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VÍDEO NOVO!
A gripe aviária é um vírus mortal com potencial para desencadear uma pandemia global. Agora, graças ao governo dos EUA, dois experimentos de laboratório tentando encontrar maneiras de torná-la mais perigosa retomarão seu trabalho depois de anos de espera.
https://youtu.be/ofeHxrscIm8
A gripe aviária é um vírus mortal com potencial para desencadear uma pandemia global. Agora, graças ao governo dos EUA, dois experimentos de laboratório tentando encontrar maneiras de torná-la mais perigosa retomarão seu trabalho depois de anos de espera.
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NOVA GRIPE MORTAL: como impedir cientistas de criarem uma?
A gripe aviária é um vírus mortal com potencial para desencadear uma pandemia global. Agora, graças ao governo dos EUA, dois experimentos de laboratório tent...
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VÍDEO NOVO!
Conforme a The Economist, 2019 será o ano do veganismo: o mundo passará por um crescimento nunca antes visto na defesa dos animais, com uma maior popularização e adesão a essa filosofia que rejeita o uso e consumo de produtos de origem animal.
youtu.be/_IOWP3NFwos
Conforme a The Economist, 2019 será o ano do veganismo: o mundo passará por um crescimento nunca antes visto na defesa dos animais, com uma maior popularização e adesão a essa filosofia que rejeita o uso e consumo de produtos de origem animal.
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2019: O ANO DO VEGANISMO
Conforme a The Economist, 2019 será o ano do veganismo: o mundo passará por um crescimento nunca antes visto na defesa dos animais, com uma maior popularizaç...
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Vocês gostam de audiobooks? Pois saibam que tô com propósito de ler e divulgar pra vocês, GRATUITAMENTE, audiobooks de filosofia — tudo aqui no canal. Já gravei o primeiro: "Apologia de Sócrates", livro clássico de Platão onde ele simula a conversação de Sócrates quando fez sua defesa antes de ser condenado à morte. É um livro que nos instiga a pensar sobre a democracia e como ela pode ser injusta, mas acima de tudo nos faz refletir sobre a justiça em si mesma e, claro, sobre a natureza da morte. A linguagem é relativamente rebuscada, mas fácil de entender, ainda mais quando alguém está lendo pra você, dando um tom humano às palavras (que é o que farei).
Se vocês gostarem, espero que possam considerar serem meus padrinhos pelo link http://padrim.com.br/alysson
Com financiamento, posso me dedicar à produção de mais e mais audiobooks de filosofia, algo que quase não existe no Brasil. É um trabalho demorado, mas gratificante, fazendo as pessoas reduzirem custos (como tempo, leitura e dinheiro) pra consumirem livros de forma muito fácil, bastando colocar seu fone de ouvido e, sei lá, "ler" (ouvir) o livro no trânsito ou mesmo lavando a louça em casa. A depender do sucesso dessa empreitada, posso profissionalizar as coisas e mesmo colocar efeitos sonoros e músicas ambiente pra dar mais impacto à leitura e tornar tudo mais significativo, garantindo que vocês consigam, após o audiobook, dizerem com propriedade que conhecem todo o conteúdo do livro.
Enfim, vamos torcer pra dar certo.
Se vocês gostarem, espero que possam considerar serem meus padrinhos pelo link http://padrim.com.br/alysson
Com financiamento, posso me dedicar à produção de mais e mais audiobooks de filosofia, algo que quase não existe no Brasil. É um trabalho demorado, mas gratificante, fazendo as pessoas reduzirem custos (como tempo, leitura e dinheiro) pra consumirem livros de forma muito fácil, bastando colocar seu fone de ouvido e, sei lá, "ler" (ouvir) o livro no trânsito ou mesmo lavando a louça em casa. A depender do sucesso dessa empreitada, posso profissionalizar as coisas e mesmo colocar efeitos sonoros e músicas ambiente pra dar mais impacto à leitura e tornar tudo mais significativo, garantindo que vocês consigam, após o audiobook, dizerem com propriedade que conhecem todo o conteúdo do livro.
Enfim, vamos torcer pra dar certo.
www.padrim.com.br
Filosofia com Alysson Augusto | Padrim
O Padrim é uma plataforma de financiamento coletivo contínuo voltado para conectar produtores de conteúdo com seus fãs. Crowdfunding mantendo conteúdo independente e de qualidade.
