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"Toda ciência começa como filosofia e acaba como arte; surge na hipótese e flui para a realização."
https://youtu.be/p7iZMefRlXc
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A diferença entre ciência e filosofia, Will Durant | AudioTexto | Voz Humana
"Toda ciência começa como filosofia e acaba como arte; surge na hipótese e flui para a realização." Trecho do livro A HISTÓRIA DA FILOSOFIA, de Will Durant, ...
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Qualquer um que já pôde observar primatas, elefantes ou corvos percebe que Darwin é quem ri por último.
https://youtu.be/RWXGIHM0r3g
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Darwin ri por último, Frans de Waal | AudioTexto | Voz Humana
Conheça o podcast "Narração Filosófica": https://anchor.fm/alycast
Texto original em inglês de Frans de Waal, primatólogo e etólogo holandês, publicado na revista Nature. Tradução e adaptação de Matheus Coelho, da página Etologia e Sociobiologia, no Facebook.…
Texto original em inglês de Frans de Waal, primatólogo e etólogo holandês, publicado na revista Nature. Tradução e adaptação de Matheus Coelho, da página Etologia e Sociobiologia, no Facebook.…
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Pessoal, o canal "Portal 387 (O Libertário)" me convidou pruma live hoje sobre "Censura e perseguição nas redes sociais". Quem tiver interesse em conferir e participar dando opiniões, só conferir o vídeo sendo lançado às 22h, pelo link https://youtube.com/portal387
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CENSURA E PERSEGUIÇÃO NAS REDES SOCIAIS
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Vídeo novo... alguns dados e reflexões sobre este dia internacional da mulher.
https://youtu.be/K1ATpAvOBww
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Dia Internacional da Mulher: o que precisa melhorar
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#diadamulher #feminismo #sexismo
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Está no ar o episódio piloto do @LacunaCast!
Para ouvir, acesse: https://youtu.be/Pn3gpUtsMjM
Em breve estaremos disponibilizando nos seus agregadores de podcasts favoritos!
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A Tragédia de Brumadinho | LacunaCast #00
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Eu sou um neoliberal. Talvez você também seja.
Ouça pelo link: youtu.be/kxXecQbtPA8
"Neoliberal" é um termo usado para atacar os fãs do livre mercado. Geralmente é mal definido e as tentativas de outras pessoas para defini-lo acabaram por serem confusas ou gerar confusão.
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"Neoliberal" é um termo usado para atacar os fãs do livre mercado. Geralmente é mal definido e as tentativas de outras pessoas para defini-lo acabaram por serem confusas ou gerar confusão.
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Eu sou um neoliberal. Talvez você também seja. — Sam Bowman | AudioTexto | Voz Humana
"Neoliberal" é um termo usado e abusado por algumas pessoas para atacar os fãs do livre mercado. Geralmente é mal definido e as tentativas de outras pessoas ...
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Governo: desnecessário, porém inevitável.
Ouça o audiotexto: youtu.be/NIkHH-hhz8w
Conheça o projeto Neoiluminismo.
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Conheça o projeto Neoiluminismo.
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Governo: desnecessário, porém inevitável — Randall G. Holcombe | AudioTexto | Voz Humana
Conheça o podcast "Narração Filosófica": https://anchor.fm/alycast
A maioria dos argumentos sustentando uma anarquia libertária foram concebidos discutindo sobre a possibilidade de os arranjos privados substituírem as atividades governamentais. Se arranjos…
A maioria dos argumentos sustentando uma anarquia libertária foram concebidos discutindo sobre a possibilidade de os arranjos privados substituírem as atividades governamentais. Se arranjos…
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Escrever um livro não é difícil. Sério. Não existem muitos critérios para a publicação de um livro. A dificuldade reside na sua predisposição e paixão pra levar um assunto adiante, em algum nível de profundidade que dê não apenas conteúdo, como também significado à sua obra.
Porém, mesmo essa dificuldade subjetiva pode ser superada se você não dá a mínima tanto pra sua paixão pelo tema abordado quanto pelo rigor e seriedade do conteúdo - aliás, os "famosos ghost writers" estão aí pra mostrar isso.
