🎯#CDRindica!
Hoje, viemos indicar uma produção que mapeia as dimensões envolvidas em propostas de monetização de dados no Brasil e que nos convida a questionar uma trama envolvendo o mercado financeiro e políticas de governo digital.
📍O artigo que trazemos propõe uma reflexão importante sobre o que realmente está por trás do discurso de soberania digital promovido por grandes empresas. Ele nos leva a pensar sobre o suposto empoderamento e desenvolvimento oferecidos pelas Big Techs e empresas de tecnologia — que, na prática, têm capturado e acumulado dados dos cidadãos.
Nesse contexto de opacidade, o benefício prometido é certo apenas para quem está desenvolvendo modelos proprietários que vão determinar a operacionalização desses projetos.
O artigo foi publicado no portal de jornalismo independente Outras Palavras.
🔎Sem mais, vem conferir no link:
https://outraspalavras.net/tecnologiaemdisputa/ela-ia/#sdfootnote1sym
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X: https://x.com/cdr_br/status/1983290822000054714?t=7aLSf-mhE6xXuVHHwYUKug&s=19
Hoje, viemos indicar uma produção que mapeia as dimensões envolvidas em propostas de monetização de dados no Brasil e que nos convida a questionar uma trama envolvendo o mercado financeiro e políticas de governo digital.
📍O artigo que trazemos propõe uma reflexão importante sobre o que realmente está por trás do discurso de soberania digital promovido por grandes empresas. Ele nos leva a pensar sobre o suposto empoderamento e desenvolvimento oferecidos pelas Big Techs e empresas de tecnologia — que, na prática, têm capturado e acumulado dados dos cidadãos.
Nesse contexto de opacidade, o benefício prometido é certo apenas para quem está desenvolvendo modelos proprietários que vão determinar a operacionalização desses projetos.
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Outras Palavras
Drumwave: A distopia dos dados-moeda | Outras Palavras
Startup quer tornar o Brasil laboratório de uma radical economia de dados. O plano: permitir que cidadãos vendam sua vida digital. Mas promessa de renda esconde vigilância em massa, captura da política monetária e poder ilimitado às big techs
⚖️ Ministério Público Federal acolhe apelação da CDR!
O Ministério Público Federal manifestou-se na Ação Civil Pública movida contra a ANATEL e a União Federal, acatando o pedido das organizações da sociedade civil, reconhecendo a nulidade da sentença proferida pelo Juiz da 3a. Vara Federal de Brasília.
O julgamento da Apelação da CDR pelo Tribunal Regional Federal da 1a. Região acontecerá dia 3 de dezembro,A ação civil pública movida pelas organizações que integram a CDR, ainda em 2020, questiona a legalidade dos cálculos feitos pela ANATEL para avaliar os bens reversíveis correspondentes às concessões de telefonia fixa, entre eles 13 mil imóveis, realizados para orientar a migração das concessões públicas para autorizações privadas de empresas de telecomunicações.
A ação busca que a avaliação dos bens reversíveis respeitem os critérios estabelecidos pelo Tribunal de Contas da União.
Os bens reversíveis são patrimônio público e, pela Lei Geral de Telecomunicações, o valor apurado pela agência deve reverter em contrapartidas de investimentos a serem feitos pelas empresas beneficiárias em favor da inclusão digital.
O processo foi movido pelas organizações: Intervozes - Coletivo Brasil de Comunicação Social, Idec - Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor, Coletivo Digital - Associação para a Democratização e Acesso à Sociedade da Informação, Associação Internacional de Comunicação Compartilhada - Compas, Clube de Engenharia, Instituto Bem Estar Brasil - IBEBrasil e Garoa Hacker Clube - Garoa HC.
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X: https://x.com/cdr_br/status/1984021409849602225?t=IrqjPRgBQgGB3WtKtoDcWA&s=19
O Ministério Público Federal manifestou-se na Ação Civil Pública movida contra a ANATEL e a União Federal, acatando o pedido das organizações da sociedade civil, reconhecendo a nulidade da sentença proferida pelo Juiz da 3a. Vara Federal de Brasília.
O julgamento da Apelação da CDR pelo Tribunal Regional Federal da 1a. Região acontecerá dia 3 de dezembro,A ação civil pública movida pelas organizações que integram a CDR, ainda em 2020, questiona a legalidade dos cálculos feitos pela ANATEL para avaliar os bens reversíveis correspondentes às concessões de telefonia fixa, entre eles 13 mil imóveis, realizados para orientar a migração das concessões públicas para autorizações privadas de empresas de telecomunicações.
A ação busca que a avaliação dos bens reversíveis respeitem os critérios estabelecidos pelo Tribunal de Contas da União.