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Apologia de Sócrates, Platão
AUDIOBOOK COMPLETO!
Link para ouvir: youtu.be/LeZvKda6fjg
Narração de @AlyAugusto
AUDIOBOOK COMPLETO!
Link para ouvir: youtu.be/LeZvKda6fjg
Narração de @AlyAugusto
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Conforme o jornal The Moscow Times, Vladimir Putin assinou uma lei que PROÍBE briga de animais, zoológicos em shoppings, animais em bares e restaurantes e também PROÍBE 100% a MATANÇA de cães e gatos.
Vídeo no YouTube: https://youtu.be/IQqb831qEVs
Vídeo no YouTube: https://youtu.be/IQqb831qEVs
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Rússia PROÍBE crueldade contra animais | Isso é bom?
Conforme o jornal The Moscow Times, Vladimir Putin assinou uma lei que PROÍBE briga de animais, zoológicos em shoppings, animais em bares e restaurantes e ta...
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Afinal, como ficam os pobres no anarcocapitalismo?
Assista → youtu.be/qrc-gzmU9UU
Transcrição do vídeo no meu Medium, pra quem prefere ler: https://medium.com/@alysson/pobres-no-anarcocapitalismo-resposta-a-alexandre-porto-79170fdf0dd6
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Re: Alexandre Porto | POBRES no Anarcocapitalismo
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Lula não é vítima. Quem morreu foi a criança, não ele. Lula é alguém que perdeu (mais) um familiar. Até aí ok, acontece com todos, faz parte da nossa animalidade comum. Agora, no momento em que ele utilizar a morte da criança para fins políticos, assim como fez com a morte de sua mulher, e seus seguidores fizeram durante o velório de seu irmão, ele tá apenas sinalizando que é um interesseiro mesmo, capitalizando de forma mórbida pra tentar alguma chance de se safar da justiça. Acredito que ele deve ter o direito de ir ao velório e estar com os familiares neste momento. Mas também acredito que, a despeito de ele ter sofrido mais esse baque em sua trajetória de vida, ele tá longe de ser uma vítima numa história que pouco tem a ver com ele (e sim com um familiar falecido), o que faz qualquer tentativa de politização de mais esta morte algo profundamente questionável e digno de nos fazer questionar a hombridade do ex-presidente.
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Como parecer um filósofo genial sem se esforçar muito?
Ouça o audiotexto do Elan Marinho pelo link: https://youtu.be/LnT3h5-2iYc
Patrocine a divulgação filosófica, acesse: padrim.com.br/alysson
Participe do grupo The Filosofia of Brazil no Discord: https://discord.gg/jf8u3U2
Pra quem quiser ler o texto, aqui: https://medium.com/@alysson/como-parecer-um-filósofo-genial-sem-se-esforçar-muito-elan-marinho-audiotexto-voz-humana-4d27e899551d
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Como parecer um filósofo genial sem se esforçar muito, Elan Marinho | AUDIOTEXTO | VOZ HUMANA
APOIE A DIVULGAÇÃO FILOSÓFICA: http://padrim.com.br/alysson Padrinhos que tornam meus vídeos possíveis: Fernando Moreno Gabriel Gauss de Moraes Morais Louren...
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No geral, sinto que seria covardia não exprimir o que penso. Eu não estaria me abrindo para o mundo e me permitindo ser corrigido das ideias e comentários mais polêmicos que cultivo em segredo. Seria como trair minha própria construção pessoal a prevenção de críticas e ofensas que eu pudesse fazer a favor de mim mesmo, não me permitindo, como diria Mill, "trocar o erro pela verdade" nesse exercício de liberdade de expressão mútua (a minha e a de meus críticos). O processo sempre, invariavelmente, envolve custos psicológicos (você não é uma máquina apenas por expressar as coisas de forma muitas vezes insensível e objetiva), e não se permitir experienciar esses custos é a covardia própria de quem prefere nutrir uma bolha pessoal, um espaço seguro, livre da confrontação e do incômodo de viver num mundo plural. Gosto dessa minha mania de não me acovardar frente ao que penso, porém estou sempre ciente de que posso estar sendo ingênuo, na medida em que a prevenção pode ser, também, fruto de um amadurecimento pessoal. Medir o que seja ou não apropriado para cada momento também é um critério a ser pensado, e isso pode tornar qualquer ato de covardia uma virtude. Ainda assim, meu modelo ideal de sociedade envolve pessoas dizendo o que pensam e se permitindo ser corrigidas, e não pessoas que evitam polêmicas em nome da sua fortaleza pessoal de segurança psicológica - se tem algo que nos leva aos extremismos, são justamente essas bolhas. Ao menos será assim enquanto eu me ver como um defensor da liberdade de expressão.
