Direitos na Rede
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Direitos na rede precisam ser conhecidos para serem respeitados ou conquistados. Estamos aqui para facilitar a disseminação de posts das redes sociais da Coalizão Direitos na Rede.

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Coalizão Direitos na Rede publica nota ao Congresso Nacional sobre os vetos presidenciais à LGDP e à criação da Autoridade Nacional de Proteção de Dados.

"O processo de elaboração da Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais (LGPD) foi o resultado de um longo processo de diálogo com os diversos setores da sociedade brasileira. O texto da lei passou por consultas, audiências públicas e por um amplo período de negociações, a fim de que contemplasse os anseios dos mais diferentes segmentos. Sua aprovação foi também o resultado do esforço do Congresso Nacional em 2018, que soube dialogar com empresários, academia, poder público e organizações da sociedade civil para aprovar a legislação por unanimidade, nas duas Casas.

Por este motivo, a Coalizão Direitos na Rede considera que os vetos realizados pela Presidência da República ao Projeto de Lei de Conversão 07/2019 desrespeitam os acordos firmados no Congresso Nacional e pede que os parlamentares, dentro da prerrogativa que cabe ao Poder Legislativo, revertam questões importantes no texto do ponto de vista dos direitos da população."

📍Confira a nota na íntegra, assinada por 34 entidades, que contém três pontos principais de recomendações aos parlamentares para a derrubada dos vetos.

https://direitosnarede.org.br/c/anula-vetos/
📢VOTAÇÃO DOS VETOS À LEI GERAL DE PROTEÇÃO DE DADOS

AMANHÃ, 27/08, a partir das 19h, o Congresso Nacional realiza uma nova sessão conjunta para, dentre outros, apreciar os vetos do presidente da República, Jair Bolsonaro, à Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD). Elencamos 3⃣ vetos cruciais para que as lideranças parlamentares na Câmara dos Deputados e no Senado Federal se atentem e restabeleçam o texto original acordado na MP 869/2018, aprovada em maio, reflexo de mais de dois anos de debates entre deputados, senadores, setor empresarial e sociedade civil.

1️⃣ Possibilidade de revisão de decisões automatizadas por pessoa natural (veto do parágrafo 3o do art.20):

2️⃣ Proteção aos dados pessoais de requerentes da Lei de Acesso à Informação (veto do inciso IV do artigo 23):

3️⃣ Sanções aos agentes de tratamento de dados, no caso de infrações (vetos nos incisos X, XI e XII, e parágrafos 3° e 6°, do artigo 52):

Confira essa história no twitter:
https://twitter.com/cdr_br/status/1166077426750951424

E no Facebook:
https://bit.ly/32b5M6B

📍Confira também a nossa Nota aos Parlamentares sobre os vetos presidenciais à LGDP e à criação da Autoridade Nacional de Proteção de Dados:
https://direitosnarede.org.br/c/anula-vetos/

#SeusDadosSãoVocê #DerrubaVetosLGPD
📢Panorama da Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais: O que vai mudar na sua vida digital? 📲💻⌨️

IMPORTANTE: AMANHÃ, 28/08, às 11h, o Congresso Nacional irá apreciar 9 VETOS presidenciais, que alteram a LGPD em aspectos do funcionamento da Autoridade Nacional de Proteção de Dados. Confira ao final o posicionamento da Coalizão Direitos na Rede.

Um ano após a aprovação da LGPD, cidadãos, empresas, órgãos públicos e autoridades regulatórias ainda possuem largos desafios até que as novas regras entrem em vigor, em agosto de 2020. Um exemplo de lacuna não resolvida:

"Ao coletar um dado, as empresas deverão informar a finalidade. Se o usuário aceitar repassar suas informações, como ao concordar com termos e condições de um aplicativo, as companhias passam a ter o direito de tratar os dados (respeitada a finalidade específica), desde que em conformidade com a lei. A Lei previu uma série de obrigações, como a garantia da segurança dessas informações e a notificação do titular em caso de um incidente de segurança. A norma permite a reutilização dos dados por empresas ou órgãos públicos, em caso de 'legítimo interesse' desses, embora essa hipótese não tenha sido detalhada, um dos pontos em aberto da norma." ⚠️⚠️⚠️

Outra questão diz respeito à independência técnica e funcional da Autoridade Nacional de Proteção de Dados como mecanismo capaz de disciplinar e orientar atores do setor público e privado na adequação à LGPD.

