A todos o amigos e inscritos, nossos mais sinceros votos de feliz ano novo!
Que 2026 seja um ano de próspero, saudável e recheado de sucesso e boas surpresas! 😉
Abraços.
Que 2026 seja um ano de próspero, saudável e recheado de sucesso e boas surpresas! 😉
Abraços.
🔥3
Procrastinação
Sem internet 🌐, sem celular 📲, sem redes sociais ❤️... Seríamos mais produtivos?
Há cem anos, preocupado com o comportamento de procrastinação, um inventor luxemburguês-americano, Hugo Gernsback, propôs um artefato para eliminar distrações e ampliar o foco, o "Isolator".
Somos vítimas ou protagonistas dos nossos comportamentos?
Confira essa história centenária, publicada no site Xataka Brasil.
👉 Acesse
@HPNews
Sem internet 🌐, sem celular 📲, sem redes sociais ❤️... Seríamos mais produtivos?
Há cem anos, preocupado com o comportamento de procrastinação, um inventor luxemburguês-americano, Hugo Gernsback, propôs um artefato para eliminar distrações e ampliar o foco, o "Isolator".
Somos vítimas ou protagonistas dos nossos comportamentos?
Confira essa história centenária, publicada no site Xataka Brasil.
👉 Acesse
@HPNews
❤2
Forwarded from Luciano Pires
Media is too big
VIEW IN TELEGRAM
Forwarded from Luciano Pires
#podcast O debate aí no vídeo começa torto porque nasce de um erro conceitual. E erro conceitual é como discutir trânsito achando que volante é o mesmo que motor. A conversa até anda, mas não chega a lugar nenhum.
A pergunta era provocativa: se um podcast for para a televisão, ele vira um programa de TV e deixa de ser podcast? A discussão foi longa, apaixonada, cheia de opiniões fortes. Só faltou combinar o significado das palavras. Eles estavam chamando de podcast uma coisa que não é podcast.
Esses vídeos no YouTube, com duas, três, seis pessoas sentadas conversando em volta de uma mesa, o tal do mesacast, nunca foram podcast. São programas de vídeo no YouTube. Ponto. Não viraram outra coisa depois. Sempre foram isso. A confusão começa quando se tenta definir podcast como formato. Não é.
Podcast é um sistema de distribuição. Ele nasce no começo dos anos 2000 como um processo técnico: alguém publica um conteúdo num servidor, esse conteúdo é empacotado num feed RSS, e quem assina recebe automaticamente esse conteúdo no seu tocador. Não importa se é áudio, vídeo, texto ou PDF. Importa o processo. É push, não pull. O conteúdo vai até você. Você não precisa ir atrás dele.
Por isso, tecnicamente, dá para ter podcast de áudio, de vídeo, de texto, de planilha Excel se alguém quiser. Parece estranho hoje porque o mercado sequestrou a palavra e amarrou tudo ao áudio falado. Mas a origem é essa. Podcast não é estética, não é cenário, não é câmera ligada. É distribuição.
O problema começa quando alguém pega um programa de vídeo, publica no YouTube, nunca passou por um feed, nunca foi assinado por ninguém em agregador algum, e chama isso de podcast. Aí vem a pergunta errada: se eu colocar isso na TV, deixa de ser podcast? Ora, nunca foi. Não virou outra coisa. Continua sendo um programa de vídeo, só que exibido em outra tela.
O ponto de inflexão histórico está lá atrás, quando o Joe Rogan passa a filmar as gravações de áudio e publicar no YouTube. Aquilo era um podcast que ganhou uma camada de vídeo. Mas o mercado não fez essa distinção. O termo “podcast” virou sinônimo de “gente conversando com microfone”. E pronto. O conceito original foi para o ralo.
Hoje, nos Estados Unidos, muita gente já percebeu o problema. Por isso a mudança de nomenclatura. Não é mais podcast. É show. The Joe Rogan Experience é um show. The Daily é um show. Porque podcast, como palavra, perdeu precisão. Virou rótulo genérico.
