Alysson Augusto
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Esta quarta, às 20h, nova live no canal. Tema central: feminicídio. Perguntas quaisquer são bem-vindas.

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Solipsismo: a ideia filosófica de que apenas a sua própria mente com certeza existe.

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#NovaFotoDePerfil nas redes sociais. Arte de Valdir Vianna.

Uma nova pegada estética está para chegar, em parceria com o Valdir que, além de ótimo artista gráfico, é também acadêmico de filosofia.
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O @AltruismoEficaz é antes de tudo uma pergunta: “Qual o maior bem que podemos fazer?”

Entenda neste vídeo de @AlyAugusto
Muito louco como o problema da não-identidade de Derek Parfit pode ser utilizado para negar aos não-humanos o direito à vida. Basicamente esse problema se resume num dilema: teria um filho o direito de reclamar de seus progenitores caso o filho nascesse com problemas?

Em caso afirmativo, porém, os pais podem argumentar que seu filho não teria sido concebido, pois em qualquer outro momento de concepção resultaria numa pessoa totalmente diferente - logo o filho deveria ser grato pela sua existência.

Esse problema é arrastado para a questão dos direitos animais, especialmente a animais criados para morrerem para fins humanos: afinal, não fosse a escolha humana de os conceber, esses animais não existiriam. Logo, deveriam pagar com a vida pelo benefício de existirem.

E embora haja quem use essa argumentação pra defender que animais não merecem direitos, a pessoa precisaria fugir do fato de que 1) o problema de Parfit não está resolvido e 2) a ideia de que animais são mera propriedade ignora nossa sensibilidade e equivale à visão cartesiana.

No fim das contas é preciso mais esforço para defender a inexistência de direitos atribuíveis aos não-humanos do que o contrário. A moralidade humana sempre foi um círculo em constante expansão - não é de se esperar que se limite à barreira da espécie.
Peter Singer tem a relevância que tem para a causa dos Direitos Animais e não é sem motivo.

Sua ética fundada no mais eloquente utilitarismo reconhece que, na verdade, a causa animal é antes de tudo uma causa moral, e não legal.

Assim, a abordagem que visa atribuir direitos a animais, de modo que legislações específicas nos obriguem a cumprir o respeito tão necessário a eles, não é exatamente um ponto a favor do reconhecimento público de que animais merecem nossa consideração moral. O que está em jogo são vidas reais clamando por diminuição da dor e elevação do prazer que podem experimentar. Em outras palavras, que algo esteja escrito na lei não é reflexo de uma efetivação real de tratamento digno prestado aos não-humanos. É justamente nossa convicção de que, enquanto seres sencientes capazes de sofrer, os animais são tão dignos de respeito quanto os mais vulneráveis de nossa própria espécie, o que pode salvaguardá-los de nossa principal ferramenta contra eles, que é a nossa indiferença generalizada sobre o que lhes ocorre em vida.

Assim, embora haja boas objeções contra a possibilidade do cálculo utilitarista, é apenas desafiando nossa capacidade de raciocínio moral em busca da pesagem de custos e benefícios que temos, pragmaticamente, potencial para dar respostas reais e efetivas contra a exploração de animais. A simples constatação de que merecem direitos não traz soluções. É a convicção de que os animais têm em si características moralmente relevantes, as quais podem ser quantificadas para legitimar um discurso anti-especista que os compare a nós, humanos (detentores de direitos), que em nossa própria linguagem (antropocêntrica sim, tal qual qualquer ética eficiente em nossa sociedade) pode nos obrigar, pela razão, a dar condições de bem-estar mínimo à vida daqueles que não falam a língua humana dos "direitos adquiridos", mas falam a linguagem mais comum em todo o Reino animal, que é a da dor e do prazer.
"É intrigante como duas ideologias tão diferentes — Cristianismo e Marxismo — concordaram uma com a outra em insistir no abismo entre humanos e animais, e portanto que a teoria da evolução não pode ser aplicada aos seres humanos."

— Peter Singer em "Uma Esquerda Darwinista"
Será que é possível entender quais fatores propiciam mobilidade social no “mundo ocidental”? Certamente começar de uma posição materialmente confortável ajuda, mas haveria características e habilidades inatas neste processo? Se sim, o quanto elas são relevantes?

Este vídeo é uma parceria com o Leandro C. Bellato (@siegnant), que foi quem escreveu o roteiro.

youtu.be/4x5Ttz1u-Zs
No Twitter, Paula Holanda denuncia esquema de propaganda ilegal em prol do Partido dos Trabalhadores por meio da agência de publicidade Follow. Embora seja crime, ainda assim é imoral? Vamos pensar a questão junto de Immanuel Kant.

youtu.be/IatwdYfImvw
Bolsonaro levou facada.

A pessoa que fez isso, além de merecer a prisão, se tinha qualquer intuito político de "livrar o Brasil da ameaça Bolsonaro" só conseguiu, no fim das contas, dar mais uma caralhada de votos a ele.

Martirizar opositores não é solução. E, aliás, foi crime.
Jair Bolsonaro sofreu um atentado durante campanha em Juiz de Fora (MG). Entenda a filosofia por trás da facada em Bolsonaro, refletindo sobre liberdade de expressão e paradoxo da tolerância com os filósofos Karl Popper e John Stuart Mill.

Assista → youtu.be/oHTxogIiFPA
Ser convidado pra dar aula na sua universidade, sem ainda ter se formado, é sempre um tesão, haha.

Tá rolando o Open Campus na PUCRS, uma experiência onde a universidade é aberta ao público em geral, e vou ministrar dois encontros nesta quarta (19), pela manhã e tarde, com as temáticas "Filosofia pra quê?" e "Qual o sentido da Ética". Se você se inscreveu, então nos vemos lá! 😊

pucrs.br/opencampus/
O que a filosofia tem a dizer sobre o #SetembroAmarelo? Para descobrir, convidei alguns filósofos da PUCRS para darem seu depoimento sobre suicídio, sua prevenção e o sentido da vida. Bora nessa?

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