Os bens reversíveis são patrimônio público e, pela Lei Geral de Telecomunicações, o valor apurado pela agência deve reverter em contrapartidas de investimentos a serem feitos pelas empresas beneficiárias em favor da inclusão digital.
O processo foi movido pelas organizações: Intervozes - Coletivo Brasil de Comunicação Social, Idec - Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor, Coletivo Digital - Associação para a Democratização e Acesso à Sociedade da Informação, Associação Internacional de Comunicação Compartilhada - Compas, Clube de Engenharia, Instituto Bem Estar Brasil - IBEBrasil e Garoa Hacker Clube - Garoa HC.
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⚖️ Ministério Público Federal acolhe apelação da CDR!
O Ministério Público Federal manifestou-se na Ação Civil Pública movida…
O Ministério Público Federal manifestou-se na Ação Civil Pública movida…
⚖️ Ministério Público Federal acolhe apelação da CDR!
O Ministério Público Federal manifestou-se na Ação Civil Pública movida contra a ANATEL e a União Federal, acatando o pedido das organizações da sociedade civil, reconhecendo a nulidade da sentença proferida…
O Ministério Público Federal manifestou-se na Ação Civil Pública movida contra a ANATEL e a União Federal, acatando o pedido das organizações da sociedade civil, reconhecendo a nulidade da sentença proferida…
Nós, da Coalizão Direitos na Rede, manifestamos nossa imensa solidariedade à população do Rio de Janeiro, diante da barbárie e atrocidade de uma operação policial durante o dia de ontem, que resultou na morte de mais de 130 pessoas, segundo informações da Defensoria Pública do Rio de Janeiro. A ação mais letal da história do estado.
A CDR tem denunciado sistematicamente a adesão dos governos a políticas de vigilância que utilizam tecnologias e aprofundam o racismo enraizado na sociedade. Essas tecnologias têm fortalecido e ampliado massivamente um aparato de controle racista, perpetuando e aprofundando as desigualdades na sociedade.
Esta expansão da vigilância não tem traduzido a prometida redução da violência, e sim intensificado a discriminação e as desigualdades sociais.
Nesse contexto, as plataformas digitais atuam como palco central, onde se amplificam campanhas de desinformação e discursos de ódio direcionados contra populações e grupos já vulnerabilizados.
Esperamos que a população do Rio de Janeiro, principalmente as pessoas em situação de maior vulnerabilidade, nas periferias, não tenham que passar pelo horror e medo vividos ontem.
Nossos sentimentos a todos e todas que perderam seus entes queridos nessa chacina.
Link: https://direitosnarede.org.br/2025/10/31/manifestacao-de-solidariedade-a-populacao-do-rio-de-janeiro/
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A CDR tem denunciado sistematicamente a adesão dos governos a políticas de vigilância que utilizam tecnologias e aprofundam o racismo enraizado na sociedade. Essas tecnologias têm fortalecido e ampliado massivamente um aparato de controle racista, perpetuando e aprofundando as desigualdades na sociedade.
Esta expansão da vigilância não tem traduzido a prometida redução da violência, e sim intensificado a discriminação e as desigualdades sociais.
Nesse contexto, as plataformas digitais atuam como palco central, onde se amplificam campanhas de desinformação e discursos de ódio direcionados contra populações e grupos já vulnerabilizados.
Esperamos que a população do Rio de Janeiro, principalmente as pessoas em situação de maior vulnerabilidade, nas periferias, não tenham que passar pelo horror e medo vividos ontem.
Nossos sentimentos a todos e todas que perderam seus entes queridos nessa chacina.
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Coalizão Direitos na Rede
Manifestação de solidariedade à população do Rio de Janeiro - Coalizão Direitos na Rede
Nós, da Coalizão Direitos na Rede, manifestamos nossa imensa solidariedade à população do Rio de Janeiro, diante da barbárie e atrocidade de uma operação policial durante o dia de ontem, que resultou na morte de mais de 130 pessoas, segundo informações da…
Saúde Digital na área!
2° Encontro de Saúde Digital da CDR
Interoquê?! Interoperabilidade: da tecnologia à política
A Coalizão Direitos na Rede convida você para o 2° Encontro da Saúde Digital!
Vamos refletir o tema da interoperabilidade – cada vez mais presente na integração entre tecnologia e políticas públicas, especialmente entre saúde digital e governo digital.
📅 3 de dezembro
📌 Evento online e gratuito
Esta é a 2ª edição dedicada ao tema pela CDR. No primeiro encontro, em 2024, lançamos a Carta Aberta: Uma Agenda para a Saúde Digital. Dessa vez, avançamos no debate e apresentaremos dois estudos fundamentais sobre a transformação digital no SUS.
Não perca! Inscreva-se agora e participe dessa importante construção coletiva.
