"Arte não é erotizar", esta é a afirmação que justifica uma proposta de lei para criminalizar a representação de atos sexuais, erotismo ou até mesmo nudez em obras de arte.
Quer dizer que a Arte não pode ser erótica? Será?!
youtu.be/Z7QykrBLUVo
Quer dizer que a Arte não pode ser erótica? Será?!
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PINTO │ ARTE NÃO É EROTIZAR │ FILOSOFIA
"Arte não é erotizar", esta é a afirmação que justifica um projeto de lei para criminalizar a representação de atos sexuais, erotismo ou até mesmo nudez em o...
Falo nada, só observo.
O botão de descurtir era menos caótico do que essa ideia jeniau.
~~liberteen
https://techcrunch.com/2018/02/08/facebook-downvote-button/
O botão de descurtir era menos caótico do que essa ideia jeniau.
~~liberteen
https://techcrunch.com/2018/02/08/facebook-downvote-button/
TechCrunch
Facebook confirms test of a downvote button for flagging comments
How can Facebook promote meaningful interaction between users? By letting them downvote inappropriate comments to hide them. Facebook is now testing a downvote button on a limited set of public…
Me parece que com uma frequência cada vez maior, o exercício de defender a liberdade de expressão tem se concentrado na obrigação de defender posições cada vez mais extremadas. As redes sociais parecem estar contribuindo para um mundo cada vez mais pulverizado, o que suscita um fascínio narcísico pelas nossas próprias identidades — e uma intolerâncias cada vez maior com relação às identidades (majoritárias) alheias, deflagrando, assim, uma guerra cultural sem pé nem cabeça. Tudo bem: a defesa da livre expressão continua sendo a mesma, e obviamente resguarda o direito de pessoas enunciarem suas posições 'extremas' - adjetivo este que, em muitos casos é usado por inimigos da livre expressão como pretexto para minar determinada posição.
Porém, sempre há um gostinho melhor quando a pessoa/caso que defendemos coincide com nossos valores. No meu entender, jamais podemos vacilar diante da tarefa árdua de defender a sátira, e proteger os comediantes dos poderosos. Talvez a manobra mais corriqueira pra tentar cercear a sátira é a tentativa de inverter os papéis: políticos posam de vítima enquanto comediantes são tidos como malvados todo-poderosos.
O caso do cirurgião egípcio Bassem Youssef - que abandonou a sua carreira como médico para virar comediante - é particularmente comovente pois o Egíto não tem uma tradição exatamente tolerante quando o assunto é criticar os poderosos. No vídeo, há um excerto de uma entrevista em que o excelentíssimo Jon Stewart diz ao Youssef: "se você não pode criticar um regime, então você não tem um regime".
O humor é um linguajar universal e altamente subversivo - atributo muitas vezes ignorado pelos censores de plantão. O programa de Youssef não durou muito. Agora, por mais que a situação no Brasil seja um pouco melhor, a tarefa de manter a sátira de pé me parece incessante. E, ao que tudo indica, se tornará cada vez mais complicada diante dos rumos que tanto o mundo, quanto o Brasil vêm adotando (leia-se: a prevalência das redes sociais, e as pesquisas para as eleições de 2018).
- Thomas Sean Stedile Mathewson
https://www.facebook.com/TheEconomist/videos/10156294898244060/
Porém, sempre há um gostinho melhor quando a pessoa/caso que defendemos coincide com nossos valores. No meu entender, jamais podemos vacilar diante da tarefa árdua de defender a sátira, e proteger os comediantes dos poderosos. Talvez a manobra mais corriqueira pra tentar cercear a sátira é a tentativa de inverter os papéis: políticos posam de vítima enquanto comediantes são tidos como malvados todo-poderosos.
O caso do cirurgião egípcio Bassem Youssef - que abandonou a sua carreira como médico para virar comediante - é particularmente comovente pois o Egíto não tem uma tradição exatamente tolerante quando o assunto é criticar os poderosos. No vídeo, há um excerto de uma entrevista em que o excelentíssimo Jon Stewart diz ao Youssef: "se você não pode criticar um regime, então você não tem um regime".
