Alysson Augusto via @like
O Vitor Douglas teve a ideia, e o Joel topou. Vamos falar sobre essa treta do STF então, envolvendo aspectos jurídicos (afinal, o STF legislou?), aspectos religiosos e mesmo aspectos éticos. Uma conversa acima de tudo filosófica.
Link para assistir: https://youtu.be/VPOys3Z5WaI
(entrem no vídeo e cliquem em "definir lembrete" para serem previamente avisados)
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STF e o Sacrifício de Animais | Papo com Joel Pinheiro da Fonseca
Joel Pinheiro da Fonseca é o convidado de hoje para uma conversa acerca da recente decisão do STF, favorável ao sacrifício de animais em nome da liberdade religiosa.
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Será que Alexandre Porto conseguiu deduzir a lei de propriedade a partir das leis básicas da natureza?
https://youtu.be/D0bBSnMf4u4
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Re: Alexandre Porto | Ética Descentralista (?)
Será que Alexandre Porto conseguiu deduzir a lei de propriedade a partir das leis básicas da natureza? ▬▬▬▬▬ NÃO CLIQUE AQUI → http://bit.do/padrim Padrinhos...
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Se você tivesse que decidir entre salvar uma ovelha 🐑 ou dar um pedaço de chocolate para uma criança 🍫, o que você faria?
Essa pergunta tem um fundo de verdade importante. No caso, foi proposta no vídeo abaixo (um ótimo vídeo), em que um comedor de carne, ao estudar filosoficamente a questão dos direitos animais, propõe essa questão como relativa à questão real que temos que resolver atualmente: é melhor salvar os animais do abate ou dar às pessoas o prazer da carne?
Vale assistir cada minuto https://youtu.be/C1vW9iSpLLk
Essa pergunta tem um fundo de verdade importante. No caso, foi proposta no vídeo abaixo (um ótimo vídeo), em que um comedor de carne, ao estudar filosoficamente a questão dos direitos animais, propõe essa questão como relativa à questão real que temos que resolver atualmente: é melhor salvar os animais do abate ou dar às pessoas o prazer da carne?
Vale assistir cada minuto https://youtu.be/C1vW9iSpLLk
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A Meat Eater's Case For Veganism
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Alysson Augusto via @like
É engraçado como realmente prezamos mais por consistência do que pela verdade das coisas. Ao menos tenho percebido um padrão bastante difuso, de criticarmos as pessoas em seus próprios termos, mostrando que elas são inconsistentes com suas próprias crenças. Utilizamos isso como forma de concluir que a pessoa criticada é hipócrita, e por ser hipócrita LOGO ela está errada.
Mas essa é uma derivação lógica que não se aplica. No máximo, esse tipo de raciocínio tem certo apelo emotivo, pois preferimos acreditar em quem pratica o que defende, pois é mais seguro acreditar em algo que vemos o outro praticar e conseguir viver bem com aquilo na prática. O porém é que, embora isso se justifique de um ponto de vista psicológico, não necessariamente é algo filosoficamente válido. Ao menos não do ponto de vista da verdade das coisas, do fato de se, a despeito da hipocrisia, a ideia que o hipócrita defende é realmente a ideia certa.
Mas essa é uma derivação lógica que não se aplica. No máximo, esse tipo de raciocínio tem certo apelo emotivo, pois preferimos acreditar em quem pratica o que defende, pois é mais seguro acreditar em algo que vemos o outro praticar e conseguir viver bem com aquilo na prática. O porém é que, embora isso se justifique de um ponto de vista psicológico, não necessariamente é algo filosoficamente válido. Ao menos não do ponto de vista da verdade das coisas, do fato de se, a despeito da hipocrisia, a ideia que o hipócrita defende é realmente a ideia certa.
Alysson Augusto via @like
Um pouco sobre ontem, no Fórum da Liberdade 2019. Ao meu lado, Sandro Sanfelice, o @Zanfa do blog @Capinaremos. Aliás, o Zanfa tá com um canal no YouTube que tá crescendo bastante, e ainda que nós discordemos profundamente sobre o papel do Estado, conheçam e se inscrevam no canal "Ancapinaremos": youtube.com/ancapinaremos
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Alguns comentários sobre a fala de Denis Rosenfield no Fórum da Liberdade 2019.
https://youtu.be/NBMIIIckNoA
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PARADOXO BOLSONARO: Denis Rosenfield no Fórum da Liberdade 2019
Comentários sobre a fala de Denis Rosenfield acerca do governo Bolsonaro neste Fórum da Liberdade 2019. ▬▬▬▬▬NÃO CLIQUE AQUI → http://bit.do/padrimPadrinhos q...
