Alysson Augusto via @like
Ambições filosóficas pra popularização da filosofia em tempos digitais:
— Podcast semanal de filosofia
— Site comunitário BR ao estilo Aeon, Quillete e Areo
— Site BR de notícias sobre filosofia ao estilo Philosophy News
— Site pessoal pra dar uma de blogueirinha e ter um portfólio
— Canal de vídeos comunitário ao estilo BláBláLogia
— "TEDx Filosófico" rodando pelas universidades do Brasil com palestras foda e curtas de filosofia
— App de geolocalização de eventos filosóficos pelo Brasil
— "Treta News" filosófico pra fazer o debate de ideias complexas ser atraente no mundo da fofoca
— Revista "Tititi" de filosofia, onde a vida pessoal de filósofos será espalhada tal como de subcelebridades
— "Porta dos Fundos" filosófico (e o próprio Porta sabe como fazer isso, vide os vídeos "PERDIDO" e "FILOSOFIA NOS DIAS DE HOJE")
— E muito mais (cansei de imaginar doidera)
O Filosofismo Cultural precisa de você!
— Podcast semanal de filosofia
— Site comunitário BR ao estilo Aeon, Quillete e Areo
— Site BR de notícias sobre filosofia ao estilo Philosophy News
— Site pessoal pra dar uma de blogueirinha e ter um portfólio
— Canal de vídeos comunitário ao estilo BláBláLogia
— "TEDx Filosófico" rodando pelas universidades do Brasil com palestras foda e curtas de filosofia
— App de geolocalização de eventos filosóficos pelo Brasil
— "Treta News" filosófico pra fazer o debate de ideias complexas ser atraente no mundo da fofoca
— Revista "Tititi" de filosofia, onde a vida pessoal de filósofos será espalhada tal como de subcelebridades
— "Porta dos Fundos" filosófico (e o próprio Porta sabe como fazer isso, vide os vídeos "PERDIDO" e "FILOSOFIA NOS DIAS DE HOJE")
— E muito mais (cansei de imaginar doidera)
O Filosofismo Cultural precisa de você!
Alysson Augusto via @like
Este é definitivamente o melhor resumo de ideias filosóficas com suas respectivas concordâncias e discordâncias que eu já vi.
As pessoas que fizeram isso tiveram um trabalho braçal de se admirar.
www.denizcemonduygu.com/philo/browse/
As pessoas que fizeram isso tiveram um trabalho braçal de se admirar.
www.denizcemonduygu.com/philo/browse/
History of Philosophy - Summarized & Visualized
An interactive summary of the history of philosophy showing the dis/agreement relationships between ideas
Alysson Augusto via @like
Acompanho diariamente o que youtubers políticos andam postando em seus canais, e estou percebendo uma ascensão da tática de entrar em treta por parte de 'influencers' de esquerda. Inclusive tem filósofo que antes parecia jogado ao limbo batendo 100 mil inscritos apenas por voltar a se envolver em política. Vi canais de esquerda surgirem do nada e crescerem mesmo com apresentadores pedantes, que falam por meia hora e sem nada de edição nos vídeos. Aparentemente a esquerda parou de ridicularizar o discurso da batalha cultural iniciada por Gramsci que Olavo tanto martelou, e começou agora a, de fato, entrar no jogo. E tão entrando com tudo. Veja um vídeo de youtuber de esquerda falando sobre qualquer coisa e verá mais 20 youtubers também de esquerda nos comentários os apoiando e denunciando opositores. É algo que se via mais comumente em canais de direita, mas parece que as coisas ficaram mais interessantes agora.
Alysson Augusto via @like
O cão morto no Carrefour só causa revolta porque cães nos são familiares, nutrimos afeto por eles durante uma vida toda, e fomos aculturados com a noção de que "o cão é o melhor amigo do homem".
Mesmo reconhecendo essa simbiose entre nós e os cães, ainda assim o que geralmente conta para nossa sensação de "dever de protegê-los" é o valor que retiramos de relações entre espécies distintas que, sem auxílio de instrumental racional, conseguem fazer brotar Virtudes humanas a partir de uma relação passional, onde empatia, carinho e afeto nutrido ao longo de uma vida tornam-se expressivos.
