🎙BATALHAS DIGITAIS #9: Capitalismo de Vigilância 📲💰🕵️♀️
O documentário O Dilema das Redes é revelador sobre os bastidores das bigtechs, narrado por engenheiros, cientistas e investidores que ajudaram a criar as maiores empresas de tecnologia do mundo. Mas o filme carece de soluções estruturais para o modo de produção das plataformas, baseado na atenção e extração de dados pessoais dos usuários, a fim de vender publicidade. Um mercado que representa um ataque à democracia e às liberdades, e que deveria ser proibido, segundo Shoshana Zuboff, autora de A Era do Capitalismo de Vigilância.
Economia da atenção e capitalismo de vigilância, e suas implicações no Sul global, estão na pauta do episódio 9 do BATALHAS DIGITAIS.
Os convidados são Rafael Evangelista, professor da Unicamp, membro da Rede Latino Americana de Estudos sobre vigilância, tecnologia e sociedade (Lavits) e conselheiro do Comitê Gestor da Internet no Brasil (CGI.br); e a jornalista Isadora Lira, doutoranda em sociologia na Universidade Federal da Paraíba, pesquisadora sobre modulação algorítmica, interação em rede e feminismos. A mediação é do jornalista Enio Lourenço, da Coalizão Direitos na Rede.
▶️ Assista no YouTube:
https://youtu.be/ukrfUiK_5ds
📻 Ou escute nos principais tocadores de podcast.
O documentário O Dilema das Redes é revelador sobre os bastidores das bigtechs, narrado por engenheiros, cientistas e investidores que ajudaram a criar as maiores empresas de tecnologia do mundo. Mas o filme carece de soluções estruturais para o modo de produção das plataformas, baseado na atenção e extração de dados pessoais dos usuários, a fim de vender publicidade. Um mercado que representa um ataque à democracia e às liberdades, e que deveria ser proibido, segundo Shoshana Zuboff, autora de A Era do Capitalismo de Vigilância.
Economia da atenção e capitalismo de vigilância, e suas implicações no Sul global, estão na pauta do episódio 9 do BATALHAS DIGITAIS.
Os convidados são Rafael Evangelista, professor da Unicamp, membro da Rede Latino Americana de Estudos sobre vigilância, tecnologia e sociedade (Lavits) e conselheiro do Comitê Gestor da Internet no Brasil (CGI.br); e a jornalista Isadora Lira, doutoranda em sociologia na Universidade Federal da Paraíba, pesquisadora sobre modulação algorítmica, interação em rede e feminismos. A mediação é do jornalista Enio Lourenço, da Coalizão Direitos na Rede.
▶️ Assista no YouTube:
https://youtu.be/ukrfUiK_5ds
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BATALHAS DIGITAIS #9 - O dilema das redes: capitalismo de vigilância
O documentário o Dilema das Redes também poderia se chamar o dilema do capitalismo de vigilância. Mas para isso, o filme de Jeff Orlowski precisaria extrapolar o mea culpa dos principais entrevistados — engenheiros, cientistas de dados, executivos e investidores…
📢📢 Nesta quinta-feira (15/10), chegamos ao quarto e último encontro do ciclo de webinários PL das Fake News: múltiplos dilemas nas redes, debatendo a transparência das plataformas no combate à desinformação e parâmetros necessários.
📍 Estarão conosco, a partir das 14h, Veridiana Alimonti, advogada e analista sênior de políticas para a América Latina da Electronic Frontier Foundation (EFF), Sheila de Carvalho, Advogada de Direitos Humanos da UNEafro Brasil e Coalizão Negra por Direitos, e Francisco Brito Cruz, Diretor do InternetLab - com mediação de de Ana Gabriela Ferreira, coordenadora de acesso à informação da ARTIGO 19.
❗ As medidas de transparência apresentadas no #PLdasFakeNews são suficientes enfrentar a desinformação? Estão alinhadas a parâmetros internacionais? São suficientes para entender - para enfrentar - como grupos discriminados são afetados pela desinformação?