O humor é um linguajar universal e altamente subversivo - atributo muitas vezes ignorado pelos censores de plantão. O programa de Youssef não durou muito. Agora, por mais que a situação no Brasil seja um pouco melhor, a tarefa de manter a sátira de pé me parece incessante. E, ao que tudo indica, se tornará cada vez mais complicada diante dos rumos que tanto o mundo, quanto o Brasil vêm adotando (leia-se: a prevalência das redes sociais, e as pesquisas para as eleições de 2018).
- Thomas Sean Stedile Mathewson
https://www.facebook.com/TheEconomist/videos/10156294898244060/
Facebook
The Economist
Bassem Youssef has been called "the Jon Stewart of the Middle East". He sat down with our award-winning cartoonist, KAL, to discuss the art–and dangers–of political satire
Mais uma vez o Facebook despublicando nossa página sem justificação alguma... Não tem como não chamar isso de perseguição política. Eu tô simplesmente com raiva dessa plataforma, ela é extremamente injusta.
@alyssonaugusto
@alyssonaugusto
Abaixo, tornamos público nosso reclame direto ao Facebook, pelo seu mecanismo de reclame sobre as páginas.
______
ASSUNTO:
Minha página está sendo despublicada sem motivo
DESCRIÇÃO DO PROBLEMA:
Olá equipe do Facebook!
Queria entender o que está ocorrendo, pois deve ser a quarta vez que uma de minhas páginas, que trata de liberdade de expressão e critica tudo, independente de espectro político, que defenda autoritarismos desmedidos e sem bons fundamentos morais, é despublicada sem que eu e a equipe de moderadores saibamos o motivo pelo qual estamos sofrendo estas sanções.
Não sabemos quais postagens nossas violam os Termos das Páginas do Facebook (que já conferimos mais de duas vezes e nada vimos violar), não sabemos os motivos pelos quais estão nos denunciando e sequer podemos, na hora da apelação para reavermos o acesso ao nosso público, explicitar nossas razões em causa própria.
Poderiam, por favor, nos fornecer contato com algum responsável direto pela avaliação de páginas denunciadas que nos deixasse claro o que está acontecendo?
É simplesmente desestimulante tentar manter um espaço de diálogo livre, racional e construtivo na plataforma desse jeito.
Ao que parece, aqueles que nos denunciam, alguns que já confessaram diretamente a nós mesmos, sequer precisam provar que estamos errados, apenas denunciam por divergência política e ideológica; e o pior: denúncias falsas não são sequer penalizadas, de modo a combater a injustiça na rede social, dando ao Facebook a péssima fama de que basta denunciar em quantidade para que a plataforma acate a decisão do bando supostamente ofendido (mas que na verdade não passa de perseguidor político de opositores ideológicos).
Solicito esclarecimentos como forma de tornar claro se eu, e aqueles que pensam de modo parecido, somos ou não bem-vindos na rede social.
Atenciosamente, @AlyssonAugusto, criador da página "Eu defendo a liberdade de expressão, MAS" (@edaldem), defensor convicto de uma internet livre.
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ASSUNTO:
Minha página está sendo despublicada sem motivo
DESCRIÇÃO DO PROBLEMA:
Olá equipe do Facebook!
Queria entender o que está ocorrendo, pois deve ser a quarta vez que uma de minhas páginas, que trata de liberdade de expressão e critica tudo, independente de espectro político, que defenda autoritarismos desmedidos e sem bons fundamentos morais, é despublicada sem que eu e a equipe de moderadores saibamos o motivo pelo qual estamos sofrendo estas sanções.
Não sabemos quais postagens nossas violam os Termos das Páginas do Facebook (que já conferimos mais de duas vezes e nada vimos violar), não sabemos os motivos pelos quais estão nos denunciando e sequer podemos, na hora da apelação para reavermos o acesso ao nosso público, explicitar nossas razões em causa própria.