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No audiotexto de hoje, você é convidado a conhecer Jeremy Bentham, filósofo moral pai do utilitarismo e, politicamente falando, uma das grandes mentes por trás do liberalismo contemporâneo.
https://youtu.be/N2RMSoVGUpY
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Um pouco sobre Jeremy Bentham, Rikk Hill | AUDIOTEXTO | VOZ HUMANA
Conheça o podcast "Narração Filosófica": https://anchor.fm/alycast
Jeremy Bentham, além de figura das mais excêntricas do pensamento liberal e utilitarista, foi filósofo, jurista e um dos últimos iluministas a propor a construção de um sistema de filosofia…
Jeremy Bentham, além de figura das mais excêntricas do pensamento liberal e utilitarista, foi filósofo, jurista e um dos últimos iluministas a propor a construção de um sistema de filosofia…
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"Toda ciência começa como filosofia e acaba como arte; surge na hipótese e flui para a realização."
https://youtu.be/p7iZMefRlXc
https://youtu.be/p7iZMefRlXc
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A diferença entre ciência e filosofia, Will Durant | AudioTexto | Voz Humana
"Toda ciência começa como filosofia e acaba como arte; surge na hipótese e flui para a realização." Trecho do livro A HISTÓRIA DA FILOSOFIA, de Will Durant, ...
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Qualquer um que já pôde observar primatas, elefantes ou corvos percebe que Darwin é quem ri por último.
https://youtu.be/RWXGIHM0r3g
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Darwin ri por último, Frans de Waal | AudioTexto | Voz Humana
Conheça o podcast "Narração Filosófica": https://anchor.fm/alycast
Texto original em inglês de Frans de Waal, primatólogo e etólogo holandês, publicado na revista Nature. Tradução e adaptação de Matheus Coelho, da página Etologia e Sociobiologia, no Facebook.…
Texto original em inglês de Frans de Waal, primatólogo e etólogo holandês, publicado na revista Nature. Tradução e adaptação de Matheus Coelho, da página Etologia e Sociobiologia, no Facebook.…
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Pessoal, o canal "Portal 387 (O Libertário)" me convidou pruma live hoje sobre "Censura e perseguição nas redes sociais". Quem tiver interesse em conferir e participar dando opiniões, só conferir o vídeo sendo lançado às 22h, pelo link https://youtube.com/portal387
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CENSURA E PERSEGUIÇÃO NAS REDES SOCIAIS
Apoie o canal: https://apoia.se/portal387
Meu instagram: @SAMPAIO387
O Libertário no facebook: https://facebook.com/olibertarianismo
O Libertário no Twitter: @O_Libertario
Canal do Além da Nuvem: https://www.youtube.com/channel/UCJ-TrcQTTN3fcGBjT-I8MJw…
Meu instagram: @SAMPAIO387
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Canal do Além da Nuvem: https://www.youtube.com/channel/UCJ-TrcQTTN3fcGBjT-I8MJw…
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Vídeo novo... alguns dados e reflexões sobre este dia internacional da mulher.
https://youtu.be/K1ATpAvOBww
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Dia Internacional da Mulher: o que precisa melhorar
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#diadamulher #feminismo #sexismo
#diadamulher #feminismo #sexismo
Forwarded from LacunaCast via @like
Está no ar o episódio piloto do @LacunaCast!
Para ouvir, acesse: https://youtu.be/Pn3gpUtsMjM
Em breve estaremos disponibilizando nos seus agregadores de podcasts favoritos!
Para ouvir, acesse: https://youtu.be/Pn3gpUtsMjM
Em breve estaremos disponibilizando nos seus agregadores de podcasts favoritos!
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A Tragédia de Brumadinho | LacunaCast #00
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Eu sou um neoliberal. Talvez você também seja.
Ouça pelo link: youtu.be/kxXecQbtPA8
"Neoliberal" é um termo usado para atacar os fãs do livre mercado. Geralmente é mal definido e as tentativas de outras pessoas para defini-lo acabaram por serem confusas ou gerar confusão.