↘️ Inscreva-se para debater essas e outras questões conosco: https://bit.ly/InscricaoWebinarioA19
📍 Estarão conosco, a partir das 14h, Veridiana Alimonti, advogada e analista sênior de políticas para a América Latina da Electronic Frontier Foundation (EFF), Sheila de Carvalho, Advogada de Direitos Humanos da UNEafro Brasil e Coalizão Negra por Direitos, e Francisco Brito Cruz, Diretor do InternetLab - com mediação de de Ana Gabriela Ferreira, coordenadora de acesso à informação da ARTIGO 19.
❗ As medidas de transparência apresentadas no #PLdasFakeNews são suficientes enfrentar a desinformação? Estão alinhadas a parâmetros internacionais? São suficientes para entender - para enfrentar - como grupos discriminados são afetados pela desinformação?
↘️ Inscreva-se para debater essas e outras questões conosco: https://bit.ly/InscricaoWebinarioA19
Zoom Video
Welcome! You are invited to join a webinar: PL das Fake News: múltiplos dilemas nas redes. After registering, you will receive…
Diante do grande impacto que as medidas previstas no PL das “Fake News” podem gerar, principalmente no ambiente de governança da Internet, é imprescindível que a sociedade civil discuta seu conteúdo com profundidade.
Entidades e participantes do evento promovido pela
Aliança Nacional LGBTI denunciaram o caso nas delegacias de crimes cibernéticos do Rio de Janeiro, Curitiba e Belo Horizonte. Elas também pretendem levar o caso à Polícia Federal. #Eleicoes2020
Leia a matéria: https://bit.ly/3lTqRfp
Aliança Nacional LGBTI denunciaram o caso nas delegacias de crimes cibernéticos do Rio de Janeiro, Curitiba e Belo Horizonte. Elas também pretendem levar o caso à Polícia Federal. #Eleicoes2020
Leia a matéria: https://bit.ly/3lTqRfp
Medium
Nazistas invadem seminário sobre eleições da Aliança Nacional LGBTI+
Entidade e participantes do evento denunciam o crime de apologia ao nazismo nas polícias estaduais e pretendem levar o caso à Polícia…
📢ALERTA⚠️ANPD militarizada: risco para a proteção de dados pessoais
"Nesta quinta-feira, 15 de outubro, a Presidência da República publicou os nomes dos diretores indicados para o conselho diretor da Autoridade Nacional de Proteção de Dados Pessoais (ANPD). Entre os cinco nomes indicados¹, três são membros do Exército brasileiro, em sua maioria com experiência limitada no tema da proteção de dados enquanto direito autônomo. Todos foram designados para os mandatos com maior tempo de duração. A opção do governo Bolsonaro de militarizar a ANPD ignora as diretrizes da Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), que aponta para a criação de uma autoridade técnica e independente, desconsidera as recomendações internacionais para a constituição de autoridades do tema, abre espaço para o órgão se imiscuir em atividades de vigilância e repressão e coloca em risco a necessária supervisão do tratamento de dados no país."
"Se o desenho institucional da ANPD vinculado à Casa Civil já gerava preocupação pela falta de autonomia administrativa do órgão diante de suas atribuições – como fiscalizar as operações de tratamento de dados do próprio governo -, as nomeações de agora confirmam a hipótese de que a Autoridade não terá a independência e composição que se espera de um órgão responsável por defender direitos e liberdades fundamentais dos cidadãos brasileiros."
(...)
"Como já criticada em notas anteriores da Coalizão Direitos na Rede, tal opção do governo demonstra uma clara confusão entre atribuições de órgãos com finalidades completamente diversas, quando não opostas. Garantias de privacidade e proteção de dados pessoais não podem se confundir com a defesa da segurança nacional e a proteção de informações estratégicas para o país. Pelo contrário, atividades de vigilância conduzidas por órgãos de defesa nacional e segurança pública muitas vezes podem colocar em risco direitos e garantias que deveriam justamente ser protegidas pela ANPD, visando a constituição de um sistema equilibrado dentro do Estado Democrático de Direito."
📌Leia a nossa nota na íntegra:
https://bit.ly/3560Cf1
"Nesta quinta-feira, 15 de outubro, a Presidência da República publicou os nomes dos diretores indicados para o conselho diretor da Autoridade Nacional de Proteção de Dados Pessoais (ANPD). Entre os cinco nomes indicados¹, três são membros do Exército brasileiro, em sua maioria com experiência limitada no tema da proteção de dados enquanto direito autônomo. Todos foram designados para os mandatos com maior tempo de duração. A opção do governo Bolsonaro de militarizar a ANPD ignora as diretrizes da Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), que aponta para a criação de uma autoridade técnica e independente, desconsidera as recomendações internacionais para a constituição de autoridades do tema, abre espaço para o órgão se imiscuir em atividades de vigilância e repressão e coloca em risco a necessária supervisão do tratamento de dados no país."