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Danilo Gentili foi condenado à detenção por crime de injúria contra Maria do Rosário. Algumas coisas precisam ser ditas sobre isso.
https://youtu.be/RPcBK0jBbC4
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DANILO GENTILI, VEM SER LIVRES!
Danilo Gentili foi condenado à detenção por crime de injúria contra Maria do Rosário. Algumas coisas precisam ser ditas sobre isso.
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Duas coisas que me chamam atenção nessa notícia:
1) chama-se "crime contra a honra" tudo que possa ser englobado aí, como injúria, difamação e calúnia. A posição desta página é, no geral, de que se tem um crime contra a honra que deve ser extirpado do código penal é o de injúria, pois é apenas ofensa, não representando mais que isso. Entretanto, crimes de difamação e calúnia tem elementos mais complexos e que podem invocar danos reais: quando você difama alguém, essa difamação gera boicote à pessoa, e ela pode ser prejudicada materialmente; quando você calunia, essa calúnia pode inclusive levar a pessoa à detenção (falso testemunho) apenas porque você está mentindo sobre ela. No caso da matéria, defende-se que Danilo é hipócrita porque solicitou defesa de sua honra ao mesmo tempo em que nega tal defesa quando ele ataca a honra alheia. O porém é que, como a própria matéria demonstra, Danilo processou não por injúria, mas por difamação: detratores de sua imagem pegaram um tweet seu, descontextualizaram e o fizeram parecer apoiador de uma "cultura do estupro", quando seu tweet tinha nada a ver com esse contexto. Esse tipo de manobra não é injúria, mas difamação. Logo, se Danilo é contra a existência do crime de injúria mas não é contra a existência do crime de difamação, ele não está sendo hipócrita.*
2) Olhando por cima, me parece que Danilo, especialmente por enfrentar tantos processos de crime contra a honra, entende como se dá o modus operandi da justiça, e não acredita que isso vai mudar. Portanto, ele resolve entrar no jogo, e usar os meios disponíveis para desqualificar seus detratores, não deixando barato especialmente quando sabe que, se fosse ele a ofender, não deixariam barato, e reclamariam a coerção do Estado para calá-lo. Se for isso mesmo, então temos não um Danilo principiológico, defensor da liberdade de expressão, mas um Danilo pragmático, que se utiliza das ferramentas disponíveis para defender-se na guerra política. Para muitas pessoas, a visão pragmática é a visão que deve ser perpetuada a fins de implodir o sistema por sua própria insustentabilidade. Afinal, se o sistema não aguenta tantos processos de crimes contra a honra, o sistema é forçado a rever o modo como tem feito as coisas.
* Vale pontuar que, independente da hipocrisia que o Danilo possa ter sobre o assunto, é uma régua MUITO tosca pensar que o que mede a validade de uma reivindicação é o quanto o reivindicador é ou não é consistente entre a teoria e a prática. De fato, eu posso defender X e fazer não-X. A questão é: por eu não fazer X, significa que X é errado? Esse raciocínio é idiota, tosco, débil. Eu, por exemplo, defendo que devamos fazer doações a projetos de caridade eficientes, mas eu não faço isso. Significa que, por eu não fazer e ser hipócrita, logo não devemos doar a caridades eficazes? A hipocrisia não é medida para legitimidade de pautas. Você pode defender o fim do crime de injúria e pedir, ao mesmo tempo, que sejam criminalizadas pessoas que te ofenderam. Isso te categoriza como hipócrita mas em nada diminui a sua reivindicação. Na verdade, a sua hipocrisia, por ser claramente danosa na medida em que você pratica o que critica, é um ponto a favor da sua pauta: se você não estivesse autorizado a criminalizar o discurso alheio, ninguém se escandalizaria com isso... ao fazê-lo, você implode o sistema, usando-o a si mesmo como arma política contra sua própria legitimidade.
