stuart Mill.

@humanas
Vale tão a pena ler que eu traduzi.

Então, se a filosofia é viver o sonho de influenciar o debate público, os filósofos devem pensar muito mais sobre o que estamos dizendo, como estamos dizendo, para quem estamos dizendo e por que eles podem se importar. No entanto, ainda há uma coisa a mais que precisa ser feita: a tarefa árdua de sair lá fora e dizer o que tem de ser dito. Isso deixa os filósofos com provavelmente o maior problema de todos, que é por onde começar.

@humanas

http://gedbioetica.com.br/filosofos-falham-influenciar-debate-publico/