Tá certo que Bernardo Kuster e o Allan do Terça Livre são dois loucos, mas censurar suas redes sociais por criticarem o STF, aí já é demais.
@edaldem
@edaldem
Não sei vocês, mas eu acho que o problema aqui não é o "discurso de ódio", como o post faz parecer. O problema aqui é a calúnia e difamação que carregam por consequência danos materiais ao indivíduo nomeado Felipe Neto. Ora, discurso de ódio É liberdade de expressão, não há porquê separar uma coisa da outra. O que é preciso separar são consequências boas das ruins do exercício da expressão. As pessoas devem ter o direito de odiarem, e odiarem publicamente. Mas não devem ter o direito de caluniarem e difamarem sem a devida contrapartida legal.
O que vocês acham?
~~ aly
https://www.facebook.com/165205036869225/posts/3633549293368098/
O que vocês acham?
~~ aly
https://www.facebook.com/165205036869225/posts/3633549293368098/
Isso aqui vai de encontro a TODA jurisprudência do STF sobre liberdade de expressão.
Editor da sociedade? Isso vai de encontro a normas internacionais. É censura pura e simples.
https://www.poder360.com.br/justica/stf-atua-como-editor-da-sociedade-no-inquerito-das-fake-news-diz-toffoli/
Editor da sociedade? Isso vai de encontro a normas internacionais. É censura pura e simples.
https://www.poder360.com.br/justica/stf-atua-como-editor-da-sociedade-no-inquerito-das-fake-news-diz-toffoli/
Poder360
STF atua como ‘editor’ da sociedade no inquérito das fake news, diz Toffoli
'Tem obrigação de dirimir conflitos'. Mira 'máquina da desinformação'. 'Censura prévia é vedada pela Corte'. Leia no Poder360.
CEO do Telegram fala sobre a ameaça dos EUA contra o TikTok
"Entendo o motivo do governo dos EUA ameaçar proibir o TikTok, a menos que seus ativos nos EUA sejam vendidos a investidores americanos. Afinal, a China proíbe praticamente todos os aplicativos de mídia social não chineses em seu território. Por que o resto do mundo, incluindo os EUA, deve permitir que um aplicativo chinês passeie livremente em seus mercados? Se você deseja acessar os mercados de outros países, também deve abrir seu mercado para eles – isso seria justo.
No entanto, a ação dos EUA contra o TikTok está estabelecendo um precedente perigoso que pode acabar matando a Internet (ou o que resta dela) como uma rede verdadeiramente global. Antes da saga US-TikTok, apenas países autocráticos como Irã, China ou Rússia eram conhecidos por intimidar empresas de tecnologia a vender partes de seus negócios a investidores com laços estreitos com seus governos. Não é de surpreender, por exemplo, que o Uber tenha vendido suas filiais russa e chinesa a empresas locais.
Tenho orgulho de que, diferentemente da Uber, nós do Telegram sempre recusamos ofertas para vender nossas operações em países específicos. Alguns anos atrás, recebemos cartas de dois fundos vinculados a países que mais tarde tentaram bloquear o Telegram. Ambas as cartas expressaram a mesma idéia: “O Telegram será bloqueado em nosso país em breve, então sua única opção é nos vender a parte local do seu negócio”. Minha resposta a essas ofertas foi semelhante à da minha foto do dedo médio de 2011: não estamos no negócio de trair nossos usuários. Não estamos vendendo o Telegram – nem parcialmente nem totalmente. Essa sempre será a nossa posição.
O problema com o caso US-TikTok é que ele legitima uma tática de extorsão anteriormente empregada apenas por regimes autoritários. Durante décadas, os EUA são vistos como defensores do livre comércio e da liberdade de expressão. Mas agora que a China começou a substituí-los como o principal beneficiário do comércio global, os EUA (ou pelo menos o governo Trump) parecem ter ficado menos entusiasmados com esses valores. Isso é lamentável, porque bilhões de pessoas neste planeta ainda gostam da idéia de um mundo aberto e interconectado.