Se você pode ler um livro em quatro horas, você pode escrever um em quatro semanas.
O entrave de muitas pessoas, pessoas geniais que têm muito conteúdo a ofertar ao mundo, não é nem que não sejam capazes de dar profundidade aos seus temas ou que não vejam um propósito que confira sentido neles. A grande dificuldade é tanto o perfeccionismo - a crença de que, se é pra fazer, que seja bem feito - quanto a síndrome do Impostor - a crença que ronda a mente de pessoas geniais as fazendo pensar que não são boas o suficiente pra tratar do assunto.
Eu olho muitas pessoas à minha volta, seus escritos mesmo nas redes sociais e sempre me vem à mente: essa pessoa poderia publicar um livro - e o faria brincando. Mas isso não ocorre, simplesmente porque a pessoa se leva a sério o suficiente para não "publicar por publicar" (digamos que ela não segue o lema parnasiano de "arte pela arte"), o que na prática reflete uma diminuição do alcance daquela voz em particular, que é, sim, uma voz acima da média no mercado editorial.
Por outro lado, ainda no espectro psicológico temos as pessoas que sofrem de efeito dunning-Krueger - a crença de que você sabe do que tá falando, ainda que seja ignorante no assunto. Essas pessoas não precisam sanar o critério do perfeccionismo e sequer sofrem com a síndrome do Impostor - muito pelo contrário! Elas só precisam de algum conteúdo e de uma verdadeira disposição em fazer acontecer. São pessoas bem intencionadas, que acreditam estar levando cultura pela literatura, e então escrevem livros e livros, às vezes mais livros que um acadêmico profissional conseguiria escrever (afinal, seus critérios são mais rigorosos), e então essa pessoa fica famosa, transformando livros em uma janela de comunicação que, socialmente, lhe conferem a moeda social da erudição (afinal, socialmente a gente acredita que "escrever livro não é pra qualquer um", quando na verdade é sim).
Eu vejo isso em mim mesmo: por um lado, sou perfeitamente capaz de escrever um livro, e poderia transformar este post aleatório na Internet em um artigo inteiro dentro de uma obra com um nome cult e uma capa de cor fosca. Por outro, existem barreiras tanto epistemológicas quanto morais que dificultam minha dedicação a essa empreitada, pois sinto precisar de mais e mais pesquisa para afirmar algo de forma minimamente consistente, bem como sinto que estaria enganando as pessoas com a distribuição de um conteúdo que não domino apenas para garantir moedas sociais.
A lição que me parece evidente, aqui, é que as pessoas geniais, aquelas que certamente têm algo a dizer de modo consistente e fundamentado, precisam superar a síndrome do Impostor e seu perfeccionismo, o postergando para as próximas edições de seus livros (é pra isso que servem as edições, para fazermos correções posteriormente à publicação original), e aprendendo que a verdadeira revisão por pares ocorre no front da crítica aberta ao debate público.
Quanto às pessoas que apenas buscam moedas sociais e baseiam sua busca num efeito Dunning-Krueger... Bem, nem que eu dissesse o que elas precisam fazer elas iriam se tocar, então vão continuar ofertando qualquer coisa que escrevam ao mercado editorial, fazendo fama e monopolizando toda Bienal com algo simplista, intuitivo e que estaria mais coerentemente publicado num textão em seu perfil no Facebook.
Porém, mesmo essa dificuldade subjetiva pode ser superada se você não dá a mínima tanto pra sua paixão pelo tema abordado quanto pelo rigor e seriedade do conteúdo - aliás, os "famosos ghost writers" estão aí pra mostrar isso.
Se você pode ler um livro em quatro horas, você pode escrever um em quatro semanas.
O entrave de muitas pessoas, pessoas geniais que têm muito conteúdo a ofertar ao mundo, não é nem que não sejam capazes de dar profundidade aos seus temas ou que não vejam um propósito que confira sentido neles. A grande dificuldade é tanto o perfeccionismo - a crença de que, se é pra fazer, que seja bem feito - quanto a síndrome do Impostor - a crença que ronda a mente de pessoas geniais as fazendo pensar que não são boas o suficiente pra tratar do assunto.
