Liberdade de Expressão
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Canal da página "Eu Defendo a Liberdade de Expressão, MAS" do Facebook. bit.ly/edaldem

Aqui falarmos sobre tudo relacionado à liberdade de expressão, promovendo o debate acerca do tema.
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"... música “Que tiro foi esse?” foi vetada pela Comissão do Carnaval, por entender que ela é uma verdadeira apologia à violência."

VERDADEIRA APOLOGIA À VIOLÊNCIA
VERDADEIRA APOLOGIA À VIOLÊNCIA
VERDADEIRA APOLOGIA À VIOLÊNCIA

No mais, quem vai fiscalizar cada local que esteja tocando a música?!

#vozlibre

http://www.cadaminuto.com.br/noticia/315864/2018/02/01/cidade-de-al-proibe-musica-que-tiro-foi-esse-durante-seu-carnaval
Jurei pra mim que pararia de meter o dedo no nervo de polêmicas acirradas ou de mexer em vespeiro, mas como eu vivo jurando em vão, bora lá.

Eu sou a favor do bloco Porões do DOPS desfilar.

A agenda deles é absurda? Óbvio. O fato deles enaltecerem torturadores é imoral? Evidente. A ideologia por trás do bloco é abjeta? Sempre, sempre foi. Mas a proibição judicial imposta ao bloco – a princípio uma iniciativa alicerçada na Constituição, sob o princípio de neutralizar o discurso do ódio – acaba reiterando a força de algo que banimos há muito tempo e que o bloco defende aguerridamente: a censura.

Não é apenas o direito à liberdade de expressão. Passa também por discutir os parâmetros do chamado “discurso do ódio”. Acho muito, muito remota a possiblidade de alguém, indeciso entre optar por esta ou aquela ideologia (hipótese por si absurda, nos dias que correm), acabar formando sua opinião – bandeando pra extrema direita e pra defesa da tortura – ao testemunhar o desfile do bloco. Assim como é o cúmulo do paternalismo supor que crianças e jovens, sem defesa emocional ou opinativa, sejam infectados pela mensagem obscurantista e cretina destes foliões celerados. O que todos vão ver desfilando é justamente isso: um bloco anacrônico, perdido no tempo e no espaço, defensor de práticas canalhas e covardes, se destacando – e não da forma como eles gostariam – no cenário da dinâmica democrática que rege não apenas nossa presente realidade, como também o espírito carnavalesco.

Não façamos como as senhorinhas de Santana que, na falta de juntar louça pra lavar, vão à porta das clínicas de aborto gritar e empunhar cartazes sob a égide da moral e dos bons costumes, totalmente dissociada dos pormenores da vida real, das circunstâncias dolorosamente inescapáveis e das escolhas difíceis que todos temos que fazer – e isso tudo porque Jesus, nas palavras delas, não curte aborteiros.

Deixa os babacas do Porões do DOPS desfilarem. Basta simplesmente ignorá-los. A menos que role porrada entre eles e a galera do Bloco Soviético (e aí entramos na seara da intolerância recíproca), eles estarão exercitando uma liberdade que, no regime sonhado e pregado por eles, jamais existiria.

— Nelson Moraes
Faça qualquer piada boba sobre j_*de_uz (do tipo "ó_0__gás" ou similares) e experimente diretamente a mão de censura do Facebook.

OBS: se não quiser ter problemas com seu perfil nem brinque com "aquela gente" (ou "outra gente") pois é automático: depois de 30 minutos receberá uma zuckada.

2018: o ano que nossa liberdade de expressão já está privada por desejos policiadores.

#Fabião | @edaldem
Ao que parece, é terminantemente proibido no Facebook, dentre outras regras de censura implementadas por lá, usar o termo "veado" trocando o 'e' pelo 'i' (viado), já que isso rendeu strikes na @EDALDEM por DUAS vezes.

Então pronto, a partir de agora falaremos "veado", e aí tá tudo certo.

:D

#MrThighs

facebook.com/LiberdadeDeExpressaoSoQueNao/photos/a.1050206148354407.1073741828.1050143925027296/1807598679281813/
Dica de fantasia para o carnaval!

@edaldem
Liberdade de expressão é também sair vestido de textão.

Dica de fantasia para o carnaval, parte 2.

#vozlibre | @edaldem
Tem reactions "top" e "roll eyes"! Já é a melhor rede social do mundo!
~HeteronormativoNeoliberal
"Arte não é erotizar", esta é a afirmação que justifica uma proposta de lei para criminalizar a representação de atos sexuais, erotismo ou até mesmo nudez em obras de arte.

Quer dizer que a Arte não pode ser erótica? Será?!

youtu.be/Z7QykrBLUVo
Me parece que com uma frequência cada vez maior, o exercício de defender a liberdade de expressão tem se concentrado na obrigação de defender posições cada vez mais extremadas. As redes sociais parecem estar contribuindo para um mundo cada vez mais pulverizado, o que suscita um fascínio narcísico pelas nossas próprias identidades — e uma intolerâncias cada vez maior com relação às identidades (majoritárias) alheias, deflagrando, assim, uma guerra cultural sem pé nem cabeça. Tudo bem: a defesa da livre expressão continua sendo a mesma, e obviamente resguarda o direito de pessoas enunciarem suas posições 'extremas' - adjetivo este que, em muitos casos é usado por inimigos da livre expressão como pretexto para minar determinada posição.

Porém, sempre há um gostinho melhor quando a pessoa/caso que defendemos coincide com nossos valores. No meu entender, jamais podemos vacilar diante da tarefa árdua de defender a sátira, e proteger os comediantes dos poderosos. Talvez a manobra mais corriqueira pra tentar cercear a sátira é a tentativa de inverter os papéis: políticos posam de vítima enquanto comediantes são tidos como malvados todo-poderosos.

O caso do cirurgião egípcio Bassem Youssef - que abandonou a sua carreira como médico para virar comediante - é particularmente comovente pois o Egíto não tem uma tradição exatamente tolerante quando o assunto é criticar os poderosos. No vídeo, há um excerto de uma entrevista em que o excelentíssimo Jon Stewart diz ao Youssef: "se você não pode criticar um regime, então você não tem um regime".

O humor é um linguajar universal e altamente subversivo - atributo muitas vezes ignorado pelos censores de plantão. O programa de Youssef não durou muito. Agora, por mais que a situação no Brasil seja um pouco melhor, a tarefa de manter a sátira de pé me parece incessante. E, ao que tudo indica, se tornará cada vez mais complicada diante dos rumos que tanto o mundo, quanto o Brasil vêm adotando (leia-se: a prevalência das redes sociais, e as pesquisas para as eleições de 2018).

- Thomas Sean Stedile Mathewson

https://www.facebook.com/TheEconomist/videos/10156294898244060/
Mais uma vez o Facebook despublicando nossa página sem justificação alguma... Não tem como não chamar isso de perseguição política. Eu tô simplesmente com raiva dessa plataforma, ela é extremamente injusta.

@alyssonaugusto
Aos que não têm o que argumentar, cabe denunciar.