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"Neoliberal" é um termo usado para atacar os fãs do livre mercado. Geralmente é mal definido e as tentativas de outras pessoas para defini-lo acabaram por serem confusas ou gerar confusão.
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Eu sou um neoliberal. Talvez você também seja. — Sam Bowman | AudioTexto | Voz Humana
"Neoliberal" é um termo usado e abusado por algumas pessoas para atacar os fãs do livre mercado. Geralmente é mal definido e as tentativas de outras pessoas ...
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Governo: desnecessário, porém inevitável.
Ouça o audiotexto: youtu.be/NIkHH-hhz8w
Conheça o projeto Neoiluminismo.
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Conheça o projeto Neoiluminismo.
YouTube
Governo: desnecessário, porém inevitável — Randall G. Holcombe | AudioTexto | Voz Humana
Conheça o podcast "Narração Filosófica": https://anchor.fm/alycast
A maioria dos argumentos sustentando uma anarquia libertária foram concebidos discutindo sobre a possibilidade de os arranjos privados substituírem as atividades governamentais. Se arranjos…
A maioria dos argumentos sustentando uma anarquia libertária foram concebidos discutindo sobre a possibilidade de os arranjos privados substituírem as atividades governamentais. Se arranjos…
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Escrever um livro não é difícil. Sério. Não existem muitos critérios para a publicação de um livro. A dificuldade reside na sua predisposição e paixão pra levar um assunto adiante, em algum nível de profundidade que dê não apenas conteúdo, como também significado à sua obra.
Porém, mesmo essa dificuldade subjetiva pode ser superada se você não dá a mínima tanto pra sua paixão pelo tema abordado quanto pelo rigor e seriedade do conteúdo - aliás, os "famosos ghost writers" estão aí pra mostrar isso.
Se você pode ler um livro em quatro horas, você pode escrever um em quatro semanas.
O entrave de muitas pessoas, pessoas geniais que têm muito conteúdo a ofertar ao mundo, não é nem que não sejam capazes de dar profundidade aos seus temas ou que não vejam um propósito que confira sentido neles. A grande dificuldade é tanto o perfeccionismo - a crença de que, se é pra fazer, que seja bem feito - quanto a síndrome do Impostor - a crença que ronda a mente de pessoas geniais as fazendo pensar que não são boas o suficiente pra tratar do assunto.
Eu olho muitas pessoas à minha volta, seus escritos mesmo nas redes sociais e sempre me vem à mente: essa pessoa poderia publicar um livro - e o faria brincando. Mas isso não ocorre, simplesmente porque a pessoa se leva a sério o suficiente para não "publicar por publicar" (digamos que ela não segue o lema parnasiano de "arte pela arte"), o que na prática reflete uma diminuição do alcance daquela voz em particular, que é, sim, uma voz acima da média no mercado editorial.
Por outro lado, ainda no espectro psicológico temos as pessoas que sofrem de efeito dunning-Krueger - a crença de que você sabe do que tá falando, ainda que seja ignorante no assunto. Essas pessoas não precisam sanar o critério do perfeccionismo e sequer sofrem com a síndrome do Impostor - muito pelo contrário! Elas só precisam de algum conteúdo e de uma verdadeira disposição em fazer acontecer. São pessoas bem intencionadas, que acreditam estar levando cultura pela literatura, e então escrevem livros e livros, às vezes mais livros que um acadêmico profissional conseguiria escrever (afinal, seus critérios são mais rigorosos), e então essa pessoa fica famosa, transformando livros em uma janela de comunicação que, socialmente, lhe conferem a moeda social da erudição (afinal, socialmente a gente acredita que "escrever livro não é pra qualquer um", quando na verdade é sim).
Eu vejo isso em mim mesmo: por um lado, sou perfeitamente capaz de escrever um livro, e poderia transformar este post aleatório na Internet em um artigo inteiro dentro de uma obra com um nome cult e uma capa de cor fosca. Por outro, existem barreiras tanto epistemológicas quanto morais que dificultam minha dedicação a essa empreitada, pois sinto precisar de mais e mais pesquisa para afirmar algo de forma minimamente consistente, bem como sinto que estaria enganando as pessoas com a distribuição de um conteúdo que não domino apenas para garantir moedas sociais.
