Alysson Augusto
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REVELADA A VERDADE SOBRE OLAVO DE CARVALHO!!111onze

Algumas impressões inicias sobre Antonio Gramsci, hegemonia cultural, marxismo cultural, revolução, burguesia, proletariado, Karl Marx, guerra cultural, superestrutura, infraestrutura, estruturalismo, marxismo ortodoxo, marxismo humanista e outras divagações. Buscando entender o que Olavo de Carvalho tem a ver com isso tudo, e por que ele bate tanto na tecla de que a direita deve buscar hegemonia na cultura.

https://youtu.be/jk3maHZ-CPw
P1: Filósofo é aquele que busca a verdade
P2: Não busca a verdade aquele que aplica táticas o tempo todo para provar que está certo
P3: Olavo de Carvalho aplica táticas o tempo todo para provar que está certo. C: Olavo não é filósofo. Este argumento é:
Anonymous Poll
71%
O argumento é válido e verdadeiro
21%
É válido, mas não verdadeiro
8%
Nem válido nem verdadeiro, sou olavete
Existe uma reclamação contra analíticos que considero extremamente legítima: quando o cara usa notação lógica o tempo todo pra provar suas asserções sem sequer se preocupar se o outro lado tá entendendo, tipo:

A → B ⊨ ¬B → ¬A (em que A = choveu e B = molhou).

A forma lógica acima é fácil de entender quando você tá treinado. Porém, numa discussão com leigos, o melhor a se fazer é simplesmente dizer "Se choveu, então molhou. Portanto, se não molhou, então não choveu."

De nada adianta meter analiticidade trigonometricamente conjecturada no debate se os outros não te entendem. A graça da precisão lógica é justamente fazer-se entender.

Se a estrutura proposicional apenas é traduzida como argumento de autoridade ("eu sou analítico, uh durh, olha como sei escrever sentenças como se fosse matemática"), então sua preocupação não é com clarificação de ideias; seu interesse é o de apenas colocar o pau na mesa e mensurá-lo com a régua do pi.

Deve enrijecer-se quando comentam: "Ah lá, analiTicão ele."
"Leitura estrutural", aparentemente um método bastante comum em algumas cadeiras continentais, parece ser mais uma forma de colocar na conta do leitor o que deveria ser trabalho do autor.

Mas o que é essa tal leitura estrutural? O objetivo é isto: "Identificadas as partes [do texto] e as relações entre elas, você tem agora a estrutura do texto, e deve expô-la de maneira a explicar o texto."

Mano, se o autor não estrutura seu próprio texto adequadamente, colocando capítulos em ordem, por que eu tenho que ficar descobrindo como ele desenvolveu o próprio raciocínio?

Ontem eu critiquei analíticos. Pra ser justo, fica aí uma crítica a continentais, que perdem muito tempo tentando se entender, apelando a métodos analíticos de interpretação de texto mas sem partir pro que é fundamental: exigir que conty escreva que nem gente.
Hoje começa o IV Colóquio Internacional de Bioética, ali na PUCRS. Será no auditório do prédio 40!

Amanhã eu farei uma apresentação, a partir das 10h20, sobre Peter Singer e o teor sagrado da vida humana como barreira à libertação animal. Então já fica o convite!

O evento é organizado pelo pessoal da Editora Fi, e foi proposto em homenagem ao ex-reitor da PUCRS, Professor Joaquim Clotet, um dos responsáveis por trazer a bioética ao Brasil.

O link para a página inicial do evento é este: https://www.editorafi.org/ivbioetica

O link para conferir a programação completa é este: https://docs.wixstatic.com/ugd/48d206_cae13d3e99ba42afbc06da8d9da1eb8c.pdf

Nos vemos lá. 😌
Que perguntas sobre livre-arbítrio vocês fariam para um neurocientista?
Conforme o Academia, eu sou referência pra 200 outros pesquisadores que publicaram papers. Quem precisa de 8.000 inscritos no YouTube quando se tem 200 acadêmicos profissionais te citando, não é mesmo?

(contém ironia severa e degenerativa)
"Cliente sempre tem razão"

Descobri que eu tava sendo injusto com a NET. Colocamos, aqui em casa, uma internet de 120 mega. Antes, tínhamos de 10 mega. Com os 10 mega, a reclamação era constante, afinal estávamos pagando por 10 mega e, no meu notebook, por exemplo, só chegava uns 4 mega. Pesquisando, descobri que existe uma certa prática comercial de baixar a largura da banda para economizar recursos da empresa, sem que o cliente saiba. Entretanto, utilizando agora os 120 mega, percebi que a velocidade, que antes era de 4 mega no meu notebook, não mudou grandes coisas. Agora chega uns 10 mega nele. 110 mega a menos do prometido.

