No episódio piloto "O que é a Coalizão Direitos na Rede?" do podcast #BatalhasDigitais, Diogo Moyses, coordenador do Idec - Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor, contou como o coletivo se organiza para incidir em temas como privacidade, proteção de dados, tecnologias biométricas, entre outros.
Assista na íntegra:
https://www.youtube.com/watch?v=OZGm2gRj4w8&t=2s
Ou escute pelo Spotify:
https://open.spotify.com/episode/7hcRgQliCXe1yHEYOI9dVR?si=a_YPWMdnQKK5P-KlAJRWbA
Ou Deezer:
https://www.deezer.com/show/1036072?utm_source=deezer&utm_content=show-1036072&utm_term=705587833_1586379264&utm_medium=web
Assista na íntegra:
https://www.youtube.com/watch?v=OZGm2gRj4w8&t=2s
Ou escute pelo Spotify:
https://open.spotify.com/episode/7hcRgQliCXe1yHEYOI9dVR?si=a_YPWMdnQKK5P-KlAJRWbA
Ou Deezer:
https://www.deezer.com/show/1036072?utm_source=deezer&utm_content=show-1036072&utm_term=705587833_1586379264&utm_medium=web
YouTube
BATALHAS DIGITAIS #0 - O que é a Coalizão Direitos na Rede?
No episódio #0, o podcast Batalhas Digitais apresenta a Coalizão Direitos na Rede (CDR) ao grande público. Composta por 38 entidades da sociedade civil, a or...
📢INICIATIVAS DE VIGILÂNCIA POR TODO O PAÍS⚠️
A pandemia do novo coronavírus vem engendrando sistemas de monitoramento por todo o país, em prefeituras, governos estaduais e no governo federal. As iniciativas ocorrem em parcerias com operadoras de telefonia, plataformas digitais (Google e Facebook) e startups. Todas, no entanto, alegam utilizar dados anonimizados e agregados. 🤔🤨👀
"É necessário que haja transparência, possibilidade de auditoria pela sociedade civil e proteção aos dados pessoais sensíveis, no mínimo, para que a população tenha algum tipo de controle e conhecimento sobre o que está sendo feito e de que maneira”, disse Raquel Saraiva, presidente do IP.rec - Instituto de Pesquisa em Direito e Tecnologia do..., em referência aos dados de geolocalização.
(...)
“Dependendo da iniciativa, a informação coletada pode vir a incluir dados de saúde, reconhecidos como sensíveis pela LGPD [Lei Geral de Proteção de Dados] e que requerem um nível de proteção maior”, complementou Bruna Santos, analista de políticas públicas da Coding Rights, considerando outros princípios relacionados à proteção de dados como finalidade e proporcionalidade.
Ambas as entidades integram a Coalizão Direitos na Rede.
📍Leia a reportagem completa na Agência Brasil:
https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2020-04/covid-19-iniciativas-usam-monitoramento-e-geram-preocupacoes
A pandemia do novo coronavírus vem engendrando sistemas de monitoramento por todo o país, em prefeituras, governos estaduais e no governo federal. As iniciativas ocorrem em parcerias com operadoras de telefonia, plataformas digitais (Google e Facebook) e startups. Todas, no entanto, alegam utilizar dados anonimizados e agregados. 🤔🤨👀
"É necessário que haja transparência, possibilidade de auditoria pela sociedade civil e proteção aos dados pessoais sensíveis, no mínimo, para que a população tenha algum tipo de controle e conhecimento sobre o que está sendo feito e de que maneira”, disse Raquel Saraiva, presidente do IP.rec - Instituto de Pesquisa em Direito e Tecnologia do..., em referência aos dados de geolocalização.
(...)
“Dependendo da iniciativa, a informação coletada pode vir a incluir dados de saúde, reconhecidos como sensíveis pela LGPD [Lei Geral de Proteção de Dados] e que requerem um nível de proteção maior”, complementou Bruna Santos, analista de políticas públicas da Coding Rights, considerando outros princípios relacionados à proteção de dados como finalidade e proporcionalidade.
Ambas as entidades integram a Coalizão Direitos na Rede.
