Alysson Augusto
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Para Pierre Lévy, as ciências humanas precisam passar por uma revolução, como passaram as naturais, e a tecnologia é a chave pra atingir um patamar mínimo no tratamento dessa área.

https://youtu.be/-TsnLqycweI
Parece que o novo Coringa é vegano. Hitler era vegetariano. Dois personagens maléficos do mundo contemporâneo defendem os animais. Batman come carne. Os americanos e os russos que derrotaram o nazismo comiam carne. De que lado você está!?!?!/?!?!souretardado/ironia
Já gravei e tô editando um vídeo respondendo ao Paulo Kogos e sua "refutação lógica" dos Direitos dos Animais. Se eu conseguir postar hoje, posto hoje. Mas a princípio sairá amanhã. De toda forma, ativem o sininho lá no canal pra ficarem sabendo quando for postado. bjs de luz
NOVO AUDIOTEXTO!

Em abril de 1783 o jornal germânico Berlinische Monatschrift perguntava: "O que é o esclarecimento?" Diversas respostas foram enviadas, mas foi um ano depois, em dezembro de 1784, que o filósofo Immanuel Kant responderia a questão com um brevíssimo ensaio, que no entanto ficou famoso e teve o maior impacto dentre todas as respostas.

https://youtu.be/8F75nk1D-lo
Alain Badiou, filósofo marroquino naturalizado francês, escreveu o seu Manifesto Pela Filosofia, no qual responde à mentalidade niilista do século XX que crê ter a filosofia chegado ao seu fim.

https://youtu.be/_oLLWaF_zUE
REVELADA A VERDADE SOBRE OLAVO DE CARVALHO!!111onze

Algumas impressões inicias sobre Antonio Gramsci, hegemonia cultural, marxismo cultural, revolução, burguesia, proletariado, Karl Marx, guerra cultural, superestrutura, infraestrutura, estruturalismo, marxismo ortodoxo, marxismo humanista e outras divagações. Buscando entender o que Olavo de Carvalho tem a ver com isso tudo, e por que ele bate tanto na tecla de que a direita deve buscar hegemonia na cultura.

https://youtu.be/jk3maHZ-CPw
P1: Filósofo é aquele que busca a verdade
P2: Não busca a verdade aquele que aplica táticas o tempo todo para provar que está certo
P3: Olavo de Carvalho aplica táticas o tempo todo para provar que está certo. C: Olavo não é filósofo. Este argumento é:
Anonymous Poll
71%
O argumento é válido e verdadeiro
21%
É válido, mas não verdadeiro
8%
Nem válido nem verdadeiro, sou olavete
Existe uma reclamação contra analíticos que considero extremamente legítima: quando o cara usa notação lógica o tempo todo pra provar suas asserções sem sequer se preocupar se o outro lado tá entendendo, tipo:

A → B ⊨ ¬B → ¬A (em que A = choveu e B = molhou).

A forma lógica acima é fácil de entender quando você tá treinado. Porém, numa discussão com leigos, o melhor a se fazer é simplesmente dizer "Se choveu, então molhou. Portanto, se não molhou, então não choveu."

De nada adianta meter analiticidade trigonometricamente conjecturada no debate se os outros não te entendem. A graça da precisão lógica é justamente fazer-se entender.

Se a estrutura proposicional apenas é traduzida como argumento de autoridade ("eu sou analítico, uh durh, olha como sei escrever sentenças como se fosse matemática"), então sua preocupação não é com clarificação de ideias; seu interesse é o de apenas colocar o pau na mesa e mensurá-lo com a régua do pi.

Deve enrijecer-se quando comentam: "Ah lá, analiTicão ele."
"Leitura estrutural", aparentemente um método bastante comum em algumas cadeiras continentais, parece ser mais uma forma de colocar na conta do leitor o que deveria ser trabalho do autor.

Mas o que é essa tal leitura estrutural? O objetivo é isto: "Identificadas as partes [do texto] e as relações entre elas, você tem agora a estrutura do texto, e deve expô-la de maneira a explicar o texto."

Mano, se o autor não estrutura seu próprio texto adequadamente, colocando capítulos em ordem, por que eu tenho que ficar descobrindo como ele desenvolveu o próprio raciocínio?

Ontem eu critiquei analíticos. Pra ser justo, fica aí uma crítica a continentais, que perdem muito tempo tentando se entender, apelando a métodos analíticos de interpretação de texto mas sem partir pro que é fundamental: exigir que conty escreva que nem gente.
Hoje começa o IV Colóquio Internacional de Bioética, ali na PUCRS. Será no auditório do prédio 40!

Amanhã eu farei uma apresentação, a partir das 10h20, sobre Peter Singer e o teor sagrado da vida humana como barreira à libertação animal. Então já fica o convite!

