Vídeo legendado, mostrando como #meditar rapidamente, em instantes. | #meditacao #mindfulness #AutoHipnose
Entenda que a única e mais poderosa aceitação que você precisa é a sua autoaceitação!
#Motivacional 021 – “Não espere até que outras pessoas digam que VOCÊ está pronto!”
27/08/18 by Gabriel Menezes
Especialista em Midfulness e Fundador do Spartancast.
#Mindfulness #Meditacao #SpartanCast #GabrielMenezes #autoestima #autoaceitacao
#Motivacional 021 – “Não espere até que outras pessoas digam que VOCÊ está pronto!”
27/08/18 by Gabriel Menezes
Especialista em Midfulness e Fundador do Spartancast.
#Mindfulness #Meditacao #SpartanCast #GabrielMenezes #autoestima #autoaceitacao
SoundCloud
Não espere até que outras pessoas digam que VOCÊ está pronto!
NESTE PODCAST MOTIVACIONAL: Entenda que a única e mais poderosa aceitação que você precisa e a sua auto aceitação!
Meditação e Cérebro
Por Antônio Azevedo
::: ::: :::
Olhe como as pesquisas científicas comprovaram que meditar regularmente é bom:
¹ Sara W. Lazar, neurocientista do Hospital Geral de Massachusetts e da Escola de Medicina de Harvard, foi uma das primeiras cientistas a aceitar as subjetivas reivindicações a respeito dos benefícios da meditação e atenção plena e a testá-los com o uso de tomógrafo computadorizado.
Em seus estudos, ela ² avaliou meditadores de longa data versus um grupo controle. Descobriu que os meditadores de longa data têm a massa cinzenta aumentada na região da ínsula e regiões sensoriais do córtex auditivo e o somatossensorial. Concluiu que quando se pratica a atenção plena, o indivíduo está prestando atenção à sua respiração, aos sons, a experiência do momento presente e fechando as portas da cognição, o que faz com que os sentidos sejam ampliados.
Também descobriu que os meditadores têm mais massa cinzenta no córtex frontal, o que é associado à memória de trabalho e à tomada de decisões administrativas.
Já está provado que ³ o córtex encolhe à medida que envelhecemos – se torna mais difícil de compreender e se lembrar das coisas, mas nessa região do córtex pré-frontal, meditadores com 50 anos de idade tinham a mesma quantidade de massa cinzenta que pessoas de 25 anos.
Em um ⁴ segundo estudo, pegaram pessoas que nunca tinham meditado antes e colocaram em um programa de oito semanas de atenção plena, com foco na redução de estresse.
Descobriu-se diferenças no volume do cérebro depois de apenas oito semanas em cinco regiões diferentes dos cérebros dos dois grupos. No grupo que aprendeu meditação, encontraram um aumento do volume em quatro regiões, sendo a maior no giro cingulado posterior , o qual está relacionado às lembranças e autorregulação. Também houve expressivo aumento no hipocampo do hemisfério esquerdo, o qual dá suporte ao aprendizado, cognição, memória e regulação emocional.
A terceira área melhorada foi a junção temporoparietal, ou JTP, à qual está associada a tomada de decisões, empatia e compaixão. E por último a área do tronco do cérebro chamada de Ponte, onde muitos neurotransmissores reguladores são produzidos.
Um ponto curioso é que a amígdala, a parte do cérebro responsável pelo instinto de ataque ou fuga e que influencia nos aspectos da ansiedade, medo e estresse em geral, ficou menor no grupo que participou do programa de oito semanas e foi associada a uma redução nos níveis de estresse.
Uma prática recomendada simples é a Meditação da Plena Atenção.
Ela se resume em um exercício de auto-observação interior, sem buscar objetivos ou metas. Apenas se concentrar nas próprias percepções e sentidos interiores.
Esta meditação pode ser sobre:
• O próprio fluxo de pensamentos (sem os acompanhar);
• A respiração passiva (sem controlar);
• Ruídos externos (sem nominalizar).
