Aqueles que se magoam com ferro, com ferro serão feridos ❤️.
#MrThighs
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Clarion de Laffalot
A diretora da "agência de checagem de fatos" não gostou de ter sua checagem checada...
Que coisa, não?
Que coisa, não?
Mas os juízes não emitiram decisão definitiva sobre as circunstâncias em que as pessoas podem ficar isentas de leis antidiscriminatórias com base em posições religiosas, nem abordou detalhes levantados no caso, como se fazer um bolo é um ato de expressão, protegido pela garantia constitucional da liberdade de livre pensamento. Apesar de ter dado vitória ao confeiteiro, Kennedy defendeu os direitos da comunidade LGBT.
“Nossa sociedade reconheceu que pessoas e casais gays não podem ser tratados como párias ou inferiores em dignidade e valor”, afirmou o magistrado. “Resultados de casos como este em outras circunstâncias deve aguardar maiores elaborações em cortes, todo no contexto do reconhecimento de que as disputas devem ser resolvidas com tolerância, sem desrespeito às crenças religiosas e sem submeter a população gay a indignidades quando buscam serviços no mercado aberto”.
O caso impôs um teste para Kennedy, autor de decisões importantes na promoção de direitos LGBT, como a decisão histórica que legalizou o casamento gay em todo o país em 2015, mas que também é forte defensor dos direitos de liberdade de expressão e de liberdade religiosa."
https://oglobo.globo.com/sociedade/supremo-dos-eua-da-vitoria-confeiteiro-que-negou-bolo-casal-gay-22744369?utm_source=Facebook&utm_medium=Social&utm_campaign=O%20Globo
“Nossa sociedade reconheceu que pessoas e casais gays não podem ser tratados como párias ou inferiores em dignidade e valor”, afirmou o magistrado. “Resultados de casos como este em outras circunstâncias deve aguardar maiores elaborações em cortes, todo no contexto do reconhecimento de que as disputas devem ser resolvidas com tolerância, sem desrespeito às crenças religiosas e sem submeter a população gay a indignidades quando buscam serviços no mercado aberto”.
O caso impôs um teste para Kennedy, autor de decisões importantes na promoção de direitos LGBT, como a decisão histórica que legalizou o casamento gay em todo o país em 2015, mas que também é forte defensor dos direitos de liberdade de expressão e de liberdade religiosa."
https://oglobo.globo.com/sociedade/supremo-dos-eua-da-vitoria-confeiteiro-que-negou-bolo-casal-gay-22744369?utm_source=Facebook&utm_medium=Social&utm_campaign=O%20Globo
O Globo
Supremo dos EUA dá vitória a confeiteiro que negou bolo a casal gay
Jack Phillips havia sido derrotado em cortes do Colorado
Se faz sentido que devemos não tolerar intolerantes em nome da tolerância, também faz sentido que não devemos permitir ideias diferentes coexistindo em nome da pluralidade.
Ora, se o intolerante coloca em risco a tolerância, o mesmo pode ser dito da pessoa que acredita que o mundo deve ser de ideologia X ou Y, pois suas ideias ferem a pluralidade.
Tolerância e pluralidade são princípios liberais. Mas liberal mesmo, no fim das contas, é permitir às pessoas optarem pelos princípios que desejam seguir.
Ser intolerante em nome da tolerância, ou combater ideias plurais em nome da pluralidade, é uma contradição autoevidente.
@alyaugusto
Ora, se o intolerante coloca em risco a tolerância, o mesmo pode ser dito da pessoa que acredita que o mundo deve ser de ideologia X ou Y, pois suas ideias ferem a pluralidade.
Tolerância e pluralidade são princípios liberais. Mas liberal mesmo, no fim das contas, é permitir às pessoas optarem pelos princípios que desejam seguir.
Ser intolerante em nome da tolerância, ou combater ideias plurais em nome da pluralidade, é uma contradição autoevidente.
@alyaugusto
O comediante, pesonagem de "The Watchmen" sempre me pareceu o mais interessante super herói de tudo que já foi escrito sobre o gênero. Seu imoralismo é avassalador: ele queima vietcongs sorrindo, atira na barriga de uma mulher que se diz grávida de seu filho, violenta uma das heroínas da equipe e age como herói basicamente porque assim ele pode bater nos outros.
A estranheza desse "herói" pode chocar o espectador mais desavisado, mas suas atitudes tem uma fundamentação filosófica e psicológica que perpassa a maioria das filosofias existencialistas de autores como Nietzsche, Kierkegaard, e Camus.
