Atendendo a (muitos) pedidos, ei-lo: o Dórico, modo ii da escala maior. O mais querido no jazz, na música latina, brasileira e muitas outras. Um modo menor com a 6M: F, 2M, 3m, 4J, 5J, 6M, 7m.
E nossa tabela de intervalos específica do modo dórico. Sempre aprenda digitações alternativas do mesmo grupo intervalar!
Muito do que um guitarrista cria, grava e produz se relaciona com o ritmo da mão direita. Aqui, um exemplo inspirado no grande Jorge Benjor, o saudoso samba esquema novo, uma mistura de samba, funk, groove e sincopação da música latina. Não pense/estude somente escalas e arpejos, dê a devida atenção ao estudo do ritmo e do mais importante elemento da música ocidental: GROOVE.
👊🏻🍀
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Ritmo na improvisação, sempre. Pode ser escala, arpejo, cromatismo ou modal, o ritmo é quem MANDA! 👊🏻
Dica para o estudo de final de semana: improvisar utilizando o braço todo da guitarra a partir de um groove brazuca. Aqui, um baião. ✌🏻🙌🏻
Tocar arpejo na guitarra não significa apenas digitá-los sobe e desce, de um jeito único e sempre cm o voicing na íntegra. Quem acompanha meus exemplos semanais de aplicação dos arpejos no Instagram por aqui também, sabe que venho mostrando a importância de tocar arejos de forma mais musical e menos focada apenas no approach técnico.
Neste exemplo, uso várias foram de digitar alguns arpejos de tétrades e com extensões, como as 9as diatônicas, ao longo do braço em 2 e/ou 3 cordas apenas, focando sempre em uma movimentação horizontal.
Neste exemplo, uso várias foram de digitar alguns arpejos de tétrades e com extensões, como as 9as diatônicas, ao longo do braço em 2 e/ou 3 cordas apenas, focando sempre em uma movimentação horizontal.
Testando novas cordas no meu Joacyr de Carvalho, agora com ação pesada da Augustine. Quem conhece esta canção?
Eis aqui um cara que toca guitarra de maneira musical e "diferente" dos atuais guitarreiros hipters... com a incrível sacada de tocar simples e nem tão diferente assim. Afinal, os fundamentos são, sempre, os que mandam na criação musical.