Alysson Augusto via @like
Se por um lado temos homens de bosta que justificam a ideia de que haja uma cultura do estupro, por outro temos o estigma social de que mulheres, de tão indefesas e delicadas, não podem ser tão abusadoras quanto.
Cremos facilmente na primeira acusação sobre homens, e por vezes condenamos inocentes. Em contrapartida duvidamos seriamente quando trata-se de mulheres estupradoras - e enquanto de um lado uns gritam que o garoto estuprado deveria se orgulhar, do outro fazemos o gênero da pessoa de muleta para a torná-la vítima de alguma forma.
Isso chama-se relativismo moral, amparado numa cultura verdadeiramente machista que trata as mulheres como caridosas, sensíveis e "sexo frágil", incapazes de barbaridades. Em meio a isso, homens são vistos como "naturalmente machos-alfas", ganhando respaldo social quando fazem merdas que merecem as piores das punições.
Me parece super evidente que o machismo é a verdadeira cultura, e não o estupro. É o machismo que legitima o abuso, o assédio e, por consequência, relativiza o estupro. Focamos no mais alarmante conceito para mostrarmos a gravidade da situação, muitas vezes comparando quem realmente foi estuprada a quem apenas recebeu uma mão na bunda numa festa (o que é repudiável porém inegavelmente menos grave), assim então produzindo eco sobre o assunto e não exatamente uma busca por soluções.
Estamos sendo machistas quando relativizamos a dor da vítima mulher, e sexistas quando nos apoiamos no gênero para classificar homens como os verdadeiros agentes sociais problemáticos.
@alyssonaugusto | @LibFem
Cremos facilmente na primeira acusação sobre homens, e por vezes condenamos inocentes. Em contrapartida duvidamos seriamente quando trata-se de mulheres estupradoras - e enquanto de um lado uns gritam que o garoto estuprado deveria se orgulhar, do outro fazemos o gênero da pessoa de muleta para a torná-la vítima de alguma forma.
Isso chama-se relativismo moral, amparado numa cultura verdadeiramente machista que trata as mulheres como caridosas, sensíveis e "sexo frágil", incapazes de barbaridades. Em meio a isso, homens são vistos como "naturalmente machos-alfas", ganhando respaldo social quando fazem merdas que merecem as piores das punições.
Me parece super evidente que o machismo é a verdadeira cultura, e não o estupro. É o machismo que legitima o abuso, o assédio e, por consequência, relativiza o estupro. Focamos no mais alarmante conceito para mostrarmos a gravidade da situação, muitas vezes comparando quem realmente foi estuprada a quem apenas recebeu uma mão na bunda numa festa (o que é repudiável porém inegavelmente menos grave), assim então produzindo eco sobre o assunto e não exatamente uma busca por soluções.
Estamos sendo machistas quando relativizamos a dor da vítima mulher, e sexistas quando nos apoiamos no gênero para classificar homens como os verdadeiros agentes sociais problemáticos.
@alyssonaugusto | @LibFem
Alysson Augusto via @like
Baruch Spinoza, filósofo holandês de origem judaica, excomungado por heresia, legou ao mundo sua noção inovadora e polêmica acerca da realidade de Deus, que no seu entendimento seria a própria Natureza. A despeito das contradições envolvidas em crer em um Deus-Natureza de tal modo que pudesse ser considerado ateu, dada a definição tradicional do divino própria das teologias abraâmicas que colocam Deus como um ser transcendente e, portanto, exterior ao mundo, Spinoza traça uma linha de raciocínio poderosa, não apenas em termos de conceitos — como os de substância, atributos e modos que aqui serão explorados —, mas também em termos de metodologia. Pela exposição das ideias que virão a seguir, poderemos concluir, facilmente, que Spinoza defende uma substância unificadora do mundo, pela qual tudo é e tudo pode ser, como fizeram os antigos na procura pelo princípio de todas as coisas.