"Se o desenho institucional da ANPD vinculado à Casa Civil já gerava preocupação pela falta de autonomia administrativa do órgão diante de suas atribuições – como fiscalizar as operações de tratamento de dados do próprio governo -, as nomeações de agora confirmam a hipótese de que a Autoridade não terá a independência e composição que se espera de um órgão responsável por defender direitos e liberdades fundamentais dos cidadãos brasileiros."
(...)
"Como já criticada em notas anteriores da Coalizão Direitos na Rede, tal opção do governo demonstra uma clara confusão entre atribuições de órgãos com finalidades completamente diversas, quando não opostas. Garantias de privacidade e proteção de dados pessoais não podem se confundir com a defesa da segurança nacional e a proteção de informações estratégicas para o país. Pelo contrário, atividades de vigilância conduzidas por órgãos de defesa nacional e segurança pública muitas vezes podem colocar em risco direitos e garantias que deveriam justamente ser protegidas pela ANPD, visando a constituição de um sistema equilibrado dentro do Estado Democrático de Direito."
📌Leia a nossa nota na íntegra:
https://bit.ly/3560Cf1
Coalizão Direitos na Rede
ANPD militarizada: risco para a proteção de dados pessoais - Coalizão Direitos na Rede
Nesta quinta-feira, 15 de outubro, a Presidência da República publicou os nomes dos diretores indicados para o conselho diretor da Autoridade Nacional de Proteção de Dados Pessoais (ANPD). Entre os cinco nomes indicados¹, três são membros do Exército brasileiro…
"Jornalismo e plataformas: Quem paga a conta?"
Já anota na agenda que essa é a próxima LIVE da Coalizão Direitos na Rede, a ser realizada na próxima quinta-feira, 22/10, às 19 horas.
Com a presença de Marcelo Bechara (Coalizão Liberdade com Responsabilidade), Cristina Tardáguila (International Fact-Checking Network) e Maria José Braga (Federação Nacional dos Jornalistas).
A transmissão ocorre no YouTube (/direitosnarede), Facebook (/direitosnarede) e no Twitter (@cdr_br).
https://www.youtube.com/direitosnarede
Já anota na agenda que essa é a próxima LIVE da Coalizão Direitos na Rede, a ser realizada na próxima quinta-feira, 22/10, às 19 horas.
Com a presença de Marcelo Bechara (Coalizão Liberdade com Responsabilidade), Cristina Tardáguila (International Fact-Checking Network) e Maria José Braga (Federação Nacional dos Jornalistas).
A transmissão ocorre no YouTube (/direitosnarede), Facebook (/direitosnarede) e no Twitter (@cdr_br).
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📢Salve na agenda e venha debater com a gente. 🗓️✍️👥🗣️"Jornalismo e plataformas: quem paga a conta?". Mais uma discussão que surgiu no âmbito do #PL2630 #PLFakeNews. Quinta-feira, 22/10, às 19h, no canais da Coalizão Direitos na Rede no YouTube, Facebook e Twitter ✅
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https://twitter.com/cdr_br/
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📢 É HOJE, ÀS 19H⏳
A Coalizão Direitos na Rede convida para a live "Jornalismo é plataformas: Quem paga a conta?", com a presença de especialistas e de representantes de entidades do setor.
🗣👥 Esse é um debate que surgiu no âmbito do #PL2630 #PLFakeNews. Avise os colegas jornalistas e demais interessados no tema. É daqui a pouco, às 19 horas. 🕖😉
📽📺 A transmissão ocorre no Facebook (/direitosnarede) e também no YouTube (/direitosnarede) e no Twitter (@cdr_br).
https://twitter.com/cdr_br
A Coalizão Direitos na Rede convida para a live "Jornalismo é plataformas: Quem paga a conta?", com a presença de especialistas e de representantes de entidades do setor.