Assim sendo, quando vemos um cão sofrer, especialmente por mãos humanas, somos confrontados com os valores tão caros à nossa mentalidade ocidental, e a incoerência da realidade joga na nossa cara que, se o cão é nosso melhor amigo, ainda assim não conseguimos retribuir o respeito que eles nutrem por nós. A ferida da moralidade comum é aberta e fica exposta, exigindo alguma remediação, seja demitindo o funcionário que espancou o cachorro, seja rolando a linha do tempo pra não ver mais a faceta da crueldade humana que ronda entre nós.
O segurança foi cruel, de fato. Ainda assim, basta trocarmos o personagem "cão" por ratos, baratas ou quaisquer tipos de animais que por qualquer motivo sejam interpretados como indesejáveis (como o cão de fato foi visto na ocasião, pois se espera de grandes estabelecimentos uma higienização onde cães de rua não são nunca bem-vindos) e, pronto, espancamento e morte tornam-se socialmente toleráveis.
As pessoas estão certas quando reclamam da injustiça praticada por humanos contra cães. A questão é até que ponto nos preocupamos mesmo com a injustiça, e não com o fato de que estamos sendo obrigados a confrontar valores antagônicos entre barbárie e civilização, onde nos prostramos a ser bastiões da defesa daqueles que não podem se defender, porém apenas até a página dois, desmerecendo que o mesmo acontece de forma muito mais generalizada, o tempo todo e mesmo por culpa direta nossa, com outras espécies que esquecemos de considerar.
O cão não existe mais, trata-se de um cadáver, uma vida que não terá mais experiências para viver. Que a justiça seja feita, e que possamos reconhecer que a verdadeira justiça está menos em remediar situações e mais em evitar que aconteçam. Expandir nosso círculo moral para contemplar outros animais que não apenas "pets" é o passo que o processo civilizacional exige que devamos dar. Assim não apenas seremos mais justos, como também mais coerentes.
Mesmo reconhecendo essa simbiose entre nós e os cães, ainda assim o que geralmente conta para nossa sensação de "dever de protegê-los" é o valor que retiramos de relações entre espécies distintas que, sem auxílio de instrumental racional, conseguem fazer brotar Virtudes humanas a partir de uma relação passional, onde empatia, carinho e afeto nutrido ao longo de uma vida tornam-se expressivos.
Assim sendo, quando vemos um cão sofrer, especialmente por mãos humanas, somos confrontados com os valores tão caros à nossa mentalidade ocidental, e a incoerência da realidade joga na nossa cara que, se o cão é nosso melhor amigo, ainda assim não conseguimos retribuir o respeito que eles nutrem por nós. A ferida da moralidade comum é aberta e fica exposta, exigindo alguma remediação, seja demitindo o funcionário que espancou o cachorro, seja rolando a linha do tempo pra não ver mais a faceta da crueldade humana que ronda entre nós.
O segurança foi cruel, de fato. Ainda assim, basta trocarmos o personagem "cão" por ratos, baratas ou quaisquer tipos de animais que por qualquer motivo sejam interpretados como indesejáveis (como o cão de fato foi visto na ocasião, pois se espera de grandes estabelecimentos uma higienização onde cães de rua não são nunca bem-vindos) e, pronto, espancamento e morte tornam-se socialmente toleráveis.
As pessoas estão certas quando reclamam da injustiça praticada por humanos contra cães. A questão é até que ponto nos preocupamos mesmo com a injustiça, e não com o fato de que estamos sendo obrigados a confrontar valores antagônicos entre barbárie e civilização, onde nos prostramos a ser bastiões da defesa daqueles que não podem se defender, porém apenas até a página dois, desmerecendo que o mesmo acontece de forma muito mais generalizada, o tempo todo e mesmo por culpa direta nossa, com outras espécies que esquecemos de considerar.
O cão não existe mais, trata-se de um cadáver, uma vida que não terá mais experiências para viver. Que a justiça seja feita, e que possamos reconhecer que a verdadeira justiça está menos em remediar situações e mais em evitar que aconteçam. Expandir nosso círculo moral para contemplar outros animais que não apenas "pets" é o passo que o processo civilizacional exige que devamos dar. Assim não apenas seremos mais justos, como também mais coerentes.