Na semana passada, a Turquia apresentou um monte de leis que limitam as empresas de mídia social. Alguns anos atrás, os EUA teriam o direito moral de criticar tais esforços, citando a liberdade de expressão e o livre comércio como fundamentos ideológicos para suas preocupações. Hoje está menos claro se os EUA ainda têm esse direito. Líderes autoritários de todo o mundo já estão usando o caso TikTok como justificativa em suas tentativas de criar um pedaço da Internet global para si. Em breve, todos os grandes países provavelmente usarão a “segurança nacional” como pretexto para fraturar as empresas internacionais de tecnologia. E, ironicamente, são as empresas americanas como o Facebook ou o Google que provavelmente perderão mais com as consequências."
~~ Pavel @Durov
"Entendo o motivo do governo dos EUA ameaçar proibir o TikTok, a menos que seus ativos nos EUA sejam vendidos a investidores americanos. Afinal, a China proíbe praticamente todos os aplicativos de mídia social não chineses em seu território. Por que o resto do mundo, incluindo os EUA, deve permitir que um aplicativo chinês passeie livremente em seus mercados? Se você deseja acessar os mercados de outros países, também deve abrir seu mercado para eles – isso seria justo.
No entanto, a ação dos EUA contra o TikTok está estabelecendo um precedente perigoso que pode acabar matando a Internet (ou o que resta dela) como uma rede verdadeiramente global. Antes da saga US-TikTok, apenas países autocráticos como Irã, China ou Rússia eram conhecidos por intimidar empresas de tecnologia a vender partes de seus negócios a investidores com laços estreitos com seus governos. Não é de surpreender, por exemplo, que o Uber tenha vendido suas filiais russa e chinesa a empresas locais.
Tenho orgulho de que, diferentemente da Uber, nós do Telegram sempre recusamos ofertas para vender nossas operações em países específicos. Alguns anos atrás, recebemos cartas de dois fundos vinculados a países que mais tarde tentaram bloquear o Telegram. Ambas as cartas expressaram a mesma idéia: “O Telegram será bloqueado em nosso país em breve, então sua única opção é nos vender a parte local do seu negócio”. Minha resposta a essas ofertas foi semelhante à da minha foto do dedo médio de 2011: não estamos no negócio de trair nossos usuários. Não estamos vendendo o Telegram – nem parcialmente nem totalmente. Essa sempre será a nossa posição.
O problema com o caso US-TikTok é que ele legitima uma tática de extorsão anteriormente empregada apenas por regimes autoritários. Durante décadas, os EUA são vistos como defensores do livre comércio e da liberdade de expressão. Mas agora que a China começou a substituí-los como o principal beneficiário do comércio global, os EUA (ou pelo menos o governo Trump) parecem ter ficado menos entusiasmados com esses valores. Isso é lamentável, porque bilhões de pessoas neste planeta ainda gostam da idéia de um mundo aberto e interconectado.
Na semana passada, a Turquia apresentou um monte de leis que limitam as empresas de mídia social. Alguns anos atrás, os EUA teriam o direito moral de criticar tais esforços, citando a liberdade de expressão e o livre comércio como fundamentos ideológicos para suas preocupações. Hoje está menos claro se os EUA ainda têm esse direito. Líderes autoritários de todo o mundo já estão usando o caso TikTok como justificativa em suas tentativas de criar um pedaço da Internet global para si. Em breve, todos os grandes países provavelmente usarão a “segurança nacional” como pretexto para fraturar as empresas internacionais de tecnologia. E, ironicamente, são as empresas americanas como o Facebook ou o Google que provavelmente perderão mais com as consequências."
~~ Pavel @Durov
Forwarded from Aventuras na Justiça Social (AJS)
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Justiceiros não gostam de algumas mulheres negras...
Este vídeo trata da ordem judicial que determinou ao twitter a entrega e guarda de dados referentes aos administradores do “Sleeping Giants”, um perfil de twitter que tem tentado desmonetizar as páginas de internet que acusam de propagar fake News e que tenham posição política favorável ao governo federal. Trata-se de uma ação cível proposta pela EIRELI proprietária do Jornal da Cidade Online contra a sociedade “Twitter Brasil Rede de Informação LTDA”.
