Direitos na Rede
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Direitos na rede precisam ser conhecidos para serem respeitados ou conquistados. Estamos aqui para facilitar a disseminação de posts das redes sociais da Coalizão Direitos na Rede.

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META, TIRA A MÃO DA NOSSA ELEIÇÃO.
A Meta não pode ser o juiz invisível do debate eleitoral brasileiro.

ATO NA SEDE DA META EM SP
📅 Segunda-feira, 19/10
📍 Edifício B32 — Av. Brig. Faria Lima, 3732, Itaim Bibi, São Paulo
⏰ Concentração: 16h · Ato: 17h às 20h

Organizações da sociedade civil e movimentos sociais convocam a sociedade para um ato pacífico na sede da Meta, em São Paulo, para protestar contra a interferência da empresa no processo eleitoral brasileiro.

O ato visa exigir não apenas o fim dos banimentos e restrições e mais transparência, mas também reparação imediata dos danos e o estabelecimento de canais de apelação e proteção para jornalistas, movimentos sociais e organizações da sociedade civil.

O tempo é curto. Temos poucos dias para garantir um espaço público mais justo nesse segundo turno das eleições, e não daremos nenhum passo para trás.
Como alguns posts podem ser restringidos, além de curtir, comentar e compartilhar esse aqui, baixem as artes e a legenda no site (www.naosemeta.com.br) e REPOSTEM!

📎 Site da campanha: naosemeta.com.br
✍ Assine a petição: tiraamao.ctrlz.org.br
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Tecnologia também é uma questão de democracia.

Sair de casa, circular pela cidade, encontrar outras pessoas, participar de uma manifestação ou de uma atividade política são partes da vida em sociedade.

Quando tecnologias de reconhecimento facial entram nesses espaços, a discussão vai muito além das câmeras. Envolve privacidade, liberdade de circulação, direito de reunião e os limites da vigilância pelo Estado.

O PL 1.828/2023, que trata do uso dessa tecnologia no Brasil, está em debate no Congresso. O texto aprovado pela Câmara incorporou salvaguardas importantes, mas ainda existem pontos que precisam avançar para impedir a expansão indiscriminada da vigilância biométrica.

#DireitosNaRede #Democracia
 
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Apresentar um plano é só o começo. Para que haja controle público, é preciso saber o que foi feito, com quais critérios, em que prazo e com quais resultados.

A CDR e a Sala de Articulação contra a Desinformação analisaram os planos de conformidade entregues pelas plataformas ao TSE a partir de 49 deveres previstos na Portaria nº 463/2026.

O levantamento mostra que, em diferentes pontos, ainda faltam informações capazes de permitir uma verificação efetiva do cumprimento das obrigações. Há respostas genéricas, ausência de indicadores e níveis muito diferentes de detalhamento entre as empresas.

Além do relatório, uma matriz interativa permite consultar cada dever e comparar, plataforma por plataforma, o que foi apresentado ao Tribunal.

Fiscalizar exige informação. E transparência, por sua vez, só existe quando essa informação pode ser testada, comparada e cobrada.
Sistemas de inteligência artificial já fazem parte do ambiente em que informações políticas são produzidas e compartilhadas. Em período eleitoral, isso torna ainda mais importante saber quais regras orientam seu funcionamento e quem responde quando o que elas produzem dá tratamentos diferentes para conteúdos políticos.
Episódios recentes envolvendo ferramentas de IA generativa levantaram dúvidas sobre assimetrias na geração de imagens e no tratamento de solicitações relacionadas a candidaturas. Esses casos ajudam a expor um problema maior: os mecanismos de segurança desses sistemas, conhecidos como ‘guardrails’, são definidos e implementados pelas próprias empresas e podem produzir resultados inconsistentes.
Há uma dimensão técnica nesse problema, mas também escolhas de engenharia e de governança. Se filtros, classificadores e mecanismos de moderação são recursos técnicos, a maneira como são configurados e aplicados depende de decisões das empresas.