Liberdade de Expressão
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Canal da página "Eu Defendo a Liberdade de Expressão, MAS" do Facebook. bit.ly/edaldem

Aqui falarmos sobre tudo relacionado à liberdade de expressão, promovendo o debate acerca do tema.
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Quem fala em revolução no Twitter geralmente treme quando vê uma arma de verdade. Não tenham medo.
Tudo bem você criticar qualquer empresa por qualquer que seja o motivo, mas quando você se entende liberal, sua crítica precisa fazer sentido dentro de um espectro de valores liberais, dentre os quais está a liberdade para definir as regras de seu próprio empreendimento privado.

~~ aly @edaldem
Ninguém na academia parece mais acreditar nos valores centrais da academia. Agora, as faculdades cristãs estão tentando suprimir discursos.

RESUMO: Eles demitiram este professor de filosofia por postar um vídeo no YouTube alertando sobre o mal que existe em cada coração humano. Talvez porque ele fez isso postando uma canção ligeiramente engraçada alertando sobre o "pequeno Hitler" em todos nós.

Espero que ele os processe. Essa loucura não vai parar até que algumas universidades comecem a perder processos judiciais de milhões de dólares.

nypost.com/2020/09/04/christian-college-fires-professor-for-warning-against-hate/

~~ Mike Huemer
Os funcionários do Facebook tem demostrado descontentamento com as políticas da empresa. O Verge teve acesso a 16 áudios e dezenas de posts internos de reuniões entre maio e agosto dos altos executivos se defendendo contra os funcionários, os quais pressionam os líderes sobre as políticas contra desinformação, eleições americanas, direitos civis e Donald Trump. “Uma das coisas sobre as quais falamos um pouco menos dentro da empresa é que ... a comunidade que servimos tende a ser, em média, ideologicamente um pouco mais conservadora do que nossa base de funcionários”, disse Mark Zuckerberg em uma das ocasiões. “Talvez ‘um pouco’ seja um eufemismo. ... Se quisermos realmente fazer um bom trabalho servindo as pessoas, [temos que levar] em consideração que existem diferentes pontos de vista sobre diferentes coisas, e que se alguém discordar de um ponto de vista, isso não significa necessariamente que são odiosos ou com más intenções.”

https://www.theverge.com/21444203/facebook-leaked-audio-zuckerberg-trump-pandemic-blm
A Justiça de Santa Catarina determinou que o portal do Intercept Brasil esclareça as declarações do juiz Rudson Marcos no julgamento do empresário André Camargo Aranha pela acusação de estupro de vulnerável contra a influenciadora Mari Ferrer. Aranha foi absolvido por falta de provas, mas o site sintetizou a sentença numa tese de “estupro culposo”, que não existe no código penal nem é mencionada em nenhum documento do caso. O Intercept admitiu que criou a expressão para explicar o caso ao público leigo, mas a juíza Cleni Serly Rauen Vieira não considerou a retratação suficiente. Além disso, a magistrada também considerou que, ao exibir somente trechos editados do vídeo do julgamento, o site deu a entender que o juiz não interveio para conter os ataques do advogado do réu à vítima. O Intercept ainda não se manifestou.
Forwarded from Neoliberais
Imagine um grupo formado por servidores comissionados (muito bem pagos, diga-se) em uma Prefeitura, contratados para atrapalhar equipes de reportagem que denunciam problemas na saúde pública. O que poderia ser um roteiro de curta metragem, aconteceu no Rio de Janeiro, no episódio que ficou conhecido como “Guardiões do Crivella”. Esse é um dos inúmeros exemplos das graves ameaças e violações à liberdade de imprensa no país em 2020. Infelizmente, esse não é um problema somente nosso. De Wuhan ao Rio de Janeiro, governos arbitrários tem apenas um interesse: evitar que você seja bem informado.

