Tecnologia não é neutra. As escolhas feitas por empresas, governos e desenvolvedores definem quem terá acesso, quais dados serão coletados, como informações serão organizadas e que riscos serão distribuídos pela sociedade.
Por isso, inovação não pode significar menos direitos, menos transparência ou menos possibilidade de controle sobre decisões que afetam a vida das pessoas.
É essa a missão da CDR: defender que o desenvolvimento tecnológico esteja submetido ao interesse público, à proteção de direitos e à responsabilidade de quem cria e opera esses sistemas.
Queremos uma internet em que a tecnologia amplie liberdades e oportunidades sem transformar pessoas em matéria-prima de modelos de negócio, sistemas de vigilância ou decisões automatizadas.
Porque desenvolvimento tecnológico só faz sentido quando melhora a vida de quem está do outro lado da tela.
#DireitosNaRede
Por isso, inovação não pode significar menos direitos, menos transparência ou menos possibilidade de controle sobre decisões que afetam a vida das pessoas.
É essa a missão da CDR: defender que o desenvolvimento tecnológico esteja submetido ao interesse público, à proteção de direitos e à responsabilidade de quem cria e opera esses sistemas.
Queremos uma internet em que a tecnologia amplie liberdades e oportunidades sem transformar pessoas em matéria-prima de modelos de negócio, sistemas de vigilância ou decisões automatizadas.
Porque desenvolvimento tecnológico só faz sentido quando melhora a vida de quem está do outro lado da tela.
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O uso de tecnologias de vigilância pelo poder público exige responsabilidade e mecanismos efetivos de fiscalização. Quanto maior a capacidade de monitoramento, mais cuidado é necessário com os dados pessoais da população.
O caso do Smart Sampa levanta preocupações que vão além da falha de segurança revelada pela imprensa. Segundo informações reunidas pelas organizações, a Prefeitura de São Paulo não tem acesso ao código-fonte nem aos modelos de inteligência artificial utilizados no programa, que também não passam por auditorias independentes. Isso dificulta a fiscalização do reconhecimento facial e a avaliação dos riscos associados ao uso da tecnologia.
Essas preocupações são ainda maiores quando a vigilância alcança espaços como creches, escolas e unidades de saúde, onde circulam crianças, adolescentes e pessoas em situações de vulnerabilidade. A coleta e o tratamento dessas informações exigem cuidados específicos para garantir a privacidade e a proteção de dados pessoais.
O caso do Smart Sampa levanta preocupações que vão além da falha de segurança revelada pela imprensa. Segundo informações reunidas pelas organizações, a Prefeitura de São Paulo não tem acesso ao código-fonte nem aos modelos de inteligência artificial utilizados no programa, que também não passam por auditorias independentes. Isso dificulta a fiscalização do reconhecimento facial e a avaliação dos riscos associados ao uso da tecnologia.
Essas preocupações são ainda maiores quando a vigilância alcança espaços como creches, escolas e unidades de saúde, onde circulam crianças, adolescentes e pessoas em situações de vulnerabilidade. A coleta e o tratamento dessas informações exigem cuidados específicos para garantir a privacidade e a proteção de dados pessoais.
Diante desse cenário, a Coalizão Direitos na Rede se une a outras dez organizações da sociedade civil para cobrar da Autoridade Nacional de Proteção de Dados (ANPD) a fiscalização do programa, a apuração de responsabilidades e a adoção de medidas preventivas e sancionatórias cabíveis.
Confira o ofício encaminhado à ANPD pelo link https://direitosnarede.org.br/2026/10/20/entidades-entram-com-processo-de-fiscalizacao-em-razao-de-incidente-de-seguranca-no-programa-smart-sampa/
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BS: https://bsky.app/profile/direitosnarede.bsky.social/post/3mykug7a63c22
X: https://x.com/cdr_br/status/2113706787941515368
Confira o ofício encaminhado à ANPD pelo link https://direitosnarede.org.br/2026/10/20/entidades-entram-com-processo-de-fiscalizacao-em-razao-de-incidente-de-seguranca-no-programa-smart-sampa/
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Coalizão Direitos na Rede
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