~~ @alyaugusto
theintercept.com/2019/04/15/danilo-gentili-processa-criticos/
1) chama-se "crime contra a honra" tudo que possa ser englobado aí, como injúria, difamação e calúnia. A posição desta página é, no geral, de que se tem um crime contra a honra que deve ser extirpado do código penal é o de injúria, pois é apenas ofensa, não representando mais que isso. Entretanto, crimes de difamação e calúnia tem elementos mais complexos e que podem invocar danos reais: quando você difama alguém, essa difamação gera boicote à pessoa, e ela pode ser prejudicada materialmente; quando você calunia, essa calúnia pode inclusive levar a pessoa à detenção (falso testemunho) apenas porque você está mentindo sobre ela. No caso da matéria, defende-se que Danilo é hipócrita porque solicitou defesa de sua honra ao mesmo tempo em que nega tal defesa quando ele ataca a honra alheia. O porém é que, como a própria matéria demonstra, Danilo processou não por injúria, mas por difamação: detratores de sua imagem pegaram um tweet seu, descontextualizaram e o fizeram parecer apoiador de uma "cultura do estupro", quando seu tweet tinha nada a ver com esse contexto. Esse tipo de manobra não é injúria, mas difamação. Logo, se Danilo é contra a existência do crime de injúria mas não é contra a existência do crime de difamação, ele não está sendo hipócrita.*
2) Olhando por cima, me parece que Danilo, especialmente por enfrentar tantos processos de crime contra a honra, entende como se dá o modus operandi da justiça, e não acredita que isso vai mudar. Portanto, ele resolve entrar no jogo, e usar os meios disponíveis para desqualificar seus detratores, não deixando barato especialmente quando sabe que, se fosse ele a ofender, não deixariam barato, e reclamariam a coerção do Estado para calá-lo. Se for isso mesmo, então temos não um Danilo principiológico, defensor da liberdade de expressão, mas um Danilo pragmático, que se utiliza das ferramentas disponíveis para defender-se na guerra política. Para muitas pessoas, a visão pragmática é a visão que deve ser perpetuada a fins de implodir o sistema por sua própria insustentabilidade. Afinal, se o sistema não aguenta tantos processos de crimes contra a honra, o sistema é forçado a rever o modo como tem feito as coisas.
* Vale pontuar que, independente da hipocrisia que o Danilo possa ter sobre o assunto, é uma régua MUITO tosca pensar que o que mede a validade de uma reivindicação é o quanto o reivindicador é ou não é consistente entre a teoria e a prática. De fato, eu posso defender X e fazer não-X. A questão é: por eu não fazer X, significa que X é errado? Esse raciocínio é idiota, tosco, débil. Eu, por exemplo, defendo que devamos fazer doações a projetos de caridade eficientes, mas eu não faço isso. Significa que, por eu não fazer e ser hipócrita, logo não devemos doar a caridades eficazes? A hipocrisia não é medida para legitimidade de pautas. Você pode defender o fim do crime de injúria e pedir, ao mesmo tempo, que sejam criminalizadas pessoas que te ofenderam. Isso te categoriza como hipócrita mas em nada diminui a sua reivindicação. Na verdade, a sua hipocrisia, por ser claramente danosa na medida em que você pratica o que critica, é um ponto a favor da sua pauta: se você não estivesse autorizado a criminalizar o discurso alheio, ninguém se escandalizaria com isso... ao fazê-lo, você implode o sistema, usando-o a si mesmo como arma política contra sua própria legitimidade.
~~ @alyaugusto
theintercept.com/2019/04/15/danilo-gentili-processa-criticos/
The Intercept Brasil
Danilo Gentili quer cadeia pra quem fala mal dele
Quando lê o que não gosta, ele não economiza com os advogados.
Alysson Augusto via @like
Respondendo a uma crítica que recebi de Vinicius Botti, do canal So To Speak.
https://youtu.be/bvLtgSwfbzw
https://youtu.be/bvLtgSwfbzw
YouTube
Ensinando Filosofia a um Ancap | Ignorância Transcendental
Respondendo a uma crítica que recebi de Vinicius Botti, do canal So To Speak.
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Vídeo do Botti: https://youtu.be/h45IzV_63OU
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Padrinhos que tornam meus vídeos possíveis:
Fernando Moreno
Gabriel…
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Hoje na aula de filosofia política teve uma discussão sobre se os princípios da justiça de John Rawls devem ser absolutos e invioláveis ou se, por ex., existem casos em que devem ser relativizados.
Na treta se invocou a seguinte situação: uma pessoa X precisa de medicamentos que não pode pagar, e portanto recorre a algum juiz para que lhe dê o direito ao medicamento (bem primário básico vital, numa leitura rawlsiana). O juiz bate o martelo e obriga o Estado a dar o medicamento gratuitamente ao paciente. O medicamento custa R$ 400.000, a serem retirados da receita (impostos) da União. Com o mesmo valor, você poderia comprar milhares de outros medicamentos mais baratos para assistência básica de saúde para outras milhares de pessoas, porém você excluiria o atendimento à necessidade específica da pessoa X, a deixando desamparada. Contrários à decisão do juiz, economistas argumentam que atender essa demanda unitária fere as previsões para fechar o orçamento do semestre, causando dívida pública.
E aí, neste caso em específico, o princípio do direito ao mínimo existencial (o mínimo vital da saúde plena) deve ser absoluto? Ou deve ser relativizado, em nome de evitar contração de dívida pública e de atender centenas de outras pessoas necessitadas, ainda que com problemas menos graves?
