📢NEGÓCIOS BASEADOS EM VIGILÂNCIA PRIVADA🕵️♀️😡
O relatório "Gigantes da Vigilância", da Anistia Internacional, afirma que, ao coletar dados de bilhões de pessoas no mundo, as bigtechs concentram poderes sem paralelo sobre o mundo digital e colocam em risco a privacidade, a liberdade de expressão e outros direitos humanos.
"Essa vigilância onipresente mina a própria essência do direito à privacidade e representa um dos desafios determinantes aos direitos humanos em nossa era", diz o relatório. "O uso de sistemas de algoritmos para criar e deduzir perfis detalhados das pessoas interfere na nossa capacidade de dar forma a nossas próprias identidades, dentro de uma esfera privada", complementa." Os governos têm a obrigação de proteger as pessoas de abusos contra os direitos humanos cometidos por corporações", complementa.📑
Vale lembrar que, no Brasil, a Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais (#LGPD) entra em vigor em agosto de 2020. A Coalizão Direitos na Rede reitera a necessidade urgente de formação da Autoridade Nacional de Proteção de Dados, prevista na lei, que tenha assegurada seu caráter independente do Poder Executivo, estruturação adequada e capacidade de atuação. ✅
https://www.dw.com/pt-br/facebook-e-google-amea%C3%A7am-direitos-humanos-denuncia-anistia/a-51346969?maca=bra-Red-WhatsApp
O relatório "Gigantes da Vigilância", da Anistia Internacional, afirma que, ao coletar dados de bilhões de pessoas no mundo, as bigtechs concentram poderes sem paralelo sobre o mundo digital e colocam em risco a privacidade, a liberdade de expressão e outros direitos humanos.
"Essa vigilância onipresente mina a própria essência do direito à privacidade e representa um dos desafios determinantes aos direitos humanos em nossa era", diz o relatório. "O uso de sistemas de algoritmos para criar e deduzir perfis detalhados das pessoas interfere na nossa capacidade de dar forma a nossas próprias identidades, dentro de uma esfera privada", complementa." Os governos têm a obrigação de proteger as pessoas de abusos contra os direitos humanos cometidos por corporações", complementa.📑
Vale lembrar que, no Brasil, a Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais (#LGPD) entra em vigor em agosto de 2020. A Coalizão Direitos na Rede reitera a necessidade urgente de formação da Autoridade Nacional de Proteção de Dados, prevista na lei, que tenha assegurada seu caráter independente do Poder Executivo, estruturação adequada e capacidade de atuação. ✅
https://www.dw.com/pt-br/facebook-e-google-amea%C3%A7am-direitos-humanos-denuncia-anistia/a-51346969?maca=bra-Red-WhatsApp
Deutsche Welle
Facebook e Google ameaçam direitos humanos, denuncia Anistia
Relatório afirma que, ao coletar dados de bilhões de pessoas, empresas concentram poderes sem paralelo sobre o mundo digital e colocam em risco privacidade e outros direitos. Governos devem proteger os cidadãos, diz ONG.
📢FAKE NEWS NO WHATSAPP 📱📰❌
Hoje, o pesquisador Rafael Evangelista, professor da Unicamp e membro da lavits (entidade que integra a Coalizão Direitos na Rede), esteve na CPMI das Fake News e fez importante revelação sobre a máquina profissional que opera na disseminação de notícias falsas em grupos brasileiros de WhatsApp. Aqui estão cinco conclusões de sua pesquisa:
1️⃣- Alta presença de informações claramente falsas e forjadas, frequentemente sendo distribuídas simultaneamente em diversos grupos;
2️⃣- Alta presença de análises enviesadas ou distorcidas de fatos com o propósito de arregimentar apoio para certos candidatos e correntes políticas;
3️⃣- Com frequência os números de telefone dos administradores desses grupos são internacionais, em especial com prefixo dos EUA;
4️⃣- Indícios de que esses grupos são gerenciados por uma estrutura única e possivelmente profissionalizada, que incide sobre o fluxo de mensagens nos chats e direciona ataques a pessoas que estão fora ou dentro desses grupos;
5️⃣- Manutenção de um controle sobre os membros dos grupos, de modo a que aqueles que se manifestem contrariamente à linha política sejam expulsos ou atacados.
📍Confira a matéria completa para entender melhor o caso:
https://medium.com/@cdr_br/em-cpmi-pesquisador-parceiro-da-cdr-revela-sistema-de-grupos-que-promovem-desinforma%C3%A7%C3%A3o-no-1d17ffc817b3
Hoje, o pesquisador Rafael Evangelista, professor da Unicamp e membro da lavits (entidade que integra a Coalizão Direitos na Rede), esteve na CPMI das Fake News e fez importante revelação sobre a máquina profissional que opera na disseminação de notícias falsas em grupos brasileiros de WhatsApp. Aqui estão cinco conclusões de sua pesquisa:
1️⃣- Alta presença de informações claramente falsas e forjadas, frequentemente sendo distribuídas simultaneamente em diversos grupos;
2️⃣- Alta presença de análises enviesadas ou distorcidas de fatos com o propósito de arregimentar apoio para certos candidatos e correntes políticas;
3️⃣- Com frequência os números de telefone dos administradores desses grupos são internacionais, em especial com prefixo dos EUA;
4️⃣- Indícios de que esses grupos são gerenciados por uma estrutura única e possivelmente profissionalizada, que incide sobre o fluxo de mensagens nos chats e direciona ataques a pessoas que estão fora ou dentro desses grupos;
5️⃣- Manutenção de um controle sobre os membros dos grupos, de modo a que aqueles que se manifestem contrariamente à linha política sejam expulsos ou atacados.