Poderiam, por favor, nos fornecer contato com algum responsável direto pela avaliação de páginas denunciadas que nos deixasse claro o que está acontecendo?
É simplesmente desestimulante tentar manter um espaço de diálogo livre, racional e construtivo na plataforma desse jeito.
Ao que parece, aqueles que nos denunciam, alguns que já confessaram diretamente a nós mesmos, sequer precisam provar que estamos errados, apenas denunciam por divergência política e ideológica; e o pior: denúncias falsas não são sequer penalizadas, de modo a combater a injustiça na rede social, dando ao Facebook a péssima fama de que basta denunciar em quantidade para que a plataforma acate a decisão do bando supostamente ofendido (mas que na verdade não passa de perseguidor político de opositores ideológicos).
Solicito esclarecimentos como forma de tornar claro se eu, e aqueles que pensam de modo parecido, somos ou não bem-vindos na rede social.
Atenciosamente, @AlyssonAugusto, criador da página "Eu defendo a liberdade de expressão, MAS" (@edaldem), defensor convicto de uma internet livre.
O mecanismo de reconhecimento de voz da Google está censurando a palavra "negro", conforme comentário de um leitor da página neste vídeo https://youtu.be/r304uW6CEIA
@edaldem
@edaldem
O que a desistência da Folha de S. Paulo diz sobre o Facebook, e o que esse caso pode sinalizar para o futuro das redes sociais e do marketing digital?
youtu.be/r304uW6CEIA
youtu.be/r304uW6CEIA
YouTube
Folha de S. Paulo DESISTIU do Facebook: o que pensar?
O que a desistência da Folha de S. Paulo diz sobre o Facebook, e o que esse caso pode sinalizar para o futuro das redes sociais e do marketing digital? —————...
Já recebeu sua dose de policiamento da linguagem hoje?
Via @aventurasnajusticasocial
gazetadopovo.com.br/educacao/escolas-tentam-proibir-que-criancas-tenham-melhores-amigos-porque-frase-nao-seria-inclusiva-3pl0nee8ur6p3yjhfxhmlpj6r
Via @aventurasnajusticasocial
gazetadopovo.com.br/educacao/escolas-tentam-proibir-que-criancas-tenham-melhores-amigos-porque-frase-nao-seria-inclusiva-3pl0nee8ur6p3yjhfxhmlpj6r
Gazeta do Povo
Escolas tentam proibir que crianças tenham “melhores amigos” porque frase não seria inclusiva
Especialista parte da suposição equivocada de que mudar uma expressão mudará alguma coisa na vida real.
Agora entendi direito o lance do rapaz branco que tirou a selfie com um grupo de negros/pardos no Carnaval e a foto circulou a internet com a legenda "VOU ROUBEI SEU CELULAR".
Ele quis fazer um humor negro tirando foto com desconhecidos no Carnaval e compartilhando essa foto insinuando que cometeram um crime contra ele. Ato seguinte, a foto viraliza e ele acaba sendo demitido do emprego por causa do comportamento na festa.
Boa parte das pessoas está dizendo "bem-feito; quem mandou? Tem que mostrar a cara dele pra todo mundo conhecer o racista". De outro lado, tem gente achando um absurdo expor a cara do sujeito meramente por causa de uma piada politicamente incorreta e afirmando que não há qualquer racismo no que ele fez. Eu acho que tem uns errinhos de mira de um lado e de outro pra encontrar os problemas. Um lado parece querer que ele tome tapas quando andar na rua por ser racista e outro parece enxergar NADA criticável no que ele fez pois não houve racismo.
Sinceramente? Tem o caso do "é coisa de 'Cleiton'" e tem isso. Aquilo foi piada; preconceituosa, mas piada sem vítima direta. Isso aqui é irresponsabilidade pura, que poderia prejudicar a vida dos objetos de riso e, sim, preconceituosa também, é evidente. Não achar racismo é uma coisa; não achar preconceito algum é outra.