Evidentemente, "o comediante" é um niilista. Sua conclusão sobre a condição humana é a de que o absurdo é o resultado de todas as patéticas tentativas da humanidade de imprimir sentido na existência.
"It’s all a joke", ele diz constantemente, apontando para a falta de sentido de tudo que se relaciona ao papel do humano no universo e sua existência.
Diferente de Nietzsche, Kierkegaard e Camus, que apresentam tentativas de solução para o problema do niilismo e do absurdo da existência, o comediante assume o pessimismo da falta de sentido como sentido de sua vida, daí o riso jocoso que afirma todo o tempo: "it's all a joke,...all a joke". Portanto, se não há sentido ou mesmo salvação para a humanidade tudo é permitido, seu cinismo assume assim a violência e a destruição como algo natural da humanidade e a utiliza como uma forma de entretenimento e distração.
Muito acima de todo bem e mal não pela criação de novos valores mas pela destruição de todos eles, o comediante expressa aquela sabedoria pessimista que uma vez Nietzsche ensaiou em uma obra não publicada, a ideia de que a vontade humana pouco importa para o universo e que talvez seja tudo uma piada:
“No desvio de algum rincão do universo inundado pelo fogo de inumeráveis sistemas solares, houve uma vez um planeta no qual os animais inteligentes inventaram o conhecimento. Este foi o minuto mais soberbo e mais mentiroso da história universal, mas foi apenas um minuto. Depois de alguns suspiros da natureza, o planeta congelou-se e os animais inteligentes tiveram de morrer. Esta é a fábula que se poderia inventar, sem com isso chegar a iluminar suficientemente o aspecto lamentável, frágil e fugidio, o aspecto vão e arbitrário dessa exceção que constitui o intelecto humano no seio da natureza. Eternidades passaram sem que ele existisse; e se ele desaparecesse novamente, nada se teria passado; pois não há para tal intelecto uma missão que ultrapasse o quadro de uma vida humana. (Friedrich Nietzsche, Sobre Verdade e mentira no Sentido Extra Moral, 1).
~~ Victor Campos
facebook.com/edaldem2/photos/a.416546202111578.1073741828.416541072112091/500163170416547/?type=3
A estranheza desse "herói" pode chocar o espectador mais desavisado, mas suas atitudes tem uma fundamentação filosófica e psicológica que perpassa a maioria das filosofias existencialistas de autores como Nietzsche, Kierkegaard, e Camus.
Evidentemente, "o comediante" é um niilista. Sua conclusão sobre a condição humana é a de que o absurdo é o resultado de todas as patéticas tentativas da humanidade de imprimir sentido na existência.
"It’s all a joke", ele diz constantemente, apontando para a falta de sentido de tudo que se relaciona ao papel do humano no universo e sua existência.
Diferente de Nietzsche, Kierkegaard e Camus, que apresentam tentativas de solução para o problema do niilismo e do absurdo da existência, o comediante assume o pessimismo da falta de sentido como sentido de sua vida, daí o riso jocoso que afirma todo o tempo: "it's all a joke,...all a joke". Portanto, se não há sentido ou mesmo salvação para a humanidade tudo é permitido, seu cinismo assume assim a violência e a destruição como algo natural da humanidade e a utiliza como uma forma de entretenimento e distração.
Muito acima de todo bem e mal não pela criação de novos valores mas pela destruição de todos eles, o comediante expressa aquela sabedoria pessimista que uma vez Nietzsche ensaiou em uma obra não publicada, a ideia de que a vontade humana pouco importa para o universo e que talvez seja tudo uma piada:
“No desvio de algum rincão do universo inundado pelo fogo de inumeráveis sistemas solares, houve uma vez um planeta no qual os animais inteligentes inventaram o conhecimento. Este foi o minuto mais soberbo e mais mentiroso da história universal, mas foi apenas um minuto. Depois de alguns suspiros da natureza, o planeta congelou-se e os animais inteligentes tiveram de morrer. Esta é a fábula que se poderia inventar, sem com isso chegar a iluminar suficientemente o aspecto lamentável, frágil e fugidio, o aspecto vão e arbitrário dessa exceção que constitui o intelecto humano no seio da natureza. Eternidades passaram sem que ele existisse; e se ele desaparecesse novamente, nada se teria passado; pois não há para tal intelecto uma missão que ultrapasse o quadro de uma vida humana. (Friedrich Nietzsche, Sobre Verdade e mentira no Sentido Extra Moral, 1).