📍Confira a matéria completa para entender melhor o caso:
https://medium.com/@cdr_br/em-cpmi-pesquisador-parceiro-da-cdr-revela-sistema-de-grupos-que-promovem-desinforma%C3%A7%C3%A3o-no-1d17ffc817b3
Medium
Em CPMI, pesquisador parceiro da CDR revela estruturas de grupos que promovem desinformação no WhatsApp
Rafael Evangelista, pesquisador da Unicamp e da Lavits, também destacou o modelo econômico das grandes plataformas e das operadoras de…
📢 SENADO DECIDIRÁ POR APLICAÇÃO DE BILHÕES EM RECURSOS DO FUST
O Projeto de Lei aprovado na Câmara dos Deputados, na última semana, permite a aplicação dos recursos do Fundo de Universalização dos Serviços de Telecomunicações (FUST) na ampliação da banda larga em áreas de baixo índice de desenvolvimento e rurais.
No entanto, a Coalizão Direitos na Rede se preocupa com algumas modificações no texto, que podem favorecer o agronegócio em detrimento, por exemplo, da saúde, da educação e das pesquisas científicas.
https://direitosnarede.org.br/2019/12/13/senado-decidira-por-aplicacao-de-bilhoes-em-recursos-do-fust.html?fbclid=IwAR3ECCIrBvhNZgYL9MhB25EJvzRv6QoD436HX3LyIFlZwZAZGzKJMz8PwbA
A pulverização de recursos entre vários agentes financeiros também pode comprometer a execução de projetos estruturantes ao país e viabilizar apenas a construção de redes de pequeno porte.
📍Confira a matéria completa para entender melhor o que está em jogo:
O Projeto de Lei aprovado na Câmara dos Deputados, na última semana, permite a aplicação dos recursos do Fundo de Universalização dos Serviços de Telecomunicações (FUST) na ampliação da banda larga em áreas de baixo índice de desenvolvimento e rurais.
No entanto, a Coalizão Direitos na Rede se preocupa com algumas modificações no texto, que podem favorecer o agronegócio em detrimento, por exemplo, da saúde, da educação e das pesquisas científicas.
https://direitosnarede.org.br/2019/12/13/senado-decidira-por-aplicacao-de-bilhoes-em-recursos-do-fust.html?fbclid=IwAR3ECCIrBvhNZgYL9MhB25EJvzRv6QoD436HX3LyIFlZwZAZGzKJMz8PwbA
A pulverização de recursos entre vários agentes financeiros também pode comprometer a execução de projetos estruturantes ao país e viabilizar apenas a construção de redes de pequeno porte.
📍Confira a matéria completa para entender melhor o que está em jogo:
📢"MEGABASE" DE DADOS DO GOVERNO EM DEBATE
Em outubro, o Governo Federal instituiu um decreto que cria o Cadastro Base do Cidadão, uma megabase integradora de dados capaz cruzar informações diversas, até mesmo dados biométricos da população brasileira. O decreto também permite o compartilhamento de dados pessoais dos cidadãos entre órgãos públicos sem informar sua finalidade ao titular, como exige a Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais (#LGPD).
"O Estado não tem o direto de controlar informações pessoais. Por isso, vem em boa hora a Proposta de Emenda Constitucional (PEC), com tramitação na Câmara, que inclui a proteção de dados entre direitos e garantias fundamentais."
"Mas o Congresso Nacional pode fazer mais. Tem atribuição garantida pelo artigo 49 da Carta para “sustar atos do Poder Executivo que exorbitem o poder regulamentar ou os limites da delegação legislativa”, e a gravidade da medida que institui a megabase de dados é um caso que não pode ser ignorado pelo Parlamento. Já somam cinco os projetos protocolados para reverter essa interligação de bases.
O que fará o Congresso?"
📍Confira o artigo de Aloysio Nunes e Luciana Moherdaui:
https://www1.folha.uol.com.br/opiniao/2019/12/o-congresso-nacional-nao-pode-se-omitir.shtml?origin=folha
📍Confira também o posicionamento da Coalizão Direitos na Rede sobre o tema:
https://direitosnarede.org.br/2019/10/16/nota-da-coalizao-direitos-na-rede-sobre-o-decreto-no-100462019.html
Em outubro, o Governo Federal instituiu um decreto que cria o Cadastro Base do Cidadão, uma megabase integradora de dados capaz cruzar informações diversas, até mesmo dados biométricos da população brasileira. O decreto também permite o compartilhamento de dados pessoais dos cidadãos entre órgãos públicos sem informar sua finalidade ao titular, como exige a Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais (#LGPD).
"O Estado não tem o direto de controlar informações pessoais. Por isso, vem em boa hora a Proposta de Emenda Constitucional (PEC), com tramitação na Câmara, que inclui a proteção de dados entre direitos e garantias fundamentais."
"Mas o Congresso Nacional pode fazer mais. Tem atribuição garantida pelo artigo 49 da Carta para “sustar atos do Poder Executivo que exorbitem o poder regulamentar ou os limites da delegação legislativa”, e a gravidade da medida que institui a megabase de dados é um caso que não pode ser ignorado pelo Parlamento. Já somam cinco os projetos protocolados para reverter essa interligação de bases.
O que fará o Congresso?"
📍Confira o artigo de Aloysio Nunes e Luciana Moherdaui:
https://www1.folha.uol.com.br/opiniao/2019/12/o-congresso-nacional-nao-pode-se-omitir.shtml?origin=folha
📍Confira também o posicionamento da Coalizão Direitos na Rede sobre o tema:
https://direitosnarede.org.br/2019/10/16/nota-da-coalizao-direitos-na-rede-sobre-o-decreto-no-100462019.html
Folha de S.Paulo
O Congresso Nacional não pode se omitir
Compartilhamento de dados pessoais fere a lei
📢 RELAÇÕES PERIGOSAS: Google e Governo do Estado de São Paulo
"A escolha da parceira pelo Estado reproduz uma prática de favoritismo muito familiar em governos mundo afora: em troca de um serviço apresentado como 'inovador' ou disruptivo fornecido pelo Google, mas também pelo Facebook, Amazon, Microsoft ou outras 'Big Techs', aprofunda-se uma relação de dependência tecnológica, reforçando assim o poder de poucas empresas (ou uma só) sobre dados e informações que dizem respeito a todos. Estamos diante de uma privatização que não passou por qualquer concorrência, como ocorre em outros serviços ligados aos governos. É uma 'reversão' de banco de dados à tecnologia de uma empresa privada, que ainda por cima tem seus gastos reduzidos com a atualização de seus próprios serviços. Divulgada como gratuita pelo Governo, a operação adota uma tecnologia privada para executar um serviço público, o de fornecimento de endereços e coordenadas, sem consultar a população ou outras empresas e iniciativas que têm serviços de mapeamentos semelhantes, caso da Open Street Maps."