📍Leia a reportagem completa na Agência Brasil:
https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2020-04/covid-19-iniciativas-usam-monitoramento-e-geram-preocupacoes
Agência Brasil
Covid-19: iniciativas usam monitoramento e geram preocupações
Especialista diz que iniciativa deve ser temporária, sob pena de, passada a pandemia, ser adotada de forma permanente, o que pode representar o fim da privacidade.
📢AS BRECHAS NA 'ANONIMIZAÇÃO' DE DADOS
A partir de uma investigação jornalística e do cruzamento de informações, a repórter Tatiana Dias, do The Intercept Brasil, conseguiu descobrir falhas graves na política de proteção de dados pessoais da operadora Vivo.
“O programa [Smart Steps, da Vivo] viola os direitos dos consumidores por influir na sua esfera privada sem autorização e conhecimento”, afirma Diogo Moyses, coordenador do Programa de Telecom e Direitos Digitais do Idec - Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor [entidade integrante da Coalizão Direitos na Rede].
📍Confira a reportagem completa:
https://theintercept.com/2020/04/13/vivo-venda-localizacao-anonima/
A partir de uma investigação jornalística e do cruzamento de informações, a repórter Tatiana Dias, do The Intercept Brasil, conseguiu descobrir falhas graves na política de proteção de dados pessoais da operadora Vivo.
“O programa [Smart Steps, da Vivo] viola os direitos dos consumidores por influir na sua esfera privada sem autorização e conhecimento”, afirma Diogo Moyses, coordenador do Programa de Telecom e Direitos Digitais do Idec - Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor [entidade integrante da Coalizão Direitos na Rede].
📍Confira a reportagem completa:
https://theintercept.com/2020/04/13/vivo-venda-localizacao-anonima/
The Intercept Brasil
Vigiar e lucrar
Mas nós identificamos dois deles.
📢CORONAVÍRUS: QUAL SERÁ O FUTURO MUNDIAL DA PRIVACIDADE?
VICE 💻 Parece que o coronavírus pode ser a maior questão da era moderna sobre liberdades civis, sobre direito de privacidade. Mas ninguém está falando sobre isso.
SNOWDEN 🗣 Enquanto o autoritarismo se espalha, enquanto leis emergenciais proliferam, enquanto sacrificamos nossos direitos, também sacrificamos nossa capacidade de impedir o deslizamento para um mundo menos liberal e menos livre. Você realmente acredita que quando a primeira onda, a segunda onda, a 16ª onda do coronavírus forem esquecidas, essas novas capacidades serão revertidas? Que essas bases de dados não serão mantidas? Não importa como isso estiver sendo usado, o que está sendo construído é a arquitetura da opressão.
https://www.vice.com/pt_br/article/bvge5q/edward-snowden-alerta-que-os-governos-estao-usando-o-coronavirus-para-construir-a-arquitetura-da-opressao
VICE 💻 Parece que o coronavírus pode ser a maior questão da era moderna sobre liberdades civis, sobre direito de privacidade. Mas ninguém está falando sobre isso.
SNOWDEN 🗣 Enquanto o autoritarismo se espalha, enquanto leis emergenciais proliferam, enquanto sacrificamos nossos direitos, também sacrificamos nossa capacidade de impedir o deslizamento para um mundo menos liberal e menos livre. Você realmente acredita que quando a primeira onda, a segunda onda, a 16ª onda do coronavírus forem esquecidas, essas novas capacidades serão revertidas? Que essas bases de dados não serão mantidas? Não importa como isso estiver sendo usado, o que está sendo construído é a arquitetura da opressão.
https://www.vice.com/pt_br/article/bvge5q/edward-snowden-alerta-que-os-governos-estao-usando-o-coronavirus-para-construir-a-arquitetura-da-opressao
Vice
Edward Snowden alerta que os governos estão usando o coronavírus para construir ‘a arquitetura da opressão’
Uma entrevista exclusiva com o famoso informante Edward Snowden em “Shelter in Place”, a nova série da VICE TV.
