Na tentativa de se defender, parece que a OAB só deu razão pro véio da Havan.
Na mensagem, o empresário escreveu:
“A OAB é uma vergonha. Está sempre do lado errado. Quanto pior melhor, vivem da desgraça alheia. Parecem porcos que se acostumaram a viver num chiqueiro, não sabem que podem viver na limpeza, na ética, na ordem e principalmente ajudar o Brasil. Só pensam no bolso deles, quanto vão ganhar com a desgraça dos outros. Bando de abutres”.
A publicação foi retirada do ar por decisão anterior do mesmo juiz federal.
O juiz considerou que “tais expressões, longe de se constituir em direito de liberdade de expressão e de crítica (…), consubstanciam em manifesto ato ilícito de violação a direitos fundamentais, notadamente a honra, imagem e a dignidade de milhares de advogados, bem como da própria OAB, enquanto instituição de classe”.
~~ aly
https://observatorioliberdade.home.blog/2020/06/30/hang-e-condenado-a-pagar-r-300-mil-por-chamar-oab-de-bando-de-abutres/
Na mensagem, o empresário escreveu:
“A OAB é uma vergonha. Está sempre do lado errado. Quanto pior melhor, vivem da desgraça alheia. Parecem porcos que se acostumaram a viver num chiqueiro, não sabem que podem viver na limpeza, na ética, na ordem e principalmente ajudar o Brasil. Só pensam no bolso deles, quanto vão ganhar com a desgraça dos outros. Bando de abutres”.
A publicação foi retirada do ar por decisão anterior do mesmo juiz federal.
O juiz considerou que “tais expressões, longe de se constituir em direito de liberdade de expressão e de crítica (…), consubstanciam em manifesto ato ilícito de violação a direitos fundamentais, notadamente a honra, imagem e a dignidade de milhares de advogados, bem como da própria OAB, enquanto instituição de classe”.
~~ aly
https://observatorioliberdade.home.blog/2020/06/30/hang-e-condenado-a-pagar-r-300-mil-por-chamar-oab-de-bando-de-abutres/
Observatório da Liberdade de Expressão
Hang é condenado a pagar R$ 300 mil por chamar OAB de ‘bando de abutres’
Empresário publicou nas redes. Juiz vê afronta à honra e imagem. Cabe recurso contra a decisão
Como combater as fake news preservando a liberdade de expressão?
Mano Ferreira vai mediar uma conversa sobre isso agora, a partir das 19h, com Pedro Doria, Adrualdo Catão e Fabrício Pontin:
https://youtu.be/ruXyI6qz4Ss
Mano Ferreira vai mediar uma conversa sobre isso agora, a partir das 19h, com Pedro Doria, Adrualdo Catão e Fabrício Pontin:
https://youtu.be/ruXyI6qz4Ss
YouTube
Fake news e liberdade de expressão | Debate com Pedro Doria, Adrualdo Catão e Fabrício Pontin
Em todo o mundo, o avanço das comunicações digitais tem sido acompanhado pelo surgimento de sistemas complexos e profissionais de produção e disseminação de notícias falsas, estruturados com o propósito de fraudar o debate público e distorcer o ambiente democrático…
Pinker é o alvo da vez. Mais de 550 professores assinaram um pedido para que seja retirado dos anais da Sociedade Americana de Linguística. Acusam o escritor de insensível a injustiças raciais e antifeminismo por apontar que há declínio na violência. No New York Times, uma editora da página de Opinião, Bari Weiss, se demitiu argumentando que não há espaço para a direita nas páginas do jornal.
https://www.nytimes.com/2020/07/15/us/steven-pinker-harvard.html
https://www.nytimes.com/2020/07/15/us/steven-pinker-harvard.html
NY Times
How a Famous Harvard Professor Became a Target Over His Tweets (Published 2020)
The outcry over free speech and race takes aim at Steven Pinker, the best-selling author and well-known scholar.
