Gravei um loop com somente 1 única nota DO oitavada para mostrar como diferentes tipos e famílias de acordes causam diversas e múltiplas sensações com a mesma nota melódica. Eu começo com um simples acorde de C maior e sigo para Dm7, F7m(13), G/A, Ab7M(13), Bb7(13), Dø (que na verdade é a 1a inversão de Bb7(9)), Em7(#5) — que na verdade é a 1a inversão de C7M(9), D7(9), Eb6, Ab7M(9), F7sus, F7(13), F#º, G7sus9, Bb7M(#11), Am7(11), Am(7M)9, F#ø (na sua 1a inversão, que é enarmônico à Am6), B7(b9) — que é praticamente enarmônico à Cº (eu explico o “praticamente” em um outro post…), Db7M. Eu toquei no total 22 acordes (isso mesmo, você leu certo, VINTE E DOIS acordes) com a mesmíssima nota melódica, e poderia ter tocado vários outros mais, sem falar nas enarmonias e inversões e dores, CAGED e uso de voicings e clister abertos.
Da próxima vez que você ficar sem ideia para compor e/ou improvisar, use esta ferramenta, estude os acordes, inversões, CAGED e voicings com afinco e entenda a relatividade dos intervalos na Harmonia Ocidental.
‘Bora estudar?
Da próxima vez que você ficar sem ideia para compor e/ou improvisar, use esta ferramenta, estude os acordes, inversões, CAGED e voicings com afinco e entenda a relatividade dos intervalos na Harmonia Ocidental.
‘Bora estudar?
Para quem gosta de jazz, do Bill Frisell, do Lars Jensen e presta atenção naquilo que eu sempre falo aqui para vocês: onde tem um acorde, tem sempre pelo menos um arpejo e uma escala/modo deste acorde... bom estudo!
(para quem tiver a curiosidade de assistir o doc original do Frisell, do qual o Larsen falou, está online, aqui:)
Como prometido, o vídeo da parte A inteirinha de The Days of Wine and Roses, com a maneira que acrtedito ser a mais musical e eficiente para criar Chord Melodies e improvisação por acorde. Boa diversão!
Para quem gosta de portabilidade, Cubabe + MacBook + Eart Headless... cabe quase tudo dentro de uma mochila. Bom feriado!