Quer apresentar seu PowerPoint de modo memorável?
Quem quiser comprar pastas recheadas de templates épicos e customizáveis para PowerPoint, bastando só editar pra fazer sua apresentação ser a melhor de todas na mesma aula ou evento, me chama no privado: @alyssonaugusto :)
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VÍDEO NOVO!
Breve reflexão sobre como nosso paladar se acostuma e vira dependente de carne.
https://youtu.be/6h1tGNMe6wY
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Por que somos viciados em CARNE?
Breve reflexão sobre como nosso paladar se acostuma e vira dependente de carne. ▬▬▬▬▬ Participe do meu aniversário: https://youtu.be/wSSy62Q_vTw Apoie o cana...
Dependendo da sua opinião política, o que tá acontecendo na Bolívia pode ser tanto um golpe de Estado quanto um levante popular. Afinal, se é uma coisa ou outra, têm diferença?
https://youtu.be/p1wZtUJagbU
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Bolívia e o Golpe de Schrödinger
Dependendo da sua opinião política, o que tá acontecendo na Bolívia pode ser tanto um golpe de Estado quanto um levante popular. Afinal, se é uma coisa ou ou...
Novo audiobook completo!
Quando a seguinte conferência foi publicada integralmente em 1946, ela tornou-se o Catecismo do Existencialismo, servindo desde então como uma síntese das ideias essenciais de Sartre.
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Quando a seguinte conferência foi publicada integralmente em 1946, ela tornou-se o Catecismo do Existencialismo, servindo desde então como uma síntese das ideias essenciais de Sartre.
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Vou postar vídeo com Karnal respondendo questões minhas no curso que ele deu na PUCRS. Aí tá um resumo. Fiquem ligados!
youtube.com/AlyssonAugusto
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A live de hoje foi muito massa! Falamos sobre filosofia da religião, filosofia da mente e filosofia política. Vou deixar aberta por enquanto: https://youtu.be/VvEeB9NwBBY
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Dúvidas Filosóficas | Alysson Responde #3
Participe do meu aniversário: https://youtu.be/wSSy62Q_vTw ▬▬▬▬▬ Apoie o canal → https://www.alyssonaugusto.com.br/apoie Apoiadores que tornam meus vídeos po...
Estou lendo A Morte de Ivan Illitch, de Liev Tolstói. Alguém aí já leu? Quero produzir um vídeo sobre... Que tipo de questões o livro instigou em vocês?
Leandro Karnal fala sobre a historicidade de direitos humanos, defendendo que trata-se de uma construção social e histórica, e que nem por isso deixa de ser uma construção melhor do que outras passadas.
https://youtu.be/5jtzp2RXQMQ
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Leandro Karnal: "Direitos Humanos é construção social"
Leandro Karnal fala sobre a historicidade de direitos humanos, defendendo que trata-se de uma construção social e histórica, e que nem por isso deixa de ser uma construção melhor do que outras passadas.
Inscreva-se no curso Neurociência e Comportamento pelo…
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E aí, gostaram do primeiro vídeo com o Karnal? O Victor Naine (que também tem um canal de filosofia aqui no YouTube) fez um comentário daora lá, e eu respondi clarificando o motivo da minha pergunta ao Karnal. Vou colar abaixo minha resposta, porque eu tentei ser "desafiador", embora faltasse espaço e tempo pra desenvolver melhor essa conversa. Em breve posto outro vídeo com Karnal respondendo a outra pergunta que fiz. Enfim... Quanto à primeira questão sobre direitos humanos, lá vai um esclarecimento:
"o desafio da pergunta que eu fiz vai justamente ao encontro da possibilidade da defesa de valores universais, uma vez que, desde sua concepção, os direitos humanos pretendem-se universais, ainda que sejam historicamente consolidados.
