🛑 1° DE MAIO - DIA INTERNACIONAL DXS TRABALHADORXS 📢 Um salve especial para todxs xs trabalhadorxs de aplicativos que estão na linha de frente dos serviços durante a pandemia e ainda lutam contra a precarização de suas atividades profissionais formulada pelo capitalismo de plataforma. ✊👊 #direitosnarede
🌐IMPLICAÇÕES ÉTICAS DO USO DE ROBÔS NA EDUCAÇÃO🤖😐🤯
"O estudante Murilo*, por exemplo, ingressou na Laureate neste semestre para fazer o curso de EAD de ciência da computação. Ele conta que na inscrição para o vestibular pediram que fizesse uma redação online. O tema: 'Levando em conta a leitura do texto e a sua vivência, escreva um texto de até 20 linhas respondendo à seguinte pergunta: a língua deve ser domada e correta ou funcionar como um espaço de expressão criativa?'. 🗣“Foi um processo normal, redigi o texto e submeti”, recorda.“Mas eu achava que ia ter um processo de avaliação, com professor. Por curiosidade, fui olhar o código-fonte [a linguagem de programação por trás da página] e percebi que era feito pra enganar. Simplesmente eram mensagens pré-programadas já com a nota”, critica.
Segundo professores da rede Laureate (que reúne instituições de ensino superior privadas pelo país), os robôs também são utilizados frequentemente para corrigir atividades dos estudantes, que não são informados previamente deste recurso. E mais grave: eles são avaliados por linhas de programação em provas dissertativas, aquelas que exigem a subjetividade em sua essência. Muitos alunos que comentem plágio, por exemplo, tiram nota máxima, enquanto aqueles que produzem respostas autorais ficam com notas medianas.
📍Leia a reportagem completa na Agência Pública.
https://apublica.org/2020/04/laureate-usa-robos-no-lugar-de-professores-sem-que-alunos-saibam/
"O estudante Murilo*, por exemplo, ingressou na Laureate neste semestre para fazer o curso de EAD de ciência da computação. Ele conta que na inscrição para o vestibular pediram que fizesse uma redação online. O tema: 'Levando em conta a leitura do texto e a sua vivência, escreva um texto de até 20 linhas respondendo à seguinte pergunta: a língua deve ser domada e correta ou funcionar como um espaço de expressão criativa?'. 🗣“Foi um processo normal, redigi o texto e submeti”, recorda.“Mas eu achava que ia ter um processo de avaliação, com professor. Por curiosidade, fui olhar o código-fonte [a linguagem de programação por trás da página] e percebi que era feito pra enganar. Simplesmente eram mensagens pré-programadas já com a nota”, critica.
Segundo professores da rede Laureate (que reúne instituições de ensino superior privadas pelo país), os robôs também são utilizados frequentemente para corrigir atividades dos estudantes, que não são informados previamente deste recurso. E mais grave: eles são avaliados por linhas de programação em provas dissertativas, aquelas que exigem a subjetividade em sua essência. Muitos alunos que comentem plágio, por exemplo, tiram nota máxima, enquanto aqueles que produzem respostas autorais ficam com notas medianas.
📍Leia a reportagem completa na Agência Pública.
https://apublica.org/2020/04/laureate-usa-robos-no-lugar-de-professores-sem-que-alunos-saibam/
Pública
Laureate usa robôs no lugar de professores sem que alunos saibam
Docentes da rede educacional que controla universidades como FMU e Anhembi Morumbi denunciam uso de inteligência artificial para correção de textos; documento obtido pela Pública confirma situação
📢MODERAÇÃO DE CONTEÚDO NO FACEBOOK👥
O Facebook anunciou os primeiros 20 nomes do Comitê de Supervisão, que funcionará como um sistema jurídico privado da plataforma. O órgão será independente e terá o poder de decisão sobre o conteúdo que fica e que sai do Facebook e do Instagram. O brasileiro membro é o advogado Ronaldo Lemos, especialista em direito digital, fundador e diretor do ITS Rio, entidade que integra a Coalizão Direitos na Rede.