📢COVID-19: Vigilância estatal avança pelo mundo e ameaça o direito à privacidade⚠️
Cidadãos e moradores da região de Moscou - com mais de 14 anos - precisam de um código QR se quiserem transitar pela cidade. Ao se registrar em um site do governo ou fazer o download do aplicativo no celular, a pessoa pode informar a rota que pretende e o motivo de sair de casa. Depois, recebe um código QR que pode ser verificado pelas autoridades.
De acordo com a CNN, o governo russo já aproveitou a pandemia do novo coronavírus para testar novas tecnologias, principalmente o uso de inteligência artificial e de ferramentas de reconhecimento facial. Organizações em defesa da privacidade temem que o sistema emergencial possa abrir caminho para uma prática invasiva que não desaparecerá com o fim da pandemia.
https://www.cnnbrasil.com.br/tecnologia/2020/04/14/moscou-passa-a-rastrear-populacao-e-levanta-preocupacoes-com-privacidade
Cidadãos e moradores da região de Moscou - com mais de 14 anos - precisam de um código QR se quiserem transitar pela cidade. Ao se registrar em um site do governo ou fazer o download do aplicativo no celular, a pessoa pode informar a rota que pretende e o motivo de sair de casa. Depois, recebe um código QR que pode ser verificado pelas autoridades.
De acordo com a CNN, o governo russo já aproveitou a pandemia do novo coronavírus para testar novas tecnologias, principalmente o uso de inteligência artificial e de ferramentas de reconhecimento facial. Organizações em defesa da privacidade temem que o sistema emergencial possa abrir caminho para uma prática invasiva que não desaparecerá com o fim da pandemia.
https://www.cnnbrasil.com.br/tecnologia/2020/04/14/moscou-passa-a-rastrear-populacao-e-levanta-preocupacoes-com-privacidade
CNN Brasil
Moscou passa a rastrear população e levanta preocupações com privacidade
Prefeito afirma que projeto, que visa reforçar o isolamento, é uma resposta ao rápido salto no número de casos confirmados do novo coronavírus na cidade
🎙PODCAST: VIGILÂNCIA E PANDEMIA👀😷
A pandemia de COVID-19 escancarou o desejo de muitos países em vigiar seus povos. Ainda que no intuito legítimo de mitigar a crise sanitária, governos e empresas assumem o monitoramento de dados pessoais como uma das principais formas de combater a expansão do novo coronavírus. Há pouca ou nenhuma transparência sobre esses processos. Esses atores ainda apresentam ao público uma falsa dualidade entre privacidade e saúde.
No Brasil, as políticas de vigilância e controle social se tornaram mais evidentes no rastreamento dos dados de geolocalização dos smartphones.
📍No episódio #2 do Batalhas Digitais, as debatedoras são a advogada Raquel Saraiva, presidente do IP.rec - Instituto de Pesquisa em Direito e Tecnologia do Recife, entidade que integra a Coalizão Direitos na Rede; e a jornalista Jamila Venturini, coordenadora regional da Derechos Digitales, organização latino-americana que luta pela defesa e promoção dos direitos humanos no ambiente digital. Assista no YouTube e ouça nas principais plataformas agregadoras de podcast.
https://www.youtube.com/watch?v=O9M5mLpMf5A
A pandemia de COVID-19 escancarou o desejo de muitos países em vigiar seus povos. Ainda que no intuito legítimo de mitigar a crise sanitária, governos e empresas assumem o monitoramento de dados pessoais como uma das principais formas de combater a expansão do novo coronavírus. Há pouca ou nenhuma transparência sobre esses processos. Esses atores ainda apresentam ao público uma falsa dualidade entre privacidade e saúde.
No Brasil, as políticas de vigilância e controle social se tornaram mais evidentes no rastreamento dos dados de geolocalização dos smartphones.