@humanas | goo.gl/PcWMhd
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www.academia.edu
Monismo Divino: A Natureza de Deus em Spinoza
Baruch Spinoza, filósofo holandês de origem judaica, excomungado por heresia, legou ao mundo sua noção inovadora e polêmica acerca da realidade de Deus, que no seu entendimento seria a própria Natureza. A despeito das contradições envolvidas em crer
Alysson Augusto via @like
Sobre como a prática da "justiça social" pode sair pela culatra, fomentando injustiças.
Post original: https://www.facebook.com/alystoteles/posts/644620482409965
@humanas
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@humanas
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1.000 INSCRITOS E A DIFICULDADE DE MANTER PROJETOS
Assista pelo link: https://youtu.be/tMW1Ux8me48
Batemos 1.000 inscritos! Muito obrigado a todos!
Neste vídeo, além de agradecer todo o apoio até aqui, falo um pouquinho sobre os dilemas envolvidos em abraçar tantos projetos, mostrando como a dificuldade em gerenciar o tempo pode atrapalhar seus anseios pessoais.
@humanas
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Batemos 1.000 inscritos! Muito obrigado a todos!
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1.000 inscritos e a dificuldade de manter projetos
Batemos 1.000 inscritos! Muito obrigado a todos! Neste vídeo, além de agradecer todo o apoio até aqui, falo um pouquinho sobre os dilemas envolvidos em abraç...
Alysson Augusto via @like
Nicolau Copérnico foi um astrônomo que desenvolveu a teoria heliocêntrica do Sistema Solar.
Filosofia no Youtube? Inscreva-se:
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Se por um lado temos homens de bosta que justificam a ideia de que haja uma cultura do estupro, por outro temos o estigma social de que mulheres, de tão indefesas e delicadas, não podem ser tão abusadoras quanto.
Cremos facilmente na primeira acusação sobre homens, e por vezes condenamos inocentes. Em contrapartida duvidamos seriamente quando trata-se de mulheres estupradoras - e enquanto de um lado uns gritam que o garoto estuprado deveria se orgulhar, do outro fazemos o gênero da pessoa de muleta para a torná-la vítima de alguma forma.
Isso chama-se relativismo moral, amparado numa cultura verdadeiramente machista que trata as mulheres como caridosas, sensíveis e "sexo frágil", incapazes de barbaridades. Em meio a isso, homens são vistos como "naturalmente machos-alfas", ganhando respaldo social quando fazem merdas que merecem as piores das punições.
Me parece super evidente que o machismo é a verdadeira cultura, e não o estupro. É o machismo que legitima o abuso, o assédio e, por consequência, relativiza o estupro. Focamos no mais alarmante conceito para mostrarmos a gravidade da situação, muitas vezes comparando quem realmente foi estuprada a quem apenas recebeu uma mão na bunda numa festa (o que é repudiável porém inegavelmente menos grave), assim então produzindo eco sobre o assunto e não exatamente uma busca por soluções.
Estamos sendo machistas quando relativizamos a dor da vítima mulher, e sexistas quando nos apoiamos no gênero para classificar homens como os verdadeiros agentes sociais problemáticos.
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Cremos facilmente na primeira acusação sobre homens, e por vezes condenamos inocentes. Em contrapartida duvidamos seriamente quando trata-se de mulheres estupradoras - e enquanto de um lado uns gritam que o garoto estuprado deveria se orgulhar, do outro fazemos o gênero da pessoa de muleta para a torná-la vítima de alguma forma.
Isso chama-se relativismo moral, amparado numa cultura verdadeiramente machista que trata as mulheres como caridosas, sensíveis e "sexo frágil", incapazes de barbaridades. Em meio a isso, homens são vistos como "naturalmente machos-alfas", ganhando respaldo social quando fazem merdas que merecem as piores das punições.
