Saúde Digital na área!
2° Encontro de Saúde Digital da CDR
Interoquê?! Interoperabilidade: da tecnologia à política
A Coalizão Direitos na Rede convida você para o 2° Encontro da Saúde Digital!
Vamos refletir o tema da interoperabilidade – cada vez mais presente na integração entre tecnologia e políticas públicas, especialmente entre saúde digital e governo digital.
📅 3 de dezembro
📌 Evento online e gratuito
Esta é a 2ª edição dedicada ao tema pela CDR. No primeiro encontro, em 2024, lançamos a Carta Aberta: Uma Agenda para a Saúde Digital. Dessa vez, avançamos no debate e apresentaremos dois estudos fundamentais sobre a transformação digital no SUS.
Não perca! Inscreva-se agora e participe dessa importante construção coletiva.
Inscrições pelo link aqui e na bio: https://direitosnarede.org.br/saude-digital-interoque-interoperabilidade-da-tecnologia-a-politica/
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LinkedIn: https://www.linkedin.com/posts/cdrbr_sa%C3%BAde-digital-na-%C3%A1rea-2-encontro-de-sa%C3%BAde-activity-7391222496332705792-QAc5?utm_source=social_share_send&utm_medium=android_app&rcm=ACoAAECmqJwB6iL26DmGOw0bHAvvMixl7uAnK98&utm_campaign=copy_link
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2° Encontro de Saúde Digital da CDR
Interoquê?! Interoperabilidade: da tecnologia à política
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Vamos refletir o tema da interoperabilidade – cada vez mais presente na integração entre tecnologia e políticas públicas, especialmente entre saúde digital e governo digital.
📅 3 de dezembro
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Coalizão Direitos na Rede
Evento Saúde Digital - Interoquê?! Interoperabilidade, da tecnologia à política - Coalizão Direitos na Rede
2° Encontro da CDR de Saúde Digital Interoquê?! Interoperabilidade, da tecnologia à política Chegou o nosso 2º encontro sobre saúde digital! Em 2024, a Coalizão Direitos na Rede e organizações parceiras lançaram a Carta Aberta: Uma Agenda para a Saúde Digital…
💫Chegou nossa 5ª edição do Cordel da campanha "IA o que eu tenho a ver com isso?".
Dessa vez, trazendo a temática da concessão de crédito através de análise do perfil. Você sabia que quem faz essa análise é um sistema de IA? Infelizmente, esses sistemas podem produzir vieses racistas, como na história de cordel protagonizada por Beto e Nildo.
📍Situações como essas têm acontecido de forma corriqueira e revelam as desigualdades sociais ainda existentes.
É fundamental descortinarmos essas reproduções e cobrarmos uma regulação que seja protetiva de direitos.
Sem mais, vem conferir essa história!
🔗Link: https://direitosnarede.org.br/campanha/inteligencia-artificial-o-que-eu-tenho-a-ver-com-isso/
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Dessa vez, trazendo a temática da concessão de crédito através de análise do perfil. Você sabia que quem faz essa análise é um sistema de IA? Infelizmente, esses sistemas podem produzir vieses racistas, como na história de cordel protagonizada por Beto e Nildo.
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🎯#CDRIndica!
Hoje trazemos uma indicação de leitura imperdível, toma nota! É o artigo Colonialismo Digital: a nova fronteira da dependência latino-americana, publicado no Le Monde Diplomatique Brasil e produzido por Joana Varon (@codingrights) e Leonardo Foletto (@creativecommonsbrasil)
O artigo vai tratar de como a população está a cada dia mais condicionada aos apps estrangeiros, e como isso tem resultado numa relação de cada vez mais dependência dessas tecnologias que estão no Vale do Silício.
Um dado impactante na produção é que só o ChatGPT recebe diariamente 140 milhões de mensagens diárias, segundo a OpenAI.
A autora e o autor chamar a atenção para o que é conceituado como Colonialismo Digital:
“Ele se manifesta na extração de minérios para dispositivos tecnológicos, no consumo predatório de água e energia para datacenters, na precarização do trabalho de moderação de conteúdo no Sul Global, na imposição de valores corporativos através de algoritmos que decidem o que merece visibilidade, entre outras tentativas de submissão.”
Mas existem outros modelos alternativos possíveis!
Sem mais spoiler, corre aqui e confira!
🔗Link: https://diplomatique.org.br/colonialismo-digital/
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LinkedIn: https://www.linkedin.com/posts/cdrbr_cdrindica-activity-7392647696823529472-rUlD?utm_source=share&utm_medium=member_desktop&rcm=ACoAAECmqJwB6iL26DmGOw0bHAvvMixl7uAnK98
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Hoje trazemos uma indicação de leitura imperdível, toma nota! É o artigo Colonialismo Digital: a nova fronteira da dependência latino-americana, publicado no Le Monde Diplomatique Brasil e produzido por Joana Varon (@codingrights) e Leonardo Foletto (@creativecommonsbrasil)
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Um dado impactante na produção é que só o ChatGPT recebe diariamente 140 milhões de mensagens diárias, segundo a OpenAI.