A lição que me parece evidente, aqui, é que as pessoas geniais, aquelas que certamente têm algo a dizer de modo consistente e fundamentado, precisam superar a síndrome do Impostor e seu perfeccionismo, o postergando para as próximas edições de seus livros (é pra isso que servem as edições, para fazermos correções posteriormente à publicação original), e aprendendo que a verdadeira revisão por pares ocorre no front da crítica aberta ao debate público.
Quanto às pessoas que apenas buscam moedas sociais e baseiam sua busca num efeito Dunning-Krueger... Bem, nem que eu dissesse o que elas precisam fazer elas iriam se tocar, então vão continuar ofertando qualquer coisa que escrevam ao mercado editorial, fazendo fama e monopolizando toda Bienal com algo simplista, intuitivo e que estaria mais coerentemente publicado num textão em seu perfil no Facebook.
Porém, mesmo essa dificuldade subjetiva pode ser superada se você não dá a mínima tanto pra sua paixão pelo tema abordado quanto pelo rigor e seriedade do conteúdo - aliás, os "famosos ghost writers" estão aí pra mostrar isso.
Se você pode ler um livro em quatro horas, você pode escrever um em quatro semanas.
O entrave de muitas pessoas, pessoas geniais que têm muito conteúdo a ofertar ao mundo, não é nem que não sejam capazes de dar profundidade aos seus temas ou que não vejam um propósito que confira sentido neles. A grande dificuldade é tanto o perfeccionismo - a crença de que, se é pra fazer, que seja bem feito - quanto a síndrome do Impostor - a crença que ronda a mente de pessoas geniais as fazendo pensar que não são boas o suficiente pra tratar do assunto.
Eu olho muitas pessoas à minha volta, seus escritos mesmo nas redes sociais e sempre me vem à mente: essa pessoa poderia publicar um livro - e o faria brincando. Mas isso não ocorre, simplesmente porque a pessoa se leva a sério o suficiente para não "publicar por publicar" (digamos que ela não segue o lema parnasiano de "arte pela arte"), o que na prática reflete uma diminuição do alcance daquela voz em particular, que é, sim, uma voz acima da média no mercado editorial.
Por outro lado, ainda no espectro psicológico temos as pessoas que sofrem de efeito dunning-Krueger - a crença de que você sabe do que tá falando, ainda que seja ignorante no assunto. Essas pessoas não precisam sanar o critério do perfeccionismo e sequer sofrem com a síndrome do Impostor - muito pelo contrário! Elas só precisam de algum conteúdo e de uma verdadeira disposição em fazer acontecer. São pessoas bem intencionadas, que acreditam estar levando cultura pela literatura, e então escrevem livros e livros, às vezes mais livros que um acadêmico profissional conseguiria escrever (afinal, seus critérios são mais rigorosos), e então essa pessoa fica famosa, transformando livros em uma janela de comunicação que, socialmente, lhe conferem a moeda social da erudição (afinal, socialmente a gente acredita que "escrever livro não é pra qualquer um", quando na verdade é sim).
Eu vejo isso em mim mesmo: por um lado, sou perfeitamente capaz de escrever um livro, e poderia transformar este post aleatório na Internet em um artigo inteiro dentro de uma obra com um nome cult e uma capa de cor fosca. Por outro, existem barreiras tanto epistemológicas quanto morais que dificultam minha dedicação a essa empreitada, pois sinto precisar de mais e mais pesquisa para afirmar algo de forma minimamente consistente, bem como sinto que estaria enganando as pessoas com a distribuição de um conteúdo que não domino apenas para garantir moedas sociais.
A lição que me parece evidente, aqui, é que as pessoas geniais, aquelas que certamente têm algo a dizer de modo consistente e fundamentado, precisam superar a síndrome do Impostor e seu perfeccionismo, o postergando para as próximas edições de seus livros (é pra isso que servem as edições, para fazermos correções posteriormente à publicação original), e aprendendo que a verdadeira revisão por pares ocorre no front da crítica aberta ao debate público.
Quanto às pessoas que apenas buscam moedas sociais e baseiam sua busca num efeito Dunning-Krueger... Bem, nem que eu dissesse o que elas precisam fazer elas iriam se tocar, então vão continuar ofertando qualquer coisa que escrevam ao mercado editorial, fazendo fama e monopolizando toda Bienal com algo simplista, intuitivo e que estaria mais coerentemente publicado num textão em seu perfil no Facebook.