E aí chegamos ao ponto desconfortável: discutir se podcast vira TV quando vai para a televisão é discutir o sexo dos anjos. A premissa está errada. O nome está errado. A conversa nasce condenada.
Só que tentar explicar isso é quase inútil. Dá trabalho. Exige voltar à origem, falar de RSS, de assinatura, de distribuição. Num mundo treinado para atalhos, ninguém quer ouvir isso. É mais fácil repetir o erro, seguir o fluxo, chamar tudo de podcast e fingir que está tudo bem.
Não está.
Mas entender isso não é só preciosismo técnico. É critério. É saber onde você está jogando o jogo. Quem confunde formato com processo acaba tomando decisão errada, medindo coisa errada, brigando por território que não existe.
Podcast não virou TV e TV não virou podcast. O que virou foi a palavra, esvaziada, esticada, deformada para caber em qualquer coisa.
E quando o vocabulário perde precisão, o pensamento vai junto.
A pergunta era provocativa: se um podcast for para a televisão, ele vira um programa de TV e deixa de ser podcast? A discussão foi longa, apaixonada, cheia de opiniões fortes. Só faltou combinar o significado das palavras. Eles estavam chamando de podcast uma coisa que não é podcast.
Esses vídeos no YouTube, com duas, três, seis pessoas sentadas conversando em volta de uma mesa, o tal do mesacast, nunca foram podcast. São programas de vídeo no YouTube. Ponto. Não viraram outra coisa depois. Sempre foram isso. A confusão começa quando se tenta definir podcast como formato. Não é.
Podcast é um sistema de distribuição. Ele nasce no começo dos anos 2000 como um processo técnico: alguém publica um conteúdo num servidor, esse conteúdo é empacotado num feed RSS, e quem assina recebe automaticamente esse conteúdo no seu tocador. Não importa se é áudio, vídeo, texto ou PDF. Importa o processo. É push, não pull. O conteúdo vai até você. Você não precisa ir atrás dele.
Por isso, tecnicamente, dá para ter podcast de áudio, de vídeo, de texto, de planilha Excel se alguém quiser. Parece estranho hoje porque o mercado sequestrou a palavra e amarrou tudo ao áudio falado. Mas a origem é essa. Podcast não é estética, não é cenário, não é câmera ligada. É distribuição.
O problema começa quando alguém pega um programa de vídeo, publica no YouTube, nunca passou por um feed, nunca foi assinado por ninguém em agregador algum, e chama isso de podcast. Aí vem a pergunta errada: se eu colocar isso na TV, deixa de ser podcast? Ora, nunca foi. Não virou outra coisa. Continua sendo um programa de vídeo, só que exibido em outra tela.
O ponto de inflexão histórico está lá atrás, quando o Joe Rogan passa a filmar as gravações de áudio e publicar no YouTube. Aquilo era um podcast que ganhou uma camada de vídeo. Mas o mercado não fez essa distinção. O termo “podcast” virou sinônimo de “gente conversando com microfone”. E pronto. O conceito original foi para o ralo.
Hoje, nos Estados Unidos, muita gente já percebeu o problema. Por isso a mudança de nomenclatura. Não é mais podcast. É show. The Joe Rogan Experience é um show. The Daily é um show. Porque podcast, como palavra, perdeu precisão. Virou rótulo genérico.
E aí chegamos ao ponto desconfortável: discutir se podcast vira TV quando vai para a televisão é discutir o sexo dos anjos. A premissa está errada. O nome está errado. A conversa nasce condenada.
Só que tentar explicar isso é quase inútil. Dá trabalho. Exige voltar à origem, falar de RSS, de assinatura, de distribuição. Num mundo treinado para atalhos, ninguém quer ouvir isso. É mais fácil repetir o erro, seguir o fluxo, chamar tudo de podcast e fingir que está tudo bem.
Não está.
Mas entender isso não é só preciosismo técnico. É critério. É saber onde você está jogando o jogo. Quem confunde formato com processo acaba tomando decisão errada, medindo coisa errada, brigando por território que não existe.