📍No episódio #2 do Batalhas Digitais, as debatedoras são a advogada Raquel Saraiva, presidente do IP.rec - Instituto de Pesquisa em Direito e Tecnologia do Recife, entidade que integra a Coalizão Direitos na Rede; e a jornalista Jamila Venturini, coordenadora regional da Derechos Digitales, organização latino-americana que luta pela defesa e promoção dos direitos humanos no ambiente digital. Assista no YouTube e ouça nas principais plataformas agregadoras de podcast.
https://www.youtube.com/watch?v=O9M5mLpMf5A
YouTube
BATALHAS DIGITAIS #2 - Vigilância e pandemia
A pandemia de COVID-19 escancarou o desejo de muitos países em vigiar seus povos. Ainda que no intuito legítimo de mitigar a crise sanitária, governos e empr...
📢SEXTOU!🎉Mas em tempos de quarentena a confraternização vai ser diferente, não é mesmo? O fundamental isolamento social para diminuir a curva de contaminação da COVID-19 faz com que grande parte das nossas interações sociais agora seja digital. E a nossa privacidade não pode ser um direito menor do que a saúde. Então fique atent@ com os aplicativos que você for escolher para fazer o happy hour online com @s amig@s e família.📲😉
A Coalizão Direitos na Rede lança a "Plataforma por uma Internet livre, inclusiva e democrática" para as eleições 2020 do Comitê Gestor da Internet no Brasil (CGI.br). E apresenta as candidatas Bia Barbosa, do Intervozes, e Laura Tresca, da ARTIGO 19 para a representação do terceiro setor; e o candidato Rafael Evangelista, Unicamp/ lavits, para a representação da comunidade científica e tecnológica.
https://medium.com/@cdr_br/plataforma-por-uma-internet-livre-inclusiva-e-democr%C3%A1tica-c2819dcf32aa
https://medium.com/@cdr_br/plataforma-por-uma-internet-livre-inclusiva-e-democr%C3%A1tica-c2819dcf32aa
📢14 DOS 27 ESTADOS USAM FERRAMENTAS DE GEOLOCALIZAÇÃO PARA COMBATER COVID-19⚠️
As empresas contratadas afirmam que não há risco de violação à privacidade no tratamento de dados de geolocalização. No entanto, não há mecanismos de fiscalização. Principalmente no controle dos chamados "dados anonimizados".
Para o advogado Francisco Brito Cruz, diretor do InternetLab (entidade integrante da Coalizão Direitos na Rede), os interessados em usar a geolocalização no combate ao coronavírus deveriam colocar entre as prioridades a vigência da Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais (LGPD) e a nomeação da Autoridade Nacional de Proteção de Dados (ANPD). 🗣“Todo mundo deveria estar buscando agora a indicação e a construção dos protocolos nacionais que devem ser respeitados para a confecção destes convênios”, disse Brito.
No sábado (18/04), o governo Bolsonaro também determinou por Medida Provisória que as operadoras de telefonia entreguem dados cadastrais ao IBGE: nomes, números de celulares e endereços dos mais de 200 milhões de clientes. ⚠️⚠️⚠️
https://outline.com/tYh8w9
As empresas contratadas afirmam que não há risco de violação à privacidade no tratamento de dados de geolocalização. No entanto, não há mecanismos de fiscalização. Principalmente no controle dos chamados "dados anonimizados".
Para o advogado Francisco Brito Cruz, diretor do InternetLab (entidade integrante da Coalizão Direitos na Rede), os interessados em usar a geolocalização no combate ao coronavírus deveriam colocar entre as prioridades a vigência da Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais (LGPD) e a nomeação da Autoridade Nacional de Proteção de Dados (ANPD). 🗣“Todo mundo deveria estar buscando agora a indicação e a construção dos protocolos nacionais que devem ser respeitados para a confecção destes convênios”, disse Brito.
No sábado (18/04), o governo Bolsonaro também determinou por Medida Provisória que as operadoras de telefonia entreguem dados cadastrais ao IBGE: nomes, números de celulares e endereços dos mais de 200 milhões de clientes. ⚠️⚠️⚠️
https://outline.com/tYh8w9
Outline
Covid-19 leva maioria dos Estados a vigiar celulares - Política - Estadão
Empresas de telefonia dizem que geolocalização não invade privacidade porque aponta aglomerações sem identificar indivíduos; falta de regulamentação cria insegurança jurídica
"A Coalizão Direitos na Rede entende que o texto de Medida Provisória n° 954/20 deve ser aprimorado a fim de prever que a atividade de comunicação de dados das empresas de telefonia à Fundação IBGE seja feita de acordo com os princípios de proteção de dados pessoais previstos na Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais (LGPD). Do contrário, sob a intenção de produzir dados para proteger a saúde da população, o país estará violando o direito fundamental à privacidade da imensa maioria de seus cidadãos e cidadãs."