🗣👥 Esse é um debate que surgiu no âmbito do #PL2630 #PLFakeNews. Avise os colegas jornalistas e demais interessados no tema. É daqui a pouco, às 19 horas. 🕖😉
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A Coalizão Direitos na Rede vem a público manifestar sua posição contrária à inclusão, no âmbito do PL 2630/20, de um mecanismo para remunerar empresas jornalísticas por parte das plataformas digitais.
"Desde abril deste ano, temos acompanhado de perto a tramitação do projeto de lei, proposto por iniciativa do gabinete compartilhado dos deputados Felipe Rigoni (PSB-ES) e Tábata Amaral (PDT-SP) e do senador Alessandro Vieira (Cidadania-SE), e que pretende instituir no país a Lei Brasileira de Liberdade, Responsabilidade e Transparência na Internet, trazendo dispositivos para regular o funcionamento de redes sociais e dos serviços de mensageria privada. Aprovado no Senado em 30 de junho deste ano, o PL 2630/20 segue em discussão na Câmara dos Deputados, onde, diante da pandemia e do não funcionamento das comissões temáticas de mérito da Casa, foi objeto de um ciclo de debates virtuais."
"Neste contexto, diferentes setores e organizações têm apresentado propostas de modificação ao texto votado no Senado. Uma delas diz respeito à obrigação de remuneração de empresas jornalísticas e profissionais de jornalismo em caso de utilização de conteúdos jornalísticos por parte dos provedores de aplicação de internet, ressalvados os links compartilhados por usuários e incluindo as ferramentas de busca, que ainda não fazem parte do escopo do projeto."
📃Leia a nota na íntegra e entenda os problema desse debate, o contexto internacional, a posição das plataformas, as questões relativas aos direitos autorais dos jornalistas e alguns caminhos possíveis na nossa perspectiva.
https://direitosnarede.org.br/2020/10/22/plataformas-digitais-e-remuneracao-do-jornalismo-um-debate-central-mas-fora-de-lugar/
"Desde abril deste ano, temos acompanhado de perto a tramitação do projeto de lei, proposto por iniciativa do gabinete compartilhado dos deputados Felipe Rigoni (PSB-ES) e Tábata Amaral (PDT-SP) e do senador Alessandro Vieira (Cidadania-SE), e que pretende instituir no país a Lei Brasileira de Liberdade, Responsabilidade e Transparência na Internet, trazendo dispositivos para regular o funcionamento de redes sociais e dos serviços de mensageria privada. Aprovado no Senado em 30 de junho deste ano, o PL 2630/20 segue em discussão na Câmara dos Deputados, onde, diante da pandemia e do não funcionamento das comissões temáticas de mérito da Casa, foi objeto de um ciclo de debates virtuais."
"Neste contexto, diferentes setores e organizações têm apresentado propostas de modificação ao texto votado no Senado. Uma delas diz respeito à obrigação de remuneração de empresas jornalísticas e profissionais de jornalismo em caso de utilização de conteúdos jornalísticos por parte dos provedores de aplicação de internet, ressalvados os links compartilhados por usuários e incluindo as ferramentas de busca, que ainda não fazem parte do escopo do projeto."
📃Leia a nota na íntegra e entenda os problema desse debate, o contexto internacional, a posição das plataformas, as questões relativas aos direitos autorais dos jornalistas e alguns caminhos possíveis na nossa perspectiva.
https://direitosnarede.org.br/2020/10/22/plataformas-digitais-e-remuneracao-do-jornalismo-um-debate-central-mas-fora-de-lugar/
Coalizão Direitos na Rede
Plataformas digitais e remuneração do jornalismo: um debate central, mas fora de lugar - Coalizão Direitos na Rede
A Coalizão Direitos na Rede vem a público manifestar sua posição contrária à inclusão, no âmbito do PL 2630/20, de um mecanismo para remunerar empresas jornalísticas por parte das plataformas digitais.
📢É AMANHÃ, 10H📅🕙
A Coalizão @direitosnarede e outras organizações da sociedade civil se reúnem com a Frente Parlamentar Mista em Defesa da Democracia e dos Direitos Humanos com Participação Popular para debater o problema da violência política nas #Eleicoes2020. O encontro será transmitido na página do Facebook do deputado federal @Marcelo Freixo.