Alysson Augusto via @vote
Pessoal, tô upando vídeo novo e minha internet não tá ajudando. Vocês preferem que eu poste assim que o vídeo subir, nem que seja lá pela meia noite (ou madrugada), ou preferem que eu programe o vídeo pelas 11h de amanhã?
public poll
Melhor postar amanhã cedo... – 7
👍👍👍👍👍👍👍 64%
@AdautoNz, @allannelle, @alyssonaugusto, @Marinheiropopeye, @Meuririn, @casberp, Matheus
Posta meia-noite mesmo! – 4
👍👍👍👍 36%
@VinnyCosta89, @Mochileiro42, @CelticEmpress, Davi
👥 11 people voted so far.
public poll
Melhor postar amanhã cedo... – 7
👍👍👍👍👍👍👍 64%
@AdautoNz, @allannelle, @alyssonaugusto, @Marinheiropopeye, @Meuririn, @casberp, Matheus
Posta meia-noite mesmo! – 4
👍👍👍👍 36%
@VinnyCosta89, @Mochileiro42, @CelticEmpress, Davi
👥 11 people voted so far.
Alysson Augusto via @like
O advogado fez errado em ofender um ministro do STF gratuitamente, apenas pra incomodá-lo. Mas o ministro fez ainda mais errado ao solicitar a prisão do advogado, pois isso feriu o Princípio da Proporcionalidade. Dois errados não fazem um certo. Existindo a liberdade de expressão primordialmente para combater abusos do Estado, o ministro é o grande culpado da história. Entretanto, o advogado feriu a razoabilidade necessária para abordar o ministro, que era apenas mais um sujeito no mesmo avião. Se ambos os lados fossem moderados, a situação não ocorreria, e não estaríamos vendo tantas pessoas desmoralizarem o STF (o que, por tabela, é uma desmoralização do Estado de Direito) enquanto tantas outras o defendem apenas por corporativismo (o que precisa ser denunciado pois imoral). O ministro e seus apoiadores precisam reconhecer o excesso, bem como o advogado que ofendeu gratuitamente precisa admitir que não foi razoável.
Alysson Augusto via @like
Você deixa um vídeo upando no YouTube a madrugada toda.
No outro dia, você acorda e vai ver se deu tudo certinho.
Você descobre que o vídeo foi cortado ao meio do nada e não é possível reverter.
Você tenta novo upload de 6 horas.
O vídeo está duplicado e sai do ar sem possibilidade de recurso.
Foda isso.
A pior parte é que é um vídeo que exige timing, e quanto mais demora, menos impacto ele tem. Problema técnico é foda, internet ruim é pior ainda. Que uma plataforma multinacional não forneça ferramentas pro criador de conteúdo superar a situação sem ter de reiniciá-la, então, é só desgosto.
No outro dia, você acorda e vai ver se deu tudo certinho.
Você descobre que o vídeo foi cortado ao meio do nada e não é possível reverter.
Você tenta novo upload de 6 horas.
O vídeo está duplicado e sai do ar sem possibilidade de recurso.
Foda isso.
A pior parte é que é um vídeo que exige timing, e quanto mais demora, menos impacto ele tem. Problema técnico é foda, internet ruim é pior ainda. Que uma plataforma multinacional não forneça ferramentas pro criador de conteúdo superar a situação sem ter de reiniciá-la, então, é só desgosto.
Alysson Augusto via @like
Pessoal, criei o canal @EticaAnimal pra quem tiver interesse em acompanhar minhas pesquisas e pensamentos especificamente sobre o assunto. Convido-os a se inscreverem!
t.me/EticaAnimal
t.me/EticaAnimal
Telegram
Ética Animal
Canal para divulgação de conteúdo sobre Ética Animal.
Participe do grupo: https://t.me/joinchat/CPIcH0gVms8-0Dk63HJk0w
Participe do grupo: https://t.me/joinchat/CPIcH0gVms8-0Dk63HJk0w
Alysson Augusto via @like
Estaria o youtuber católico Bernardo Küster defendendo o darwinismo social, ou apenas cometendo uma ingênua falácia naturalista?