:::
✓ Referências, links:
1. Sara W. Lazar, Ph.D.
2. "Meditation Experience is Associated with increased Cortical Thickness" (Sara W. Lazar et al., 2005)
3. Estudos que evidenciam o encolhimento cortical no envelhecimento:
• "Thinning of the Cerebral Cortex in Aging" (Salat et al., 2004)
• "One-Year Brain Atrophy Evident in Healthy Aging" (Fjell et al., 2009)
• "Differential Longitudinal Changes in Cortical Thickness, Surface Area and Volume Across the Adult Life Span" (Storsve et al., 2014)
4. "Mindfulness practice leads to increases in regional brian gray matter density" (Britta K. Hölzel, Sara W. Lazar, et al. 2011)
:::
@AntonioAzevedo
Administrador, Comunicador, Consultor e Coach Organizacional
https://azevedo.wordpress.com
:::
#Estudo #Meditacao #Neurociencia
@HPNwes
.
Por Antônio Azevedo
::: ::: :::
Olhe como as pesquisas científicas comprovaram que meditar regularmente é bom:
¹ Sara W. Lazar, neurocientista do Hospital Geral de Massachusetts e da Escola de Medicina de Harvard, foi uma das primeiras cientistas a aceitar as subjetivas reivindicações a respeito dos benefícios da meditação e atenção plena e a testá-los com o uso de tomógrafo computadorizado.
Em seus estudos, ela ² avaliou meditadores de longa data versus um grupo controle. Descobriu que os meditadores de longa data têm a massa cinzenta aumentada na região da ínsula e regiões sensoriais do córtex auditivo e o somatossensorial. Concluiu que quando se pratica a atenção plena, o indivíduo está prestando atenção à sua respiração, aos sons, a experiência do momento presente e fechando as portas da cognição, o que faz com que os sentidos sejam ampliados.
Também descobriu que os meditadores têm mais massa cinzenta no córtex frontal, o que é associado à memória de trabalho e à tomada de decisões administrativas.
Já está provado que ³ o córtex encolhe à medida que envelhecemos – se torna mais difícil de compreender e se lembrar das coisas, mas nessa região do córtex pré-frontal, meditadores com 50 anos de idade tinham a mesma quantidade de massa cinzenta que pessoas de 25 anos.
Em um ⁴ segundo estudo, pegaram pessoas que nunca tinham meditado antes e colocaram em um programa de oito semanas de atenção plena, com foco na redução de estresse.
Descobriu-se diferenças no volume do cérebro depois de apenas oito semanas em cinco regiões diferentes dos cérebros dos dois grupos. No grupo que aprendeu meditação, encontraram um aumento do volume em quatro regiões, sendo a maior no giro cingulado posterior , o qual está relacionado às lembranças e autorregulação. Também houve expressivo aumento no hipocampo do hemisfério esquerdo, o qual dá suporte ao aprendizado, cognição, memória e regulação emocional.
A terceira área melhorada foi a junção temporoparietal, ou JTP, à qual está associada a tomada de decisões, empatia e compaixão. E por último a área do tronco do cérebro chamada de Ponte, onde muitos neurotransmissores reguladores são produzidos.
Um ponto curioso é que a amígdala, a parte do cérebro responsável pelo instinto de ataque ou fuga e que influencia nos aspectos da ansiedade, medo e estresse em geral, ficou menor no grupo que participou do programa de oito semanas e foi associada a uma redução nos níveis de estresse.
Uma prática recomendada simples é a Meditação da Plena Atenção.
Ela se resume em um exercício de auto-observação interior, sem buscar objetivos ou metas. Apenas se concentrar nas próprias percepções e sentidos interiores.
Esta meditação pode ser sobre:
• O próprio fluxo de pensamentos (sem os acompanhar);
• A respiração passiva (sem controlar);
• Ruídos externos (sem nominalizar).
:::
✓ Referências, links:
1. Sara W. Lazar, Ph.D.
2. "Meditation Experience is Associated with increased Cortical Thickness" (Sara W. Lazar et al., 2005)
3. Estudos que evidenciam o encolhimento cortical no envelhecimento:
• "Thinning of the Cerebral Cortex in Aging" (Salat et al., 2004)
• "One-Year Brain Atrophy Evident in Healthy Aging" (Fjell et al., 2009)
• "Differential Longitudinal Changes in Cortical Thickness, Surface Area and Volume Across the Adult Life Span" (Storsve et al., 2014)
4. "Mindfulness practice leads to increases in regional brian gray matter density" (Britta K. Hölzel, Sara W. Lazar, et al. 2011)
:::
@AntonioAzevedo
Administrador, Comunicador, Consultor e Coach Organizacional
https://azevedo.wordpress.com
:::
#Estudo #Meditacao #Neurociencia
@HPNwes
.
Antonio Azevedo
do Potencial à Manifestação
❤1