Tá certo que Bernardo Kuster e o Allan do Terça Livre são dois loucos, mas censurar suas redes sociais por criticarem o STF, aí já é demais.
@edaldem
@edaldem
Não sei vocês, mas eu acho que o problema aqui não é o "discurso de ódio", como o post faz parecer. O problema aqui é a calúnia e difamação que carregam por consequência danos materiais ao indivíduo nomeado Felipe Neto. Ora, discurso de ódio É liberdade de expressão, não há porquê separar uma coisa da outra. O que é preciso separar são consequências boas das ruins do exercício da expressão. As pessoas devem ter o direito de odiarem, e odiarem publicamente. Mas não devem ter o direito de caluniarem e difamarem sem a devida contrapartida legal.
O que vocês acham?
~~ aly
https://www.facebook.com/165205036869225/posts/3633549293368098/
O que vocês acham?
~~ aly
https://www.facebook.com/165205036869225/posts/3633549293368098/
Isso aqui vai de encontro a TODA jurisprudência do STF sobre liberdade de expressão.
Editor da sociedade? Isso vai de encontro a normas internacionais. É censura pura e simples.
https://www.poder360.com.br/justica/stf-atua-como-editor-da-sociedade-no-inquerito-das-fake-news-diz-toffoli/
Editor da sociedade? Isso vai de encontro a normas internacionais. É censura pura e simples.
https://www.poder360.com.br/justica/stf-atua-como-editor-da-sociedade-no-inquerito-das-fake-news-diz-toffoli/
Poder360
STF atua como ‘editor’ da sociedade no inquérito das fake news, diz Toffoli
'Tem obrigação de dirimir conflitos'. Mira 'máquina da desinformação'. 'Censura prévia é vedada pela Corte'. Leia no Poder360.
CEO do Telegram fala sobre a ameaça dos EUA contra o TikTok
"Entendo o motivo do governo dos EUA ameaçar proibir o TikTok, a menos que seus ativos nos EUA sejam vendidos a investidores americanos. Afinal, a China proíbe praticamente todos os aplicativos de mídia social não chineses em seu território. Por que o resto do mundo, incluindo os EUA, deve permitir que um aplicativo chinês passeie livremente em seus mercados? Se você deseja acessar os mercados de outros países, também deve abrir seu mercado para eles – isso seria justo.
No entanto, a ação dos EUA contra o TikTok está estabelecendo um precedente perigoso que pode acabar matando a Internet (ou o que resta dela) como uma rede verdadeiramente global. Antes da saga US-TikTok, apenas países autocráticos como Irã, China ou Rússia eram conhecidos por intimidar empresas de tecnologia a vender partes de seus negócios a investidores com laços estreitos com seus governos. Não é de surpreender, por exemplo, que o Uber tenha vendido suas filiais russa e chinesa a empresas locais.
Tenho orgulho de que, diferentemente da Uber, nós do Telegram sempre recusamos ofertas para vender nossas operações em países específicos. Alguns anos atrás, recebemos cartas de dois fundos vinculados a países que mais tarde tentaram bloquear o Telegram. Ambas as cartas expressaram a mesma idéia: “O Telegram será bloqueado em nosso país em breve, então sua única opção é nos vender a parte local do seu negócio”. Minha resposta a essas ofertas foi semelhante à da minha foto do dedo médio de 2011: não estamos no negócio de trair nossos usuários. Não estamos vendendo o Telegram – nem parcialmente nem totalmente. Essa sempre será a nossa posição.
O problema com o caso US-TikTok é que ele legitima uma tática de extorsão anteriormente empregada apenas por regimes autoritários. Durante décadas, os EUA são vistos como defensores do livre comércio e da liberdade de expressão. Mas agora que a China começou a substituí-los como o principal beneficiário do comércio global, os EUA (ou pelo menos o governo Trump) parecem ter ficado menos entusiasmados com esses valores. Isso é lamentável, porque bilhões de pessoas neste planeta ainda gostam da idéia de um mundo aberto e interconectado.