A resposta do Karnal, se interpretei bem, vai de encontro com a noção de que não existem ou não podemos acessar o conhecimento relativo a valores universais, atemporais e a-históricos, mas o debate não se encerra aí, o pessoal da meta-ética sabe disso. Afinal, Karnal parece defender, embora provavelmente sem saber (ele não é da ética), uma posição ou de tipo relativista ou de tipo construtivista. De toda forma, vamos assumir que sua defesa é construtivista, uma corrente metaética segundo a qual a moralidade não existe de modo independente dos nossos desejos, embora seja produto da razão. Kant era construtivista nesse sentido, também, pois mesmo seu imperativo categórico remetia a uma máxima para a ação ancorada não numa lei universal e independente do agente, mas numa lei que o agente pudesse atribuir a si mesmo, antes de tudo, e cuja universalidade era válida apenas na medida de sua própria autonomia. Em outras palavras, a lei moral é construída de acordo com as possibilidades racionais do sujeito, não sendo algo que o sujeito "descobre", "intui" ou "desvela", como se tal lei já estivesse lá, independente de nós, apenas esperando ser reconhecida. E se for isso mesmo que Karnal defende, ele também pode enfrentar problemas, pois posições metaéticas de tipo naturalista ou intuicionista defendem que, sim, há fatos morais objetivos, que podem ou ser identificados na própria natureza (fiz um vídeo intitulado A MORAL É SUBJETIVA?, no qual relato uma pesquisa de antropólogos de Oxford que estudou quase 70 culturas diversas pelo mundo e chegou à conclusão de que existem ao menos 7 noções morais compartilhadas por todos os humanos de todas essas culturas, o que quebra a noção de que a moralidade é um produto meramente histórico), bem como defendem que tais fatos morais podem ser intuídos por qualquer agente humano em qualquer cultura, tais como "matar é em regra errado", "violência gratuita e violência necessária são moralmente distintas" ou ainda "as intenções importam em alguma medida". A questão é que, se existe certa base axiológica que permeia toda a diversidade da realidade humana, provavelmente essa base fundamenta princípios que são historicamente consolidados, embora sejam naturalmente adquiridos ou intuitivamente acessados. De fato eu não poderia ir numa discussão mais longa sobre isso com o Karnal, até porque o Karnal é extremamente pontual e não gostava de ficar socializando com a galera depois da aula, mas se eu tivesse oportunidade, testaria até onde as opiniões dele sobre qualquer assunto que lhe seja apresentado são consistentes, tal como tentei fazer com o Pondé."
"o desafio da pergunta que eu fiz vai justamente ao encontro da possibilidade da defesa de valores universais, uma vez que, desde sua concepção, os direitos humanos pretendem-se universais, ainda que sejam historicamente consolidados.
A resposta do Karnal, se interpretei bem, vai de encontro com a noção de que não existem ou não podemos acessar o conhecimento relativo a valores universais, atemporais e a-históricos, mas o debate não se encerra aí, o pessoal da meta-ética sabe disso. Afinal, Karnal parece defender, embora provavelmente sem saber (ele não é da ética), uma posição ou de tipo relativista ou de tipo construtivista. De toda forma, vamos assumir que sua defesa é construtivista, uma corrente metaética segundo a qual a moralidade não existe de modo independente dos nossos desejos, embora seja produto da razão. Kant era construtivista nesse sentido, também, pois mesmo seu imperativo categórico remetia a uma máxima para a ação ancorada não numa lei universal e independente do agente, mas numa lei que o agente pudesse atribuir a si mesmo, antes de tudo, e cuja universalidade era válida apenas na medida de sua própria autonomia. Em outras palavras, a lei moral é construída de acordo com as possibilidades racionais do sujeito, não sendo algo que o sujeito "descobre", "intui" ou "desvela", como se tal lei já estivesse lá, independente de nós, apenas esperando ser reconhecida. E se for isso mesmo que Karnal defende, ele também pode enfrentar problemas, pois posições metaéticas de tipo naturalista ou intuicionista defendem que, sim, há fatos morais objetivos, que podem ou ser identificados na própria natureza (fiz um vídeo intitulado A MORAL É SUBJETIVA?, no qual relato uma pesquisa de antropólogos de Oxford que estudou quase 70 culturas diversas pelo mundo e chegou à conclusão de que existem ao menos 7 noções morais compartilhadas por todos os humanos de todas essas culturas, o que quebra a noção de que a moralidade é um produto meramente histórico), bem como defendem que tais fatos morais podem ser intuídos por qualquer agente humano em qualquer cultura, tais como "matar é em regra errado", "violência gratuita e violência necessária são moralmente distintas" ou ainda "as intenções importam em alguma medida". A questão é que, se existe certa base axiológica que permeia toda a diversidade da realidade humana, provavelmente essa base fundamenta princípios que são historicamente consolidados, embora sejam naturalmente adquiridos ou intuitivamente acessados. De fato eu não poderia ir numa discussão mais longa sobre isso com o Karnal, até porque o Karnal é extremamente pontual e não gostava de ficar socializando com a galera depois da aula, mas se eu tivesse oportunidade, testaria até onde as opiniões dele sobre qualquer assunto que lhe seja apresentado são consistentes, tal como tentei fazer com o Pondé."