📍Confira o artigo produzido por especialistas do LabCidade, da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da USP - Universidade de São Paulo.
http://www.labcidade.fau.usp.br/governo-do-estado-de-sao-paulo-privatiza-enderecamento-ao-google/
"A escolha da parceira pelo Estado reproduz uma prática de favoritismo muito familiar em governos mundo afora: em troca de um serviço apresentado como 'inovador' ou disruptivo fornecido pelo Google, mas também pelo Facebook, Amazon, Microsoft ou outras 'Big Techs', aprofunda-se uma relação de dependência tecnológica, reforçando assim o poder de poucas empresas (ou uma só) sobre dados e informações que dizem respeito a todos. Estamos diante de uma privatização que não passou por qualquer concorrência, como ocorre em outros serviços ligados aos governos. É uma 'reversão' de banco de dados à tecnologia de uma empresa privada, que ainda por cima tem seus gastos reduzidos com a atualização de seus próprios serviços. Divulgada como gratuita pelo Governo, a operação adota uma tecnologia privada para executar um serviço público, o de fornecimento de endereços e coordenadas, sem consultar a população ou outras empresas e iniciativas que têm serviços de mapeamentos semelhantes, caso da Open Street Maps."
📍Confira o artigo produzido por especialistas do LabCidade, da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da USP - Universidade de São Paulo.
http://www.labcidade.fau.usp.br/governo-do-estado-de-sao-paulo-privatiza-enderecamento-ao-google/
LabCidade
Governo do Estado de São Paulo privatiza endereçamento ao Google
Por Pedro Mendonça, Leonardo Foletto, Raquel Rolnik e Débora Ungaretti* Em 11 de dezembro, o Governo do Estado...
📢 DADOS EM JOGO NA CCJ DA CÂMARA 💻🗄🗂
O Projeto de Lei nº 5074/2016, em análise pela Comissão de Constituição e Justiça da Câmara dos Deputados, última comissão da casa revisora desta proposição, chama a atenção e preocupa a Coalizão Direitos na Rede
"A proposta de alterar a norma geral de acesso a dados pessoais apenas com ordem judicial e permitir que os dados de identificação de usuários possam ser acessados sem uma requisição judicial é desequilibrada e coloca em risco, inclusive, os servidores públicos, os agentes de segurança pública e o próprio Ministério Público. Ela vai na contramão de um movimento legislativo robusto, marcado pela aprovação do Marco Civil da Internet, da Lei Geral de Proteção de Dados e pela tramitação da Proposta de Emenda à Constituição nº 17/2019, que buscam dar maior guarida aos dados pessoais dos indivíduos, inclusive na internet."
📍Confira o nosso posicionamento e entenda o que está em jogo com a tramitação deste PL.
https://direitosnarede.org.br/2019/12/18/pl-50742016-deixa-cidadaos-vulneraveis-e-inconstitucional-e-deve-ser-rejeitado.html
O Projeto de Lei nº 5074/2016, em análise pela Comissão de Constituição e Justiça da Câmara dos Deputados, última comissão da casa revisora desta proposição, chama a atenção e preocupa a Coalizão Direitos na Rede
"A proposta de alterar a norma geral de acesso a dados pessoais apenas com ordem judicial e permitir que os dados de identificação de usuários possam ser acessados sem uma requisição judicial é desequilibrada e coloca em risco, inclusive, os servidores públicos, os agentes de segurança pública e o próprio Ministério Público. Ela vai na contramão de um movimento legislativo robusto, marcado pela aprovação do Marco Civil da Internet, da Lei Geral de Proteção de Dados e pela tramitação da Proposta de Emenda à Constituição nº 17/2019, que buscam dar maior guarida aos dados pessoais dos indivíduos, inclusive na internet."
📍Confira o nosso posicionamento e entenda o que está em jogo com a tramitação deste PL.
https://direitosnarede.org.br/2019/12/18/pl-50742016-deixa-cidadaos-vulneraveis-e-inconstitucional-e-deve-ser-rejeitado.html
📢ROBÔS INFLUENCIANDO O DEBATE PÚBLICO 🤖👥
A reportagem da Agência Pública acompanhou a atividade de alguns perfis automatizados no #Twitter alinhados às pautas bolsonaristas e revela um pouco do funcionamento da indústria de robôs, que tem pautado o debate público.
🗣“Falar que um tema chegou aos Trending Topics hoje é falar que um conjunto de bots foi direcionado para alavancar aquilo. Não é termômetro nenhum de uma opinião pública em relação àquele tema. É absolutamente artificial e manipulável", explica o professor Carlos d'Andréa, da UFMG.
O Twitter alega que, desde junho de 2017, detectou uma média diária de 130 mil contas que tentaram manipular os Trending Topics, e que foram tomadas medidas para evitar essa influência. A rede social ainda afirma que existem cerca de 16 milhões de contas falsas ou de spam, menos de 5% dos usuários. Especialistas estimam um número maior.
📍Confira a reportagem completa:
https://apublica.org/2019/12/como-funciona-um-perfil-robo-no-twitter/
A reportagem da Agência Pública acompanhou a atividade de alguns perfis automatizados no #Twitter alinhados às pautas bolsonaristas e revela um pouco do funcionamento da indústria de robôs, que tem pautado o debate público.
🗣“Falar que um tema chegou aos Trending Topics hoje é falar que um conjunto de bots foi direcionado para alavancar aquilo. Não é termômetro nenhum de uma opinião pública em relação àquele tema. É absolutamente artificial e manipulável", explica o professor Carlos d'Andréa, da UFMG.