📍Leia a nossa nota na íntegra:
https://direitosnarede.org.br/2020/04/20/nota-da-coalizao-direitos-na-rede-sobre-a-medida-provisoria-95420.html
📍Leia a nossa nota na íntegra:
https://direitosnarede.org.br/2020/04/20/nota-da-coalizao-direitos-na-rede-sobre-a-medida-provisoria-95420.html
📢QUER ENTENDER MELHOR O QUE É A LGPD?
🗣“O cidadão é dono dos próprios dados e possui direitos, tais como saber por quem foram coletados, quais as razões, onde estão armazenados e com quem são compartilhados”, explica Alexandra Krastins Lopes, advogada especialista em direito contratual, representante da Coalizão Direitos na Rede e coordenadora de comunicação do Laboratório de Políticas Públicas e Internet da Universidade de Brasília (LAPIN).
🗣“A Lei [Geral de Proteção de Dados Pessoais] é bastante principiológica. Foi preciso que ela se configurasse assim para poder regular casos específicos de uma forma mais célere. Para isso, vai existir a Autoridade Nacional de Proteção de Dados (ANPD), que poderá não somente fiscalizar a observância da lei pelos agentes privados e pelo poder público como emitir normas complementares”, informa Marina Pita, coordenadora do Intervozes, coletivo que também integra a Coalizão Direitos na Rede.
🛑Observação: A vigência da #LGPD, que se iniciaria em agosto de 2020 (conforme informa a reportagem), pode ser postergada para janeiro de 2021 devido a um PL aprovado pelo Senado durante a pandemia. A decisão está agora com a Câmara dos Deputados.📍Confira a reportagem completa da Radis Comunicação e Saúde.
https://radis.ensp.fiocruz.br/index.php/home/reportagem/de-quem-sao-seus-dados
🗣“O cidadão é dono dos próprios dados e possui direitos, tais como saber por quem foram coletados, quais as razões, onde estão armazenados e com quem são compartilhados”, explica Alexandra Krastins Lopes, advogada especialista em direito contratual, representante da Coalizão Direitos na Rede e coordenadora de comunicação do Laboratório de Políticas Públicas e Internet da Universidade de Brasília (LAPIN).
🗣“A Lei [Geral de Proteção de Dados Pessoais] é bastante principiológica. Foi preciso que ela se configurasse assim para poder regular casos específicos de uma forma mais célere. Para isso, vai existir a Autoridade Nacional de Proteção de Dados (ANPD), que poderá não somente fiscalizar a observância da lei pelos agentes privados e pelo poder público como emitir normas complementares”, informa Marina Pita, coordenadora do Intervozes, coletivo que também integra a Coalizão Direitos na Rede.
🛑Observação: A vigência da #LGPD, que se iniciaria em agosto de 2020 (conforme informa a reportagem), pode ser postergada para janeiro de 2021 devido a um PL aprovado pelo Senado durante a pandemia. A decisão está agora com a Câmara dos Deputados.📍Confira a reportagem completa da Radis Comunicação e Saúde.
https://radis.ensp.fiocruz.br/index.php/home/reportagem/de-quem-sao-seus-dados
RADIS Comunicação e Saúde
De quem são seus dados?
Lei Geral de Proteção de Dados entra em vigor este ano, mas Brasil ainda vive indefinições
quanto aos direitos dos cidadãos sobre seus dados
quanto aos direitos dos cidadãos sobre seus dados
📢CORONAVÍRUS⚠️ Quem está por trás e qual é a estratégia das REDES DE DESINFORMAÇÃO que colocam a saúde coletiva em perigo❓
Primeira resposta: políticos do PSL, NOVO, PSC, PODEMOS, MDB, Aliança pelo Brasil (embrião partidário de Jair Bolsonaro), empresários, influenciadores digitais e movimentos de ultradireita. O famigerado Gabinete do Ódio, liderado pela vereador Carlos Bolsonaro, um dos principais agitadores da necropolítica brasileira, centraliza as linhas de atuação nas plataformas.