Vem comigo desmascarar mais um charlatão da internet.
youtu.be/9plXcPPUoBU
Vem comigo desmascarar mais um charlatão da internet.
youtu.be/9plXcPPUoBU
YouTube
BERNARDO KÜSTER E O CACHORRO DO CARREFOUR | DARWINISMO SOCIAL | FALÁCIA NATURALISTA | ABORTO
Estaria o youtuber católico Bernardo Küster defendendo o darwinismo social, ou apenas cometendo uma ingênua falácia naturalista? ▬▬▬▬▬ 💰 Seja um apoiador do ...
Este é de longe o mais bem elaborado diálogo filosófico entre um comedor de carne e um vegano que você vai ver. Michael Huemer é o filósofo que o escreveu.
Dois amigos estudantes de filosofia, V (vegano) e C (comedor de carne), dialogam sobre a validade moral de comer carne. Ao longo do texto, V convence C de que existem muitos problemas em seu estilo de vida carnívoro. C, então, começa a apelar para o ceticismo moral, uma tática comum e conveniente quando os argumentos a favor da exploração de animais são enfraquecidos. Abaixo colo a parte do diálogo que, ao meu ver, é inovadora sobre o assunto:
V — Esse tipo de ceticismo só parece surgir quando as pessoas são criticadas por comportamentos que não querem mudar e não têm mais argumentos para defendê-los. Só aí começam a sentir ceticismo pela moralidade. No resto do tempo, não têm problema em aceitar juízos morais.
C — Que quer dizer? Não saio por aí emitindo juízos sobre as pessoas o tempo todo!
V — Deixe-me dar-lhe um exemplo. Digamos que a pessoa A está processando a pessoa B, e estamos no júri. Precisamos decidir se B lesou A de uma maneira que mereça compensação.
C — Não é o papel do júri decidir apenas se B fez algo ilegal?
V — Suponha que a lei diz que A merece compensação somente se B o lesou.
C — Okay.
V — Acontece que o que B fez foi destruir o carro de A com um martelo, só por diversão, causando $2000 de danos. Várias pessoas testemunharam a situação.
C — Parece um caso fácil. A ganha os $2000.
V — Não tão rápido! Há alguns filósofos no júri: um metafísico, um teórico político, um epistemólogo e um eticista. O metafísico argumenta que B não é responsável por sua ação, porque o livre-arbítrio não existe.
C — Acho que isso faria sentido…
V — O teórico político diz que a ação de B não foi errada porque os direitos à propriedade são ilegítimos. O epistemólogo afirma que não podemos aceitar o depoimento das testemunhas visuais até se provar que os sentidos são confiáveis. Por fim, o eticista diz que não existem fatos morais, então B não poderia ter feito algo errado.
C — Acho que é por isso que, em geral, não permitem filósofos no júri.
V — (Ri) Sem dúvida. Então, como votaria?
C — Se eu concordasse com um desses filósofos, teria de apoiar o acusado.
V — Correto. Mas como efetivamente votaria? Diria que B não fez algo errado?
C — Não. Pessoalmente, adjudicaria mesmo assim os $2000 a A.
V — Então as teorias filosóficas céticas não o impedem de fazer juízos morais sobre o comportamento de outra pessoa.
C — Não.
V — Inclusive, logo que lhe contei a história, disse que parecia um caso fácil.
C — Sim, parecia.
V — Bem, o caso do vegetarianismo ético é igualmente fácil. Não há mais dúvida quanto à injustiça de comer carne do que quanto à injustiça de destruir o carro de outrem por diversão — ou quanto à injustiça de espancar crianças ou de matar por dinheiro ou de qualquer outra coisa paradigmaticamente errada. Você não sairia por aí fazendo essas outras coisas só porque pode não haver fatos morais, pois não?
C — Não. Mas acha realmente que ser vegetariano é uma decisão simples e clara, como decidir não matar pessoas por dinheiro?