Me parece super evidente que o machismo é a verdadeira cultura, e não o estupro. É o machismo que legitima o abuso, o assédio e, por consequência, relativiza o estupro. Focamos no mais alarmante conceito para mostrarmos a gravidade da situação, muitas vezes comparando quem realmente foi estuprada a quem apenas recebeu uma mão na bunda numa festa (o que é repudiável porém inegavelmente menos grave), assim então produzindo eco sobre o assunto e não exatamente uma busca por soluções.
Estamos sendo machistas quando relativizamos a dor da vítima mulher, e sexistas quando nos apoiamos no gênero para classificar homens como os verdadeiros agentes sociais problemáticos.
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ALBERT CAMUS E A QUESTÃO MAIS ABSURDA DE TODAS
Clique no link: youtu.be/QvzCVrWJA44
Neste novo vídeo, falo sobre Albert Camus, um filósofo francês que refletiu pertinentemente sobre o suicídio, que ao seu ver é a principal questão filosófica. Afinal, vale a pena viver?
@humanas
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Neste novo vídeo, falo sobre Albert Camus, um filósofo francês que refletiu pertinentemente sobre o suicídio, que ao seu ver é a principal questão filosófica. Afinal, vale a pena viver?
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Albert Camus e a questão mais absurda de todas
Albert Camus foi um filósofo francês que refletiu pertinentemente sobre o suicídio, que ao seu ver é a principal questão filosófica. Afinal, vale a pena viver?
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YOUTUBE E A SAGA CONTRA A LIBERDADE DE EXPRESSÃO 🤐
Clique e assista: https://youtu.be/adwIyHiUTKQ
O Youtube postou em seu blog oficial que vai limitar o acesso daqueles vídeos que considerar extremista, mesmo que não violem os termos e políticas do site.
Entenda como as coisas serão daqui pra frente e, acima de tudo, saiba como podemos pensar sobre a questão, junto ao filósofo John Stuart Mill.
@humanas
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O Youtube postou em seu blog oficial que vai limitar o acesso daqueles vídeos que considerar extremista, mesmo que não violem os termos e políticas do site.
Entenda como as coisas serão daqui pra frente e, acima de tudo, saiba como podemos pensar sobre a questão, junto ao filósofo John Stuart Mill.
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Youtube e a saga contra a liberdade de expressão 🤐
O Youtube postou em seu blog oficial que vai limitar o acesso daqueles vídeos que considerar extremista, mesmo que não violem os termos e políticas do site. ...
Alysson Augusto via @like
Vale tão a pena ler que eu traduzi.
Então, se a filosofia é viver o sonho de influenciar o debate público, os filósofos devem pensar muito mais sobre o que estamos dizendo, como estamos dizendo, para quem estamos dizendo e por que eles podem se importar. No entanto, ainda há uma coisa a mais que precisa ser feita: a tarefa árdua de sair lá fora e dizer o que tem de ser dito. Isso deixa os filósofos com provavelmente o maior problema de todos, que é por onde começar.
@humanas
http://gedbioetica.com.br/filosofos-falham-influenciar-debate-publico/
Então, se a filosofia é viver o sonho de influenciar o debate público, os filósofos devem pensar muito mais sobre o que estamos dizendo, como estamos dizendo, para quem estamos dizendo e por que eles podem se importar. No entanto, ainda há uma coisa a mais que precisa ser feita: a tarefa árdua de sair lá fora e dizer o que tem de ser dito. Isso deixa os filósofos com provavelmente o maior problema de todos, que é por onde começar.
@humanas
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GEDbioética
Por que filósofos falham em influenciar no debate público — e como podem melhorar « GEDbioética
Debates públicos envolvem muitos fatores, e se filósofos não encontram modos de falar com todas essas coisas, suas opiniões desempenharão um papel marginal.
