Direitos na Rede
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Direitos na rede precisam ser conhecidos para serem respeitados ou conquistados. Estamos aqui para facilitar a disseminação de posts das redes sociais da Coalizão Direitos na Rede.

Canal gerido pelo GT de Comunicação. Contamos com sua colaboração! <3
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Nós, da Coalizão Direitos na Rede, manifestamos nossa imensa solidariedade à população do Rio de Janeiro, diante da barbárie e atrocidade de uma operação policial durante o dia de ontem, que resultou na morte de mais de 130 pessoas, segundo informações da Defensoria Pública do Rio de Janeiro. A ação mais letal da história do estado.

A CDR tem denunciado sistematicamente a adesão dos governos a políticas de vigilância que utilizam tecnologias e aprofundam o racismo enraizado na sociedade. Essas tecnologias têm fortalecido e ampliado massivamente um aparato de controle racista, perpetuando e aprofundando as desigualdades na sociedade.

Esta expansão da vigilância não tem traduzido a prometida redução da violência, e sim intensificado a discriminação e as desigualdades sociais.

Nesse contexto, as plataformas digitais atuam como palco central, onde se amplificam campanhas de desinformação e discursos de ódio direcionados contra populações e grupos já vulnerabilizados.

Esperamos que a população do Rio de Janeiro, principalmente as pessoas em situação de maior vulnerabilidade, nas periferias, não tenham que passar pelo horror e medo vividos ontem.

Nossos sentimentos a todos e todas que perderam seus entes queridos nessa chacina.
Link: https://direitosnarede.org.br/2025/10/31/manifestacao-de-solidariedade-a-populacao-do-rio-de-janeiro/

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Saúde Digital na área!
2° Encontro de Saúde Digital da CDR
Interoquê?! Interoperabilidade: da tecnologia à política
A Coalizão Direitos na Rede convida você para o 2° Encontro da Saúde Digital!
Vamos refletir o tema da interoperabilidade – cada vez mais presente na integração entre tecnologia e políticas públicas, especialmente entre saúde digital e governo digital.
📅 3 de dezembro
📌 Evento online e gratuito
Esta é a 2ª edição dedicada ao tema pela CDR. No primeiro encontro, em 2024, lançamos a Carta Aberta: Uma Agenda para a Saúde Digital. Dessa vez, avançamos no debate e apresentaremos dois estudos fundamentais sobre a transformação digital no SUS.
Não perca! Inscreva-se agora e participe dessa importante construção coletiva.
Inscrições pelo link aqui e na bio: https://direitosnarede.org.br/saude-digital-interoque-interoperabilidade-da-tecnologia-a-politica/

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💫Chegou nossa 5ª edição do Cordel da campanha "IA o que eu tenho a ver com isso?".

Dessa vez, trazendo a temática da concessão de crédito através de análise do perfil. Você sabia que quem faz essa análise é um sistema de IA? Infelizmente, esses sistemas podem produzir vieses racistas, como na história de cordel protagonizada por Beto e Nildo.

📍Situações como essas têm acontecido de forma corriqueira e revelam as desigualdades sociais ainda existentes.

É fundamental descortinarmos essas reproduções e cobrarmos uma regulação que seja protetiva de direitos.
Sem mais, vem conferir essa história!

🔗Link: https://direitosnarede.org.br/campanha/inteligencia-artificial-o-que-eu-tenho-a-ver-com-isso/

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🎯#CDRIndica!
Hoje trazemos uma indicação de leitura imperdível, toma nota! É o artigo Colonialismo Digital: a nova fronteira da dependência latino-americana, publicado no Le Monde Diplomatique Brasil e produzido por Joana Varon (@codingrights) e Leonardo Foletto (@creativecommonsbrasil)

O artigo vai tratar de como a população está a cada dia mais condicionada aos apps estrangeiros, e como isso tem resultado numa relação de cada vez mais dependência dessas tecnologias que estão no Vale do Silício.

Um dado impactante na produção é que só o ChatGPT recebe diariamente 140 milhões de mensagens diárias, segundo a OpenAI.