O Twitter alega que, desde junho de 2017, detectou uma média diária de 130 mil contas que tentaram manipular os Trending Topics, e que foram tomadas medidas para evitar essa influência. A rede social ainda afirma que existem cerca de 16 milhões de contas falsas ou de spam, menos de 5% dos usuários. Especialistas estimam um número maior.
📍Confira a reportagem completa:
https://apublica.org/2019/12/como-funciona-um-perfil-robo-no-twitter/
Pública
Como funciona um perfil “robô” no Twitter
A atividade do perfil – alta frequência das publicações, sem pausas, texto padronizado acompanhado de hashtags e links – se encaixa nos critérios para identificação de perfis automatizados, descritos por Márcio Moretto Ribeiro, coordenador do Monitor do Debate…
📢 MARKETING, DADOS PESSOAIS E MANIPULAÇÃO DE PROCESSOS POLÍTICOS
Novos documentos vazados por Brittany Kaiser (foto), ex-diretora da Cambridge Analytica, revelam que a consultoria de marketing especializada em mineração de dados e microdirecionamento comportamental prospectou o Brasil em busca de políticos e empresas para fazer negócios entre 2016 e 2017.
Os e-mails revelados nos primeiros dias de 2020, no entanto, mostram que a empreitada da extinta empresa no "segundo maior mercado político do mundo em gastos de marketing" foi frustrada por uma série de empecilhos e desencontros entre executivos.
Com anuência do #Facebook, a Cambridge Analytica é acusada de usar indevidamente #dadospessoais de usuários da rede social e intervir em processos políticos em mais de 60 países. Dentre os quais, a eleição de Donald Trump, nos EUA; e a aprovação do Brexit, no Reino Unido⚠️⚠️⚠️
De acordo com o jornal The Guardian, a ex-diretora Brittany Kaiser, que agora assume o papel de whistleblower, decidiu fazer os novos vazamentos após as eleições gerais do Reino Unido em dezembro de 2019, e também pela iminência da eleição presidencial norte-americana, que ocorrerá em novembro.
🗣"É muito claro que nossos sistemas eleitorais estão abertos a abusos", disse ela. "Estou com muito medo do que acontecerá nas eleições nos EUA ainda este ano, e acho que uma das poucas maneiras de nos protegermos é obter o máximo de informações possível".
📍Confira a reportagem do UOL sobre o caso brasileiro.
https://www.uol.com.br/tilt/noticias/redacao/2020/01/03/cambridge-analytica-no-brasil-emails-vazados-contam-historia-de-fracasso.htm
📍E saiba mais sobre o contexto dos novos vazamentos da denunciante Brittany Kaiser na matéria do jornal inglês The Guardian:
https://amp-theguardian-com.cdn.ampproject.org/c/s/amp.theguardian.com/uk-news/2020/jan/04/cambridge-analytica-data-leak-global-election-manipulation
📍Assista também ao documentário "Privacidade Hackeada" (disponível na Netflix), que ajuda a entender o caso que vem assombrando democracias por todo o mundo.
https://www.youtube.com/watch?v=wjXYCrxRWqc
Novos documentos vazados por Brittany Kaiser (foto), ex-diretora da Cambridge Analytica, revelam que a consultoria de marketing especializada em mineração de dados e microdirecionamento comportamental prospectou o Brasil em busca de políticos e empresas para fazer negócios entre 2016 e 2017.
Os e-mails revelados nos primeiros dias de 2020, no entanto, mostram que a empreitada da extinta empresa no "segundo maior mercado político do mundo em gastos de marketing" foi frustrada por uma série de empecilhos e desencontros entre executivos.
Com anuência do #Facebook, a Cambridge Analytica é acusada de usar indevidamente #dadospessoais de usuários da rede social e intervir em processos políticos em mais de 60 países. Dentre os quais, a eleição de Donald Trump, nos EUA; e a aprovação do Brexit, no Reino Unido⚠️⚠️⚠️
De acordo com o jornal The Guardian, a ex-diretora Brittany Kaiser, que agora assume o papel de whistleblower, decidiu fazer os novos vazamentos após as eleições gerais do Reino Unido em dezembro de 2019, e também pela iminência da eleição presidencial norte-americana, que ocorrerá em novembro.
🗣"É muito claro que nossos sistemas eleitorais estão abertos a abusos", disse ela. "Estou com muito medo do que acontecerá nas eleições nos EUA ainda este ano, e acho que uma das poucas maneiras de nos protegermos é obter o máximo de informações possível".
📍Confira a reportagem do UOL sobre o caso brasileiro.
https://www.uol.com.br/tilt/noticias/redacao/2020/01/03/cambridge-analytica-no-brasil-emails-vazados-contam-historia-de-fracasso.htm
📍E saiba mais sobre o contexto dos novos vazamentos da denunciante Brittany Kaiser na matéria do jornal inglês The Guardian:
https://amp-theguardian-com.cdn.ampproject.org/c/s/amp.theguardian.com/uk-news/2020/jan/04/cambridge-analytica-data-leak-global-election-manipulation
📍Assista também ao documentário "Privacidade Hackeada" (disponível na Netflix), que ajuda a entender o caso que vem assombrando democracias por todo o mundo.
https://www.youtube.com/watch?v=wjXYCrxRWqc
www.uol.com.br
Cambridge Analytica no Brasil? Emails vazados contam história de fracasso
Você se lembra do escândalo do Facebook com a consultoria britânica
📢DEEPFAKES NO RADAR DE ZUCKERBERG 🃏👁🗨👁🗨
O Facebook anunciou que as deepfakes — estratégia audiovisual de manipulação avançada de informações, que se vale de programas simples até recursos de IA e aprendizado de maquinas — não serão mais permitidas em seu site principal. As remoções desses conteúdos ocorrerão sob dois critérios:
1️⃣ Discurso Manipulado: o vídeo foi editado — indo além de ajustes de clareza ou de qualidade — de maneira que isso não fica evidente para um usuário médio e provavelmente levaria essa pessoa a acreditar que alguém do vídeo disse palavras que, na verdade, não disse. A manipulação de discurso sobre imagem de alguém.