Eu olho muitas pessoas à minha volta, seus escritos mesmo nas redes sociais e sempre me vem à mente: essa pessoa poderia publicar um livro - e o faria brincando. Mas isso não ocorre, simplesmente porque a pessoa se leva a sério o suficiente para não "publicar por publicar" (digamos que ela não segue o lema parnasiano de "arte pela arte"), o que na prática reflete uma diminuição do alcance daquela voz em particular, que é, sim, uma voz acima da média no mercado editorial.
Por outro lado, ainda no espectro psicológico temos as pessoas que sofrem de efeito dunning-Krueger - a crença de que você sabe do que tá falando, ainda que seja ignorante no assunto. Essas pessoas não precisam sanar o critério do perfeccionismo e sequer sofrem com a síndrome do Impostor - muito pelo contrário! Elas só precisam de algum conteúdo e de uma verdadeira disposição em fazer acontecer. São pessoas bem intencionadas, que acreditam estar levando cultura pela literatura, e então escrevem livros e livros, às vezes mais livros que um acadêmico profissional conseguiria escrever (afinal, seus critérios são mais rigorosos), e então essa pessoa fica famosa, transformando livros em uma janela de comunicação que, socialmente, lhe conferem a moeda social da erudição (afinal, socialmente a gente acredita que "escrever livro não é pra qualquer um", quando na verdade é sim).
Eu vejo isso em mim mesmo: por um lado, sou perfeitamente capaz de escrever um livro, e poderia transformar este post aleatório na Internet em um artigo inteiro dentro de uma obra com um nome cult e uma capa de cor fosca. Por outro, existem barreiras tanto epistemológicas quanto morais que dificultam minha dedicação a essa empreitada, pois sinto precisar de mais e mais pesquisa para afirmar algo de forma minimamente consistente, bem como sinto que estaria enganando as pessoas com a distribuição de um conteúdo que não domino apenas para garantir moedas sociais.
A lição que me parece evidente, aqui, é que as pessoas geniais, aquelas que certamente têm algo a dizer de modo consistente e fundamentado, precisam superar a síndrome do Impostor e seu perfeccionismo, o postergando para as próximas edições de seus livros (é pra isso que servem as edições, para fazermos correções posteriormente à publicação original), e aprendendo que a verdadeira revisão por pares ocorre no front da crítica aberta ao debate público.
Quanto às pessoas que apenas buscam moedas sociais e baseiam sua busca num efeito Dunning-Krueger... Bem, nem que eu dissesse o que elas precisam fazer elas iriam se tocar, então vão continuar ofertando qualquer coisa que escrevam ao mercado editorial, fazendo fama e monopolizando toda Bienal com algo simplista, intuitivo e que estaria mais coerentemente publicado num textão em seu perfil no Facebook.
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Os atores políticos, incluindo eleitores, ativistas e líderes, muitas vezes ignoram fatos básicos que são relevantes para as escolhas políticas. Mesmo os especialistas têm pouca compreensão do funcionamento da sociedade e pouca capacidade de prever resultados futuros. Somente as reivindicações políticas mais simples e incontroversas podem ser contadas. Isto é em parte porque o conhecimento político é muito difícil de alcançar, e em parte porque os indivíduos não estão suficientemente motivados para alcançá-lo. Como resultado, o melhor conselho para os atores políticos é, muitas vezes, simplesmente parar de tentar resolver problemas sociais, uma vez que intervenções que não são baseadas em entendimento preciso provavelmente farão mais mal do que bem.
Ouça ao audiotexto completo:
https://youtu.be/MuXXBiFZXPc
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Elogio da Passividade, Michael Huemer | AudioTexto | Voz Humana
Conheça o podcast "Narração Filosófica": https://anchor.fm/alycast
Resumo: Os atores políticos, incluindo eleitores, ativistas e líderes, muitas vezes ignoram fatos básicos que são relevantes para as escolhas políticas. Mesmo os especialistas têm pouca compreensão…
Resumo: Os atores políticos, incluindo eleitores, ativistas e líderes, muitas vezes ignoram fatos básicos que são relevantes para as escolhas políticas. Mesmo os especialistas têm pouca compreensão…
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Este sou eu salvando o Floquinho, meu cão.