Esse nem de longe é um problema simples, mas gostaria das respostas de vocês para que possamos entender o que está em jogo a nível ético, político, econômico e jurídico.
Na treta se invocou a seguinte situação: uma pessoa X precisa de medicamentos que não pode pagar, e portanto recorre a algum juiz para que lhe dê o direito ao medicamento (bem primário básico vital, numa leitura rawlsiana). O juiz bate o martelo e obriga o Estado a dar o medicamento gratuitamente ao paciente. O medicamento custa R$ 400.000, a serem retirados da receita (impostos) da União. Com o mesmo valor, você poderia comprar milhares de outros medicamentos mais baratos para assistência básica de saúde para outras milhares de pessoas, porém você excluiria o atendimento à necessidade específica da pessoa X, a deixando desamparada. Contrários à decisão do juiz, economistas argumentam que atender essa demanda unitária fere as previsões para fechar o orçamento do semestre, causando dívida pública.
E aí, neste caso em específico, o princípio do direito ao mínimo existencial (o mínimo vital da saúde plena) deve ser absoluto? Ou deve ser relativizado, em nome de evitar contração de dívida pública e de atender centenas de outras pessoas necessitadas, ainda que com problemas menos graves?
Esse nem de longe é um problema simples, mas gostaria das respostas de vocês para que possamos entender o que está em jogo a nível ético, político, econômico e jurídico.
Alysson Augusto via @like
Immanuel Kant é um dos autores mais prolíficos na história da filosofia, tendo influência abrangente em virtualmente toda a disciplina. Nesse artigo, numa das áreas em que Kant mais contribuiu para a filosofia, explica-se a legitimidade do Estado e seus fundamentos na filosofia kantiana, estabelecendo uma base normativa (de caráter deontológico) sólida e profícua para o liberalismo clássico.
https://youtu.be/0AMNydPCCfs
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Kant e a Legitimidade do Estado, Raffz Vieira | AudioTexto | Voz Humana
Immanuel Kant é um dos autores mais prolíficos na história da filosofia, tendo influência abrangente em virtualmente toda a disciplina. Nesse artigo, numa da...
Alysson Augusto via @like
A ciência no Brasil vai mal, muito mal. Porém, antes de clamar por mais verbas é necessário garantir que a verba atual seja adequadamente alocada, que o investimento seja produtivo. E, no Brasil, este não parece ser o caso.
https://youtu.be/IJUqeL7lGIw
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Dinheiro NÃO é a Solução, Leandro Cardoso Bellato | AudioTexto | Voz Humana
A ciência no Brasil vai mal, muito mal. Porém, antes de clamar por mais verbas é necessário garantir que a verba atual seja adequadamente alocada, que o inve...
Alysson Augusto via @like
Ainda há censura no Brasil. Embora tenhamos a ventura de não vivermos mais nos tempos da ditadura militar, o fato de por vezes o judiciário ser usado para censurar é algo que merece a atenção não apenas de jornalistas e juristas, mas de todos.
Ouça agora: https://youtu.be/wwvMzxWLQAY
Ouça agora: https://youtu.be/wwvMzxWLQAY
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Censura brasileira contemporânea, Aluízio Couto | AudioTexto | Voz Humana
Ainda há censura no Brasil. Embora tenhamos a ventura de não vivermos mais nos tempos da ditadura militar, o fato de por vezes o judiciário ser usado para ce...
Alysson Augusto via @like
Hoje adquiri meu quarto cartão de #FilhoDaPUCRS. Faltam dois: doutorado e professor. Vamos ver no que dá. #Filosofia
Alysson Augusto via @like
Será que a filosofia traz retorno imediato à sociedade, ou é uma perca de tempo?
Jair Bolsonaro anunciou que, junto ao ministro da educação, pretende "descentralizar os recursos em filosofia" e em humanas em geral. Eu quero aqui atacar os dois lados da moeda desse debate, que é tanto o governo Bolsonaro e sua perseguição ideológica quanto os intelectuais que tão criticando o governo.
https://youtu.be/XyUXGu9Gk_M
Jair Bolsonaro anunciou que, junto ao ministro da educação, pretende "descentralizar os recursos em filosofia" e em humanas em geral. Eu quero aqui atacar os dois lados da moeda desse debate, que é tanto o governo Bolsonaro e sua perseguição ideológica quanto os intelectuais que tão criticando o governo.
https://youtu.be/XyUXGu9Gk_M
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BOLSONARO ANTI-FILOSOFIA e os intelectuais encastelados
Será que a filosofia traz retorno imediato à sociedade, ou é uma perca de tempo? Jair Bolsonaro anunciou que, junto ao ministro da educação, pretende "descen...