Leia mais no artigo

https://neoliberais.com/2021/01/07/voce-ta-falando-da-sua-mae-o-perigo-dos-ataques-a-liberdade-de-imprensa/
>critique os ancaps
>defenda o mesmo proprietarismo tosco que diz que a propriedade privada é absoluta e o dono pode fazer o que quiser

Censura não é apenas quando é praticada pelo Estado, empresas privadas (como redes sociais) também podem fazer o mesmo
E quando é uma política extremamente seletiva (você não vê a esquerda sendo vítima como a direita) e com critérios bastante subjetivos como fake news e discurso de ódio você dá brecha para todo tipo de arbitrariedade

Tratar redes sociais como uma mera propriedade individual (como sua casa) é um grande erro. Essas redes foram criadas como ambientes livres e abertos e agregam a maioria esmagadora da sociedade. Ao entrar na rede os termos apresentam critérios bem vagos e não falam em momento algum que a rede tem uma preferência ideológica (quando tem). Até 2017 o facebook, o twitter e o youtube eram redes extremamente livres, você raramente era banido por conta de seus posicionamentos políticos. Depois disso a coisa muda e a rede começa a adotar políticas de "combate às fake news e ao discurso de ódio", mas curiosamente só um lado político acaba sendo vítima. Em 2018 200 páginas de direita foram excluídas em um só dia, nada parecido jamais ocorreu com a esquerda. E nem estou negando que há bastante fake news e discurso de ódio sendo difundido por certas páginas de direita, mas ao mesmo tempo você tem páginas de esquerda como Mídia Ninja, Jornalistas Livres (que me acusou de fazer um evento neonazista e o post tá no ar até hoje), Intercept, Carta Capital e afins que difundem notícia falsa a rodo e nunca foram punidos.
Tem influenciadores como Jones Manoel, Lucas Rubio, Saia da Matrix e afins que defendem abertamente o extermínio de pessoas que pensam diferente na revolução comunista e estes também jamais foram punidos por discurso de ódio.
Uma pessoa como a Patrícia Lélis que fez acusações falsas de estupro, forjou uma ameaça, fingiu ter até mesmo um filho que não é dela jamais foi punida por fake news e tem até selo de verificado.

Os vieses são claros e evidentes. Se o facebook tivesse sido criado como uma rede esquerdista ou direitista eu não veria problema nele banir um lado político. Mas não, ele nasceu e se vendeu como uma rede imparcial que começa a censurar um determinado lado do espectro para influenciar no resultado político, algo pouco democrático inclusive.
Pensem num shopping, o dono não pode do dia pra noite proibir pessoas de entrarem só por conta da preferência ideológica, só porque "hur dur ele é o dono". E se você acha isso razoável, faça outro raciocínio, imagine se o dono fosse um racista e começasse a proibir a entrada de pessoas por conta da cor da pele, obviamente seria um problema e ele não poderia fazer isso só por ser proprietário.

Uma coisa é você expulsar alguém da sua casa por razões ideológicas, outra coisa é você ter uma propriedade que sempre foi aberta ao público e querer banir alguém por razões ideológicas tendo como base critérios extremamente vagos.
Quando é um critério objetivo eu até entendo. Por exemplo, o facebook sempre proibiu pornografia, é algo fácil de identificar. Se o cara postou pornô é ban na hora. Mas o próprio conceito de "discurso de ódio" é extremamente vago, já vi críticas comuns ao feminismo serem classificados como discurso de ódio por exemplo. Quando é um ato como racismo que toda rede social sempre proibiu também acho ok o banimento e porque também é algo mais fácil de identificar, mas e quando uma crítica ao feminismo automaticamente resulta em ban por machismo?

Vocês estão literalmente aplaudindo uma corporação censurar um grupo político específico para influenciar no resultado político de um país, estão aplaudindo discriminação velada contra um lado do espectro político.
Donald Trump é um verme que merece até ser preso pela invasão que provocou, mas não vejo com bons olhos um banimento claramente ideológico enquanto até o Maduro e o ditador iraniano mantém suas contas no twitter sem problema algum.