Kelvin Silva, mestrando em história pela PUCRS, expõe os diferentes olhares quanto ao imaginário histórico sobre o diabo e a bruxaria nesta palestra realizada na Biblioteca Central da PUCRS, conjuntamente à exposição “A Divina Comédia: cenários históricos e olhares diversos”.
https://youtu.be/JFI8R623A3M
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O Inferno de Dante, por Kelvin Silva | Palestra de História | PUCRS
Kelvin Silva, mestrando em história pela PUCRS, expõe os diferentes olhares quanto ao imaginário histórico sobre o diabo e a bruxaria nesta palestra realizada na Biblioteca Central da PUCRS, conjuntamente à exposição “A Divina Comédia: cenários históricos…
Estou montando um curso completo e introdutório sobre quatro grandes tópicos da filosofia: Beleza, Verdade, Justiça e Deus. O curso completo abrangerá 14 aulas e será bastante interativo, relativamente polêmico e provavelmente apaixonante. Se você quer adquirir este curso, saiba que o farei em formato de aulas particulares. Portanto, para adquirir, visite https://www.alyssonaugusto.com.br/aulas-de-filosofia e preencha o formulário solicitando meus serviços!
Novo episódio no Narração Filosófica!
Por que os intelectuais se opõem ao capitalismo? - por Robert Nozick
Neste audiotexto, o renomado filósofo político americano Robert Nozick desenvolve uma explicação pela qual os intelectuais "forjadores de palavras" se filiam majoritariamente à esquerda política e, em regra, se opõem ao capitalismo.
Ouça na sua plataforma preferida:
ANCHOR: http://bit.do/nozick
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YOUTUBE: https://youtu.be/8wQipyRSa_0
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Apoie meu trabalho: www.alyssonaugusto.com.br/apoie
Por que os intelectuais se opõem ao capitalismo? - por Robert Nozick
Neste audiotexto, o renomado filósofo político americano Robert Nozick desenvolve uma explicação pela qual os intelectuais "forjadores de palavras" se filiam majoritariamente à esquerda política e, em regra, se opõem ao capitalismo.
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Nova chapa eleita para a SORBI - Sociedade Rio-grandense de Bioética. Que 2020 seja um baita ano pra difusão da #bioética no Brasil!