O evento é organizado pelo pessoal da Editora Fi, e foi proposto em homenagem ao ex-reitor da PUCRS, Professor Joaquim Clotet, um dos responsáveis por trazer a bioética ao Brasil.

O link para a página inicial do evento é este: https://www.editorafi.org/ivbioetica

O link para conferir a programação completa é este: https://docs.wixstatic.com/ugd/48d206_cae13d3e99ba42afbc06da8d9da1eb8c.pdf

Nos vemos lá. 😌
Que perguntas sobre livre-arbítrio vocês fariam para um neurocientista?
Conforme o Academia, eu sou referência pra 200 outros pesquisadores que publicaram papers. Quem precisa de 8.000 inscritos no YouTube quando se tem 200 acadêmicos profissionais te citando, não é mesmo?

(contém ironia severa e degenerativa)
"Cliente sempre tem razão"

Descobri que eu tava sendo injusto com a NET. Colocamos, aqui em casa, uma internet de 120 mega. Antes, tínhamos de 10 mega. Com os 10 mega, a reclamação era constante, afinal estávamos pagando por 10 mega e, no meu notebook, por exemplo, só chegava uns 4 mega. Pesquisando, descobri que existe uma certa prática comercial de baixar a largura da banda para economizar recursos da empresa, sem que o cliente saiba. Entretanto, utilizando agora os 120 mega, percebi que a velocidade, que antes era de 4 mega no meu notebook, não mudou grandes coisas. Agora chega uns 10 mega nele. 110 mega a menos do prometido.

"Será que a NET continua me passando a perna?", eu pensei. Mas vendo a coisa de forma fria e desapaixonada, sem me sentir injustiçado à toa, eu percebi que não fazia sentido algum que o serviço continuasse porco. O problema não devia ser a operadora, mas algo diferente.

A injustiça de reclamar constantemente contra a NET reside no fato de que sou tecnicamente ignorante sobre tecnologia da informação. Explico: ao tentar descobrir porque estou recebendo apenas 10 mega dos 120 esperados, cheguei a algumas conclusões:

1) a internet 120 mega opera por duas bandas, uma de 2.4ghz e outra de 5ghz. Apenas a banda de 5ghz fornece a internet integral de 120 mega, enquanto a banda de 2.4ghz, embora forneça maior alcance, oferece mais instabilidade e uma internet mais lenta (uns 80 mega pra menos, dependendo da proximidade).

2) o adaptador de rede wifi do meu notebook só opera pela banda de 2.4ghz, pois é um adaptador mais antigo, e isso impossibilita que meu notebook extraia o melhor que a NET pode oferecer.

3) a maior distância entre o modem e o notebook reduz bastante a velocidade da internet. Por isso, comprei um repetidor wifi pra tentar manter a qualidade da rede mesmo utilizando meu notebook longe do modem;

4) o repetidor wifi opera apenas em 2.4ghz, o que somado à capacidade do adaptador interno do notebook significa que nunca sequer terei nem 80 mega chegando por aqui;

Ou seja, parece que meu problema não é a banda larga da NET, e talvez nunca tenha sido. Meu problema, até onde percebo, é utilizar um notebook incapaz de receber a cobertura de rede contratada, bem como utilizá-lo a uma distância considerável do modem (que é o tal do "wifi plus", top de linha).

Com certeza estamos no direito de reclamar quando o serviço pelo qual pagamos não parece estar sendo executado de forma justa. Entretanto, muitas vezes estamos profundamente errados em nossas exigências. Não é porque somos consumidores que temos a razão ao nosso lado. O ditado "o cliente tem sempre razão" não é verdadeiro, nunca foi. Neste caso em específico, a razão contempla as tecnicalidades próprias dos equipamentos que utilizamos quando vamos acessar a internet. Nenhuma operadora opera milagres. Ou a gente atualiza nossos hardwares e softwares — e incluamos aqui o software natural do nosso cérebro, afinal "conhecimento é poder" —, ou nossas reclamações beirarão a injustiça.

Vou tratar de adquirir um repetidor wifi dual band (com 5ghz) e um adaptador pro notebook, que contemple essa rede. Aí sim, superando essa barreira técnica, poderei argumentar com propriedade se, afinal, a NET está passando a perna em mim ou não. Por ora, tudo indica que reclamar me dará um atestado de ignorância.
Já está disponível a PROGRAMAÇÃO COMPLETA do VIII Encontro de Pesquisa do P.P.G. em Filosofia da UFRGS

Apresentarei uma comunicação na mesa de HISTÓRIA DA FILOSOFIA & ÉTICA, dia 25/10 (outubro), sexta-feira, na Sala Ferraz do IFCH.

10h30 | Alysson Augusto dos Santos Souza (PUCRS), Mercadoria Animal: um olhar sobre o processo de esquecimento dos não-humanos

Estão todos convidados!

Link do evento: https://sites.google.com/view/encontrodepesquisappgfilufrgs/programação?authuser=0