"A estratégia incluía acabar com a até então unanimidade na opinião pública sobre isolamento social, disseminar dúvidas sobre dados oficiais – como o de São Paulo – difamar oponentes e inflar teorias da conspiração", informa a Agência Pública.
Alcançado o primeiro objetivo de exonerar Mandetta do Ministério da Saúde, o Gabinete do Ódio se voltou para a invenção de novos conflitos, combustível para as hordas bolsonaristas. “O funcionamento da rede vem do conflito, quando não há conflito a coisa fica muito morna. Por isso, Bolsonaro aposta na divisão”, diz Sérgio Denicoli, da agência de comunicação AP Exata.
Em outra reportagem (segundo link abaixo), a Agência Pública também revela nominalmente que são os sujeitos que extrapolam seus tentáculos das redes sociais para fomentar as "carreatas da morte" pelas ruas do Brasil. 📍Confira as duas reportagens sobre a máquina de difusão de notícias falsas e ações que atentam contra a saúde pública em meio à pandemia de Covid-19.
https://apublica.org/2020/04/a-rede-de-fake-news-que-derrubou-mandetta/
https://apublica.org/2020/04/politicos-ligados-ao-alianca-pelo-brasil-chamam-carreatas-e-agem-para-furar-isolamento-nos-estados/
Primeira resposta: políticos do PSL, NOVO, PSC, PODEMOS, MDB, Aliança pelo Brasil (embrião partidário de Jair Bolsonaro), empresários, influenciadores digitais e movimentos de ultradireita. O famigerado Gabinete do Ódio, liderado pela vereador Carlos Bolsonaro, um dos principais agitadores da necropolítica brasileira, centraliza as linhas de atuação nas plataformas.
"A estratégia incluía acabar com a até então unanimidade na opinião pública sobre isolamento social, disseminar dúvidas sobre dados oficiais – como o de São Paulo – difamar oponentes e inflar teorias da conspiração", informa a Agência Pública.
Alcançado o primeiro objetivo de exonerar Mandetta do Ministério da Saúde, o Gabinete do Ódio se voltou para a invenção de novos conflitos, combustível para as hordas bolsonaristas. “O funcionamento da rede vem do conflito, quando não há conflito a coisa fica muito morna. Por isso, Bolsonaro aposta na divisão”, diz Sérgio Denicoli, da agência de comunicação AP Exata.
Em outra reportagem (segundo link abaixo), a Agência Pública também revela nominalmente que são os sujeitos que extrapolam seus tentáculos das redes sociais para fomentar as "carreatas da morte" pelas ruas do Brasil. 📍Confira as duas reportagens sobre a máquina de difusão de notícias falsas e ações que atentam contra a saúde pública em meio à pandemia de Covid-19.
https://apublica.org/2020/04/a-rede-de-fake-news-que-derrubou-mandetta/
https://apublica.org/2020/04/politicos-ligados-ao-alianca-pelo-brasil-chamam-carreatas-e-agem-para-furar-isolamento-nos-estados/
Pública
A rede de Fake News que derrubou Mandetta
Investigamos quem são os aliados de Bolsonaro que ajudaram a espalhar desinformação sobre Coronavírus e isolamento social defendido pelo ex-ministro
📢 O QUE ESTÁ EM JOGO NO MONITORAMENTO DOS DADOS PESSOAIS PARA COMBATER A PANDEMIA❓
"Os sistemas de monitoramento, que incluem de aplicativos de celulares à câmeras de reconhecimento facial, também permitem que as autoridades identifiquem quem desrespeita a quarentena. Mas a eficiência tem custado a privacidade e a liberdade de muitos cidadãos. No Brasil, estados e municípios já trabalham com operadoras telefônicas e empresas de tecnologia e estão utilizando dados de geolocalização para saber se as pessoas estão ficando em casa e onde há aglomerações."
