Sem palheta, bem livre. Umas das formas mais bacanas de se tocar guitarra elétrica 😎
Dominar o braço do instrumento em todas as diferentes regiões, aproximando harmonia da melodia. Não é segredo, parece fácil é realmente não é complicado, mas você deve praticar pensando nas funções harmônicas, nos movimentos cadenciais e nas INTENÇÕES que deseja criar. Não é sobre digitar escalas, arpejos e cifras. É sobre usar estas ferramentas para criar um discurso musical. Como você tem praticado a improvisação musical?
E este mesmo tipo de abordagem na hora da improvisação pode ser usado com o uso de overdrive e/ou distorção. Apenas a dinâmica estrutural das mãos do instrumentista é diferente:
Vocês pediram bastante, eis aí o primeiro vídeo que fiz baseado nas lendárias colunas GUITARRA ZEN, da revista Cover Guitarra. Quem aí leu alguma destas colunas, publicadas entre os anos 2002-2011?
Um exemplo simples e prático de como você pode tocar o tipo de cadência mais comum e utilizada na música popular ocidental -- ii V7 I -- de forma criativa e musical, conectando alguns voicings e inversões numa mesma região do braço da guitarra.
Toco violão erudito, toco violão popular, toco guitarra elétrica, jazz, blues, choro, baião. Às vezes, sai algo assim, tudo misturado e junto, de uma só vez.
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Um pequeno estudo que fiz na hora, com a harmonia de Autumn Leavves (standard de jazz que está na edição original do REAL BOOK), com o uso de voicings e inversões ao longo do braço da guitarra.
Num estilo como o baião, sempre tem caminhos diferentes a serem explorados, tanto harmonica quanto melodicamente.