A autora e o autor chamar a atenção para o que é conceituado como Colonialismo Digital:

“Ele se manifesta na extração de minérios para dispositivos tecnológicos, no consumo predatório de água e energia para datacenters, na precarização do trabalho de moderação de conteúdo no Sul Global, na imposição de valores corporativos através de algoritmos que decidem o que merece visibilidade, entre outras tentativas de submissão.”

Mas existem outros modelos alternativos possíveis!
Sem mais spoiler, corre aqui e confira!
🔗Link: https://diplomatique.org.br/colonialismo-digital/

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Onde estão todos os seus emails, fotos e informações que vivem na nuvem?

📧☁️ A resposta está nos Data Centers!

Camila Cristina (Lapin) explicou para o público que Data Centers são grandes infraestruturas físicas, responsáveis por armazenar, processar e transmitir volumes massivos de dados com alta velocidade e eficiência.

E você sabia que essa tecnologia tem níveis de regulação e gera impactos ambientais significativos, especialmente com o avanço da IA?

Esse tema foi debatido em um evento realizado pelo IDEC e Lapin em parceria com a Câmara dos Deputados.

Quer entender mais sobre o assunto?
▶️ Vem ver o debate!
A Coalizão Direitos na Rede manifesta profunda preocupação com a aprovação, pela Câmara dos Deputados, da urgência para tramitação do Projeto de Lei 215/2015. O PL altera o Marco Civil da Internet e ameaça direitos fundamentais como liberdade de expressão, privacidade e neutralidade da rede.

É uma proposta que retoma um debate já superado há uma década, sem diálogo com a sociedade civil e com a comunidade técnica que construiu o Marco Civil de forma participativa.

O projeto amplia o acesso de autoridades e provedores a dados de usuários sem supervisão judicial, fragiliza a privacidade, a neutralidade da rede e a liberdade de expressão online. Dessa forma, sob o pretexto de combater crimes na Internet, abre caminho para vigilância em massa, coleta indiscriminada de dados e monitoramento sem ordem judicial.

A CDR recomenda que o Congresso suspenda a tramitação em regime de urgência e realize audiências públicas e consultas abertas antes de qualquer deliberação. O Brasil não pode retroceder em uma conquista histórica construída de forma democrática e reconhecida internacionalmente.

🔗 Leia a nota completa no site da Coalizão Direitos na Rede: https://direitosnarede.org.br/2025/11/13/nota-cdr-contra-aprovacao-da-urgencia-pl-215-2015/

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A interoperabilidade – conceito usado para integrar sistemas e bases de informação – está redesenhando o modo como o Estado organiza e compartilha dados de saúde.

O problema é que, sem transparência e participação social, essa integração pode concentrar poder em mãos privadas e enfraquecer o controle público sobre informações que pertencem à população.

No dia 3 de dezembro, o 2º Encontro de Saúde Digital da CDR reúne especialistas, gestores e pesquisadores para discutir o que está em jogo nessa transformação — e como garantir que a digitalização da saúde fortaleça o SUS, e não grandes empresas.

📍 São Paulo | Espaço aFlora
🔗 Inscreva-se pelo link https://direitosnarede.org.br/saude-digital-interoque-interoperabilidade-da-tecnologia-a-politica/
A tecnologia não é neutra. Ela carrega as escolhas, os interesses e também as omissões de quem a projeta. No Brasil, pessoas negras seguem sub-representadas nos espaços onde a tecnologia é pensada, criada, programada, financiada e regulada.

Isso tem consequências diretas: algoritmos enviesados, modelos de vigilância que reforçam desigualdades, sistemas de crédito discriminatórios, plataformas que silenciam vozes negras e decisões tecnológicas tomadas sem diversidade e, portanto, sem justiça.

Neste Dia da Consciência Negra, reafirmamos: não existe tecnologia justa sem equidade.

Isso significa combater o racismo algorítmico, ampliar a presença de pessoas negras nos espaços de decisão, pesquisa e desenvolvimento, garantir conectividade universal de qualidade e fortalecer políticas públicas guiadas pelos direitos humanos.

Construir o futuro exige construir equidade dentro e fora do digital.

#DiaDaConsciênciaNegra #DireitosNaRede