Na semana passada, a Turquia apresentou um monte de leis que limitam as empresas de mídia social. Alguns anos atrás, os EUA teriam o direito moral de criticar tais esforços, citando a liberdade de expressão e o livre comércio como fundamentos ideológicos para suas preocupações. Hoje está menos claro se os EUA ainda têm esse direito. Líderes autoritários de todo o mundo já estão usando o caso TikTok como justificativa em suas tentativas de criar um pedaço da Internet global para si. Em breve, todos os grandes países provavelmente usarão a “segurança nacional” como pretexto para fraturar as empresas internacionais de tecnologia. E, ironicamente, são as empresas americanas como o Facebook ou o Google que provavelmente perderão mais com as consequências."
~~ Pavel @Durov
"Entendo o motivo do governo dos EUA ameaçar proibir o TikTok, a menos que seus ativos nos EUA sejam vendidos a investidores americanos. Afinal, a China proíbe praticamente todos os aplicativos de mídia social não chineses em seu território. Por que o resto do mundo, incluindo os EUA, deve permitir que um aplicativo chinês passeie livremente em seus mercados? Se você deseja acessar os mercados de outros países, também deve abrir seu mercado para eles – isso seria justo.
No entanto, a ação dos EUA contra o TikTok está estabelecendo um precedente perigoso que pode acabar matando a Internet (ou o que resta dela) como uma rede verdadeiramente global. Antes da saga US-TikTok, apenas países autocráticos como Irã, China ou Rússia eram conhecidos por intimidar empresas de tecnologia a vender partes de seus negócios a investidores com laços estreitos com seus governos. Não é de surpreender, por exemplo, que o Uber tenha vendido suas filiais russa e chinesa a empresas locais.
Tenho orgulho de que, diferentemente da Uber, nós do Telegram sempre recusamos ofertas para vender nossas operações em países específicos. Alguns anos atrás, recebemos cartas de dois fundos vinculados a países que mais tarde tentaram bloquear o Telegram. Ambas as cartas expressaram a mesma idéia: “O Telegram será bloqueado em nosso país em breve, então sua única opção é nos vender a parte local do seu negócio”. Minha resposta a essas ofertas foi semelhante à da minha foto do dedo médio de 2011: não estamos no negócio de trair nossos usuários. Não estamos vendendo o Telegram – nem parcialmente nem totalmente. Essa sempre será a nossa posição.
O problema com o caso US-TikTok é que ele legitima uma tática de extorsão anteriormente empregada apenas por regimes autoritários. Durante décadas, os EUA são vistos como defensores do livre comércio e da liberdade de expressão. Mas agora que a China começou a substituí-los como o principal beneficiário do comércio global, os EUA (ou pelo menos o governo Trump) parecem ter ficado menos entusiasmados com esses valores. Isso é lamentável, porque bilhões de pessoas neste planeta ainda gostam da idéia de um mundo aberto e interconectado.
Na semana passada, a Turquia apresentou um monte de leis que limitam as empresas de mídia social. Alguns anos atrás, os EUA teriam o direito moral de criticar tais esforços, citando a liberdade de expressão e o livre comércio como fundamentos ideológicos para suas preocupações. Hoje está menos claro se os EUA ainda têm esse direito. Líderes autoritários de todo o mundo já estão usando o caso TikTok como justificativa em suas tentativas de criar um pedaço da Internet global para si. Em breve, todos os grandes países provavelmente usarão a “segurança nacional” como pretexto para fraturar as empresas internacionais de tecnologia. E, ironicamente, são as empresas americanas como o Facebook ou o Google que provavelmente perderão mais com as consequências."
~~ Pavel @Durov
Forwarded from Aventuras na Justiça Social (AJS)
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Justiceiros não gostam de algumas mulheres negras...