Inscrições pelo link aqui e na bio: https://direitosnarede.org.br/saude-digital-interoque-interoperabilidade-da-tecnologia-a-politica/
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Interoquê?! Interoperabilidade: da tecnologia à política
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Vamos refletir o tema da interoperabilidade – cada vez mais presente na integração entre tecnologia e políticas públicas, especialmente entre saúde digital e governo digital.
📅 3 de dezembro
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Coalizão Direitos na Rede
Evento Saúde Digital - Interoquê?! Interoperabilidade, da tecnologia à política - Coalizão Direitos na Rede
2° Encontro da CDR de Saúde Digital Interoquê?! Interoperabilidade, da tecnologia à política Chegou o nosso 2º encontro sobre saúde digital! Em 2024, a Coalizão Direitos na Rede e organizações parceiras lançaram a Carta Aberta: Uma Agenda para a Saúde Digital…
💫Chegou nossa 5ª edição do Cordel da campanha "IA o que eu tenho a ver com isso?".
Dessa vez, trazendo a temática da concessão de crédito através de análise do perfil. Você sabia que quem faz essa análise é um sistema de IA? Infelizmente, esses sistemas podem produzir vieses racistas, como na história de cordel protagonizada por Beto e Nildo.
📍Situações como essas têm acontecido de forma corriqueira e revelam as desigualdades sociais ainda existentes.
É fundamental descortinarmos essas reproduções e cobrarmos uma regulação que seja protetiva de direitos.
Sem mais, vem conferir essa história!
🔗Link: https://direitosnarede.org.br/campanha/inteligencia-artificial-o-que-eu-tenho-a-ver-com-isso/
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Dessa vez, trazendo a temática da concessão de crédito através de análise do perfil. Você sabia que quem faz essa análise é um sistema de IA? Infelizmente, esses sistemas podem produzir vieses racistas, como na história de cordel protagonizada por Beto e Nildo.
📍Situações como essas têm acontecido de forma corriqueira e revelam as desigualdades sociais ainda existentes.
É fundamental descortinarmos essas reproduções e cobrarmos uma regulação que seja protetiva de direitos.
Sem mais, vem conferir essa história!
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Hoje trazemos uma indicação de leitura imperdível, toma nota! É o artigo Colonialismo Digital: a nova fronteira da dependência latino-americana, publicado no Le Monde Diplomatique Brasil e produzido por Joana Varon (@codingrights) e Leonardo Foletto (@creativecommonsbrasil)
O artigo vai tratar de como a população está a cada dia mais condicionada aos apps estrangeiros, e como isso tem resultado numa relação de cada vez mais dependência dessas tecnologias que estão no Vale do Silício.
Um dado impactante na produção é que só o ChatGPT recebe diariamente 140 milhões de mensagens diárias, segundo a OpenAI.
A autora e o autor chamar a atenção para o que é conceituado como Colonialismo Digital:
“Ele se manifesta na extração de minérios para dispositivos tecnológicos, no consumo predatório de água e energia para datacenters, na precarização do trabalho de moderação de conteúdo no Sul Global, na imposição de valores corporativos através de algoritmos que decidem o que merece visibilidade, entre outras tentativas de submissão.”
Mas existem outros modelos alternativos possíveis!
Sem mais spoiler, corre aqui e confira!
🔗Link: https://diplomatique.org.br/colonialismo-digital/
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Hoje trazemos uma indicação de leitura imperdível, toma nota! É o artigo Colonialismo Digital: a nova fronteira da dependência latino-americana, publicado no Le Monde Diplomatique Brasil e produzido por Joana Varon (@codingrights) e Leonardo Foletto (@creativecommonsbrasil)
O artigo vai tratar de como a população está a cada dia mais condicionada aos apps estrangeiros, e como isso tem resultado numa relação de cada vez mais dependência dessas tecnologias que estão no Vale do Silício.
Um dado impactante na produção é que só o ChatGPT recebe diariamente 140 milhões de mensagens diárias, segundo a OpenAI.
A autora e o autor chamar a atenção para o que é conceituado como Colonialismo Digital:
“Ele se manifesta na extração de minérios para dispositivos tecnológicos, no consumo predatório de água e energia para datacenters, na precarização do trabalho de moderação de conteúdo no Sul Global, na imposição de valores corporativos através de algoritmos que decidem o que merece visibilidade, entre outras tentativas de submissão.”
Mas existem outros modelos alternativos possíveis!
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Media is too big
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Onde estão todos os seus emails, fotos e informações que vivem na nuvem?
📧☁️ A resposta está nos Data Centers!
Camila Cristina (Lapin) explicou para o público que Data Centers são grandes infraestruturas físicas, responsáveis por armazenar, processar e transmitir volumes massivos de dados com alta velocidade e eficiência.