~~ Victor Campos
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Se tem alguma coisa que eu desprezo é essa ideia progressista de que marchamos em direção ao melhoramento moral e civilizatório, onde todos vão dar as mãos e aceitar todas as diferenças, não haverá exploração, poluição e a igualdade será plena. Essa ideologia progressista burguesa é apenas a mais nova patologia daqueles que ainda sofrem as dores do Deus morto, sua nova divindade, mais um ideal de progresso material infinito.
~Comediante
youtu.be/HxoN4wTrnvs
~Comediante
youtu.be/HxoN4wTrnvs
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Camille Paglia talks to Ella Whelan about feminism
In our era of 'You Can't Say That!', when conformism is preferred over controversy, daring thinkers are in short supply. Which is why Camille Paglia can be so refreshing. Never afraid to say what she thinks, even when it grates against the moral and political…
O Channel 4 britânico pôs um repórter em uma das empresas terceirizadas que fazem moderação para o Facebook, em Dublin. Segundo o jornalista, as páginas de ativistas e partidos ligados à extrema-direita não eram apagadas mesmo quando a norma interna, de deletar páginas com cinco ou mais posts que violam as regras, era batida. Os moderadores, nestes casos, encaminhavam qualquer decisão para um segundo nível de análise, no próprio Facebook. “Eles têm muitos seguidores então geram muito lucro”, ouviu o repórter. Richard Allan, diretor de políticas públicas do Facebook, afirma que a questão é outra. “Este não é um debate sobre dinheiro, mas sobre liberdade de expressão política. Há discussões sobre questões delicadas na rede. Acredito que termos mais uma camada de moderação nestes casos faz todo sentido.” Um dos partidos que seria protegido segundo o programa, o Britain First, terminou banido do Facebook, em março.
theguardian.com/technology/2018/jul/17/facebook-protects-far-right-activists-even-after-rule-breaches-dispatches-c4
theguardian.com/technology/2018/jul/17/facebook-protects-far-right-activists-even-after-rule-breaches-dispatches-c4
the Guardian
Facebook protects far-right activists even after rule breaches
C4 Dispatches documentary finds moderators left Britain First’s pages alone as ‘they generate a lot of revenue’
Lembro que em 2016 o diretor de cinema José Padilha publicou na revista Veja um texto que associava subjetividade e política. No caso, a indagação começava pela incapacidade de alguns de seus amigos em perceberem o absurdo na defesa de alguns políticos. A tese que Padilha toma de empréstimo de Freud versa sobre a ideia de "negação", isto é, do acúmulo de força pulsional na criação de uma (persona) identidade que, para ser desconstruída implicaria não apenas no ruir de anos de trabalho, mas no corte na própria carne de sua identidade. Assim, a conclusão do autor é que seus amigos não são burros ou mesmo iludidos, eles simplesmente estão empenhados na manutenção de sua própria identidade, por isso não enxergam os absurdos. Essa é quase sempre a história da política contemporânea: pessoa inteligentes, as vezes realmente muito inteligentes, mas incapazes de realizar uma auto crítica, de desconstruir sua própria identidade política.
Seja você liberal, comunista, socialista, capitalista, anarquista ou que for, é sempre um exercício interessante a mudança de perspectivas. Como se fosse exercitar novos músculos, parar e tentar desconstruir aquelas certezas que parecem tão certas.
~~ VictorCampos
facebook.com/edaldem2/photos/a.416546202111578.1073741828.416541072112091/511255429307321/
Seja você liberal, comunista, socialista, capitalista, anarquista ou que for, é sempre um exercício interessante a mudança de perspectivas. Como se fosse exercitar novos músculos, parar e tentar desconstruir aquelas certezas que parecem tão certas.
~~ VictorCampos
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Eu defendo a liberdade de expressão, MAS 2.0
Lembro que em 2016 o diretor de cinema José Padilha publicou na revista Veja um texto que associava subjetividade e política. No caso, a indagação começava pela incapacidade de alguns de seus amigos...
Mais de 190 páginas de direita ou liberais foram banidas do Facebook. Alega-se que essas páginas divulgam notícias falsas, mas isso não ficou provado, demonstrando o esforço para acabar com páginas que transmitem conteúdo com viés político. Confira no blog de Renata Barreto.
bit.ly/2LBsosd
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www.infomoney.com.br
Fake news: o mais novo pretexto para censura ideológica
Fake news ou notícias falsas, é a expressão que mais se ouve falar nos dias de hoje através das redes sociais. Há pouco tempo, agências checadoras de informações foram contratadas pelo Facebook para verificar a veiculação de notícias, emitindo parecer sobre…
Marize Schons busca "analisar como reações violentas motivadas por crenças políticas promovem um ambiente inseguro não só para a vítima como também para o algoz."
Vale a leitura: goo.gl/RVwBJG
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