Na reunião virtual, a Coalizão Direitos na Rede vai apresentar dois materiais produzidos no contexto dos pleitos municipais de 2020:
1️⃣"Eleições e Internet: Guia para proteção de direitos nas campanhas eleitorais", que visa orientar as candidaturas para as eleições de novembro. Em resumo, a cartilha faz uma ponte entre a legislação eleitoral e o mundo digital, além de chamar atenção para violência política online, desinformação, proteção de dados pessoais e segurança digital.
2️⃣ E o documento "Contribuições da Coalizão Direitos na Rede ao processo eleitoral 2020", que apresenta recomendações para candidaturas e campanhas, plataformas de conteúdo e redes sociais, além da Justiça Eleitoral e do Ministério Público Eleitoral. As propostas deste material estão organizadas nos eixos combate à desinformação, enfrentamento ao discurso de ódio e à violência política, e proteção de dados pessoais
📌Saiba mais:
https://bit.ly/3e3zNfA
A Coalizão @direitosnarede e outras organizações da sociedade civil se reúnem com a Frente Parlamentar Mista em Defesa da Democracia e dos Direitos Humanos com Participação Popular para debater o problema da violência política nas #Eleicoes2020. O encontro será transmitido na página do Facebook do deputado federal @Marcelo Freixo.
Na reunião virtual, a Coalizão Direitos na Rede vai apresentar dois materiais produzidos no contexto dos pleitos municipais de 2020:
1️⃣"Eleições e Internet: Guia para proteção de direitos nas campanhas eleitorais", que visa orientar as candidaturas para as eleições de novembro. Em resumo, a cartilha faz uma ponte entre a legislação eleitoral e o mundo digital, além de chamar atenção para violência política online, desinformação, proteção de dados pessoais e segurança digital.
2️⃣ E o documento "Contribuições da Coalizão Direitos na Rede ao processo eleitoral 2020", que apresenta recomendações para candidaturas e campanhas, plataformas de conteúdo e redes sociais, além da Justiça Eleitoral e do Ministério Público Eleitoral. As propostas deste material estão organizadas nos eixos combate à desinformação, enfrentamento ao discurso de ódio e à violência política, e proteção de dados pessoais
📌Saiba mais:
https://bit.ly/3e3zNfA
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DEBATE | Violência política nas eleições 2020 é o tema de encontro entre entidades e parlamentares
Na quinta-feira (29/10), às 10 horas, a Coalizão Direitos na Rede (CDR) e outras organizações da sociedade civil se encontram com…
Via Lei de Acesso à Informação (LAI), organizações da Coalizão Direitos na Rede exigem esclarecimentos do Ministério da Justiça e da Polícia Federal sobre Plano Integrado de Segurança Pública para as #Eleições2020.
Até o momento, pouco se sabe dos métodos e instrumentos que serão utilizados pelos órgãos de segurança para monitorar os pleitos municipais de novembro, que podem inclusive acarretar em violações dos direitos à privacidade, à proteção de dados pessoais, à liberdade de expressão e outros.
📌Confira os problemas identificados por nós e os 3⃣1⃣ questionamentos levantados em busca de transparência.
https://direitosnarede.org.br/2020/11/03/sociedade-civil-exige-esclarecimentos-sobre-plano-integrado-de-seguranca-publica-para-as-eleicoes-2020/
Até o momento, pouco se sabe dos métodos e instrumentos que serão utilizados pelos órgãos de segurança para monitorar os pleitos municipais de novembro, que podem inclusive acarretar em violações dos direitos à privacidade, à proteção de dados pessoais, à liberdade de expressão e outros.
📌Confira os problemas identificados por nós e os 3⃣1⃣ questionamentos levantados em busca de transparência.
https://direitosnarede.org.br/2020/11/03/sociedade-civil-exige-esclarecimentos-sobre-plano-integrado-de-seguranca-publica-para-as-eleicoes-2020/
Coalizão Direitos na Rede
Sociedade civil exige esclarecimentos sobre Plano Integrado de Segurança Pública para as Eleições 2020 - Coalizão Direitos na Rede
Entidades da Coalizão Direitos na Rede (CDR) encaminharam pedidos de esclarecimentos, via Lei de Acesso à Informação (LAI), ao Ministério da Justiça e à Polícia Federal sobre o Plano Integrado de Segurança Pública para Eleições 2020. Até o momento, pouco…