Alysson Augusto
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Mais uma prestação de contas, pessoal. Bora trabalhar que a divulgação filosófica não se faz sozinha! 💪
É amanhã! Inscreva-se e participe da conversa sobre o uso de analogias na defesa dos animais não-humanos.

https://bit.ly/SVBFortalezaWebinar6
Novo hobby pra me instigar ainda mais a melhorar o mundo: ver relatos de moradores de rua sobre como é viver sem apoio, sem abrigo, com dezenas de milhares de pessoas à sua volta fingindo que você não existe. Já vi vários vídeos desse canal chamado "Invisible People" (Pessoas Invisíveis), em que moradores de rua dão seu relato sobre como a vida pode ser um desespero. Espero que haja um canal assim no Brasil também. O mundo é uma merda em vários sentidos, e por isso a gente precisa agir proativamente pra mudá-lo. Mas pra mudá-lo, precisamos antes conhecê-lo. Então conheçamos. https://youtu.be/TRRbCzZH_HY
Forwarded from Logismos
Veganismo Pragmático, com Fernando Schell Pereira

No
quarto episódio do podcast Logismos contamos com a presença de Fernando Schell Pereira, doutorando em Filosofia e Sistemas Éticos pela Unisinos, preocupado com questões relativas à Ética e Direitos Animais. O Fernando também é presidente da ONG Princípio Animal, e vice presidente do Movimento Gaúcho de Defesa Animal (MGDA). Nosso papo gira em torno do que o Fernando chama de “valor instrumental do abolicionismo pragmático”, algo sobre o que ele falou em recente palestra para a webconferência de Direitos Animais e Veganismo, no YouTube.

Assista em vídeo: https://youtu.be/gJpev8-1odo

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Uma forma rápida e fácil de ficar indignado com o padrão de vida brasileiro é converter teu salário e teus bens em dólares. Uma breve comparação entre o que você tem e o que você poderia ter se vivesse num outro país (como EUA ou UK) mantendo a exata mesma profissão já inspira certa indignação. A baixa produtividade do brasileiro somada à alta burocracia do Estado parecem somar esforços num conluio perfeito para nos manter subdesenvolvidos, com poder de compra tão ridículo que alguém que recebesse 1.000 dólares mensais já seria considerado classe média alta à nossa volta. Por aqui, somos forçados a diariamente brigar pelo básico, como saneamento e liberdade para empreender, quando essas sequer são questões relevantes em países onde o dólar é moeda corrente.
Comecei um canal de receitas veganas com minha namorada. Assistam e se inscrevam pra apoiar!

https://youtu.be/9IlLzgCtw4o
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Às 20h entramos ao vivo!

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Renan Freitas, do canal Mas Afinal, me convidou para fazer um vídeo explicando minha pesquisa sobre ética animal e veganismo.

Vídeo no canal do Renan: https://youtu.be/hZGm_DPcHJg

Fiz um segundo vídeo respondendo a alguns comentários de seus inscritos sobre o assunto.

Segundo vídeo, no meu canal: https://youtu.be/Zz55U52qPg0
Parece que uma pessoa que estava, uns dois dias atrás, à minha frente num mercado aqui perto morreu aos seus 30 e poucos anos. Eu estava com minha namorada, ambos de máscara o tempo todo, desde que saímos e voltamos pra casa. No caminho encontramos duas mulheres, e até desconfiei ao chegar no mercado, pois ela estava tossindo. Hoje descubro que era fumante, além de obesa. Mas era jovem. A morte simplesmente chega, e eu estava relativamente próximo a ela. O recado aqui é que talvez isso já tenha ou ainda vá ocorrer com vocês. Não relativizem o valor do distanciamento social.
Constantemente recebo e-mail de eventos acadêmicos voltados a pensar questões políticas dos dias de hoje. E, também constantemente, o mote desses eventos é falar mal da "extrema direita", dos conservadores e liberais dos mais variados, defendendo uma guinada à esquerda. Por vezes eu participo desses eventos, apenas assistindo e tentando entender a ânsia por criticar um inimigo político. Eu gosto de ver essas críticas surgindo com força e constância. Mas admito que sinto falta de ver eventos assim preocupados em criticar a "extrema-esquerda" também. E nem digo que o problema seja falta de diversidade no debate acadêmico, porque se você procurar vai achar bastante debate politicamente antagônico nas academias. O problema, ao meu ver, é simplesmente o fato de que o debate antagônico não é popular, academicamente falando. Nas academias brasileiras, o que é popular é reforçar as próprias crenças em eventos nos quais os participantes já concordam uns com os outros. O problema não é a falta de diversidade, é a bolha.