O objetivo do vídeo é prestar esclarecimentos sobre o conteúdo da decisão e seus fundamentos, de modo que cada um possa formar sua própria opinião sobre o conflito.
https://youtu.be/5g-nyZ_JUNI
O objetivo do vídeo é prestar esclarecimentos sobre o conteúdo da decisão e seus fundamentos, de modo que cada um possa formar sua própria opinião sobre o conflito.
https://youtu.be/5g-nyZ_JUNI
YouTube
"Sleeping Giants" e a ordem judicial de fornecimento de dados | Reflexões Extraclasse
Este vídeo trata da ordem judicial que determinou ao twitter a entrega e guarda de dados referentes aos administradores do “Sleeping Giants”, um perfil de twitter que tem tentado desmonetizar as páginas de internet que acusam de propagar fake News e que tenham…
em resumo: o professor foi suspenso porque usou uma palavra CHINESA que parece foneticamente com A Palavra Que Não Deve Jamais Ser Usada Em Inglês Pois É Extremamente Ofensiva e Tem Poderes Mágicos A Famosa "N Word"
https://campusreform.org/?ID=15580
https://campusreform.org/?ID=15580
campusreform.org
USC prof no longer teaching after using Chinese word that sounds like racial slur
A University of Southern California professor is "taking a short term pause" after video of a recent class lecture surfaced.
Há alguns anos, o normal era que nós, biólogos, entusiastas da biologia ou simplesmente quem prezasse pela verdade, rebatêssemos os argumentos da direita religiosa e criacionista que dizia, tentando manchar o legado de Charles Darwin para as ciências biológicas, que ele era racista. Hoje, as acusações de racismo vêm da esquerda, e tem toda uma ideologia muito bem pensada junto — uma com um potencial muito mais destrutivo do que um "criacionismo da Terra jovem" ou qualquer besteira que o valha.
Mas os criacionistas atuais não são mais os mesmos de antes — religiosos, que tinham as duas mãos no status quo. Hoje, quem tem o poder de "cancelar", ostracizar alguém, reescrever a história, é o criacionismo da esquerda: aquele que pensa que a teoria da evolução só explica as coisas "do pescoço para baixo" (isto é, que não se aplica ao cérebro e ao comportamento, porque aí é cultural), ou que é uma "invenção colonial que subjuga saberes alternativos". O novo criacionismo conseguiu questionar, a partir da régua da própria ideologia, tudo que o antigo nunca conseguiu. É o criacionismo socialmente aceito.
E o mais inquietante é que boa parte de quem dedicava esforços a combater os anticientíficos do passado, quer biólogo, entusiasta ou curioso, está fingindo que não vê a nova onda de anticiência vindo do outro lado do espectro político, seja por condescendência ideológica ou por pensar que os fins justificam os meios. Um grande erro.
https://revistagalileu.globo.com/Sociedade/noticia/2020/09/exposicao-de-darwin-em-londres-sera-revista-porque-pode-ser-ofensiva.html
Mas os criacionistas atuais não são mais os mesmos de antes — religiosos, que tinham as duas mãos no status quo. Hoje, quem tem o poder de "cancelar", ostracizar alguém, reescrever a história, é o criacionismo da esquerda: aquele que pensa que a teoria da evolução só explica as coisas "do pescoço para baixo" (isto é, que não se aplica ao cérebro e ao comportamento, porque aí é cultural), ou que é uma "invenção colonial que subjuga saberes alternativos". O novo criacionismo conseguiu questionar, a partir da régua da própria ideologia, tudo que o antigo nunca conseguiu. É o criacionismo socialmente aceito.
E o mais inquietante é que boa parte de quem dedicava esforços a combater os anticientíficos do passado, quer biólogo, entusiasta ou curioso, está fingindo que não vê a nova onda de anticiência vindo do outro lado do espectro político, seja por condescendência ideológica ou por pensar que os fins justificam os meios. Um grande erro.
https://revistagalileu.globo.com/Sociedade/noticia/2020/09/exposicao-de-darwin-em-londres-sera-revista-porque-pode-ser-ofensiva.html
Revista Galileu
Exposição de Darwin em Londres será revista porque pode ser ofensiva
O Museu de História Natural de Londres irá reavaliar diversas coleções em busca de estátuas, artefatos e salas que possam ser consideradas racistas
Tudo bem você criticar qualquer empresa por qualquer que seja o motivo, mas quando você se entende liberal, sua crítica precisa fazer sentido dentro de um espectro de valores liberais, dentre os quais está a liberdade para definir as regras de seu próprio empreendimento privado.
~~ aly @edaldem
~~ aly @edaldem