Se duvida, tenho até vídeo relatando a situação. Sério: https://youtu.be/VDU__5H4v30
Se duvida, tenho até vídeo relatando a situação. Sério: https://youtu.be/VDU__5H4v30
Alysson Augusto via @like
Maia empurra responsabilidade da reforma sobre Bolsonaro. Bolsonaro empurra para o parlamento. Tudo indica que não haverá reforma. A reforma mexe com muitos interesses distintos, da direita à esquerda. Interesses muitas vezes corporativos. Bolsonaro se apropriou de uma agenda liberal durante campanha política para, agora, frustrar os liberais, especialmente os economistas que entendem a realidade deficitária do Brasil. O governo parece estar disposto a empurrar com a barriga o maior problema de nossa época, e então jogar a bomba, talvez já explodida, no colo do próximo governo. No médio prazo, os movimentos de esquerda contrários à reforma vão se vangloriar, dizendo que não rolou reforma devido à "pressão popular", algo que serve à narrativa do "poder das ruas" - ainda que o verdadeiro poder não seja popular, e sim populista, interesseiro e corporativista. No longo prazo, os movimentos de esquerda se darão conta da cagada que abraçaram e dirão que não tiveram nada a ver com isso, que sua luta era por uma outra reforma, e não por reforma nenhuma (como se, na verdade, sua luta não fosse por mera oposição... RealPolitik, sabe?). Dizem que o Brasil tem jeito, mas tá difícil ver razão nessa ideia.
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Alysson Augusto (PUCRS) convida Tiago Carneiro (UFRJ) e Vitor Douglas (UFOP) para uma conversa sobre o texto "A Ética Argumentativa Hoppeana" de Vinícius Scheffel (V 4.0). A ideia é validar pontos positivos e objetar os pontos negativos, sob uma ótica utilitarista.
https://youtu.be/ioeGVdwuAWg
https://youtu.be/ioeGVdwuAWg
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Utilitaristas Respondem à Ética Argumentativa
Alysson Augusto (PUCRS) convida Tiago Carneiro (UFRJ), Vitor Douglas (UFOP) e José Adairtes (CEUCLAR) para uma conversa sobre o texto "A Ética Argumentativa ...
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Yovana Mendoza, Rawvana, é uma youtuber famosa ícone do crudivorismo e do veganismo. Recentemente, foi flagrada comendo peixe. O que pensar a respeito?
https://youtu.be/xbVcfbOYQPM
https://youtu.be/xbVcfbOYQPM
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VEGAN MONEY: Youtuber “Vegana” COME PEIXE | HIPOCRISIA?
Yovana Mendoza, Rawvana, é uma youtuber famosa ícone do crudivorismo e do veganismo. Recentemente, foi flagrada comendo peixe. O que pensar a respeito? ▬▬▬▬▬...
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https://youtu.be/gZmWNE1V11Y
Link para assistir: https://youtu.be/ioeGVdwuAWg (marque "definir lembrete")
Confirmem presença no Facebook! https://www.facebook.com/events/677539319382850/
https://youtu.be/gZmWNE1V11Y
Link para assistir: https://youtu.be/ioeGVdwuAWg (marque "definir lembrete")
Confirmem presença no Facebook! https://www.facebook.com/events/677539319382850/
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LIVE SOBRE ÉTICA ARGUMENTATIVA | 16H
Link para assistir: https://youtu.be/ioeGVdwuAWg (marque "definir lembrete") Confirmem presença no Facebook! https://www.facebook.com/events/677539319382850/...
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As 10 características do humanismo secular, Corliss Lamont
O Humanismo é o ponto de vista de que as pessoas têm apenas uma vida para viver e devem aproveitá-la ao máximo em termos de trabalho criativo e felicidade; que a felicidade humana é sua própria justificação e não requer sanção ou apoio de fontes sobrenaturais; que o sobrenatural, comumente concebido na forma de deuses ou céus, não existe; e que os seres humanos, ao usarem sua própria inteligência e ao colaborarem liberalmente uns com os outros, podem construir uma resistente cidadela de paz e beleza sobre esta Terra.