A autora e o autor chamar a atenção para o que é conceituado como Colonialismo Digital:
“Ele se manifesta na extração de minérios para dispositivos tecnológicos, no consumo predatório de água e energia para datacenters, na precarização do trabalho de moderação de conteúdo no Sul Global, na imposição de valores corporativos através de algoritmos que decidem o que merece visibilidade, entre outras tentativas de submissão.”
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Onde estão todos os seus emails, fotos e informações que vivem na nuvem?
📧☁️ A resposta está nos Data Centers!
Camila Cristina (Lapin) explicou para o público que Data Centers são grandes infraestruturas físicas, responsáveis por armazenar, processar e transmitir volumes massivos de dados com alta velocidade e eficiência.
E você sabia que essa tecnologia tem níveis de regulação e gera impactos ambientais significativos, especialmente com o avanço da IA?
Esse tema foi debatido em um evento realizado pelo IDEC e Lapin em parceria com a Câmara dos Deputados.
Quer entender mais sobre o assunto?
▶️ Vem ver o debate!
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Camila Cristina (Lapin) explicou para o público que Data Centers são grandes infraestruturas físicas, responsáveis por armazenar, processar e transmitir volumes massivos de dados com alta velocidade e eficiência.
E você sabia que essa tecnologia tem níveis de regulação e gera impactos ambientais significativos, especialmente com o avanço da IA?
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A Coalizão Direitos na Rede manifesta profunda preocupação com a aprovação, pela Câmara dos Deputados, da urgência para tramitação do Projeto de Lei 215/2015. O PL altera o Marco Civil da Internet e ameaça direitos fundamentais como liberdade de expressão, privacidade e neutralidade da rede.
É uma proposta que retoma um debate já superado há uma década, sem diálogo com a sociedade civil e com a comunidade técnica que construiu o Marco Civil de forma participativa.
O projeto amplia o acesso de autoridades e provedores a dados de usuários sem supervisão judicial, fragiliza a privacidade, a neutralidade da rede e a liberdade de expressão online. Dessa forma, sob o pretexto de combater crimes na Internet, abre caminho para vigilância em massa, coleta indiscriminada de dados e monitoramento sem ordem judicial.
A CDR recomenda que o Congresso suspenda a tramitação em regime de urgência e realize audiências públicas e consultas abertas antes de qualquer deliberação. O Brasil não pode retroceder em uma conquista histórica construída de forma democrática e reconhecida internacionalmente.
🔗 Leia a nota completa no site da Coalizão Direitos na Rede: https://direitosnarede.org.br/2025/11/13/nota-cdr-contra-aprovacao-da-urgencia-pl-215-2015/
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É uma proposta que retoma um debate já superado há uma década, sem diálogo com a sociedade civil e com a comunidade técnica que construiu o Marco Civil de forma participativa.
O projeto amplia o acesso de autoridades e provedores a dados de usuários sem supervisão judicial, fragiliza a privacidade, a neutralidade da rede e a liberdade de expressão online. Dessa forma, sob o pretexto de combater crimes na Internet, abre caminho para vigilância em massa, coleta indiscriminada de dados e monitoramento sem ordem judicial.
A CDR recomenda que o Congresso suspenda a tramitação em regime de urgência e realize audiências públicas e consultas abertas antes de qualquer deliberação. O Brasil não pode retroceder em uma conquista histórica construída de forma democrática e reconhecida internacionalmente.
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Coalizão Direitos na Rede
Nota da Coalizão Direitos na Rede contra a aprovação da urgência do PL 215/2015 - Coalizão Direitos na Rede
A Coalizão Direitos na Rede vem a público manifestar sua profunda preocupação com a aprovação pela Câmara dos Deputados, em 12/11/2025, do regime de urgência para a tramitação do Projeto de Lei nº 215/2015, que propõe alterações no Marco Civil da Internet…
A interoperabilidade – conceito usado para integrar sistemas e bases de informação – está redesenhando o modo como o Estado organiza e compartilha dados de saúde.
O problema é que, sem transparência e participação social, essa integração pode concentrar poder em mãos privadas e enfraquecer o controle público sobre informações que pertencem à população.
No dia 3 de dezembro, o 2º Encontro de Saúde Digital da CDR reúne especialistas, gestores e pesquisadores para discutir o que está em jogo nessa transformação — e como garantir que a digitalização da saúde fortaleça o SUS, e não grandes empresas.
