Guitarra Zen
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Canal oficial dos alunxs de guitarra e violão de André Martins - www.andremartins.online
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Boa noite! Quem aqui estuda ritmos, figuras rítmicas aplicadas ao braço do instrumento e ideias rítmicas na improvisação/composição, de forma clara e consciente? Eis aqui um "aulão" daqueles sobre o assunto!
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No fundo, tudo se resume a ligar um ponto A num ponto B. Porém, conhecer muito bem o braço do instrumento, a interface que você escolheu para se expressar musicalmente, lhe dará oportunidades de traça rotas distintas das tradicionais, mesmo em idiomas musicais muito bem estabelecidos, como um blues-jazz de 12”. Quem esperaria por um acorde de F7M(#11) num blues-jazz em B7? Bons estudos!
Frigio, Frigio Maior, Frigio Dominante, quantos tipos de Frigio existem? E importa? Afinal, um modo com intenção menor + b9 pode caminhar para vários lugares distintos ao longo do braço do instrumento…
: C7M | Eb7M(9) | G7M(13) | G7sus4(9) : — Um pequeno estudo entre acordes com 7a maior, em terças. É o prato cheio para entender e aplicar os AEM, acordes de empréstimo modal. ✌🏻🍀
Um pedal de delay também pode ser um pedal de loop… na mão! 😁
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A tecnologia pode deixar tudo meio engraçado. Mas também pode servir de apoio para aprendermos mais sobre nossa técnica e desenvolvimento musical, por exemplo. O Reels (dentro do Instagram) hoje permite que você aumente ou diminua a velocidade original do vídeo que deseja compartilhar. Eu gravei este pequeno exemplo ontem, e hoje, ao procurar compartilha-lo com vocês, fiquei fuçando nestes negocinhos que o Reels oferecem. E percebi que este tipo de alteração de velocidade, além de ser engraçado/mímico/meme-like, pode ser ser uma ferramenta para você prestar atenção tanto ao caminho melódico quanto à divisão rítmica do fraseado. Se você gravar algo que esteja meio “mais ou menos” no andamento musical, ao dobrar a velocidade, vai ficar legal não…. Mas se você tocar com eficiência rítmica, vai poder checar as divisões que vão acontecendo durante a criação da frase improvisada. Que nunca nasce do zero, né… mas isso já é assunto para outro post… 😎✌🏻
Para aquecer os dedos neste frio, nada melhor que um velho e bom Tube Screamer! 😁✌🏻
Um dos meu maiores mestres, Bill Frisell, tocando All the things you are, só com o violão acústico:
All the Headless You Are… inspiração no vídeo do Frisell e nesta guitarra maravilhosa, a Strandberg… bom final de semana! 🍀
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Uma das músicas mais bonitas que já toquei. “Nascente “, do grande Venturinni. 🍀
Um tema que me lembra Lyle Mays🍀