Antes de acusar a empresa onde ele trabalhava de estar "expondo-o" na internet, convém lembrar que ele, ou alguém ligado a ele, fez isso primeiro compartilhando a foto por aí. Então ele próprio - caso tenha compartilhado a foto publicamente - ou essas pessoas - caso tenham compartilhando uma foto privada - fizeram a dita exposição.
E, ainda falando em exposição e sua gravidade e consequências, vamos lembrar dos mais inocentes aqui: os sujeitos que simplesmente posaram pra uma foto com um estranho no Carnaval e foram taxados de CRIMINOSOS sem de fato terem cometido o crime do qual foram acusados. Olhando por alto isso poderia até configurar calúnia (P-O-D-E-R-I-A; não estou afirmando, e por pura falta de mais elementos pra poder julgar a situação).
Voltando à atitude da empresa: a irresponsabilidade do funcionário acabou refletindo nela. Que obviamente precisa de uma boa imagem pra desenvolver seu trabalho, vender seus serviços e que tem outros funcionários na folha de pagamento além desse. Se o cara se expôs com suas atitudes ou se seus conhecidos fizeram isso por ele levando a empresa a ter o nome arrastado pra essa bagunça correndo risco de boicote por atitudes que ela não tomou e tampouco endossa, nada mais natural que deixe suas circunstâncias bem claras na história, e não assuma a responsabilidade pelas liberdades alheias. Não sei dizer se a empresa "expôs" alguém. Sei que, por lógica, sujeito já estava exposto quando ela se manifestou. Aliás, provavelmente só se manifestou por causa da exposição. Talvez sequer se metesse nisso se o assunto ficasse restrito a meia dúzia de gato pingado. Acho que a empresa estaria sendo injusta se o demitisse por um ato inocente, por discordância político-ideológica inofensiva e tal, mas algo que poderia prejudicar terceiros ou a própria empresa e demostra imaturidade e moral questionável? Ela não tem obrigação alguma de segurar as pontas pelo funcionário que fez o que bem quis.
Liberdade é isso: fazer o que queremos e arcar com as consequências, nem sempre boas. Ética é a régua do bom senso que todo mundo deveria usar pra saber até onde exercer sua liberdade. Se a minha liberdade cria riscos sérios à alguém (imaginem se algum esquentadinho resolve fazer justiça com as próprias mãos contra os acusados de roubo? Ou se eles ficam estigmatizados como criminosos e ficam com dificuldade de arrumar emprego? Ninguém pensou nisso?), é evidente que a minha liberdade ultrapassou a linha do ético a se fazer.
Vão me desculpar, mas eu não estou lá muito compadecida do palhaço que dá depressão, não. Óbvio que não merece ser linchado, mas criticado pelo que fez? Ô, se merece.
~~ @RenataCarvalho
Ele quis fazer um humor negro tirando foto com desconhecidos no Carnaval e compartilhando essa foto insinuando que cometeram um crime contra ele. Ato seguinte, a foto viraliza e ele acaba sendo demitido do emprego por causa do comportamento na festa.
Boa parte das pessoas está dizendo "bem-feito; quem mandou? Tem que mostrar a cara dele pra todo mundo conhecer o racista". De outro lado, tem gente achando um absurdo expor a cara do sujeito meramente por causa de uma piada politicamente incorreta e afirmando que não há qualquer racismo no que ele fez. Eu acho que tem uns errinhos de mira de um lado e de outro pra encontrar os problemas. Um lado parece querer que ele tome tapas quando andar na rua por ser racista e outro parece enxergar NADA criticável no que ele fez pois não houve racismo.
Sinceramente? Tem o caso do "é coisa de 'Cleiton'" e tem isso. Aquilo foi piada; preconceituosa, mas piada sem vítima direta. Isso aqui é irresponsabilidade pura, que poderia prejudicar a vida dos objetos de riso e, sim, preconceituosa também, é evidente. Não achar racismo é uma coisa; não achar preconceito algum é outra.
