Liberdade de Expressão
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Canal da página "Eu Defendo a Liberdade de Expressão, MAS" do Facebook. bit.ly/edaldem

Aqui falarmos sobre tudo relacionado à liberdade de expressão, promovendo o debate acerca do tema.
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Bernardo Kuster denuncia a exclusão de páginas conservadoras do Facebook, e acredita que o Estado deve ser interventor na gestão privada da empresa Facebook para garantir liberdade de expressão condizente com a realidade brasileira, instaurando uma CPI do Facebook, por ex. O que vocês acham?

https://youtu.be/RhK5y4Rew9Q
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A ressuscitação cardio-pulmonar é uma manobra que busca prolongar a vida de pessoas que tenham sofrido parada cardio-respiratória. Imagine quantas vidas seriam salvas se ela fosse aprendida durante o Ensino Médio.

Assine e ajude a salvar vidas: https://goo.gl/b8Ew6w
Forwarded from Alysson Augusto via @like
Pra mostrar a "ideologia anti-ideológica" proposta por Bolsonaro, vou tratar de três coisas principais neste vídeo:

1°) A segurança e as alianças no rito de posse como presidente do Bolsonaro;
2°) A diferença dos discursos feitos no Congresso e no Parlatório;
3°) E por fim vou invocar aqui a presença de Voltaire, um dos filósofos iluministas franceses que pode nos ajudar a lidar com o novo governo.

youtu.be/PVaCkYPxqQQ
Forwarded from Alysson Augusto via @like
Confiram com os próprios olhos: http://bit.do/ancapferradura
Mais uma vez o @alyaugusto é bloqueado no Facebook. Lembrete de que você não pode falar a palavra V**** por lá.
Governador do RJ, Witzel censura exposição e prova que liberdade cultural no Brasil ainda precisa avançar muito

Censura. Não há outra palavra para definir a proibição de uma exposição e de uma performance na Casa França-Brasil. A performance, que continha nudez, tinha sido previamente acertada e autorizada pela casa, com entrada apenas para maiores de 18 anos. Alegando, no entanto, que não havia qualquer acordo e que a exposição poderia ir de encontro a "questões da Vara da Infância e Juventude", Witzel proibiu as "perigosas" obras. Ironicamente ou não, a performance criticava e fazia menção às torturas sofridas por presos pela ditadura brasileira, cuja inclinação para a censura é bem conhecida. Como disse a presidente do Livres, Elena Landau, em brilhante artigo sobre liberdade de expressão e arte: "Parte de nossa sociedade vem demandando a tutela e a censura do Estado. Eu tenho dificuldades para aceitar a existência de liberdade conservadora. E tenho certeza que sem liberdade a cultura não floresce. "
Tolerância e ofensa

Desidério Murcho

A tolerância é uma das noções mais difíceis de compreender. Confunde-se geralmente com o relativismo epistémico e esta confusão denuncia incapacidade ou até falta de vontade para aceitar a tolerância. Os pensadores pós-modernistas são responsáveis por contaminar a cultura contemporânea com esta confusão grave, que acaba por tornar impossível a genuína tolerância.

Ser tolerante é aceitar o direito de alguém afirmar o que pensamos firmemente ser falso ou errado ou inaceitável ou ofensivo. Isto é de tal modo difícil de assimilar que os pensadores pós-modernistas se sentem na necessidade de declarar que não há “verdades”, mas apenas “construções sociais da realidade”. E, por causa disso, todas as diferentes “construções” são igualmente aceitáveis. Pensa-se então que esta atitude é tolerante, quando, ironicamente, torna impossível a tolerância. Pois se ninguém pode realmente estar errado nem dizer coisas falsas nem inaceitáveis, não podemos realmente ser tolerantes: limitamo-nos a aceitar todas as perspectivas que reconhecemos à partida serem tão aceitáveis como as nossas.

Pior: a falsa tolerância abre as portas ao fanatismo, cada vez mais presente na sociedade contemporânea. O fanatismo consiste em usar sistematicamente a noção de ofensa para silenciar os outros. Assiste-se assim à imposição de um discurso falsamente politicamente correcto, proibindo-se seja quem for de dizer seja o que for que possa ser ofensivo seja para quem for. Não se pode dizer que o cristianismo, o islamismo, o budismo ou o judaísmo são basicamente tolices supersticiosas, porque isso é ofensivo. Não se pode dizer, como James Watson, que os negros são menos inteligentes do que os brancos. Não se pode fazer cartoons a gozar com Maomé. E, numa reviravolta digna dos Monthy Python, os docentes da Universidade de Roma La Sapienza declaram-se ofendidos com as opiniões do Papa sobre Galileu e os estudantes encenam protestos mediáticos análogos aos protestos contra os cartoons do Maomé.