O comitê já conta com um estatuto próprio, que prevê suas obrigações e sua relação com o Facebook. Dentre elas, por exemplo, a plataforma deverá acatar as decisões do órgão, que também poderá sugerir alterações nas políticas de uso da rede social.
📍Saiba mais na matéria do G1:
https://g1.globo.com/economia/tecnologia/noticia/2020/05/06/facebook-nomeia-primeiros-20-membros-de-comite-que-vai-julgar-remocao-de-conteudo-um-deles-e-brasileiro.ghtml
O Facebook anunciou os primeiros 20 nomes do Comitê de Supervisão, que funcionará como um sistema jurídico privado da plataforma. O órgão será independente e terá o poder de decisão sobre o conteúdo que fica e que sai do Facebook e do Instagram. O brasileiro membro é o advogado Ronaldo Lemos, especialista em direito digital, fundador e diretor do ITS Rio, entidade que integra a Coalizão Direitos na Rede.
O comitê já conta com um estatuto próprio, que prevê suas obrigações e sua relação com o Facebook. Dentre elas, por exemplo, a plataforma deverá acatar as decisões do órgão, que também poderá sugerir alterações nas políticas de uso da rede social.
📍Saiba mais na matéria do G1:
https://g1.globo.com/economia/tecnologia/noticia/2020/05/06/facebook-nomeia-primeiros-20-membros-de-comite-que-vai-julgar-remocao-de-conteudo-um-deles-e-brasileiro.ghtml
G1
Facebook nomeia primeiros 20 membros de comitê que vai julgar remoção de conteúdo; um deles é brasileiro
Espécie de tribunal supremo, órgão será independente e tem poder de decisão sobre o conteúdo que fica e que sai do Facebook e do Instagram. Veja como vai funcionar.
🎙PODCAST: ACESSO À INTERNET, EDUCAÇÃO E DESIGUALDADES 📲📚🛑⚠️ Estudantes brasileiros de todas as idades estão sendo obrigados a resolver essa difícil equação durante a pandemia de Covid-19. Na ausência de políticas públicas de acesso, aliada à inércia dos órgãos públicos e ao oportunismo de mercado, o direito à educação está se tornando um privilégio para quem possui boa conexão e bons dispositivos. O caso ENEM é emblemático e resume o momento. Esses são alguns dos temas discutidos no episódio #3 do BATALHAS DIGITAIS, o podcast da Coalizão Direitos na Rede, conduzido pelo jornalista Enio Lourenço com a participação de Marina Pita, coordenadora do Intervozes e Priscila Gonsales, cofundadora do Educadigital.Confere lá🔊
▶️YouTube
https://youtu.be/igXI6Q2QHho
▶️Spotify
https://spoti.fi/3biNdBk
▶️Deezer
https://bit.ly/3fyWlVI
▶️Google Podcasts
http://abre.ai/a5Ey
▶️YouTube
https://youtu.be/igXI6Q2QHho
▶️Spotify
https://spoti.fi/3biNdBk
▶️Deezer
https://bit.ly/3fyWlVI
▶️Google Podcasts
http://abre.ai/a5Ey
YouTube
BATALHAS DIGITAIS #3 - Acesso à Internet, educação e desigualdades
Acesso à Internet, educação, desigualdades são elementos de uma equação dispostos para nossas crianças e jovens resolverem durante a pandemia de Covid-19. Se...
Não seja vetor de #desinformação. Não espalhe notícias falsas. Verifique as informações antes de compartilhar. Tenha empatia. Fake news pode matar! #coronavírus #covid19 #pandemia
📢O PROBLEMA AMAZON📚⚠️
A Amazon serve-se da pandemia para impor seu imenso poder. No livro "Contra Amazon", obra com pré-venda no Brasil, o escritor Jorge Carrión propõe sete razões para boicotá-la: de seu desprezo pelos livros e pelos trabalhadores à necessidade de preservarmos a resistência e o desejo…
"As três empresas [Amazon, Google e Facebook] compartilham a vontade imperialista de conquistar o planeta, fazendo a defesa do acesso ilimitado à informação, à comunicação e aos bens de consumo, ao mesmo tempo em que fazem seus funcionários assinar contratos de confidencialidade, urdem complexas estratégias para não pagar impostos nos países onde se radicam e constroem um estado paralelo, transversal, global, com suas próprias regras e leis, com sua própria burocracia e hierarquia, com seus próprios policiais."