V — Basicamente, sim. No seu núcleo, a questão é: eu apoio uma coisa que causa enormes quantidades de dor e de sofrimento em troca de benefícios pequenos para mim? É só isso. Não é “São as vidas humanas mais valiosas que as animais?” Não é “Existem valores objetivos?” nem “Qual é a base dos direitos?” É somente sobre causar enorme sofrimento por ganhos pequenos.
criticanarede.com/animais.html
Dois amigos estudantes de filosofia, V (vegano) e C (comedor de carne), dialogam sobre a validade moral de comer carne. Ao longo do texto, V convence C de que existem muitos problemas em seu estilo de vida carnívoro. C, então, começa a apelar para o ceticismo moral, uma tática comum e conveniente quando os argumentos a favor da exploração de animais são enfraquecidos. Abaixo colo a parte do diálogo que, ao meu ver, é inovadora sobre o assunto:
V — Esse tipo de ceticismo só parece surgir quando as pessoas são criticadas por comportamentos que não querem mudar e não têm mais argumentos para defendê-los. Só aí começam a sentir ceticismo pela moralidade. No resto do tempo, não têm problema em aceitar juízos morais.
C — Que quer dizer? Não saio por aí emitindo juízos sobre as pessoas o tempo todo!
V — Deixe-me dar-lhe um exemplo. Digamos que a pessoa A está processando a pessoa B, e estamos no júri. Precisamos decidir se B lesou A de uma maneira que mereça compensação.
C — Não é o papel do júri decidir apenas se B fez algo ilegal?
V — Suponha que a lei diz que A merece compensação somente se B o lesou.
C — Okay.
V — Acontece que o que B fez foi destruir o carro de A com um martelo, só por diversão, causando $2000 de danos. Várias pessoas testemunharam a situação.
C — Parece um caso fácil. A ganha os $2000.
V — Não tão rápido! Há alguns filósofos no júri: um metafísico, um teórico político, um epistemólogo e um eticista. O metafísico argumenta que B não é responsável por sua ação, porque o livre-arbítrio não existe.
C — Acho que isso faria sentido…
V — O teórico político diz que a ação de B não foi errada porque os direitos à propriedade são ilegítimos. O epistemólogo afirma que não podemos aceitar o depoimento das testemunhas visuais até se provar que os sentidos são confiáveis. Por fim, o eticista diz que não existem fatos morais, então B não poderia ter feito algo errado.
C — Acho que é por isso que, em geral, não permitem filósofos no júri.
V — (Ri) Sem dúvida. Então, como votaria?
C — Se eu concordasse com um desses filósofos, teria de apoiar o acusado.
V — Correto. Mas como efetivamente votaria? Diria que B não fez algo errado?
C — Não. Pessoalmente, adjudicaria mesmo assim os $2000 a A.
V — Então as teorias filosóficas céticas não o impedem de fazer juízos morais sobre o comportamento de outra pessoa.
C — Não.
V — Inclusive, logo que lhe contei a história, disse que parecia um caso fácil.
C — Sim, parecia.
V — Bem, o caso do vegetarianismo ético é igualmente fácil. Não há mais dúvida quanto à injustiça de comer carne do que quanto à injustiça de destruir o carro de outrem por diversão — ou quanto à injustiça de espancar crianças ou de matar por dinheiro ou de qualquer outra coisa paradigmaticamente errada. Você não sairia por aí fazendo essas outras coisas só porque pode não haver fatos morais, pois não?
C — Não. Mas acha realmente que ser vegetariano é uma decisão simples e clara, como decidir não matar pessoas por dinheiro?
V — Basicamente, sim. No seu núcleo, a questão é: eu apoio uma coisa que causa enormes quantidades de dor e de sofrimento em troca de benefícios pequenos para mim? É só isso. Não é “São as vidas humanas mais valiosas que as animais?” Não é “Existem valores objetivos?” nem “Qual é a base dos direitos?” É somente sobre causar enorme sofrimento por ganhos pequenos.
criticanarede.com/animais.html
Criticanarede
Diálogos sobre o vegetarianismo ético
Alysson Augusto via @like
TCC defendido e aprovado. Nota 10 com recomendação para publicação.
Tema:
"Animais Têm Direitos? Entendendo a Ética Animal à Luz da Filosofia."
Participaram da banca: Leonardo Agostini (prof. Orientador), Luciano Marques de Jesus e Ir. Marcelo Bonhemberger.
Quem quiser ver o esquema da defesa em slide, pode acessar meu post no Facebook pelo link: goo.gl/m6bptZ
Tema:
"Animais Têm Direitos? Entendendo a Ética Animal à Luz da Filosofia."