Mariana Valente, do InternetLab, e Joana Varon, da Coding Rights, conversaram com a reportagem da Revista Trip e analisaram os modelos utilizados e suas vulnerabilidades. As duas entidades atuam na construção da Coalizão Direitos na Rede. Confere lá que as entrevistas são bem esclarecedoras! 😉
https://revistatrip.uol.com.br/trip-tv/como-seus-dados-podem-ser-usados-no-combate-ao-coronavirus
"Os sistemas de monitoramento, que incluem de aplicativos de celulares à câmeras de reconhecimento facial, também permitem que as autoridades identifiquem quem desrespeita a quarentena. Mas a eficiência tem custado a privacidade e a liberdade de muitos cidadãos. No Brasil, estados e municípios já trabalham com operadoras telefônicas e empresas de tecnologia e estão utilizando dados de geolocalização para saber se as pessoas estão ficando em casa e onde há aglomerações."
Mariana Valente, do InternetLab, e Joana Varon, da Coding Rights, conversaram com a reportagem da Revista Trip e analisaram os modelos utilizados e suas vulnerabilidades. As duas entidades atuam na construção da Coalizão Direitos na Rede. Confere lá que as entrevistas são bem esclarecedoras! 😉
https://revistatrip.uol.com.br/trip-tv/como-seus-dados-podem-ser-usados-no-combate-ao-coronavirus
Trip
Seus dados podem agir na luta contra a Covid-19?
Como o monitoramento digital pode influenciar na pandemia
📢 PANDEMIA: RESTRIÇÃO NO ACESSO À INTERNET AMPLIA AS DESIGUALDADES NA EDUCAÇÃO ⚠️
🗣"Às vezes, a internet da associação de moradores falha e perco a continuidade das leituras. Às vezes, a velocidade não é suficiente para assistir a uma videoaula. Sigo estudando por materiais aleatórios, mas com dificuldades. Tenho tentado não parar, mas às vezes bate a desmotivação. Não ter internet nesse momento em que não podemos sair de casa é um obstáculo enorme", diz Luiz Menezes, vestibulando morador da favela do Complexo da Maré, no Rio de Janeiro.
🗣"É como se tivéssemos perdido o vínculo com a nossa formação, com os estudos", comenta Pablo Henrique Saldanha, estudante e morador de Duque de Caxias, na Baixada Fluminense.
🗣"Pobre sem formação consegue fazer home office, por acaso? Saio para 'ganhar o pão', tomando os cuidados de prevenção. Quando não estou trabalhando, peço a senha do wi-fi dos amigos, perturbo o pessoal no grupo Whastapp do curso [pré-vestibular] e estudo", relata Pedro Gomes, também morador da Baixada Fluminense.
📍Leia a reportagem completa do UOL e veja como a pandemia de COVID-19 e a falta de políticas públicas de acesso à internet podem ampliar as desigualdades sociais no Brasil.
https://educacao.uol.com.br/noticias/2020/04/28/sem-internet-estudantes-de-favelas-sofrem-com-preparacao-online-para-enem.htm
🗣"Às vezes, a internet da associação de moradores falha e perco a continuidade das leituras. Às vezes, a velocidade não é suficiente para assistir a uma videoaula. Sigo estudando por materiais aleatórios, mas com dificuldades. Tenho tentado não parar, mas às vezes bate a desmotivação. Não ter internet nesse momento em que não podemos sair de casa é um obstáculo enorme", diz Luiz Menezes, vestibulando morador da favela do Complexo da Maré, no Rio de Janeiro.
🗣"É como se tivéssemos perdido o vínculo com a nossa formação, com os estudos", comenta Pablo Henrique Saldanha, estudante e morador de Duque de Caxias, na Baixada Fluminense.
🗣"Pobre sem formação consegue fazer home office, por acaso? Saio para 'ganhar o pão', tomando os cuidados de prevenção. Quando não estou trabalhando, peço a senha do wi-fi dos amigos, perturbo o pessoal no grupo Whastapp do curso [pré-vestibular] e estudo", relata Pedro Gomes, também morador da Baixada Fluminense.