E você sabia que essa tecnologia tem níveis de regulação e gera impactos ambientais significativos, especialmente com o avanço da IA?
Esse tema foi debatido em um evento realizado pelo IDEC e Lapin em parceria com a Câmara dos Deputados.
Quer entender mais sobre o assunto?
▶️ Vem ver o debate!
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Camila Cristina (Lapin) explicou para o público que Data Centers são grandes infraestruturas físicas, responsáveis por armazenar, processar e transmitir volumes massivos de dados com alta velocidade e eficiência.
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📧☁️ A resposta está nos Data Centers!
Camila Cristina (Lapin) explicou para o público que Data Centers são grandes infraestruturas físicas, responsáveis por armazenar, processar e…
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Camila Cristina (Lapin) explicou para o público que Data Centers são grandes infraestruturas físicas, responsáveis por armazenar, processar e…
A Coalizão Direitos na Rede manifesta profunda preocupação com a aprovação, pela Câmara dos Deputados, da urgência para tramitação do Projeto de Lei 215/2015. O PL altera o Marco Civil da Internet e ameaça direitos fundamentais como liberdade de expressão, privacidade e neutralidade da rede.
É uma proposta que retoma um debate já superado há uma década, sem diálogo com a sociedade civil e com a comunidade técnica que construiu o Marco Civil de forma participativa.
O projeto amplia o acesso de autoridades e provedores a dados de usuários sem supervisão judicial, fragiliza a privacidade, a neutralidade da rede e a liberdade de expressão online. Dessa forma, sob o pretexto de combater crimes na Internet, abre caminho para vigilância em massa, coleta indiscriminada de dados e monitoramento sem ordem judicial.
A CDR recomenda que o Congresso suspenda a tramitação em regime de urgência e realize audiências públicas e consultas abertas antes de qualquer deliberação. O Brasil não pode retroceder em uma conquista histórica construída de forma democrática e reconhecida internacionalmente.
🔗 Leia a nota completa no site da Coalizão Direitos na Rede: https://direitosnarede.org.br/2025/11/13/nota-cdr-contra-aprovacao-da-urgencia-pl-215-2015/
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É uma proposta que retoma um debate já superado há uma década, sem diálogo com a sociedade civil e com a comunidade técnica que construiu o Marco Civil de forma participativa.
O projeto amplia o acesso de autoridades e provedores a dados de usuários sem supervisão judicial, fragiliza a privacidade, a neutralidade da rede e a liberdade de expressão online. Dessa forma, sob o pretexto de combater crimes na Internet, abre caminho para vigilância em massa, coleta indiscriminada de dados e monitoramento sem ordem judicial.
A CDR recomenda que o Congresso suspenda a tramitação em regime de urgência e realize audiências públicas e consultas abertas antes de qualquer deliberação. O Brasil não pode retroceder em uma conquista histórica construída de forma democrática e reconhecida internacionalmente.
🔗 Leia a nota completa no site da Coalizão Direitos na Rede: https://direitosnarede.org.br/2025/11/13/nota-cdr-contra-aprovacao-da-urgencia-pl-215-2015/
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Coalizão Direitos na Rede
Nota da Coalizão Direitos na Rede contra a aprovação da urgência do PL 215/2015 - Coalizão Direitos na Rede
A Coalizão Direitos na Rede vem a público manifestar sua profunda preocupação com a aprovação pela Câmara dos Deputados, em 12/11/2025, do regime de urgência para a tramitação do Projeto de Lei nº 215/2015, que propõe alterações no Marco Civil da Internet…
A interoperabilidade – conceito usado para integrar sistemas e bases de informação – está redesenhando o modo como o Estado organiza e compartilha dados de saúde.
O problema é que, sem transparência e participação social, essa integração pode concentrar poder em mãos privadas e enfraquecer o controle público sobre informações que pertencem à população.
No dia 3 de dezembro, o 2º Encontro de Saúde Digital da CDR reúne especialistas, gestores e pesquisadores para discutir o que está em jogo nessa transformação — e como garantir que a digitalização da saúde fortaleça o SUS, e não grandes empresas.
📍 São Paulo | Espaço aFlora
🔗 Inscreva-se pelo link https://direitosnarede.org.br/saude-digital-interoque-interoperabilidade-da-tecnologia-a-politica/
O problema é que, sem transparência e participação social, essa integração pode concentrar poder em mãos privadas e enfraquecer o controle público sobre informações que pertencem à população.
No dia 3 de dezembro, o 2º Encontro de Saúde Digital da CDR reúne especialistas, gestores e pesquisadores para discutir o que está em jogo nessa transformação — e como garantir que a digitalização da saúde fortaleça o SUS, e não grandes empresas.
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