Podcast não virou TV e TV não virou podcast. O que virou foi a palavra, esvaziada, esticada, deformada para caber em qualquer coisa.
E quando o vocabulário perde precisão, o pensamento vai junto.
👏1
1° CONEURO
1° Congresso on-line de Neurociências
De 09 a 13 de março de 2026.
Gratuito e com certificado de 40 horas.
Inscrições 👉 Acesse aqui
#Evento #Congresso
@HPNews
1° Congresso on-line de Neurociências
De 09 a 13 de março de 2026.
Gratuito e com certificado de 40 horas.
Inscrições 👉 Acesse aqui
#Evento #Congresso
@HPNews
👏1
Media is too big
VIEW IN TELEGRAM
Dinheiro e Neurociência
Leo Siqueira, Economista eDeputado Estadual, apesar de não atuar na área da saúde, fez uma análise muito interessante e diferenciada, com base nos estudos da Neurociência, sobre Daniel Vorcaro, ex-dono do Banco Master.
Por gentileza, filtre o "Deputado", é só uma informação. A análise foi muito bem formulada e nos proporciona uma boa oportunidade de reflexão.
Para quem se interessar em aprofundar nos conceitos e estudos apresentados, indicamos:
Livro: Rápido e Devagar: Duas Formas de Pensar (Thinking, Fast and Slow, 2011)
Autor: Daniel Kahneman (1934-2024), psicólogo israelense-americano, premiado com o Nobel de Ciências Econômicas em 2002.
Conteúdo: A obra popularizou e sintetizou décadas de pesquisas, incluindo a Teoria da Perspectiva. Explica o sistema 1. Rápido e o sistema 2. Devagar e porque tendemos a responder cognitivamente ao sistema 1.
Fonte: Instagram @leosiqueirabr
#Neurociencia #Psicologia #Dinheiro
@HPNews
Leo Siqueira, Economista e
Por gentileza, filtre o "Deputado", é só uma informação. A análise foi muito bem formulada e nos proporciona uma boa oportunidade de reflexão.
Para quem se interessar em aprofundar nos conceitos e estudos apresentados, indicamos:
Livro: Rápido e Devagar: Duas Formas de Pensar (Thinking, Fast and Slow, 2011)
Autor: Daniel Kahneman (1934-2024), psicólogo israelense-americano, premiado com o Nobel de Ciências Econômicas em 2002.
Conteúdo: A obra popularizou e sintetizou décadas de pesquisas, incluindo a Teoria da Perspectiva. Explica o sistema 1. Rápido e o sistema 2. Devagar e porque tendemos a responder cognitivamente ao sistema 1.
Fonte: Instagram @leosiqueirabr
#Neurociencia #Psicologia #Dinheiro
@HPNews
👏1
Stanford mapeia circuito cerebral que controla exclusivamente a dor crônica
https://www.perplexity.ai/page/stanford-maps-brain-circuit-th-Edp5bnguREm74FQf9J7I_g
#DorCronica
https://www.perplexity.ai/page/stanford-maps-brain-circuit-th-Edp5bnguREm74FQf9J7I_g
#DorCronica
Perplexity AI
Stanford maps brain circuit that drives chronic pain alone
A team of Stanford University neuroscientists has identified and mapped a neural circuit loop in the brain that drives chronic pain but plays no role in the...
👏1
MEC Livros :: Biblioteca Digital
Iniciativa do Governo Federal que amplia o acesso público e gratuito a obras literárias em formato digital. A plataforma reúne obras em domínio público e obras contemporâneas licenciadas, organizadas em um acervo digital voltado para leitores em geral.
Para ler os e-books, o leitor deve fazer login no site gov.br.
#Dica @HPNews
https://www.gov.br/mec/pt-br/mec-livros
Iniciativa do Governo Federal que amplia o acesso público e gratuito a obras literárias em formato digital. A plataforma reúne obras em domínio público e obras contemporâneas licenciadas, organizadas em um acervo digital voltado para leitores em geral.