Participaram da banca: Leonardo Agostini (prof. Orientador), Luciano Marques de Jesus e Ir. Marcelo Bonhemberger.
Quem quiser ver o esquema da defesa em slide, pode acessar meu post no Facebook pelo link: goo.gl/m6bptZ
Alysson Augusto via @like
Sabia que dá pra usar seu imposto de renda pra beneficiar um projeto social de seu interesse?
Assiste aí → youtu.be/erHnrZoA9R8
Assiste aí → youtu.be/erHnrZoA9R8
YouTube
COMO FAZER CARIDADE COM SEU IMPOSTO DE RENDA
Descubra como usar o seu Imposto de Renda para doar a instituições de caridade sem gastar um real a mais. Roteiro: Ramiro Peres Gravação e edição: Alysson Au...
Alysson Augusto via @like
Um inscrito me presenteou com o livro "Justiça: o que é fazer a coisa certa", do filósofo Michael Sandel, e embora eu esteja terminando o livro, vou aproveitar pra seguir a leitura enquanto faço o curso de mesmo nome da edX, que me garante um certificado internacional pela Harvard.
Os benefícios são evidentes: duas plataformas distintas (internet e livro) me guiando para o reforço de conhecimentos em ética e filosofia política. Além disso, no fim de tudo posso colocar no meu currículo que fui aluno de Michael Sandel, ainda que não pessoalmente.
Só fala mal de Educação à Distância (EAD) quem não tá sabendo aproveitá-la.
www.edx.org/course/justice
Os benefícios são evidentes: duas plataformas distintas (internet e livro) me guiando para o reforço de conhecimentos em ética e filosofia política. Além disso, no fim de tudo posso colocar no meu currículo que fui aluno de Michael Sandel, ainda que não pessoalmente.
Só fala mal de Educação à Distância (EAD) quem não tá sabendo aproveitá-la.
www.edx.org/course/justice
edX
HarvardX: Justice | edX
This introduction to moral and political philosophy is one of the most popular courses taught at Harvard College.
Alysson Augusto via @like
Obrigado a todos pela presença e carinho inestimável. Para quem não pôde ir e quiser assistir, minha formatura já está disponível no YouTube!
O vídeo começa pelos 12 minutos!
youtu.be/6yZEMdMyFmI
O vídeo começa pelos 12 minutos!
youtu.be/6yZEMdMyFmI
YouTube
Formatura AO VIVO Filosofia PUCRS 2018/2
No Salão de Atos da PUCRS
Alysson Augusto via @like
Pessoal, postei stories sobre livros de economia e política que recebi, além de comentar minha formatura. Segue lá no Instagram pra ver como foi!
Nome de usuário: alyenado
https://instagram.com/alyenado?r=nametag
Nome de usuário: alyenado
https://instagram.com/alyenado?r=nametag
Alysson Augusto via @like
Fiz este vídeo quando 2018 estava recém começando, e a mensagem continua bastante atual. Feliz Ano Novo, em especial àqueles que, como eu, cultivam falsas esperanças de um ano de sucesso que virá.
youtu.be/Dd8zJc-4EGU
youtu.be/Dd8zJc-4EGU
YouTube
Fim de Ano e a Síndrome da Falsa Esperança
Pra começar bem este 2018, trago uma reflexão sobre as promessas que fazemos a nós mesmos a cada novo ano que surge. —————————— 💰 Apoie o canal 💰 PagSeguro: ...
Alysson Augusto via @like
É a última chance de DUPLICAR o impacto da sua doação pelo maior bem que você pode fazer.
Neste vídeo eu explico como você pode fazer a diferença neste fim de ano.
https://youtu.be/gvH3Cn8NPbA
Neste vídeo eu explico como você pode fazer a diferença neste fim de ano.
https://youtu.be/gvH3Cn8NPbA
YouTube
ÚLTIMA CHANCE DE SALVAR VIDAS EM 2018 | ALTRUÍSMO EFICAZ
É a última chance de DUPLICAR o impacto da sua doação pelo maior bem que você pode fazer. Mais informações no site: http://doubleupdrive.com/ Roteiro: Ramiro...