Alysson Augusto via @like
A treta da vez é sobre as manifestações nazistas nos EUA. E é interessante como qualquer coisa relacionada a nazismo suscita o debate sobre se nazismo é de esquerda ou de direita, naquela tentativa clubista de empurrar goela abaixo dos outros problemas que eles não cometeram e nem endossaram. Pois eu digo que esqueçamos essa treta fútil, e nos orientemos por este vídeo, entendendo que o problema não é o espectro político, mas o quão extremada é sua posição em qualquer dos lados, seja esquerda ou direita.
youtu.be/BY_aQG7xJIA
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Teoria da Ferradura: quando esquerda e direita se aproximam
Você conhece a teoria da ferradura?
É uma teoria da ciência política que tenta explicar a proximidade entre ideologias tanto de esquerda quanto de direita, quando o extremismo toma conta de ambos os lados, e os faz agir parecido.
Neste vídeo eu falo mais…
É uma teoria da ciência política que tenta explicar a proximidade entre ideologias tanto de esquerda quanto de direita, quando o extremismo toma conta de ambos os lados, e os faz agir parecido.
Neste vídeo eu falo mais…
Alysson Augusto via @like
Pra começar bem o dia... VÍDEO NOVO!
Nazismo em Charlottesville e o Paradoxo da Tolerância
Só clicar: youtu.be/8nZsCQOVFKs
Em Charlottesville, no Estado da Virgínia, EUA, ocorreram manifestações nazistas. Homens e mulheres brancos carregavam tochas e pregavam ideias contra gays, negros, judeus e outros grupos minoritários. Uma pessoa morreu atropelada no meio disso tudo, e tantas outras ficaram feridas.
Diante do conflito, invocamos o pensamento do filósofo judeu Karl Popper para nos responder sobre os limites da tolerância. Afinal, será que devemos tolerar os intolerantes?
@humanas
Nazismo em Charlottesville e o Paradoxo da Tolerância
Só clicar: youtu.be/8nZsCQOVFKs
Em Charlottesville, no Estado da Virgínia, EUA, ocorreram manifestações nazistas. Homens e mulheres brancos carregavam tochas e pregavam ideias contra gays, negros, judeus e outros grupos minoritários. Uma pessoa morreu atropelada no meio disso tudo, e tantas outras ficaram feridas.
Diante do conflito, invocamos o pensamento do filósofo judeu Karl Popper para nos responder sobre os limites da tolerância. Afinal, será que devemos tolerar os intolerantes?
@humanas
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Nazismo em Charlottesville e o Paradoxo da Tolerância
Em Charlottesville, no Estado da Virgínia, EUA, ocorreram manifestações nazistas. Homens e mulheres brancos carregavam tochas e pregavam ideias contra gays, ...
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VÍDEO NOVO!
Assista → youtu.be/i6Czuy6oHGE
Devido à ascensão de youtubers no papel de comunicadores, quatro estudantes de relações públicas tratam deles como influenciadores digitais. Para compor a mesa, convidou-se a professora Gabriela Kurtz, graduada em Publicidade e Propaganda pela Famecos/PUCRS, junto ao estudante de filosofia Alysson Augusto, que possui um canal próprio no YouTube, além de ser editor do podcast Fundação, do canal Geopizza (também no YouTube) e da revista GEDbioética. Neste bate-papo, conversamos sobre a necessidade de consumo rápido de conteúdo digital, a proximidade de influenciadores com seus públicos e sobre como as marcas vêm se apropriando desses canais de comunicação.
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Assista → youtu.be/i6Czuy6oHGE
Devido à ascensão de youtubers no papel de comunicadores, quatro estudantes de relações públicas tratam deles como influenciadores digitais. Para compor a mesa, convidou-se a professora Gabriela Kurtz, graduada em Publicidade e Propaganda pela Famecos/PUCRS, junto ao estudante de filosofia Alysson Augusto, que possui um canal próprio no YouTube, além de ser editor do podcast Fundação, do canal Geopizza (também no YouTube) e da revista GEDbioética. Neste bate-papo, conversamos sobre a necessidade de consumo rápido de conteúdo digital, a proximidade de influenciadores com seus públicos e sobre como as marcas vêm se apropriando desses canais de comunicação.