2️⃣ Falsificação de trechos: o vídeo é produto de inteligência artificial ou de aprendizado de máquina (machine learning) que mescle, substitua ou sobreponha um conteúdo a um vídeo, fazendo com que pareça autêntico (se passe por real).
Os vídeos apontados como falsos (ou contendo informações falsas) e que não atendem a esses padrões de remoção automáticos poderão ser enviados para parceiros de checagem de fatos independentes, que, segundo o Facebook, incluem mais de 50 instituições em todo o mundo, em mais de 40 idiomas.
🔴 IMPORTANTE: As novas regras não valerão para paródias ou sátiras.✅
📍Entenda melhor as mudanças dessa política na matéria do Tecnoblog.
https://tecnoblog.net/320217/facebook-proibe-deepfakes-que-possam-enganar-usuario-medio/
O Facebook anunciou que as deepfakes — estratégia audiovisual de manipulação avançada de informações, que se vale de programas simples até recursos de IA e aprendizado de maquinas — não serão mais permitidas em seu site principal. As remoções desses conteúdos ocorrerão sob dois critérios:
1️⃣ Discurso Manipulado: o vídeo foi editado — indo além de ajustes de clareza ou de qualidade — de maneira que isso não fica evidente para um usuário médio e provavelmente levaria essa pessoa a acreditar que alguém do vídeo disse palavras que, na verdade, não disse. A manipulação de discurso sobre imagem de alguém.
2️⃣ Falsificação de trechos: o vídeo é produto de inteligência artificial ou de aprendizado de máquina (machine learning) que mescle, substitua ou sobreponha um conteúdo a um vídeo, fazendo com que pareça autêntico (se passe por real).
Os vídeos apontados como falsos (ou contendo informações falsas) e que não atendem a esses padrões de remoção automáticos poderão ser enviados para parceiros de checagem de fatos independentes, que, segundo o Facebook, incluem mais de 50 instituições em todo o mundo, em mais de 40 idiomas.
🔴 IMPORTANTE: As novas regras não valerão para paródias ou sátiras.✅
📍Entenda melhor as mudanças dessa política na matéria do Tecnoblog.
https://tecnoblog.net/320217/facebook-proibe-deepfakes-que-possam-enganar-usuario-medio/
Tecnoblog
Facebook proíbe deepfakes que possam enganar “usuário médio”
Em um esforço contra a manipulação de informação, Facebook proíbe deepfakes que são capazes de enganar um "usuário médio"
📢 RAPPI CHUPA DADOS⚠️
E então você só queria comer um lanchinho diferente ou uma comida exótica e BANG! Seus dados são a aposta do lucro econômico da Rappi, segundo a matéria do Estadão. 🤯😤
"Três executivos disseram à Reuters que, nos bastidores, a Rappi está coletando dados sobre clientes e vendas dos estabelecimentos, informações cobiçadas por marcas que variam do grupo de alimentos Nestlé à cervejaria Anheuser-Busch InBev, além de restaurantes, supermercados e lojas."
"Sebastian Mejia (chefe do aplicativo de entregas a restaurantes e marcas de alimentos) disse que a Rappi não transfere dados de clientes individuais aos comerciantes vinculados a seu sistema, mas analisa as tendências de compras." 🤔
A Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais, que entra em vigor em AGOSTO, determina que as empresas com modelos de negócios baseados em dados em operação no Brasil devem entrar em compliance e ser transparentes sobre o uso de dados de seus clientes.
🛑 Fica a questão: afinal, quais dados a Rappi está coletando e oferecendo para outras empresas❓❓❓
https://link.estadao.com.br/noticias/inovacao,rappi-aposta-na-coleta-de-dados-de-clientes-para-expandir-negocio,70003146264
E então você só queria comer um lanchinho diferente ou uma comida exótica e BANG! Seus dados são a aposta do lucro econômico da Rappi, segundo a matéria do Estadão. 🤯😤
"Três executivos disseram à Reuters que, nos bastidores, a Rappi está coletando dados sobre clientes e vendas dos estabelecimentos, informações cobiçadas por marcas que variam do grupo de alimentos Nestlé à cervejaria Anheuser-Busch InBev, além de restaurantes, supermercados e lojas."
"Sebastian Mejia (chefe do aplicativo de entregas a restaurantes e marcas de alimentos) disse que a Rappi não transfere dados de clientes individuais aos comerciantes vinculados a seu sistema, mas analisa as tendências de compras." 🤔
A Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais, que entra em vigor em AGOSTO, determina que as empresas com modelos de negócios baseados em dados em operação no Brasil devem entrar em compliance e ser transparentes sobre o uso de dados de seus clientes.
🛑 Fica a questão: afinal, quais dados a Rappi está coletando e oferecendo para outras empresas❓❓❓
https://link.estadao.com.br/noticias/inovacao,rappi-aposta-na-coleta-de-dados-de-clientes-para-expandir-negocio,70003146264
Estadão
Rappi aposta na coleta de dados de clientes para expandir negócio
Startup enxerga dados sobre clientes e vendas dos estabelecimentos como arma para o crescimento
PRIVACIDADE D@S BRASILEIR@S EM JOGO📲🕵♂⚠⚠⚠
Ao final do ano passado, o governo federal publicou dois decretos com vistas a digitalizar e unificar as mais variadas bases de dados federais, sob a justificativa de facilitar o fluxo interno de informações. No entanto, os textos que criam o Cadastro Base do Cidadão e o Comitê Central de Governança de Dados são obscuros no quesito transparência sobre o uso dos dados dos brasileiros pelos diferentes órgãos e quanto aos mecanismos de controle público.
🗣“A ideia de ter um governo com acesso a todos os dados, independentemente da finalidade, é absurdo. Isso pode escalar para casos extremos de mau uso para segurança pública, discriminação e vigilância”, afirma Adriana Meireles, cientista política da UnB - Universidade de Brasília e pesquisadora de proteção de dados.
