Alysson Augusto
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Meu estúdio de podcast tá pronto. Preciso de dicas de nome pro podcast.

A ideia é entrevistar pessoas individualmente, confrontando elas com perguntas filosóficas, seja ela da filosofia ou de outra área.

Quem tiver ideias de nome pra sugerir, agradeço.
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Dependência Epistêmica, John Hardwig

No texto de hoje, seremos apresentados a uma visão ampla de conhecimento que considera sermos todos dependentes uns dos outros para sabermos grande parte das coisas que acreditamos saber.

John Hardwig é filósofo aposentado pela Universidade do Tennessee. Tradução de Desidério Murcho, publicada no site Crítica na Rede.

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Bioética: Origens e Complexidade
Por Prof. Dr. José Roberto Goldim

A Bioética surge no século 20 como uma proposta de integração do ser humano à natureza. A crescente complexidade das intervenções científicas, especialmente na área da saúde, provocou uma reflexão sobre essas questões. A Bioética, que antes era uma resposta a problemas, amplia a sua abrangência ao refletir pró-ativamente sobre novas situações, utilizando um amplo referencial teórico para dar suporte às suas discussões.

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Acho que a pior parte de ser um produtor de conteúdo lidando com um público sedento por novidades e algoritmos invioláveis é ter que se forçar constantemente a encontrar assunto após assunto a partir dos quais você faz vídeos, textos, comentários, etc. Parece ser uma espécie de trabalho jornalístico, em que devemos estar constantemente atentos aos assuntos que estão na boca do povo, ou na boca das pessoas que você quer, de fato, atingir.

Claro, você pode perfeitamente seguir o próprio fluxo de interesses próprios, mas constantemente isso não ajuda, e você se vê forçado, na medida em que quer atingir um público cada vez maior, a vocalizar justamente os assuntos que estão sendo vocalizados por outros.

Os assuntos tidos como "atemporais" (aqueles que não dependem do momento para serem interessantes) acabam ficando de lado, tudo pelo interesse genuíno de alcançar um público que poderá te acompanhar com o tempo e, assim, passar a ser um porto seguro de atenção para quando você resolver que tratará dos "assuntos atemporais", sem medo de ter seu alcance e influência zoados pelos algoritmos e falta de interesse alheios.

No final do dia trata-se de uma espécie de prostituição intelectual, em que você aspira o sucesso, a fama ou a relevância, mas está constantemente flertando com o risco de receber apenas migalhas, de modo que sua única justificativa para continuar tentando é dizer a si e aos outros: "eu produzo todo esse conteúdo porque gosto, porque é um hobby".

Alguns cansam e dão um tempo, outros simplesmente desistem. Alguns até alcançam a fama, mas já estão corrompidos. Outros fazem de sua fama, sucesso e reconhecimento algo realmente valioso, que educa, inspira e motiva as pessoas a tentarem também.

O fato é que estamos constantemente flertando com o acaso, e se por acaso eu der sorte, eu dei.
LANÇADO MEU NOVO PODCAST!!!

No primeiro episódio do podcast LOGISMOS — um podcast de conversas filosóficas inéditas preocupado com o bom raciocínio de nosso pensamento discursivo —, conversaremos sobre Teoria da Decisão e Passividade Política com Ramiro Peres, Doutor em Filosofia pela UFRGS, especialista em Direito Público e Analista do Banco Central do Brasil. Para a conversa, tomamos como base o texto Elogio da Passividade, de Michael Huemer.

Assista em vídeo: https://youtu.be/cK_6c4sIzEQ 

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Tem gente que me faz perguntas meio autoajuda, como se eu fosse ter uma resposta sábia na ponta da língua apenas porque curso filosofia. Gente, nem todo mundo da filosofia é muito ligado em reflexões existenciais ou frases de efeito. Se quer ajuda MESMO, melhor um psicólogo.
Forwarded from Liberdade de Expressão
Estão falando sobre Apropriação Cultural por conta da fantasia de índio da Alessandra Negrini. Dois anos atrás uma menina que vestiu turbante foi "cancelada" também, por "se apropriar da cultura negra".

Minha opinião foi dada na época, e continua a mesma: https://youtu.be/wjAnM1U3r5o
Media is too big
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No momento, gravando audiobook sobre anarquismo clássico no meu estúdio de podcast. E aí, já conhece o podcast Narração Filosófica? @narracao

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É assim que eu leio quando o livro é meu: rabisco tudo com anotações, e as anotações são geralmente críticas às ideias do autor.

Comecei hoje a leitura de REBELIÃO DAS MASSAS, de José Ortega Y Gasset.
É um contrassenso falar que liberais podem ser fascistas. Ao menos partindo do entendimento de que liberal é, por definição, alguém contrário à centralização do Estado. Mas nos EUA liberal não significa isso, significa progressista. Nesse sentido, liberal pode sim ser fascista.
Quem quiser me ajudar nesse objetivo, vá nos vídeos do Spotniks e peça "chamem o Alysson Augusto prum quadro sobre veganismo com vocês!!!"
Forwarded from Narração Filosófica
Novo episódio no Narração Filosófica!

O Que É Anarquismo
Por Caio Túlio Costa

No sentido comum, a anarquia sempre foi sinônimo de caos, bagunça, desordem. Porém, essa ideia está bem distante do sentido da palavra grega anarchos, que define o princípio do não-governo, da não-autoridade. Muitas foram as correntes políticas que lutaram em defesa dessa ideia. Narrando a história dessas lutas, na Europa e na América, da vida de seus principais articuladores e da repressão às suas atividades, Caio Túlio Costa nos introduz a um dos mais importantes movimentos políticos internacionais da história contemporânea.

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Veganos são contrários à domesticação de animais?

Pra responder a isso, precisamos antes categorizar as coisas. A gente geralmente divide os veganos em dois tipos: os abolicionistas e os bem-estaristas.

A gente geralmente divide os veganos em dois tipos: os abolicionistas e os bem-estaristas.

Os bem-estaristas são aqueles que estão acima de tudo preocupado com o bem-estar dos animais, de modo que a melhor forma de alcançar esse objetivo seja diminuindo ao máximo sua exploração pelos humanos.

Os abolicionistas estão preocupados acima de tudo com abolir a exploração dos animais, o que significa que reduzir a exploração não é suficiente, que é necessário acabar com toda e qualquer forma de exploração.

Para os bem-estaristas, domesticar animais, desde que isso gere bem-estar para eles, pode ser bom ou positivo. Logo, para o vegano bem-estarista tá tudo bem ter pets, porém nem toda domesticação estaria justificada, uma vez que há domesticações que ferem os animais (domesticações forçadas cujo propósito único é a exploração humana, vide o que fazem com vacas e cavalos).

Para os abolicionistas, entretanto, mesmo a domesticação de pets é problemática, e geralmente argumentam que estamos fazendo tais animais sofrerem por não estarem mais em seus habitats naturais ou servindo a si mesmos — de modo que suas vidas se justifiquem em função das nossas —, além de considerarem que toda forma de exploração é, em si mesma, imoral e não deve ser praticada (e dentro da exploração estaria a domesticação).

Ou seja... Existem veganos e veganos. Alguns são contra a domesticação per si, outros são contra certos tipos de domesticação, e outros ainda sequer pensam na domesticação como um problema moral.