A SORBI é uma organização sem fins lucrativos dedicada à divulgação e promoção da bioética no Rio Grande do Sul e no Brasil. Para saber mais, acesse: http://www.sorbi.org.br/index.php/2014-05-21-15-54-21/o-que-e-a-sorbi
A SORBI é uma organização sem fins lucrativos dedicada à divulgação e promoção da bioética no Rio Grande do Sul e no Brasil. Para saber mais, acesse: http://www.sorbi.org.br/index.php/2014-05-21-15-54-21/o-que-e-a-sorbi
Na primeira edição do Podcast The Filosofia of Brazil, discutiremos o quanto a ciência é capaz de acessar a realidade a partir do texto “Realismo e anti-realismo” de Samir Okasha, que é possível de ser acessado pelo seguinte link: https://criticanarede.com/realismo.html
Nesse debate online, estarão presentes Elan Marinho (PUC-Rio), Rony Marques (USP), Tiago Carneiro (UFRJ) e Iana Cavalcanti (UFPE). O mediador do debate será Alysson Augusto (PUCRS).
Para assistir à gravação do podcast AO VIVO, entre em nosso grupo no Discord pelo link: https://discord.gg/RKAsY6m
Estaremos gravando pelo canal de voz "PODCAST", a partir das 20h do dia 07/12 (sábado).
Confirme presença no Facebook, para fortalecer a causa!
https://facebook.com/events/2750499508334434/
Nesse debate online, estarão presentes Elan Marinho (PUC-Rio), Rony Marques (USP), Tiago Carneiro (UFRJ) e Iana Cavalcanti (UFPE). O mediador do debate será Alysson Augusto (PUCRS).
Para assistir à gravação do podcast AO VIVO, entre em nosso grupo no Discord pelo link: https://discord.gg/RKAsY6m
Estaremos gravando pelo canal de voz "PODCAST", a partir das 20h do dia 07/12 (sábado).
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Às vezes eu tenho a impressão de que o conhecimento torna a gente meio canalha, no sentido de não conseguir fugir de um olhar crítico a absolutamente qualquer coisa, o que acaba minando não apenas o apreço a ideias de senso-comum, como também passa a minar nossas relações sociais, nos distanciando de certos contatos a partir da elevação de um muro cada vez mais alto de critérios objetivos sobre quem merece e não merece o seu tempo.
É apenas uma impressão, pois sinto que vivencio algo assim: as pessoas à minha volta trazem assuntos comuns, como "você viu que o Gugu morreu?", "será que vai chover amanhã?" ou ainda convites do tipo "bora prum rolê neste finde?", e eu fico meio indiferente, preocupado com outras coisas que julgo mais importantes, e isso me faz achar o papo alheio meio fútil, tosco, perda de tempo.
É quase como se eu pensasse algo assim: "Ora, eu aqui estudando cognição animal pra ter argumentos auxiliares pra defender os animais e o cara vem querer saber se vai chover amanhã? Por acaso eu sou a mulher do tempo pra ser minimamente útil sobre esse assunto?"
Vocês passam por coisa parecida? Se sim, há algo que recomendam para controlar esse acúmulo de antipatia social?
É apenas uma impressão, pois sinto que vivencio algo assim: as pessoas à minha volta trazem assuntos comuns, como "você viu que o Gugu morreu?", "será que vai chover amanhã?" ou ainda convites do tipo "bora prum rolê neste finde?", e eu fico meio indiferente, preocupado com outras coisas que julgo mais importantes, e isso me faz achar o papo alheio meio fútil, tosco, perda de tempo.
É quase como se eu pensasse algo assim: "Ora, eu aqui estudando cognição animal pra ter argumentos auxiliares pra defender os animais e o cara vem querer saber se vai chover amanhã? Por acaso eu sou a mulher do tempo pra ser minimamente útil sobre esse assunto?"
Vocês passam por coisa parecida? Se sim, há algo que recomendam para controlar esse acúmulo de antipatia social?
Entenda como René Descartes prova a existência de Deus em suas Meditações cartesianas, a partir do argumento ontológico de Santo Anselmo.
https://youtu.be/dJrX4zFzXHI
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Descartes e a Existência de Deus | DEUS EXISTE?
Entenda como René Descartes prova a existência de Deus em suas Meditações cartesianas, a partir do argumento ontológico de Santo Anselmo.
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Um Professor de Filosofia (Instagram): https://www.instagram.com/professor_de_filosofia/
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