Direitos na Rede
726 subscribers
980 photos
43 videos
10 files
1.2K links
Direitos na rede precisam ser conhecidos para serem respeitados ou conquistados. Estamos aqui para facilitar a disseminação de posts das redes sociais da Coalizão Direitos na Rede.

Canal gerido pelo GT de Comunicação. Contamos com sua colaboração! <3
Download Telegram
O REDATA avançou com pressa, pouca participação social e decisões que ampliam seus riscos.

Agora, o projeto segue para sanção presidencial. A Coalizão Direitos na Rede seguirá cobrando transparência, responsabilidade pública e proteção de direitos na expansão dos data centers no Brasil.

Leia a nota completa: https://direitosnarede.org.br/2026/08/31/nota-publica-o-redata-nao-deveavancar/

#DireitosNaRede #REDATA #DataCenters
 
Compartilhe:
IG: https://www.instagram.com/p/Ddm0KJKEYih/?img_index=1
LKD: https://www.linkedin.com/feed/update/urn:li:activity:7508290188893405184/
Como vimos nas últimas semanas, o debate sobre os riscos da IA pode avançar rapidamente para cenários extremos. Máquinas fora de controle, sistemas mais inteligentes que seres humanos, tecnologias capazes de ameaçar a própria humanidade…

Essas discussões são, sim, relevantes. Mas não podemos esquecer que a inteligência artificial já produz efeitos muito mais próximos.

O impacto dos sistemas de IA dependem menos de uma máquina ganhar consciência do que das escolhas feitas por quem desenvolve essas tecnologias e das regras que orientam seu funcionamento.

É aí que entra a regulação.

Ao longo dos próximos meses, a Coalizão Direitos na Rede vai aprofundar esse debate e mostrar como a inteligência artificial se relaciona com proteção de dados, eleições, liberdade de expressão, direitos de crianças e adolescentes, cultura, plataformas e infraestrutura digital.
Quem define as regras da rede, os limites das plataformas, o uso de dados, os sistemas de inteligência artificial ou as condições de acesso à internet interfere diretamente na vida de milhões de pessoas.

Por isso, essas decisões não podem ficar restritas a governos e grandes empresas de tecnologia.

A história da internet no Brasil mostra que a participação da sociedade civil fez diferença na construção de marcos como o Marco Civil da Internet, a Lei Geral de Proteção de Dados e, mais recentemente, o ECA Digital.

É essa a nossa missão: defender uma internet em que os direitos das pessoas orientem as decisões sobre tecnologia e em que a sociedade tenha voz sobre o futuro digital que está sendo construído. Defendemos um modelo de governança da internet democrático, inclusivo e participativo.

Porque uma internet democrática só se constrói com participação.

#DireitosNaRede
A mobilização da sociedade civil já conquistou mudanças no projeto de lei que prevê a instalação de câmeras de reconhecimento facial em espaços públicos – entre elas a vedação do tratamento de dados biométricos de crianças e adolescentes.

Nos últimos meses, a CDR atuou para impedir que o PL 1.828/2023 avançasse sem garantias para a proteção dos direitos da população. Organizações que compõem a Coalizão se mobilizaram para retirar o projeto de pauta e, diante do avanço da tramitação, passaram a construir propostas de emendas para incorporar salvaguardas ao texto.

Essa atuação contribuiu para que o projeto aprovado na Câmara dos Deputados incluísse garantias de proteção de dados pessoais, como, além das restrições ao tratamento de dados biométricos de menores de idade, a proibição da vigilância em massa e a exigência de validação humana antes de decisões que possam restringir direitos.
A proteção de crianças e adolescentes no ambiente digital exige debate público, políticas adequadas e responsabilidade de diferentes setores da sociedade.

Nos dias 29 e 30 de outubro, acontece em São Paulo o 11º Simpósio Crianças e Adolescentes na Internet, organizado pelo NIC.br e CGI.br, com participação de organizações, pesquisadores e representantes do poder público.

A programação reúne discussões sobre reconhecimento facial nas escolas, proteção de dados, ECA Digital, segurança online, radicalização, regulação e os impactos das tecnologias na vida de crianças e adolescentes.

A Coalizão Direitos na Rede acompanha de perto esse debate, que envolve direitos fundamentais, transparência, proteção de dados e limites para o uso de tecnologias em contextos sensíveis.

O evento é gratuito e também terá transmissão online.

#DireitosNaRede #ECADigital
META, TIRA A MÃO DA NOSSA ELEIÇÃO.
A Meta não pode ser o juiz invisível do debate eleitoral brasileiro.

ATO NA SEDE DA META EM SP
📅 Segunda-feira, 19/10
📍 Edifício B32 — Av. Brig. Faria Lima, 3732, Itaim Bibi, São Paulo
⏰ Concentração: 16h · Ato: 17h às 20h

Organizações da sociedade civil e movimentos sociais convocam a sociedade para um ato pacífico na sede da Meta, em São Paulo, para protestar contra a interferência da empresa no processo eleitoral brasileiro.

O ato visa exigir não apenas o fim dos banimentos e restrições e mais transparência, mas também reparação imediata dos danos e o estabelecimento de canais de apelação e proteção para jornalistas, movimentos sociais e organizações da sociedade civil.

O tempo é curto. Temos poucos dias para garantir um espaço público mais justo nesse segundo turno das eleições, e não daremos nenhum passo para trás.
Como alguns posts podem ser restringidos, além de curtir, comentar e compartilhar esse aqui, baixem as artes e a legenda no site (www.naosemeta.com.br) e REPOSTEM!

📎 Site da campanha: naosemeta.com.br
✍ Assine a petição: tiraamao.ctrlz.org.br
👁 Acompanhe o De Olho na Meta: deolhonameta.com.br
Petição para ser assinada: tiraamao.ctrlz.org.br

Compartilhem:
IG: https://www.instagram.com/p/Depn9nAEaTy/
LKD: https://www.linkedin.com/feed/update/urn:li:activity:7517689267092049920
BS: https://bsky.app/profile/direitosnarede.bsky.social/post/3my6i7pyw6k2x