"Será que a NET continua me passando a perna?", eu pensei. Mas vendo a coisa de forma fria e desapaixonada, sem me sentir injustiçado à toa, eu percebi que não fazia sentido algum que o serviço continuasse porco. O problema não devia ser a operadora, mas algo diferente.

A injustiça de reclamar constantemente contra a NET reside no fato de que sou tecnicamente ignorante sobre tecnologia da informação. Explico: ao tentar descobrir porque estou recebendo apenas 10 mega dos 120 esperados, cheguei a algumas conclusões:

1) a internet 120 mega opera por duas bandas, uma de 2.4ghz e outra de 5ghz. Apenas a banda de 5ghz fornece a internet integral de 120 mega, enquanto a banda de 2.4ghz, embora forneça maior alcance, oferece mais instabilidade e uma internet mais lenta (uns 80 mega pra menos, dependendo da proximidade).

2) o adaptador de rede wifi do meu notebook só opera pela banda de 2.4ghz, pois é um adaptador mais antigo, e isso impossibilita que meu notebook extraia o melhor que a NET pode oferecer.

3) a maior distância entre o modem e o notebook reduz bastante a velocidade da internet. Por isso, comprei um repetidor wifi pra tentar manter a qualidade da rede mesmo utilizando meu notebook longe do modem;

4) o repetidor wifi opera apenas em 2.4ghz, o que somado à capacidade do adaptador interno do notebook significa que nunca sequer terei nem 80 mega chegando por aqui;

Ou seja, parece que meu problema não é a banda larga da NET, e talvez nunca tenha sido. Meu problema, até onde percebo, é utilizar um notebook incapaz de receber a cobertura de rede contratada, bem como utilizá-lo a uma distância considerável do modem (que é o tal do "wifi plus", top de linha).

Com certeza estamos no direito de reclamar quando o serviço pelo qual pagamos não parece estar sendo executado de forma justa. Entretanto, muitas vezes estamos profundamente errados em nossas exigências. Não é porque somos consumidores que temos a razão ao nosso lado. O ditado "o cliente tem sempre razão" não é verdadeiro, nunca foi. Neste caso em específico, a razão contempla as tecnicalidades próprias dos equipamentos que utilizamos quando vamos acessar a internet. Nenhuma operadora opera milagres. Ou a gente atualiza nossos hardwares e softwares — e incluamos aqui o software natural do nosso cérebro, afinal "conhecimento é poder" —, ou nossas reclamações beirarão a injustiça.

Vou tratar de adquirir um repetidor wifi dual band (com 5ghz) e um adaptador pro notebook, que contemple essa rede. Aí sim, superando essa barreira técnica, poderei argumentar com propriedade se, afinal, a NET está passando a perna em mim ou não. Por ora, tudo indica que reclamar me dará um atestado de ignorância.
Já está disponível a PROGRAMAÇÃO COMPLETA do VIII Encontro de Pesquisa do P.P.G. em Filosofia da UFRGS

Apresentarei uma comunicação na mesa de HISTÓRIA DA FILOSOFIA & ÉTICA, dia 25/10 (outubro), sexta-feira, na Sala Ferraz do IFCH.

10h30 | Alysson Augusto dos Santos Souza (PUCRS), Mercadoria Animal: um olhar sobre o processo de esquecimento dos não-humanos

Estão todos convidados!

Link do evento: https://sites.google.com/view/encontrodepesquisappgfilufrgs/programação?authuser=0
Pessoal, comecei a fazer lives no Twitch. Por lá vocês verão gameplays variados, enquanto trocamos ideias filosóficas. Pra serem meus seguidores, é só acessar este link e seguir: https://www.twitch.tv/alyaugusto

Agradeço demais quem puder seguir, isso me ajudará muito!
Estou ao vivo na Twitch, mostrando como se edita um vídeo no Adobe Premiere. :)

O resultado será postado amanhã no meu canal no YouTube: https://www.twitch.tv/alyaugusto
Enquanto eu fazia live há pouco, um gato invadiu minha residência. Já tá até dormindo por aqui. Droga, fui adotado.

Me sigam lá na Twitch pra mais lives filosóficas com gatinhos do MTST: https://www.twitch.tv/alyaugusto
Acabei de assistir ao documentário sobre Bill Gates na Netflix. E tô muito puto com o fato de que a guerra comercial entre EUA e China ferrou todo o trabalho de anos que tava sendo construído em torno da criação de uma nova usina nuclear muito mais segura, eficiente e computadorizada (o que evita as falhas humanas que comprometeram Chernobyl e Fukushima). Quando os dados frios da economia são notificados na grande mídia, a gente geralmente não leva tão a sério porque realmente não conseguimos entender o que eles significam na prática. Mas o documentário sobre Gates nos ajuda a entender um pouco melhor sobre como a inovação tecnológica para fins humanitários sofre muito por motivos totalmente alheios à própria ciência. A humanidade como um todo perde frente aos interesses locais e tribalmente motivados.