A tolerância pressupõe a convicção do erro. Só podemos tolerar o que estamos convictos de que é um erro inaceitável, uma falsidade patente, um absurdo ofensivo. Tolerar é tolerar humanamente. Não é tolerar epistemicamente, no sentido de defender que qualquer afirmação é igualmente justificável epistemicamente. Não é epistemicamente justificável a opinião de que o Holocausto não existiu ou que qualquer negro é menos inteligente do que qualquer branco ou que os seres humanos descendem de Adão e Eva. E é precisamente porque tais opiniões são claramente falsas, claramente injustificáveis, que podemos ser tolerantes relativamente a quem as defende. Ser tolerante é defender as pessoas que têm ideias falsas, idiotas ou inaceitáveis e atacar essas ideias; não é atacar as pessoas para evitar o incómodo de provar que as suas ideias são falsas. E, se tais ideias nos ofendem, paciência. Não é possível garantir a liberdade de expressão e ao mesmo tempo garantir que não seremos ofendidos.

Desidério Murcho

Publicado no jornal Público (22 de Janeiro de 2008)
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Para ler com calma: Poucas teorias conspiratórias da direita sobrevivem há mais tempo do que aquela na qual o financista George Soros aparece como um dos orquestradores de um sinistro globalismo, que a tudo controla. A equipe do Buzzfeed americano mergulhou no passado para descobrir, ironicamente, que os criadores da história são dois operadores políticos americanos — Arthur Finkelstein e George Birnbaum. Finkelstein, morto em 2017, teve importância no Partido Republicano. Organizou as campanhas de inúmeros parlamentares e alguns presidentes, entre eles Ronald Reagan. Seu modelo, ainda em voga, é o de desmontar o adversário partindo dos medos e preconceitos que o eleitorado tem. Em 1995, junto ao jovem Birnbaum, se aventurou para fora das fronteiras e, em Israel, a dupla inventou do nada Benjamin Netanyahu, apostando no medo da população após o assassinato de Yitzhak Rabin, e levando a direita para um agora longevo período de poder. Vendo que suas técnicas funcionavam fora dos EUA, buscaram outros cantos. Netanyahu os apresentou ao húngaro Viktor Orbán. Na primeira campanha, os partidos de esquerda foram desacreditados a um nível que não ficaram de pé. Quando Orbán buscava reeleição, os dois consultores precisaram inventar um novo inimigo. Com a Hungria sob tensão pelas dívidas com Banco Mundial e FMI e pressionada pela União Europeia, os dois procuraram quem representasse esta ideia vaga de ‘capital estrangeiro’. Sobrou para George Soros, que nas histórias sussurradas pela campanha tornou-se um homem que sozinho teria o poder de dobrar e manipular um país inteiro. Com a ascensão de uma neodireita global da qual Orbán foi o primeiro símbolo, também esta história ganhou corpo e se espalhou. Criada, porém, na prancheta de marqueteiros eleitorais.

Pois é... Bolsonaro está hospedado no mesmo hotel que Soros, em Davos. Configura transgressão ideológica?
O último videoclipe de Mehdi Yarrahi, um dos mais celebrados músicos pop do Irã, está incomodando os aiatolás. É uma crítica pública à celebração da violência que se tornou parte da cultura do Oriente Médio nas últimas décadas. “Mais uma geração foi à guerra e não voltou”, canta em um dos versos. “Sou o último de minha tribo, uma tribo sem comida ou água.”

www.economist.com/middle-east-and-africa/2019/01/19/an-iranian-pop-star-challenges-the-regime

Assista. (É em persa, mas as imagens dão o tom.) https://youtu.be/bRYE1PkWudg
Resumo da visão de alguns ancaps quando você reclama que o Facebook ou o YouTube estão violando a liberdade de expressão: "É privado e tá no contrato? Então tem que dar a bunda."

Se certos socialistas são cadelas do Estado, esses ancaps são cadelas das corporações. Teoria da Ferradura que chama.
Pelo visto o Facebook já está oficialmente aplicando checagem de fatos para censurar postagens consideradas falsas.

E aí, que cês acham? Eu senti que falta colocar um link explicando por que é falso, no mínimo.

@edaldem
Forwarded from Alysson Augusto via @like
Vídeo novo, dessa vez pensando mais uma polêmica na mudança de regras do YouTube, o que para muitos está sendo considerado caso de censura. E aí, é censura ou não?

https://youtu.be/xuE7gY1dR2A
Forwarded from Alysson Augusto via @like
Uma pesquisa encomendada pelo MEC concluiu que 55,8% da população é favorável a incluir a discussão sobre gênero e sexualidade nas escolas, e 62,6% não sabe explicar o que é ideologia de gênero. Bora falar sobre isso.

Assista no YouTube:
https://youtu.be/5gdkxBBp1O4

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http://bit.do/hdaly

SEJA PADRINHO(A) DO CANAL:
http://padrim.com.br/alysson
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🔴 Hangout hoje as 20:30 no *Além da Nuvem*
Convidado: Alysson Augusto da página de Facebook *Eu defendo a liberdade de expressão MAS*

Falaremos sobre a Censura corporativista e sobre a hipocrisia daqueles que dizem defender a liberdade de expressão, "mas..."

http://youtu.be/4ax6mtkiyTo
Lembrem-se, fantasias matam™®

#vozlibre | @edaldem