📍 São Paulo | Espaço aFlora
🔗 Inscreva-se pelo link https://direitosnarede.org.br/saude-digital-interoque-interoperabilidade-da-tecnologia-a-politica/
O problema é que, sem transparência e participação social, essa integração pode concentrar poder em mãos privadas e enfraquecer o controle público sobre informações que pertencem à população.
No dia 3 de dezembro, o 2º Encontro de Saúde Digital da CDR reúne especialistas, gestores e pesquisadores para discutir o que está em jogo nessa transformação — e como garantir que a digitalização da saúde fortaleça o SUS, e não grandes empresas.
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#direitosnarede | Coalizão Direitos na Rede
O avanço da interoperabilidade na saúde pública tem aproximado as agendas de saúde digital e governo digital – e com isso, surgem novas disputas sobre quem define os padrões, as infraestruturas e o uso dos dados coletivos.
A Coalizão Direitos na Rede (CDR)…
A Coalizão Direitos na Rede (CDR)…
Acontece agora o “Fórum Participativo de Infraestrutura e Soberania Digital”, promovido pelo Conselho Consultivo da Anatel, com participações de integrantes da CDR. Assista aqui: https://www.youtube.com/live/K2IQIM7Sfps
YouTube
Fórum Participativo de Infraestrutura e Soberania Digital
O Conselho Consultivo da Anatel promoverá, nesta segunda-feira, dia 24 de novembro, o “Fórum Participativo de Infraestrutura e Soberania Digital”, encontro destinado a ampliar o diálogo multissetorial sobre os desafios regulatórios, tecnológicos e institucionais…
A tecnologia não é neutra. Ela carrega as escolhas, os interesses e também as omissões de quem a projeta. No Brasil, pessoas negras seguem sub-representadas nos espaços onde a tecnologia é pensada, criada, programada, financiada e regulada.
Isso tem consequências diretas: algoritmos enviesados, modelos de vigilância que reforçam desigualdades, sistemas de crédito discriminatórios, plataformas que silenciam vozes negras e decisões tecnológicas tomadas sem diversidade e, portanto, sem justiça.
Neste Dia da Consciência Negra, reafirmamos: não existe tecnologia justa sem equidade.
Isso significa combater o racismo algorítmico, ampliar a presença de pessoas negras nos espaços de decisão, pesquisa e desenvolvimento, garantir conectividade universal de qualidade e fortalecer políticas públicas guiadas pelos direitos humanos.
Construir o futuro exige construir equidade dentro e fora do digital.
#DiaDaConsciênciaNegra #DireitosNaRede
Isso tem consequências diretas: algoritmos enviesados, modelos de vigilância que reforçam desigualdades, sistemas de crédito discriminatórios, plataformas que silenciam vozes negras e decisões tecnológicas tomadas sem diversidade e, portanto, sem justiça.
Neste Dia da Consciência Negra, reafirmamos: não existe tecnologia justa sem equidade.
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A tecnologia não é neutra. Ela carrega as escolhas, os interesses e também as omissões de quem a projeta. No Brasil, pessoas negras seguem sub-representadas nos espaços onde a tecnologia é pensada, criada, programada, financiada e regulada.
Isso tem consequências…
Isso tem consequências…
O debate sobre a regulação das plataformas no Brasil termina 2025 mais fragmentado do que nunca. Com o Congresso paralisado, decisões importantes têm sido tomadas de forma difusa pelo Judiciário, pelo Executivo e por pressões externas de grandes empresas globais.
As preocupações se acumulam. A entrada em vigor do ECA Digital em 2026 ainda não tem uma solução clara para aferição etária; o debate sobre mercados digitais avança lentamente e segue longe de um consenso; e os efeitos da decisão do STF sobre o Artigo 19 continuam a redesenhar, de forma pouco coordenada, as responsabilidades entre plataformas e usuários.
O ano precisa começar com o compromisso de reconstruir uma agenda pública capaz de ordenar essas discussões, proteger direitos, fortalecer a concorrência e colocar o interesse público no centro das decisões sobre o ambiente digital brasileiro.
As preocupações se acumulam. A entrada em vigor do ECA Digital em 2026 ainda não tem uma solução clara para aferição etária; o debate sobre mercados digitais avança lentamente e segue longe de um consenso; e os efeitos da decisão do STF sobre o Artigo 19 continuam a redesenhar, de forma pouco coordenada, as responsabilidades entre plataformas e usuários.
O ano precisa começar com o compromisso de reconstruir uma agenda pública capaz de ordenar essas discussões, proteger direitos, fortalecer a concorrência e colocar o interesse público no centro das decisões sobre o ambiente digital brasileiro.