📍Leia um dos ensaios do livro na íntegra no link abaixo. Via Outras Palavras.
https://outraspalavras.net/alemdamercadoria/manifesto-contra-a-amazon/
A Amazon serve-se da pandemia para impor seu imenso poder. No livro "Contra Amazon", obra com pré-venda no Brasil, o escritor Jorge Carrión propõe sete razões para boicotá-la: de seu desprezo pelos livros e pelos trabalhadores à necessidade de preservarmos a resistência e o desejo…
"As três empresas [Amazon, Google e Facebook] compartilham a vontade imperialista de conquistar o planeta, fazendo a defesa do acesso ilimitado à informação, à comunicação e aos bens de consumo, ao mesmo tempo em que fazem seus funcionários assinar contratos de confidencialidade, urdem complexas estratégias para não pagar impostos nos países onde se radicam e constroem um estado paralelo, transversal, global, com suas próprias regras e leis, com sua própria burocracia e hierarquia, com seus próprios policiais."
📍Leia um dos ensaios do livro na íntegra no link abaixo. Via Outras Palavras.
https://outraspalavras.net/alemdamercadoria/manifesto-contra-a-amazon/
Outras Palavras
Manifesto contra a Amazon - Outras Palavras
Ela serve-se da pandemia para impor seu imenso poder. Em obra prestes a sair no Brasil, escritor propõe sete razões para boicotá-la: de seu desprezo pelos livros e pelos trabalhadores à necessidade de preservarmos a resistência e o desejo...
📢NYT: COMO MEU CHEFE ME MONITORA ENQUANTO EU TRABALHO EM CASA👨💼👁
Um software de monitoramento da empresa norte-americana Hubstaff está gerando polêmica no debate sobre privacidade e vigilância no trabalho remoto. O programa é capaz de vigiar todas as atividades online de um funcionário em home office, capturando telas do computador a cada 10 minutos, contabilizando o tempo de navegação em sites e aplicativos, espiando videochamadas com terceiros e até apontando a localização do trabalhador para o chefe via GPS do smartphone. E mais: o programa ainda oferece pontuações de produtividade, que não condizem com o trabalho real. 🤯🥵
"A cada poucos minutos, ele fazia uma captura de tela dos sites que eu navegava, dos documentos que escrevia e dos sites de mídia social que visitei. Do meu telefone, ele mapeou para onde eu ia, incluindo um passeio de bicicleta de duas horas que eu levei pelo Battersea Park [Londres] com meus filhos no meio de um dia de trabalho. (Opa.)", relata Adam Satariano, repórter do The New York Times.
Essa ferramenta já é utilizada há algum tempo por companhias de Wall Street. Os testes para utilização do software (que custam de US$ 7 a US$ 20 por usuário ao mês), no entanto, triplicaram desde março com avanço da pandemia de #COVID19. "O mundo está mudando. Os trabalhadores sabem que estão sendo vigiados, por isso não viola a privacidade", disse Dave Nevogt, fundador da Hubstaff.