📍Leia a reportagem completa do UOL e veja como a pandemia de COVID-19 e a falta de políticas públicas de acesso à internet podem ampliar as desigualdades sociais no Brasil.
https://educacao.uol.com.br/noticias/2020/04/28/sem-internet-estudantes-de-favelas-sofrem-com-preparacao-online-para-enem.htm
educacao.uol.com.br
Sem internet, estudantes de favelas não conseguem se preparar para o Enem
Desde o início da pandemia tem sido assim: Luiz Menezes, 19, acorda e tenta se conectar ao...
📢MONITORAMENTO DA PANDEMIA OU VIGILÂNCIA PRIVADA❓
Apple e Google se uniram para criar uma ferramenta de rastreamento de contato, baseada em bluetooth, a fim de monitorar os casos de Covid-19 pelo mundo. As bigtechs afirmam que não poderão acessar a localização, nem a identidade dos usuários. Também alegam estar comprometidas com a privacidade e que a participação dos interessados é anônima e voluntária.
Num primeiro momento, as APIs serão disponibilizadas para órgãos de saúde dos países. Depois as empresas de tecnologia pretendem lançar para o grande público em suas respectivas play store. A tecnologia será desativada após o fim da pandemia, informam as bigtechs.
Muitas iniciativas para mitigar a pandemia são louváveis nesse momento. Mas uma questão salta imediatamente: haverá escrutínio público sobre o funcionamento da tecnologia de monitoramento, das aplicações a serem ofertadas, da coleta de dados e da segurança dos usuários?
#SeusDadosSãoVocê
https://tecnoblog.net/335748/como-funciona-a-tecnologia-feita-por-apple-e-google-para-monitorar-covid-19/
Apple e Google se uniram para criar uma ferramenta de rastreamento de contato, baseada em bluetooth, a fim de monitorar os casos de Covid-19 pelo mundo. As bigtechs afirmam que não poderão acessar a localização, nem a identidade dos usuários. Também alegam estar comprometidas com a privacidade e que a participação dos interessados é anônima e voluntária.
Num primeiro momento, as APIs serão disponibilizadas para órgãos de saúde dos países. Depois as empresas de tecnologia pretendem lançar para o grande público em suas respectivas play store. A tecnologia será desativada após o fim da pandemia, informam as bigtechs.
Muitas iniciativas para mitigar a pandemia são louváveis nesse momento. Mas uma questão salta imediatamente: haverá escrutínio público sobre o funcionamento da tecnologia de monitoramento, das aplicações a serem ofertadas, da coleta de dados e da segurança dos usuários?
#SeusDadosSãoVocê
https://tecnoblog.net/335748/como-funciona-a-tecnologia-feita-por-apple-e-google-para-monitorar-covid-19/
Tecnoblog
Como funciona a tecnologia feita por Apple e Google para monitorar COVID-19
Tecnologia será desativada por Apple e Google após pandemia de coronavírus; atualizações melhoram privacidade
Na início da noite de ontem (29/04), em edição extra do Diário Oficial da União, o governo federal publicou a Medida Provisória (MP) 959/2020, que prorroga a vigência da Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais (LGPD) para 3 de maio de 2021. Em mais uma ação que evidencia o total descompromisso com a democracia e com as instituições brasileiras, o presidente Jair Bolsonaro e o ministro da Economia Paulo Guedes sorrateiramente incluíram o tema em um texto que tratava sobre o benefício emergencial, sem nenhuma relação direta com a LGPD. O novo adiamento em meio à pandemia de COVID-19 perpetua o quadro de vulnerabilidade dos dados pessoais e do direito à privacidade da população brasileira, uma vez que iniciativas pouco transparentes, sejam do poder público ou privado, surgem a cada semana com a justificativa de combater o novo coronavírus. A Coalizão Direitos na Rede repudia o ato do governo Bolsonaro, que desrespeita todo o processo de criação da lei, amplamente discutida por todos os setores da sociedade até a sua aprovação em 2018. Já estamos em diálogo com outros atores que também discordam do alargamento do prazo para reverter tal situação. Pelos direitos na rede! #SeusDadosSãoVocê