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YouTube e Relações Públicas — Bate-Papo com Alysson Augusto
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Alysson Augusto via @like
Gente querida, comecei a fazer narração de textos de filosofia que traduzi para o site da GEDbioética. Quem gosta de podcasts, como eu, ou simplesmente prefere ESCUTAR ao invés de LER, que tal conhecer meu trabalho enquanto narrador?
Acessem este texto, cliquem no PLAY e aproveitem o conhecimento filosófico gratuito e de qualidade! http://gedbioetica.com.br/filosofos-falham-influenciar-debate-publico/
@humanas
Acessem este texto, cliquem no PLAY e aproveitem o conhecimento filosófico gratuito e de qualidade! http://gedbioetica.com.br/filosofos-falham-influenciar-debate-publico/
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GEDbioética
Por que filósofos falham em influenciar no debate público — e como podem melhorar « GEDbioética
Debates públicos envolvem muitos fatores, e se filósofos não encontram modos de falar com todas essas coisas, suas opiniões desempenharão um papel marginal.
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VÍDEO NOVO NO CANAL!
Os 10 Princípios da Economia
Assista → youtu.be/wEDBwvhNTCo
Alguns princípios norteiam o estudo econômico, e, se não são aceitos por todos, são aceitos por quase todos os economistas vivos.
Conheçam agora os 10 princípios da economia, que adapto para este vídeo a partir do livro “Introdução à Economia”, de Gregory Mankiw.
@humanas
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Alguns princípios norteiam o estudo econômico, e, se não são aceitos por todos, são aceitos por quase todos os economistas vivos.
Conheçam agora os 10 princípios da economia, que adapto para este vídeo a partir do livro “Introdução à Economia”, de Gregory Mankiw.
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Os 10 Princípios da Economia
Alguns princípios norteiam o estudo econômico, e, se não são aceitos por todos, são aceitos por quase todos os economistas vivos.
Conheçam agora os 10 princípios da economia, que adapto para este vídeo a partir do livro “Introdução à Economia”, de Gregory…
Conheçam agora os 10 princípios da economia, que adapto para este vídeo a partir do livro “Introdução à Economia”, de Gregory…
Alysson Augusto via @like
Entendendo as diferenças entre as filosofias clássica, moderna e pós-moderna.
youtube.com/alyssonaugusto
@humanas
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Alysson Augusto via @like
Netflix demitindo Kevin Spacey, protagonista da famosa série House of Cards; Banco Santander cancelando a mostra Queermuseu; TV Globo tirando William Waack, um de seus maiores âncoras, do ar…
O que esses fatos têm em comum?
Descubra neste texto que acabo de escrever.
gedbioetica.com.br/netflix-santander-globo/
@humanas
O que esses fatos têm em comum?
Descubra neste texto que acabo de escrever.
gedbioetica.com.br/netflix-santander-globo/
@humanas
GEDbioética
Netflix, Santander e TV Globo: o boicote dos empresários « GEDbioética
Netflix demitindo Kevin Spacey, protagonista da famosa série House of Cards; Banco Santander cancelando a mostra Queermuseu; TV Globo tirando William Waack, um de seus maiores âncoras, do ar… O que esses fatos têm em comum? Ao menos três coisas. A primeira…
Alysson Augusto via @like
Pra começar bem este 2018, trago uma reflexão sobre as promessas que fazemos a nós mesmos a cada novo ano que surge.
➡ youtu.be/Dd8zJc-4EGU ⬅
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Fim de Ano e a Síndrome da Falsa Esperança
Pra começar bem este 2018, trago uma reflexão sobre as promessas que fazemos a nós mesmos a cada novo ano que surge. —————————— 💰 Apoie o canal 💰 PagSeguro: ...