Antes de acusar a empresa onde ele trabalhava de estar "expondo-o" na internet, convém lembrar que ele, ou alguém ligado a ele, fez isso primeiro compartilhando a foto por aí. Então ele próprio - caso tenha compartilhado a foto publicamente - ou essas pessoas - caso tenham compartilhando uma foto privada - fizeram a dita exposição.
E, ainda falando em exposição e sua gravidade e consequências, vamos lembrar dos mais inocentes aqui: os sujeitos que simplesmente posaram pra uma foto com um estranho no Carnaval e foram taxados de CRIMINOSOS sem de fato terem cometido o crime do qual foram acusados. Olhando por alto isso poderia até configurar calúnia (P-O-D-E-R-I-A; não estou afirmando, e por pura falta de mais elementos pra poder julgar a situação).
Voltando à atitude da empresa: a irresponsabilidade do funcionário acabou refletindo nela. Que obviamente precisa de uma boa imagem pra desenvolver seu trabalho, vender seus serviços e que tem outros funcionários na folha de pagamento além desse. Se o cara se expôs com suas atitudes ou se seus conhecidos fizeram isso por ele levando a empresa a ter o nome arrastado pra essa bagunça correndo risco de boicote por atitudes que ela não tomou e tampouco endossa, nada mais natural que deixe suas circunstâncias bem claras na história, e não assuma a responsabilidade pelas liberdades alheias. Não sei dizer se a empresa "expôs" alguém. Sei que, por lógica, sujeito já estava exposto quando ela se manifestou. Aliás, provavelmente só se manifestou por causa da exposição. Talvez sequer se metesse nisso se o assunto ficasse restrito a meia dúzia de gato pingado. Acho que a empresa estaria sendo injusta se o demitisse por um ato inocente, por discordância político-ideológica inofensiva e tal, mas algo que poderia prejudicar terceiros ou a própria empresa e demostra imaturidade e moral questionável? Ela não tem obrigação alguma de segurar as pontas pelo funcionário que fez o que bem quis.
Liberdade é isso: fazer o que queremos e arcar com as consequências, nem sempre boas. Ética é a régua do bom senso que todo mundo deveria usar pra saber até onde exercer sua liberdade. Se a minha liberdade cria riscos sérios à alguém (imaginem se algum esquentadinho resolve fazer justiça com as próprias mãos contra os acusados de roubo? Ou se eles ficam estigmatizados como criminosos e ficam com dificuldade de arrumar emprego? Ninguém pensou nisso?), é evidente que a minha liberdade ultrapassou a linha do ético a se fazer.
Vão me desculpar, mas eu não estou lá muito compadecida do palhaço que dá depressão, não. Óbvio que não merece ser linchado, mas criticado pelo que fez? Ô, se merece.
~~ @RenataCarvalho
Como defender a liberdade de expressão, por Nick Cohen
Trechos:
3) O respeito é o inimigo da tolerância
As demandas dos religiosos por censura em nome do "respeito" revelam a leviandade da fé moderna. Os religiosos não dizem que estão defendendo a verdade de um ataque difamatório porque, em seus corações, sabem que não podem defender a verdade de seus livros sagrados. Assim, como advogados de celebridades tentando esconder segredos sujos, eles ameaçam os ganhos alcançados na luta pela tolerância religiosa ao dizer que aqueles que fazem perguntas difíceis à religião devem ser punidos por invadir a privacidade dos devotos.
A tolerância religiosa permitiu liberdade de religião e liberdade da religião. A exigência de "respeitar" a religião é uma tentativa de repelir os ganhos do Iluminismo, proibindo os argumentos essenciais que a tolerância religiosa permitiu.
8) Cuidado com qualquer um que comece uma frase com "a liberdade de expressão absoluta não existe, portanto..."