"A preocupação central é que, se o poder público também não for vigiado, ele terá recurso para saber o que quiser de um cidadão sem prestar contas disso, o que iria contra princípios da Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais #LGPD e da OCDE, que recomenda que os propósitos para a coleta de um dado sejam especificados", informa a reportagem da Folha de S.Paulo.
📍 Leia na íntegra:
https://www1.folha.uol.com.br/mercado/2020/01/governo-agiliza-digitalizacao-mas-cria-brecha-para-reducao-de-privacidade.shtml
📍 E confira também o posicionamento oficial da Coalizão Direitos na Rede sobre essa questão.
https://direitosnarede.org.br/2019/10/16/nota-da-coalizao-direitos-na-rede-sobre-o-decreto-no-100462019.html
Ao final do ano passado, o governo federal publicou dois decretos com vistas a digitalizar e unificar as mais variadas bases de dados federais, sob a justificativa de facilitar o fluxo interno de informações. No entanto, os textos que criam o Cadastro Base do Cidadão e o Comitê Central de Governança de Dados são obscuros no quesito transparência sobre o uso dos dados dos brasileiros pelos diferentes órgãos e quanto aos mecanismos de controle público.
🗣“A ideia de ter um governo com acesso a todos os dados, independentemente da finalidade, é absurdo. Isso pode escalar para casos extremos de mau uso para segurança pública, discriminação e vigilância”, afirma Adriana Meireles, cientista política da UnB - Universidade de Brasília e pesquisadora de proteção de dados.
"A preocupação central é que, se o poder público também não for vigiado, ele terá recurso para saber o que quiser de um cidadão sem prestar contas disso, o que iria contra princípios da Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais #LGPD e da OCDE, que recomenda que os propósitos para a coleta de um dado sejam especificados", informa a reportagem da Folha de S.Paulo.
📍 Leia na íntegra:
https://www1.folha.uol.com.br/mercado/2020/01/governo-agiliza-digitalizacao-mas-cria-brecha-para-reducao-de-privacidade.shtml
📍 E confira também o posicionamento oficial da Coalizão Direitos na Rede sobre essa questão.
https://direitosnarede.org.br/2019/10/16/nota-da-coalizao-direitos-na-rede-sobre-o-decreto-no-100462019.html
Folha de S.Paulo
Governo agiliza digitalização, mas cria brecha para redução de privacidade
Decretos editados por Bolsonaro em 2019 facilitaram a unificação de serviços ao cidadão
📅SALVE A DATA 🎉 💜💙💚💛🧡❤️
A edição 2020 da Cryptorave, festa paulistana que tem o objetivo de difundir os conceitos e softwares de criptografia e privacidade, já tem a data fechada: 15 DE MAIO DE 2020. O local ainda não foi divulgado, mas também divulgaremos por aqui assim que for definido. 😉😄
🎊👾👩🎤🎼🌏👨💻👬👨🎤👯♀️💃🎊👭🕺👫🎹👯♂️🤖👩💻🌈💥🍻🎉
Avise a comunidade ;)
Saiba mais por aqui:
https://cryptorave.org/
A edição 2020 da Cryptorave, festa paulistana que tem o objetivo de difundir os conceitos e softwares de criptografia e privacidade, já tem a data fechada: 15 DE MAIO DE 2020. O local ainda não foi divulgado, mas também divulgaremos por aqui assim que for definido. 😉😄
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2026.cryptorave.org
CryptoRave 2026
Confira a programação!
📢#FREEASSANGE ✊🆓
Rolou hoje, em Londres, uma das audiências do processo de extradição de #JulianAssange para os EUA. O Tribunal de Magistrados de Westminster concedeu mais tempo para o ciberativista se encontrar com seus advogados, o que não vem acontecendo.
O fundador do #Wikileaks é um dos maiores #whistleblowers da história mundial recente, tendo denunciado, por exemplo, os crimes de guerra dos EUA no Iraque em 2004. Existem ao menos 18 acusações do governo norte-americano contra Assange, como a de conspiração para invadir computadores públicos e violar uma lei de espionagem. 🇺🇸🤥🤮
Jornalistas estrangeiros e amigos do australiano denunciam que ele vem passado por tortura psicológica diária na prisão inglesa, onde permanece até 23 horas em confinamento solitário. A próxima audiência será no dia 23 de janeiro.
📍Leia a matéria no Brasil de Fato sobre as violações dos direitos de Assange no cárcere:
https://www.brasildefato.com.br/2020/01/10/assange-esta-morrendo-lentamente-por-maus-tratos-na-prisao-em-londres-diz-amigo/
📍E na Thomson Reuters Brasil a matéria em inglês sobre a audiência de hoje:
https://www.reuters.com/article/us-britain-assange/wikileaks-founder-assange-needs-time-to-speak-to-lawyer-court-told-idUSKBN1ZC18K
📍Aqui um breve vídeo de #Assange detido em um veículo após comparecer hoje ao tribunal inglês:
https://twitter.com/barnabynerberka/status/1216762564111106053?fbclid=IwAR1LYLoFVdBoOTUVykuBSkHvL4rNdhQHuSp5yGLUGOVlOcCBh0p9LL7_ODE
Rolou hoje, em Londres, uma das audiências do processo de extradição de #JulianAssange para os EUA. O Tribunal de Magistrados de Westminster concedeu mais tempo para o ciberativista se encontrar com seus advogados, o que não vem acontecendo.
O fundador do #Wikileaks é um dos maiores #whistleblowers da história mundial recente, tendo denunciado, por exemplo, os crimes de guerra dos EUA no Iraque em 2004. Existem ao menos 18 acusações do governo norte-americano contra Assange, como a de conspiração para invadir computadores públicos e violar uma lei de espionagem. 🇺🇸🤥🤮
Jornalistas estrangeiros e amigos do australiano denunciam que ele vem passado por tortura psicológica diária na prisão inglesa, onde permanece até 23 horas em confinamento solitário. A próxima audiência será no dia 23 de janeiro.
