Direitos na Rede
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Direitos na rede precisam ser conhecidos para serem respeitados ou conquistados. Estamos aqui para facilitar a disseminação de posts das redes sociais da Coalizão Direitos na Rede.

Canal gerido pelo GT de Comunicação. Contamos com sua colaboração! <3
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Essas decisões podem afetar de maneira desigual a geração e a circulação de conteúdos relacionados a candidaturas, além de determinar como as plataformas cumprem as regras estabelecidas pela Justiça Eleitoral.
Em nova nota, o GT de Inteligência Artificial da Coalizão Direitos na Rede discute os episódios recentes, a responsabilidade das grandes plataformas, a atuação do TSE e a necessidade de avançar na regulação da inteligência artificial no Brasil.

Leia a nota completa pelo link https://direitosnarede.org.br/2026/10/19/alerta-a-ia-esta-decidindo-por-voce/

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Hoje, praticamente todo mundo entra nas redes sociais. Mas o que todo mundo vê lá dentro não é a mesma coisa. Aquilo que aparece na sua tela passou por uma série de escolhas feitas pelos sistemas das plataformas a partir de seus hábitos e interesses: o algoritmo das redes.

O que é recomendado, o que ganha mais alcance, o que aparece primeiro e também o que nunca aparece.

Quando as redes sociais ocupam um espaço importante na circulação de informação e no debate político, essas decisões deixam de dizer respeito apenas à experiência de cada usuário.

Transparência sobre o funcionamento das plataformas e responsabilidade sobre seus sistemas também fazem parte da defesa de um ambiente digital democrático.

Tecnologia também é uma questão de democracia. Vote em quem defende a regulação e transparência das plataformas digitais.

#DireitosDigitais #Democracia
 
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Tecnologia não é neutra. As escolhas feitas por empresas, governos e desenvolvedores definem quem terá acesso, quais dados serão coletados, como informações serão organizadas e que riscos serão distribuídos pela sociedade.

Por isso, inovação não pode significar menos direitos, menos transparência ou menos possibilidade de controle sobre decisões que afetam a vida das pessoas.

É essa a missão da CDR: defender que o desenvolvimento tecnológico esteja submetido ao interesse público, à proteção de direitos e à responsabilidade de quem cria e opera esses sistemas.

Queremos uma internet em que a tecnologia amplie liberdades e oportunidades sem transformar pessoas em matéria-prima de modelos de negócio, sistemas de vigilância ou decisões automatizadas.

Porque desenvolvimento tecnológico só faz sentido quando melhora a vida de quem está do outro lado da tela.

#DireitosNaRede
O uso de tecnologias de vigilância pelo poder público exige responsabilidade e mecanismos efetivos de fiscalização. Quanto maior a capacidade de monitoramento, mais cuidado é necessário com os dados pessoais da população.
O caso do Smart Sampa levanta preocupações que vão além da falha de segurança revelada pela imprensa. Segundo informações reunidas pelas organizações, a Prefeitura de São Paulo não tem acesso ao código-fonte nem aos modelos de inteligência artificial utilizados no programa, que também não passam por auditorias independentes. Isso dificulta a fiscalização do reconhecimento facial e a avaliação dos riscos associados ao uso da tecnologia.
Essas preocupações são ainda maiores quando a vigilância alcança espaços como creches, escolas e unidades de saúde, onde circulam crianças, adolescentes e pessoas em situações de vulnerabilidade. A coleta e o tratamento dessas informações exigem cuidados específicos para garantir a privacidade e a proteção de dados pessoais.