Liberdade de Expressão
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Canal da página "Eu Defendo a Liberdade de Expressão, MAS" do Facebook. bit.ly/edaldem

Aqui falarmos sobre tudo relacionado à liberdade de expressão, promovendo o debate acerca do tema.
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Até a Mariiah entende o valor da liberdade de expressão e você aí ignorando o poder da banana.

@edaldem
Escola sem partido | 9° Podcast do Observatório da Liberdade de Expressão

No 9° episódio os membros do observatório discutem aspectos do projeto/movimento “Escola Sem Partido”. Por sugestão de Vitor Douglas (filosofia), que preside a conversa, o professor Claudio Henrique (direito) e o discente Matheus Alves (medicina) opinam se o movimento pode ser considerado uma forma de censura ilegítima ou se poderia constituir uma ferramenta legítima para o bom funcionamento da sala de aula.

Assista → youtu.be/nmuAVcG4eEc
2017: Que absurdo esse museu, entrada proibida pra menores de 18 anos já

2018: Meu filhinho queria assistir filme sangrento de super-herói falando palavrão mas o governo não deixa

O que eu acho agora? Bem feito kkkkk
Um contrato padrão da internet tem cerca de doze mil palavras — dá uma hora de leitura. Não é à toa que ninguém os lê. São construídos com este objetivo. O designer israelense Dima Yarovinsky imprimiu os termos de uso de todas as grandes redes sociais e os colou inteiros na parede, cada qual numa cor própria. Fez disso uma instalação. Se chama I Agree. (Estadão)

http://link.estadao.com.br/noticias/cultura-digital,designer-israelense-ganha-a-internet-com-obra-que-questiona-contratos-de-facebook-e-tinder,70002309973
Livros contém conhecimento. Não importa se estamos falando de um livro de um pensador, de um livro escrito por Youtuber, atriz mirim ou ídolo teen, ou se é esse livro específico que aparenta opinar desfavoravelmente ao armamento civil, que rasgaram. Todos eles contém conhecimento. Conhecimento é passível de conflito, afinal ninguém é obrigado a concordar com tudo o que um livro diz, e o sujeito que rasgou esse livro deixou, de uma maneira meio idiota, isso claro, especialmente quando RASUROU a primeira página com seus...uh...argumentos.

Eu sinceramente não sei se rotulo isso como uma tentativa de supressão ao free speech, afinal esse livro deve ter tido uma tiragem maior do que apenas UM exemplar, e o sujeito ao fazer isso, utilizou o free speech, novamente, de uma maneira idiota, mas utilizou, e não destruiu o livro, impedindo que outras pessoas adquiram o conhecimento contido nele, se tivesse destruído, queimado ou de alguma forma surrupiado este e todos os demais exemplares do livro, aí sim seria supressão da expressão da ideia contida nele. Still, creio que o que melhor se encaixa aqui é um dos mantras que repetimos constantemente: deixe o idiota falar, porque se o idiota se calar, ninguém vai saber o quão idiota ele é.

Side note:
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Sem querer entrar nas entranhas do debate acerca do tema, eu sou inteiramente favorável ao armamento civil, tenho minhas razões e meus argumentos pra isso, mas chegar a esse ponto não é nada inteligente. O sujeito foi lá e escreveu os seguintes "argumentos":
- "Morte ao comunismo"
- "Cú" (que inclusive não tem acento, mas o sujeito escolheu que tinha)
- "hashtagBolsonaro2018"

Sei lá...se fosse lefty, essa atitude quase infantil não me impediria de ler e adquirir o conhecimento contido no livro.
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TL;DR, talvez seja só alguém querendo dar uma de attwhore à custa de destruir patrimônio público, mas se for alguém com motivação ideológica, bem, vai precisar se esforçar mais.
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#MrThighs

https://www.facebook.com/isadoracristal/posts/1856573441055229
Forwarded from Alysson Augusto via @like
Se estamos mesmo preocupados em combater fake news, nada mais legítimo que nos preocupemos com quem são e quais são os interesses daqueles que se colocam em posições de determinar verdades e mentiras.

https://steemit.com/pt/@alyaugusto/facebook-e-fact-checking-uma-critica
Mas os juízes não emitiram decisão definitiva sobre as circunstâncias em que as pessoas podem ficar isentas de leis antidiscriminatórias com base em posições religiosas, nem abordou detalhes levantados no caso, como se fazer um bolo é um ato de expressão, protegido pela garantia constitucional da liberdade de livre pensamento. Apesar de ter dado vitória ao confeiteiro, Kennedy defendeu os direitos da comunidade LGBT.

“Nossa sociedade reconheceu que pessoas e casais gays não podem ser tratados como párias ou inferiores em dignidade e valor”, afirmou o magistrado. “Resultados de casos como este em outras circunstâncias deve aguardar maiores elaborações em cortes, todo no contexto do reconhecimento de que as disputas devem ser resolvidas com tolerância, sem desrespeito às crenças religiosas e sem submeter a população gay a indignidades quando buscam serviços no mercado aberto”.

O caso impôs um teste para Kennedy, autor de decisões importantes na promoção de direitos LGBT, como a decisão histórica que legalizou o casamento gay em todo o país em 2015, mas que também é forte defensor dos direitos de liberdade de expressão e de liberdade religiosa."

https://oglobo.globo.com/sociedade/supremo-dos-eua-da-vitoria-confeiteiro-que-negou-bolo-casal-gay-22744369?utm_source=Facebook&utm_medium=Social&utm_campaign=O%20Globo
Se faz sentido que devemos não tolerar intolerantes em nome da tolerância, também faz sentido que não devemos permitir ideias diferentes coexistindo em nome da pluralidade.

Ora, se o intolerante coloca em risco a tolerância, o mesmo pode ser dito da pessoa que acredita que o mundo deve ser de ideologia X ou Y, pois suas ideias ferem a pluralidade.

Tolerância e pluralidade são princípios liberais. Mas liberal mesmo, no fim das contas, é permitir às pessoas optarem pelos princípios que desejam seguir.

Ser intolerante em nome da tolerância, ou combater ideias plurais em nome da pluralidade, é uma contradição autoevidente.

@alyaugusto