Para ler os e-books, o leitor deve fazer login no site gov.br.
#Dica @HPNews
https://www.gov.br/mec/pt-br/mec-livros
❤1👏1
Forwarded from Instant Media Bot - Video | Music | Files
This media is not supported in your browser
VIEW IN TELEGRAM
😁2
🔥 Hoje 26/04/26:
AULA COM DOIS MESTRES DA HIPNOSE
🌀 Prof. Rogério Castilho
Psicólogo - Neurociêntista (Hipnose Conversacional + PNL com reconhecimento MEC);
🌀 Dr. Marco Paret
Autoridade mundial em Hipnose Não Verbal, com certificação europeia.
🧠 Tema:
⏰ 15:30 Rogério Castilho
⏰ 17:00 Dr. Marco Paret
📲 O link para a aula será postado no grupo abaixo minutos antes de começar:
https://chat.whatsapp.com/DS0fnOez8VO9y74HZ8SwMy?mode=gi_t
Atualizaremos aqui o comunicado com o link para a aula ao vivo, quando liberarem.
⚡️⚡️ Já Começou ⚡️⚡️
Acesse:
https://us06web.zoom.us/j/83923492070?pwd=gAFm3tNRZV64a64SFmukKLZCm0z9J4.1
AULA COM DOIS MESTRES DA HIPNOSE
🌀 Prof. Rogério Castilho
Psicólogo - Neurociêntista (Hipnose Conversacional + PNL com reconhecimento MEC);
🌀 Dr. Marco Paret
Autoridade mundial em Hipnose Não Verbal, com certificação europeia.
🧠 Tema:
A união da hipnose verbal e não verbal para formar profissionais altamente qualificados.⏰ 15:30 Rogério Castilho
⏰ 17:00 Dr. Marco Paret
📲 O link para a aula será postado no grupo abaixo minutos antes de começar:
https://chat.whatsapp.com/DS0fnOez8VO9y74HZ8SwMy?mode=gi_t
Atualizaremos aqui o comunicado com o link para a aula ao vivo, quando liberarem.
⚡️⚡️ Já Começou ⚡️⚡️
Acesse:
https://us06web.zoom.us/j/83923492070?pwd=gAFm3tNRZV64a64SFmukKLZCm0z9J4.1
🔥1
Transtornos Psíquicos podem ter Origem no Intestino.
Matéria: Veja Saúde
#Saude #Intestino #Cerebro
@HPNews
.
Matéria: Veja Saúde
#Saude #Intestino #Cerebro
@HPNews
.
Veja Saúde
Ansiedade pode vir do intestino? O que a neurociência já descobriu
Desequilíbrios na microbiota intestinal parecem estar relacionados ao desenvolvimento de transtornos psiquiátricos e até neurológicos
👏1
Forwarded from FreeLife VIP
🤔 SABE O QUE VOCÊ PRECISA PARA CAPTAR MUITOS CLIENTES?
👉 EXECUTAR!
✨ Participe da Jornada FreeLife de Captação de Clientes.
Veja o vídeo e entenda:
https://www.instagram.com/reel/DYXRQkXM8T6/?igsh=dnJqZ290Mm4wMnMz
👉 EXECUTAR!
✨ Participe da Jornada FreeLife de Captação de Clientes.
Veja o vídeo e entenda:
https://www.instagram.com/reel/DYXRQkXM8T6/?igsh=dnJqZ290Mm4wMnMz
Nesta aula da Academia Brasileira de Hipnose Médica — ABHM, o Dr. Osmar Colás, coordenador histórico do Grupo de Estudos em Hipnose — GEH/UNIFESP e uma das grandes referências da hipnose no Brasil, apresenta uma reflexão clínica sobre a Análise Funcional Cognitivo-Comportamental como avanço em hipnoterapia.