... pois eles vão acabar dizendo algo escandaloso. O princípio de John Stuart Mill de que a censura deve ser aplicada apenas em circunstâncias extremas continua sendo o melhor guia a seguir. O ataque dos advogados que usam a lei da difamação britânica contra cientistas mostra que, quando a sociedade confere poderes de censura, esses poderes nunca se limitam a alvos merecedores. Não são atiradores de elite, mas metralhadoras. Permita que eles disparem à vontade, e eles irão atacar qualquer coisa que se mova.
10) A internet não pode libertá-lo
Apenas a política pode fazer isso.
—---------------------------------------
Por André Luzardo via Blog Cético
https://newhumanist.org.uk/2750/how-to-defend-free-speech
Trechos:
3) O respeito é o inimigo da tolerância
As demandas dos religiosos por censura em nome do "respeito" revelam a leviandade da fé moderna. Os religiosos não dizem que estão defendendo a verdade de um ataque difamatório porque, em seus corações, sabem que não podem defender a verdade de seus livros sagrados. Assim, como advogados de celebridades tentando esconder segredos sujos, eles ameaçam os ganhos alcançados na luta pela tolerância religiosa ao dizer que aqueles que fazem perguntas difíceis à religião devem ser punidos por invadir a privacidade dos devotos.
A tolerância religiosa permitiu liberdade de religião e liberdade da religião. A exigência de "respeitar" a religião é uma tentativa de repelir os ganhos do Iluminismo, proibindo os argumentos essenciais que a tolerância religiosa permitiu.
8) Cuidado com qualquer um que comece uma frase com "a liberdade de expressão absoluta não existe, portanto..."
... pois eles vão acabar dizendo algo escandaloso. O princípio de John Stuart Mill de que a censura deve ser aplicada apenas em circunstâncias extremas continua sendo o melhor guia a seguir. O ataque dos advogados que usam a lei da difamação britânica contra cientistas mostra que, quando a sociedade confere poderes de censura, esses poderes nunca se limitam a alvos merecedores. Não são atiradores de elite, mas metralhadoras. Permita que eles disparem à vontade, e eles irão atacar qualquer coisa que se mova.
10) A internet não pode libertá-lo
Apenas a política pode fazer isso.
—---------------------------------------
Por André Luzardo via Blog Cético
https://newhumanist.org.uk/2750/how-to-defend-free-speech
newhumanist.org.uk
How to defend free speech
With the persecution of Salman Rushdie, the continuing furore over ‘offensive cartoons’, and polluters, dictators and terrorist bagmen using British libel law to shield their misdeeds from public scrutiny, the opponents of free speech have never had it so…
Forwarded from Spotniks
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VIEW IN TELEGRAM
Forwarded from Spotniks
Às vésperas de uma das eleições presidenciais mais importantes da nossa história, os políticos brasileiros têm um novo objetivo em vista: poder controlar o seu WhatsApp.
Quer conhecer melhor essa história? Dá o play aí.
Quer conhecer melhor essa história? Dá o play aí.
Forwarded from Aventuras na Justiça Social (AJS)
Não precisamos disso.
Fechem metade das vagas pra cursos de biologia, estamos formando muito e formando mal, em outras vezes só produzimos ativistas.
Esse ai é do RJ, vejam o discurso.
Fechem metade das vagas pra cursos de biologia, estamos formando muito e formando mal, em outras vezes só produzimos ativistas.
Esse ai é do RJ, vejam o discurso.
E lá vamos nós para mais um capítulo da novela do feiqui nius.
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Vamos imaginar um sistema capaz de fazer o que essa galerinha VISIONÁRIA DA HISTÓRIA DA COMUNICAÇÃO pensa que é possível fazer: por meio de técnicas de inteligência artificial, como redes neurais, grafos, reconhecimento de padrões, algoritmos genéticos, machine learning e outras do gênero, seria teoricamente possível construir um algoritmo que conseguiria, por meio de inúmeras comparações recursivas com ocorrências semelhantes, identificar notícias que não seguem determinados padrões que nós humanos usamos para determinar se algo é verdadeiro ou falso. Seria um esforço computacional TREMENDO para uma causa tão...banal, mas seria possível.
