Cinem(ação)
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Lançado em 1936, Tempos Modernos segue atravessando gerações. Chaplin transforma humor em crítica ao trabalho alienado e às desigualdades do capitalismo industrial. No Cinem(ação), o filme é debatido como obra atemporal. 👉
https://cinemacao.com/2023/06/02/podcast-cinemacao-509-tempos-modernos/
Blonde: Marilyn presa no male gaze eterno, prova que nem morta escapa da objetificação. Crítica feroz pelo #MeToo no cinema — acessível pros corpos reais, zero paciência pra mansplaining hollywoodiano.
https://cinemacao.com/2022/09/29/critica-blonde/
Plano e cena não são a mesma coisa — e entender isso muda sua forma de ver filmes. Plano é o trecho sem corte. Cena é o conjunto de planos num mesmo tempo e espaço. E o plano-sequência? Às vezes é truque, às vezes é conceito. Cinema também é linguagem.
https://cinemacao.com/2021/04/07/be-a-ba-cinematografico-o-que-e-plano-e-cena/
A Empregada cruza o thriller erótico artificial à la Adrian Lyne com a farsa feminina clássica de Gaslight. Paul Feig volta à boa forma num suspense pop, exagerado e consciente. Farofa? Sim — mas bem feita, com Amanda Seyfried roubando a cena.
https://cinemacao.com/2026/01/11/critica-a-empregada/
Nem todo clássico toca todo mundo — e tudo bem. Entre amores secretos e ódios confessáveis, o cinema também é feito de birras, afetos e momentos de vida. Gosto não é consenso, é experiência. Se funcionou pra você, você venceu. ✍️ Davi Vilela
https://cinemacao.com/2025/05/08/filme-bom-pra-quem/
A Avaliação, que está no Prime Video, aposta num sci-fi intimista sobre controle estatal da reprodução. Com poucos cenários, a força está nas atuações — sobretudo Alicia Vikander — e na tensão construída. Ideias instigantes, execução estilosa, mas alcance limitado no final.
https://cinemacao.com/2025/06/10/critica-a-avaliacao/
Inspirado em Hamlet, Os Enforcados, de Fernando Coimbra, transpõe a tragédia shakespeariana para o Rio de Janeiro contemporâneo. Um estudo sobre poder, culpa e violência em espiral, que aposta na teatralidade e no absurdo como motor dramático.
https://cinemacao.com/2025/08/12/critica-os-enforcados/
Em tempos de narrativas aceleradas e distraídas, Hamnet, de Chloé Zhao, chama atenção por ir na contramão. Adaptando Maggie O’Farrell, o filme transforma dor, luto e silêncio em poesia, colocando Agnès — e não Shakespeare — no centro da criação de Hamlet. Uma defesa da arte como permanência.
https://cinemacao.com/2026/01/15/critica-hamnet-a-vida-antes-de-hamlet-2/