~~ Lucas Sampaio
As redes sociais continuam agindo contra Donald Trump e seus apoiadores. As big techs junto com grandes corporações estão paralisando suas doações políticas. Estão na lista Microsoft, Google, Facebook e JPMorgan. O Facebook ainda disse que vai bloquear qualquer conteúdo com a expressão Stop the Steal (parem o roubo), usada por grupos pró-Trump que acreditam nas acusações falsas de que a eleição foi fraudada. Após ter excluído o presidente, o Twitter ainda suspendeu mais de 70 mil contas ligadas ao grupo QAnon.

Mas… Esses grupos já estão encontrando novos espaços virtuais que são ainda mais difíceis de rastreá-los. Rumble, uma versão de direita do YouTube, e MeWe, correspondente ao Facebook, viram seu números crescerem nos últimos dias. O mesmo vale para aplicativos de mensagem encriptados, como o Telegram e o Signal. (Globo)
Forwarded from Alysson Augusto
Muitos veganos estão comemorando o fato de que Donald Trump foi banido do Twitter, Facebook e outras plataformas. Neste vídeo, explico os motivos pelos quais, enquanto vegano, você NÃO deve comemorar a censura das grandes empresas de tecnologia, as chamadas Big Tech.

https://youtu.be/KBf3c7vAeFY
"Precisamos mais do que deplatforming [*]

Não há qualquer dúvida de que mídias sociais tiveram um papel fundamental para a invasão do Capitólio em 6 de Janeiro.

Desde então, houve um grande foco no deplatforming do Presidente Donald Trump. De toda maneira fazer isso com um chefe de estado é uma questão crítica, entre diversas que devem ser consideradas. Quando as plataformas sociais deveriam tomar esse tipo de ação? O poder de decisão para isso realmente é apenas delas?

Mas por mais inaceitáveis as ações de Trump sejam, o uso ostensivo da internet para fomentar o ódio e a violência, e reforçar a supremacia branca, é mais do que apenas parte da personalidade de alguém. Donald Trump não é o primeiro a explorar a arquitetura da internet desta maneira, e não será o último. Precisamos de soluções que não se iniciem quando qualquer dano oculto já tiver sido causado.

Mudar essas dinâmicas perigosas envolve muito mais do que silenciar ou remover permanentemente os "maus atores" das mídias sociais.

Ações adicionais precisas devem ser tomadas:
Revelar quem paga os anúncios, quanto pagam e qual é o público ao qual eles são direcionados.
Comprometer-se com significativa transparência nos algoritmos que controlam o alcance, para sabermos como e quais conteúdos estão recebendo notoriedade, para quem e qual é o impacto resultante.
Manter ligadas por padrão as ferramentas que priorizam as vozes factuais sobre aquelas que divulgam desinformação.
Trabalhar com pesquisadores independentes para facilitar profundos estudos sobre o impacto das plataformas nas pessoas e em nossa sociedade, e em que sentido podemos melhorar isso.

Estas ações podem e devem ser desempenhadas pelas plataformas neste exato momento. A resposta não é anular completamente a internet, mas construir uma melhor, que pode resistir a esses desafios. Podemos começar destas maneiras."
_____________
Mitchell Baker, CEO da Mozilla Foundation, companhia esta que, ironicamente, angariou comunidade e sempre se sustentou na ideia de software e internet livre na utilização de seus produtos como o famoso browser Mozilla Firefox.

[*] deplatforming, A.K.A. no-platforming, é o ato de uma pessoa perder acesso a todas as redes e mídias sociais possíveis em represália a atos ou opiniões dessa pessoa que atentem contra determinada ideia, afim de reduzir o alcance de sua expressão através da internet.

Source:
https://blog.mozilla.org/blog/2021/01/08/we-need-more-than-deplatforming/