📍Leia a matéria no Brasil de Fato sobre as violações dos direitos de Assange no cárcere:
https://www.brasildefato.com.br/2020/01/10/assange-esta-morrendo-lentamente-por-maus-tratos-na-prisao-em-londres-diz-amigo/
📍E na Thomson Reuters Brasil a matéria em inglês sobre a audiência de hoje:
https://www.reuters.com/article/us-britain-assange/wikileaks-founder-assange-needs-time-to-speak-to-lawyer-court-told-idUSKBN1ZC18K
📍Aqui um breve vídeo de #Assange detido em um veículo após comparecer hoje ao tribunal inglês:
https://twitter.com/barnabynerberka/status/1216762564111106053?fbclid=IwAR1LYLoFVdBoOTUVykuBSkHvL4rNdhQHuSp5yGLUGOVlOcCBh0p9LL7_ODE
Brasil de Fato
Assange está "morrendo lentamente" por maus-tratos na prisão em Londres, diz amigo
Assange está preso em Londres desde abril de 2019
📢VIVA A CULTURA HACKER: AARON SWARTZ, PRESENTE❗️✊
Uma das "luzes mais brilhantes da Internet", como definiu um noticiário norte-americano, se apagou há sete anos. No dia 11 de janeiro de 2013, o prodígio programador, pensador e escritor Aaron Swartz foi encontrado morto em seu apartamento em Nova York.
À época, o jovem de 26 anos enfrentava um processo criminal movido pelo Massachusetts Institute of Technology (MIT) e pelo governo dos EUA sob a acusação de invadir a rede da universidade e baixar sistematicamente artigos acadêmicos do repositório JSTOR, famoso pela política de remunerar editoras, não autores. As denúncias poderiam lhe render até 35 anos anos na prisão e multas milionárias.
“Nós precisamos pegar a informação, independentemente de onde esteja, fazer nossas cópias e compartilhá-las com o mundo. Precisamos comprar bases de dados secretas e colocá-las na web. Precisamos baixar publicações científicas e colocá-las em redes de compartilhamento”, dizia seu manifesto Guerilla Open Access, de 2008. 🌐📲💻⌨️🖥💽💾🖱🆓
Até hoje pairam suspeitas sobre o suspeito suicídio de um dos grandes ciberativistas pela socialização do conhecimento humano, do acesso livre e aberto (bandeiras também da Coalizão Direitos na Rede), que incomodava governos e corporações. Quando a Câmara dos Representantes dos EUA aprovou o SOPA (Stop Online Piracy Act), que colocava a neutralidade da rede sob ataque, ele se contrapunha com o Demand Progress para "conquistar progressivas mudanças na política pública, em especial nas liberdades e direitos civis".
O feed RSS1️⃣, a organização Creative Commons2️⃣, a rede social Reddit3️⃣, a linguagem de marcação simples MarkDown4️⃣, o framework de código aberto web.py5️⃣, o site de petições públicas Watchdog6️⃣ e a audaciosa biblioteca Open Library7️⃣ foram apenas algumas das construções que também passaram pelas mãos e mente brilhante do guerrilheiro da internet✋🧠💡🤚. Seu legado em defesa de uma cultura livre das rédeas gananciosas do capitalismo não será esquecido! Hoje e sempre, Aaron Swarts, presente!
📍Conheça um pouco mais da biografia de Aaron Swartz no artigo de Rafael Zanata, publicado no Outras Palavras.
https://outraspalavras.net/tecnologiaemdisputa/aaron-swartz-guerrilheiro-da-internet-livre/
📍Assista também ao documentário O Menino da Internet: A História de Aaron Swartz
https://www.youtube.com/watch?v=KXlW4S9QmgU
Uma das "luzes mais brilhantes da Internet", como definiu um noticiário norte-americano, se apagou há sete anos. No dia 11 de janeiro de 2013, o prodígio programador, pensador e escritor Aaron Swartz foi encontrado morto em seu apartamento em Nova York.
À época, o jovem de 26 anos enfrentava um processo criminal movido pelo Massachusetts Institute of Technology (MIT) e pelo governo dos EUA sob a acusação de invadir a rede da universidade e baixar sistematicamente artigos acadêmicos do repositório JSTOR, famoso pela política de remunerar editoras, não autores. As denúncias poderiam lhe render até 35 anos anos na prisão e multas milionárias.
“Nós precisamos pegar a informação, independentemente de onde esteja, fazer nossas cópias e compartilhá-las com o mundo. Precisamos comprar bases de dados secretas e colocá-las na web. Precisamos baixar publicações científicas e colocá-las em redes de compartilhamento”, dizia seu manifesto Guerilla Open Access, de 2008. 🌐📲💻⌨️🖥💽💾🖱🆓
Até hoje pairam suspeitas sobre o suspeito suicídio de um dos grandes ciberativistas pela socialização do conhecimento humano, do acesso livre e aberto (bandeiras também da Coalizão Direitos na Rede), que incomodava governos e corporações. Quando a Câmara dos Representantes dos EUA aprovou o SOPA (Stop Online Piracy Act), que colocava a neutralidade da rede sob ataque, ele se contrapunha com o Demand Progress para "conquistar progressivas mudanças na política pública, em especial nas liberdades e direitos civis".
O feed RSS1️⃣, a organização Creative Commons2️⃣, a rede social Reddit3️⃣, a linguagem de marcação simples MarkDown4️⃣, o framework de código aberto web.py5️⃣, o site de petições públicas Watchdog6️⃣ e a audaciosa biblioteca Open Library7️⃣ foram apenas algumas das construções que também passaram pelas mãos e mente brilhante do guerrilheiro da internet✋🧠💡🤚. Seu legado em defesa de uma cultura livre das rédeas gananciosas do capitalismo não será esquecido! Hoje e sempre, Aaron Swarts, presente!