A aula discute como a análise funcional pode ampliar a compreensão dos processos terapêuticos em hipnose, permitindo ao profissional observar com maior precisão os antecedentes, padrões de resposta, crenças, contingências, reforçadores e consequências que mantêm determinados comportamentos, sintomas ou dificuldades emocionais.
Ao integrar princípios cognitivo-comportamentais ao raciocínio hipnoterapêutico, o Dr. Osmar Colás propõe uma abordagem mais estruturada, objetiva e clinicamente orientada, favorecendo intervenções mais precisas, individualizadas e alinhadas às demandas reais do paciente.
Tema da aula:
Análise Funcional Cognitivo-Comportamental como Avanço em Hipnoterapia
Palestrante:
Dr. Osmar Colás
Coordenador do Grupo de Estudos em Hipnose — GEH/UNIFESP
Referência histórica no estudo, ensino e desenvolvimento da hipnose clínica no Brasil
Realização:
Academia Brasileira de Hipnose Médica — ABHM
A ABHM tem como missão promover o estudo, a prática responsável, a educação continuada e o desenvolvimento científico da hipnose clínica no Brasil, integrando profissionais comprometidos com ética, evidência científica, excelência técnica e responsabilidade profissional.
Conheça a ABHM:
www.abhm.net
Tópicos abordados na aula:
• Fundamentos da análise funcional aplicada à clínica
• Relação entre comportamento, contexto e resposta terapêutica
• Contribuições da abordagem cognitivo-comportamental para a hipnoterapia
• Formulação clínica em hipnose
• Hipnose como recurso técnico dentro de uma compreensão funcional do paciente
• Avanços possíveis na prática hipnoterapêutica contemporânea
#HipnoseClinica #Hipnoterapia #ABHM #OsmarColas #AnaliseFuncional #TCC #TerapiaCognitivoComportamental #HipnoseMedica #Psicoterapia #Neurociencia #Comportamento #SaudeMental #HipnoseBrasil
A aula discute como a análise funcional pode ampliar a compreensão dos processos terapêuticos em hipnose, permitindo ao profissional observar com maior precisão os antecedentes, padrões de resposta, crenças, contingências, reforçadores e consequências que mantêm determinados comportamentos, sintomas ou dificuldades emocionais.
Ao integrar princípios cognitivo-comportamentais ao raciocínio hipnoterapêutico, o Dr. Osmar Colás propõe uma abordagem mais estruturada, objetiva e clinicamente orientada, favorecendo intervenções mais precisas, individualizadas e alinhadas às demandas reais do paciente.
Tema da aula:
Análise Funcional Cognitivo-Comportamental como Avanço em Hipnoterapia
Palestrante:
Dr. Osmar Colás
Coordenador do Grupo de Estudos em Hipnose — GEH/UNIFESP
Referência histórica no estudo, ensino e desenvolvimento da hipnose clínica no Brasil
Realização:
Academia Brasileira de Hipnose Médica — ABHM
A ABHM tem como missão promover o estudo, a prática responsável, a educação continuada e o desenvolvimento científico da hipnose clínica no Brasil, integrando profissionais comprometidos com ética, evidência científica, excelência técnica e responsabilidade profissional.
Conheça a ABHM:
www.abhm.net
Tópicos abordados na aula:
• Fundamentos da análise funcional aplicada à clínica
• Relação entre comportamento, contexto e resposta terapêutica
• Contribuições da abordagem cognitivo-comportamental para a hipnoterapia
• Formulação clínica em hipnose
• Hipnose como recurso técnico dentro de uma compreensão funcional do paciente
• Avanços possíveis na prática hipnoterapêutica contemporânea
#HipnoseClinica #Hipnoterapia #ABHM #OsmarColas #AnaliseFuncional #TCC #TerapiaCognitivoComportamental #HipnoseMedica #Psicoterapia #Neurociencia #Comportamento #SaudeMental #HipnoseBrasil
Comunidade ABHM
Encontro Científico 20/05/2026 - Análise Funcional Cognitivo-Comportamental como Avanço em Hipnot... | Comunidade ABHM