🗣“O desafio vai ser montar estrutura interna que demonstre funcionalidade. Pessoas capazes de produzir a parte burocrática, estrutura de recebimento de denúncias, investigações externas, processo administrativo, cooperação internacional. Mesmo com possibilidade de supervisão pela Casa Civil, a autoridade deve ter autonomia de fato”, diz Rafael Zanatta, advogado especialista em proteção de dados do escritório Pereira, Neto e Macedo Associados.

📍Leia a matéria completa e saiba mais sobre o que deve mudar na sua vida digital com a LGPD:
http://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2019-08/lei-de-protecao-de-dados-traz-desafios-empresas-cidadaos-e-governo

📍Posicionamento da Coalizão Direitos na Rede sobre os vetos presidenciais:
https://direitosnarede.org.br/c/anula-vetos/

#SeusDadosSãoVocê #DerrubaVetosLGPD
📢MOBILIZA, Coalizão Direitos na Rede!
Amanhã, 28/08, às 11 horas, finalmente será realizada a sessão conjunta do Congresso Nacional, que vai apreciar os 9 vetos do presidente Jair Bolsonaro à Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais sobre mecanismos do funcionamento da Autoridade Nacional de Proteção de Dados, que entra em vigor a partir de agosto de 2020.

Defendemos a derrubada dos vetos, com especial destaque para 3️⃣ pontos:

1️⃣ Possibilidade de revisão de decisões automatizadas por pessoa natural (veto do parágrafo 3o do art.20);
2️⃣ Proteção aos dados pessoais de requerentes da Lei de Acesso à Informação (veto do inciso IV do artigo 23);
3️⃣ Sanções aos agentes de tratamento de dados, no caso de infrações (vetos nos incisos X, XI e XII, e parágrafos 3° e 6°, do artigo 52).

Confira nosso posicionamento na íntegra:
https://direitosnarede.org.br/c/anula-vetos/

Veja essa história no Facebook:
https://bit.ly/2MGhPVx

E no Twitter:
https://twitter.com/cdr_br/status/1166466476263510018
📢Consulta Pública: Reforma da Lei de Direitos Autorais

O Creative Commons Brasil, a mais nova organização a entrar na Coalizão Direitos na Rede, trabalha há mais de uma década com o tema #DireitoAutoral em busca de favorecer condições para a propagação do conhecimento livre, as permissões de uso pra fins educacionais, de preservação da memória e outros usos de interesse público, e a autonomia dos/as autores/as para decidir sobre suas obras.👥🧠👩‍🏫👨‍🏫👨‍💻👩‍💻

Recentemente, o Ministério da Cidadania lançou consulta pública para reformar a lei de direitos autorais, aberta até o dia 15 de setembro. Confira o texto do Creative Commons Brasil e saiba mais como o #DireitoAutoral impacta na sua vida, desde a sua série preferida até o meme que você compartilhou há pouco, independentemente de você ser autor ou autora.

📍Aqui um pequeno spoiler:

"Você sabia que no Brasil a lei permite que se execute música e represente teatro em sala de aula, mas professor não tem permissão expressa para passar um filme? Se você acha que é importante pensar o #DireitoAutoral, contribua!"

https://br.creativecommons.org/reforma-da-lda-o-que-voce-precisa-saber/
👁📈 Debate na rede: o poder das plataformas e a liberdade de expressão

O The Intercept Brasil e o Manual do Usuário se debruçaram sobre mais de 17 mil rankings “Em alta” do YouTube no Brasil veiculados durante o segundo semestre de 2018, coletados e organizados pela empresa de análise de dados Novelo.

"Em Alta” é um algoritmo do YouTube que destaca vídeos que “podem interessar a vários espectadores”. O Google, dono da plataforma, afirma que entram no ranking vídeos que tenham um grande número de visualizações, viralizem rápido, sejam “surpreendentes ou novos” e que não sejam “enganosos, sensacionalistas ou induzam a cliques”.

"Não é bem assim. O canal que mais apareceu no 'Em alta' na última metade do ano passado foi o Folha Política. Notório produtor de fake news de direita, como teorias da conspiração envolvendo Adélio Bispo e urnas fraudadas, ele foi de zero aparições no ranking em julho e agosto para um pico de 2.747 em outubro, mês das eleições, e 2.556 em dezembro, último mês da análise", informa a reportagem.