📍Conheça um pouco mais da biografia de Aaron Swartz no artigo de Rafael Zanata, publicado no Outras Palavras.
https://outraspalavras.net/tecnologiaemdisputa/aaron-swartz-guerrilheiro-da-internet-livre/
📍Assista também ao documentário O Menino da Internet: A História de Aaron Swartz
https://www.youtube.com/watch?v=KXlW4S9QmgU
Outras Palavras
Aaron Swartz, guerrilheiro da internet livre - Outras Palavras
Vida, morte e legado de programador e ativista genial, que via no conhecimento compartilhado caminho para superar mesquinhez capitalista
📢 ALERTA: Os perigos do reconhecimento facial para as democracias e o futuro da humanidade vigiada ⚠️
"A vigilância generalizada coloca o conjunto da sociedade sob observação e, na verdade, sob suspeita. À medida que o indivíduo sabe que, de forma remota, pode ser reconhecido e catalogado como participante de uma manifestação pública, é difícil dizer que sua própria liberdade de expressão não está comprometida.
Mas isso não se refere apenas a manifestações políticas: é a vida cotidiana, a interação social, a sociabilidade humana que se transformam como resultado da identificação biométrica remota.
Uma cidade inteiramente monitorada e cujos dados são permanentemente processados por algoritmos que interpretam as imagens coletadas perde uma das características mais importantes do próprio conceito de cidade: o anonimato, a possibilidade de não ser identificado em locais públicos. Os espaços públicos tornam-se territórios de vigilância."
📍Leia o artigo do economista e professor da USP Ricardo Abramovay, que apresenta um panorama global do debate sobre as tecnologias de reconhecimento facial, com casos recentes e debates em voga na França, Suécia, EUA, China, Chile e Brasil.
https://outraspalavras.net/tecnologiaemdisputa/como-enfrentar-era-da-vigilancia-total/
"A vigilância generalizada coloca o conjunto da sociedade sob observação e, na verdade, sob suspeita. À medida que o indivíduo sabe que, de forma remota, pode ser reconhecido e catalogado como participante de uma manifestação pública, é difícil dizer que sua própria liberdade de expressão não está comprometida.
Mas isso não se refere apenas a manifestações políticas: é a vida cotidiana, a interação social, a sociabilidade humana que se transformam como resultado da identificação biométrica remota.
Uma cidade inteiramente monitorada e cujos dados são permanentemente processados por algoritmos que interpretam as imagens coletadas perde uma das características mais importantes do próprio conceito de cidade: o anonimato, a possibilidade de não ser identificado em locais públicos. Os espaços públicos tornam-se territórios de vigilância."
📍Leia o artigo do economista e professor da USP Ricardo Abramovay, que apresenta um panorama global do debate sobre as tecnologias de reconhecimento facial, com casos recentes e debates em voga na França, Suécia, EUA, China, Chile e Brasil.
https://outraspalavras.net/tecnologiaemdisputa/como-enfrentar-era-da-vigilancia-total/
Outras Palavras
Como enfrentar a Era da Vigilância Total - Outras Palavras
Cresce movimento para bloquear tecnologia de reconhecimento facial. Câmeras associadas a Inteligência Artificial já permitem reconhecer pessoas em multidões -- inibindo protestos e transformando cidades em territórios de controle
A Coalizão Direitos na Rede — articulação composta por 37 entidades e organizações do terceiro setor — apresenta o manual para a sociedade civil “Como participar das ELEIÇÕES 2019-2020 do Comitê Gestor da Internet (CGI.br)?”
As entidades da sociedade civil podem se inscrever no colégio eleitoral até o dia 6 de fevereiro. No manual, além das instruções e do calendário completo das eleições para o CGI.br, também há uma apresentação pormenorizada da Coalizão e a nossa “Plataforma por uma Internet livre, inclusiva e democrática”.
“Garantir uma participação legítima e qualificada da sociedade civil no CGI.br é mais importante do que nunca, a fim de que possamos consolidar o modelo multissetorial de governança da Internet no Brasil e garantir a manutenção dos direitos conquistados com o Marco Civil da Internet e a Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais, reconhecidos como referências nos fóruns internacionais do setor.”
“O processo eleitoral do CGI.br está novamente aberto e a Coalizão Direitos na Rede apresenta sua plataforma de temas que considera prioritários para garantir que o funcionamento da rede não seja apropriada por interesses privados, econômicos e políticos e para que a Internet siga democrática, universal, aberta e interoperável, com vistas à promoção do desenvolvimento econômico, social e cultural e dos direitos humanos.”
Baixe o manual para a sociedade civil no link do post:
https://direitosnarede.org.br/2020/01/20/como-participar-das-eleicoes-2019-2020-do-comite-gestor-da-internet.html?fbclid=IwAR1xGEFXTMCIJllWvToW7VsIydtZdOBUT6P-QaUSx-lMW5L4uEOkpgwbguQ
As entidades da sociedade civil podem se inscrever no colégio eleitoral até o dia 6 de fevereiro. No manual, além das instruções e do calendário completo das eleições para o CGI.br, também há uma apresentação pormenorizada da Coalizão e a nossa “Plataforma por uma Internet livre, inclusiva e democrática”.
“Garantir uma participação legítima e qualificada da sociedade civil no CGI.br é mais importante do que nunca, a fim de que possamos consolidar o modelo multissetorial de governança da Internet no Brasil e garantir a manutenção dos direitos conquistados com o Marco Civil da Internet e a Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais, reconhecidos como referências nos fóruns internacionais do setor.”
“O processo eleitoral do CGI.br está novamente aberto e a Coalizão Direitos na Rede apresenta sua plataforma de temas que considera prioritários para garantir que o funcionamento da rede não seja apropriada por interesses privados, econômicos e políticos e para que a Internet siga democrática, universal, aberta e interoperável, com vistas à promoção do desenvolvimento econômico, social e cultural e dos direitos humanos.”
Baixe o manual para a sociedade civil no link do post:
https://direitosnarede.org.br/2020/01/20/como-participar-das-eleicoes-2019-2020-do-comite-gestor-da-internet.html?fbclid=IwAR1xGEFXTMCIJllWvToW7VsIydtZdOBUT6P-QaUSx-lMW5L4uEOkpgwbguQ