Ouça: https://youtu.be/fSat8UMsabQ
O Humanismo é o ponto de vista de que as pessoas têm apenas uma vida para viver e devem aproveitá-la ao máximo em termos de trabalho criativo e felicidade; que a felicidade humana é sua própria justificação e não requer sanção ou apoio de fontes sobrenaturais; que o sobrenatural, comumente concebido na forma de deuses ou céus, não existe; e que os seres humanos, ao usarem sua própria inteligência e ao colaborarem liberalmente uns com os outros, podem construir uma resistente cidadela de paz e beleza sobre esta Terra.
Ouça: https://youtu.be/fSat8UMsabQ
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As 10 características do humanismo secular, Corliss Lamont | AudioTexto | Voz Humana
O Humanismo é o ponto de vista de que as pessoas têm apenas uma vida para viver e devem aproveitá-la ao máximo em termos de trabalho criativo e felicidade; q...
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Mais um vídeo da série "refrutando refrutadores".
Resposta ao vídeo do Alisson (sim, existem ancaps com nomes legais), do canal O Pessimista, sobre a distinção entre Propriedade e Liberdade.
https://youtu.be/i5uXx-K-Z-Y
Resposta ao vídeo do Alisson (sim, existem ancaps com nomes legais), do canal O Pessimista, sobre a distinção entre Propriedade e Liberdade.
https://youtu.be/i5uXx-K-Z-Y
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Re: O Pessimista | Princípio do Libertarianismo | Propriedade ou Liberdade?
Resposta ao vídeo do Alisson, do canal O Pessimista, sobre a distinção entre Propriedade e Liberdade. Assista ao vídeo do Alisson: https://youtu.be/wOp42Cy1N...
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Defensores de uma ética apriorística parecem ter ficado presos no passado.
Assista: https://youtu.be/wemFGWoNEQM
Transcrição do vídeo: https://medium.com/@alysson/ética-a-priori-filosofia-e-vieses-cognitivo-6ee99441f792
Assista: https://youtu.be/wemFGWoNEQM
Transcrição do vídeo: https://medium.com/@alysson/ética-a-priori-filosofia-e-vieses-cognitivo-6ee99441f792
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Ética A Priori, Filosofia e Vieses Cognitivos
Defensores de uma ética apriorística parecem ter ficado presos no passado.
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NÃO CLIQUE AQUI → http://bit.do/padrim
Padrinhos que tornam meus vídeos possíveis:
Fernando Moreno
Gabriel Gauss de Moraes Morais
Lourenço Menezes D'Almeida
Ramiro Peres…
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Fernando Moreno
Gabriel Gauss de Moraes Morais
Lourenço Menezes D'Almeida
Ramiro Peres…
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O caso da constitucionalidade de sacrifícios de animais em ritos religiosos veio em boa hora: estou escrevendo um paper sobre democracia e desobediência civil em Peter Singer. O conflito de valores é entre a liberdade religiosa e a crueldade desnecessária. Alguns fundamentam que a liberdade religiosa é um preceito fundante da democracia moderna, e por isso mesmo não podemos interferir em sua liturgia. Outros, porém, entendem que não é a constitucionalidade e muito menos a liturgia própria de uma religião que fundamenta a normatividade de sua prática. Aos meus olhos, só é uma questão difícil de resolver porque não colocamos real peso nos direitos animais, dando mais valor ao capricho estético de uma crença humana em particular do que ao fato biologicamente necessário do sofrimento animal. Se aceitamos que a ética pode vir a corrigir a legislação (o que fundamenta a desobediência civil, e vemos uma defesa clássica dessa ideia já na common law americana), então temos de aceitar, de prontidão, que os ministros de nosso STF possivelmente erraram nessa decisão, colocando o medo de parecerem preconceituosos frente às religiões de matriz africana acima do fato de que são preconceituosos na questão animal.