Agora vamos imaginar o que poderíamos fazer para diferenciar uma notícia falsa de uma verdadeira sem precisar de um algoritmo: buscar outras fontes parecidas, e comparar as outras com a que está atualmente no crivo. OLHA SÓ QUE COINCIDÊNCIA, É IGUAL AO QUE O ALGORITMO FARIA.
Percebe? Essa galerinha quer fazer um esforço infrutífero por uma causa imbecil.
Que parte de "SE A NOTÍCIA FOI PUBLICADA PRA SE ASSEMELHAR A UMA NOTÍCIA LEGÍTIMA, NÃO CITA FONTES, NÃO CITA REFERÊNCIAS, OU SIMPLESMENTE PARECE FALSA, VÁ BUSCAR OUTRAS FONTES E AVERIGUE, SEU FILHO DA PUTA" é tão difícil de entender, afinal?
Fonte:
https://catracalivre.com.br/geral/cidadania/indicacao/fake-news/
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#MrThighs | @edaldem
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Vamos imaginar um sistema capaz de fazer o que essa galerinha VISIONÁRIA DA HISTÓRIA DA COMUNICAÇÃO pensa que é possível fazer: por meio de técnicas de inteligência artificial, como redes neurais, grafos, reconhecimento de padrões, algoritmos genéticos, machine learning e outras do gênero, seria teoricamente possível construir um algoritmo que conseguiria, por meio de inúmeras comparações recursivas com ocorrências semelhantes, identificar notícias que não seguem determinados padrões que nós humanos usamos para determinar se algo é verdadeiro ou falso. Seria um esforço computacional TREMENDO para uma causa tão...banal, mas seria possível.
Agora vamos imaginar o que poderíamos fazer para diferenciar uma notícia falsa de uma verdadeira sem precisar de um algoritmo: buscar outras fontes parecidas, e comparar as outras com a que está atualmente no crivo. OLHA SÓ QUE COINCIDÊNCIA, É IGUAL AO QUE O ALGORITMO FARIA.
Percebe? Essa galerinha quer fazer um esforço infrutífero por uma causa imbecil.
Que parte de "SE A NOTÍCIA FOI PUBLICADA PRA SE ASSEMELHAR A UMA NOTÍCIA LEGÍTIMA, NÃO CITA FONTES, NÃO CITA REFERÊNCIAS, OU SIMPLESMENTE PARECE FALSA, VÁ BUSCAR OUTRAS FONTES E AVERIGUE, SEU FILHO DA PUTA" é tão difícil de entender, afinal?
Fonte:
https://catracalivre.com.br/geral/cidadania/indicacao/fake-news/
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#MrThighs | @edaldem
Catraca Livre
Fake News: R$ 100 mil para quem ajudar a combater as falsidades
O Instituto SEB de Educação, em parceria com Catraca Livre, vai oferecer R$ 100 mil a quem criar uma ferramenta digital que ajude a combater as fake news.
Liberdade de Expressão via @like
E lá vamos nós para mais um capítulo da novela do feiqui nius. _____________________ Vamos imaginar um sistema capaz de fazer o que essa galerinha VISIONÁRIA DA HISTÓRIA DA COMUNICAÇÃO pensa que é possível fazer: por meio de técnicas de inteligência artificial…
Pra que "fake news" quando você pode simplesmente ser um site bosta com conteúdo bosta?
~~ aly
esporte.ig.com.br/futebol/2016-11-30/catraca-livre-chapecoense.html
~~ aly
esporte.ig.com.br/futebol/2016-11-30/catraca-livre-chapecoense.html
Esporte
Catraca Livre usa tragédia com Chapecoense para ganhar audiência - Futebol - iG
O site Catraca Livre foi duramente criticado pelos internautas nesta terça- feira após posts de mau gosto. Veja a repercussão sobre o Catraca Livre
Pessoal que segue a página e gosta de nossos textos, estamos migrando parte de nossa produção de conteúdo para a rede social Steemit.
bit.ly/Siga-a-gente-no-steemit
Ela é um Medium, mas descentralizado, na blockchain, prometendo não ter censura.