Leia na íntegra a reportagem que mostra como a liberdade de expressão pode estar ameaçada com a proeminência de discursos enviesados por uma linha de pensamento em detrimento de outras na maior plataforma de vídeo mundial:

https://theintercept.com/2019/08/28/ranking-youtube-extrema-direita/
📢 Atenção, povo brasileiro! Quem tem medo do debate sobre acesso? 🗣👥👻

Sem abrir discussões com a sociedade civil, o Senado Federal deve decidir unilateralmente sobre os rumos do "PL da Teles", que beneficia as operadoras de telefonia com o repasse da infraestrutura pública da União. A mesma infraestrutura que permite nossa conexão à internet, num contexto de implantação da tecnologia 5G que está se forjando para o próximo ano. ⚠️⚠️⚠️

Nos últimos meses, a Coalizão Direitos na Rede e outras entidades trabalharam pela construção de uma audiência pública a fim de permitir que os parlamentares conheçam os reais impactos do PL e se debrucem com a seriedade necessária acerca dessa proposição antes de votar. A audiência, que era pra ter ocorrido ontem (2/9), foi cancelada. E não há previsão de uma nova data.

📍Leia na íntegra o texto no blog do Intervozes, na CartaCapital, e saiba como o PL das Teles, se aprovado com o texto atual e de maneira atropelado, vai impactar na sua vida digital.

https://www.cartacapital.com.br/blogs/intervozes/senado-vai-decidir-as-cegas-futuro-da-conexao-dos-brasileiros/?fbclid=IwAR1_rVkvYwqBEzQInD1B4TJ8O_HECosf-MzpgKmAuCzEblnNK_kUgIIx124
📢 Coalizão Direitos na Rede reforça importância dos direitos digitais a deputados e senadores.

📍Saca só como foi o café da manhã que promovemos hoje na Câmara dos Deputados para debater privacidade, proteção de dados pessoais, acesso, liberdade de expressão, e desinformação.

Confira também algumas posições dos parlamentares presentes. 😉

https://medium.com/@cdr_br/entre-parlamentares-e-assessores-coaliz%C3%A3o-direitos-na-rede-re%C3%BAne-mais-de-50-atores-pol%C3%ADticos-para-3bd041ac1637
⚠️Empresas estão de olho na infraestrutura pública de telecomunicações 👀

A eventual votação do PL das Teles no Senado Federal pode representar um grande retrocesso nas políticas de universalização do acesso à internet no país.

Esse projeto altera a Lei Geral de Telecomunicações (LGT) em benefício dos interesses privados de poucas empresas que pretendem se apropriar da infraestrutura pública da União. E ainda desonera qualquer responsabilidade delas com a ampliação do acesso à internet de milhões de brasileiros, que continuam usufruindo de serviços precários.

https://direitosnarede.org.br/acesso/2019/09/02/plc79-projeto-limita-a-ampliacao-da-banda-larga.html

📍Confira o posicionamento da Coalizão Direitos na Rede:
📢ATENÇÃO⚠️O Senado Federal pode votar amanhã(10/9) o "PL da Teles", que beneficia algumas empresas privadas com o repasse da infraestrutura pública de telecomunicações da União, sem o devido compromisso delas com a expansão da banda larga pelo país.⚠️⚠️⚠️ Veja o fio no twitter:

https://twitter.com/cdr_br/status/1171185041310924800
📢ENTREVISTA📰

Nesta semana, o jornalista e advogado Edison Lanza, relator especial para a liberdade de expressão da OEA, esteve no Brasil para participar do seminário "Grandes plataformas de internet e moderação de conteúdos: desafios para a liberdade de expressão e outros direitos humanos", promovido pela Coalizão Direitos na Rede em parceria com Idec - Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor, Intervozes, Observacom, FNDC Democratização da Comunicação, USP - Universidade de São Paulo e Desarollo Digital.

Ao final do evento, trocamos uma ideia sobre transparência nas grandes plataformas, mecanismos regulatórios, censura, enfraquecimento dos estados nacionais, fake news, desinformação, jornalismo e outros temas.
Confere aí:
😉

https://medium.com/@cdr_br/relator-da-oea-para-liberdade-de-express%C3%A3o-mostra-preocupa%C3%A7%C3%A3o-com-falta-de-transpar%C3%AAncia-de-a8a633aef7ae