- https://steemit.com/@alyaugusto
- https://steemit.com/@jeanzf
- https://steemit.com/@donin
- https://steemit.com/@elivieira/
Por enquanto as contas demoram para ser aprovadas, em uma média de 10 dias, pois eles filtram manualmente os usuários. Mas recomendo migrarem pra lá também.
Diversos motivos nos levaram a isso. Ultimamente o Facebook, Google, Twitter (dono do Medium) estão censurando, banindo e deletando contas de pessoas que não são de esquerda ou que criticam internamente a ideologia.
O Steemit está em beta ainda, então pode ter alguns bugs, mas é um token / plataforma que vejo imenso potencial de crescimento, caso os desenvolvedores se comprometam bem no futuro. É baseada em Ethereum e a Steem Network remunera seus criadores de conteúdo com tokens (cryptocoins).
É um bom incentivo para usuários não ficarem dependentes de anunciantes, que acabam controlando as diretrizes de plataformas centralizadas, como o Youtube e Facebook.
Na Steem Network existe também o https://d.tube/ que promete ser uma plataforma de vídeos sem perseguição,diferente do Google/Youtube.
Saiba mais sobre a plataforma e casos de censura:
- https://steemit.com/steemit/@mindover/steemit-for-dummies-like-me-everything-you-need-know-to-get-started
- https://steemit.com/steemit/@panenka/what-is-steemit-and-how-does-it-work
- https://steemit.com/dtube/@joshsigurdson/25rqwrnl
- https://tecnoblog.net/235572/youtube-problema-moderadores-humanos/
- https://www.projectveritas.com/2018/01/11/undercover-video-twitter-engineers-to-ban-a-way-of-talking-through-shadow-banning-algorithms-to-censor-opposing-political-opinions/
Lembrando sempre: é perigoso deixar tudo em uma plataforma de terceiros, que foge de nosso controle.
O Steemit, em teoria, promete ser livre mas isso só o tempo dirá. Não são todos que possuem saco para criar newsletters e servidores próprios.
~~~@Jeanzf
bit.ly/Siga-a-gente-no-steemit
Ela é um Medium, mas descentralizado, na blockchain, prometendo não ter censura.
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Por enquanto as contas demoram para ser aprovadas, em uma média de 10 dias, pois eles filtram manualmente os usuários. Mas recomendo migrarem pra lá também.
Diversos motivos nos levaram a isso. Ultimamente o Facebook, Google, Twitter (dono do Medium) estão censurando, banindo e deletando contas de pessoas que não são de esquerda ou que criticam internamente a ideologia.
O Steemit está em beta ainda, então pode ter alguns bugs, mas é um token / plataforma que vejo imenso potencial de crescimento, caso os desenvolvedores se comprometam bem no futuro. É baseada em Ethereum e a Steem Network remunera seus criadores de conteúdo com tokens (cryptocoins).
É um bom incentivo para usuários não ficarem dependentes de anunciantes, que acabam controlando as diretrizes de plataformas centralizadas, como o Youtube e Facebook.
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Saiba mais sobre a plataforma e casos de censura:
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- https://steemit.com/dtube/@joshsigurdson/25rqwrnl
- https://tecnoblog.net/235572/youtube-problema-moderadores-humanos/
- https://www.projectveritas.com/2018/01/11/undercover-video-twitter-engineers-to-ban-a-way-of-talking-through-shadow-banning-algorithms-to-censor-opposing-political-opinions/
Lembrando sempre: é perigoso deixar tudo em uma plataforma de terceiros, que foge de nosso controle.
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Facebook
Eu defendo a liberdade de expressão, MAS
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Ela é um Medium, mas descentralizado, na blockchain, prometendo...
Ela é um Medium, mas descentralizado, na blockchain, prometendo...
John Stuart Mill comentando o mau uso da liberdade de expressão.
Assista ao vídeo youtu.be/8nZsCQOVFKs
@humanas
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@humanas