WHAT❓❗️😠
E se as capturas de tela exibirem informações financeiras ou de saúde confidenciais dos trabalhadores para seus patrões? Isso pode ter implicações diretas na relação empregatícia, sem falar na própria invasão de privacidade.📍Leia a reportagem completa e veja como setores empresariais tentam forjar uma desavergonhada cultura vigilantista em meio ao surto do novo coronavírus.
https://www.nytimes.com/2020/05/06/technology/employee-monitoring-work-from-home-virus.html
Um software de monitoramento da empresa norte-americana Hubstaff está gerando polêmica no debate sobre privacidade e vigilância no trabalho remoto. O programa é capaz de vigiar todas as atividades online de um funcionário em home office, capturando telas do computador a cada 10 minutos, contabilizando o tempo de navegação em sites e aplicativos, espiando videochamadas com terceiros e até apontando a localização do trabalhador para o chefe via GPS do smartphone. E mais: o programa ainda oferece pontuações de produtividade, que não condizem com o trabalho real. 🤯🥵
"A cada poucos minutos, ele fazia uma captura de tela dos sites que eu navegava, dos documentos que escrevia e dos sites de mídia social que visitei. Do meu telefone, ele mapeou para onde eu ia, incluindo um passeio de bicicleta de duas horas que eu levei pelo Battersea Park [Londres] com meus filhos no meio de um dia de trabalho. (Opa.)", relata Adam Satariano, repórter do The New York Times.
Essa ferramenta já é utilizada há algum tempo por companhias de Wall Street. Os testes para utilização do software (que custam de US$ 7 a US$ 20 por usuário ao mês), no entanto, triplicaram desde março com avanço da pandemia de #COVID19. "O mundo está mudando. Os trabalhadores sabem que estão sendo vigiados, por isso não viola a privacidade", disse Dave Nevogt, fundador da Hubstaff.
WHAT❓❗️😠
E se as capturas de tela exibirem informações financeiras ou de saúde confidenciais dos trabalhadores para seus patrões? Isso pode ter implicações diretas na relação empregatícia, sem falar na própria invasão de privacidade.📍Leia a reportagem completa e veja como setores empresariais tentam forjar uma desavergonhada cultura vigilantista em meio ao surto do novo coronavírus.
https://www.nytimes.com/2020/05/06/technology/employee-monitoring-work-from-home-virus.html
NY Times
How My Boss Monitors Me While I Work From Home (Published 2020)
As we shelter in place in the pandemic, more employers are using software to track our work — and us.
📢LANÇAMENTO: GLOBAL ENCRYPTION COALITION🌐
Amanhã (14/05), às 18h de Brasília, ocorre o lançamento da Global Encryption Coalition, a qual a Coalizão Direitos na Rede também faz parte. A organização internacional atua pela adoção, promoção, aprimoramento e fortalecimento do uso da criptografia para proteger as informações e comunicações privadas de pessoas de todo o mundo.
📅O evento para a América Latina e Caribe será o debate "Criptografia e COVID-19 na ALC: Lições para proteção de dados, confiança na economia digital e proteção da infraestrutura da Internet".
👥Painelistas:
1️⃣Veridiana Alimonti, Electronic Frontier Foundation (EFF)
2️⃣Carlos Affonso de Souza, ITS Rio
3️⃣Diego R. Canabarro, Senior Policy Manager Regional - LAC Internet Society
👤Moderadora: Maria Paz Canales, Derechos Digitales
📝Resumo da atividade: Os esforços contínuos para conter a disseminação da COVID-19 significa que as pessoas na América Latina e Caribe estão cada vez mais movendo seu trabalho, educação e socialização online. Mas, embora milhões de cidadãos confiem na criptografia para proteger essas interações digitais diariamente, grande parte deles não está totalmente ciente da complexidade das dimensões técnicas, socioeconômicas e políticas relacionadas ao tópico. Esta mesa redonda vai tratar como a criptografia ajudou a manter diferentes grupos e comunidades mais seguros na sequência do surto de COVID-19 e se aprofundará em três aspectos: privacidade e proteção de dados, confiança na economia digital e proteção da infraestrutura da Internet.
📍Para acompanhar o painel, basta se cadastrar no link abaixo:
https://isoc.zoom.us/…/register/tJUsfuiqpjwvH9wm2Cu4oh1ynVn…
📍Saiba mais:
https://www.globalencryption.org/events/
Amanhã (14/05), às 18h de Brasília, ocorre o lançamento da Global Encryption Coalition, a qual a Coalizão Direitos na Rede também faz parte. A organização internacional atua pela adoção, promoção, aprimoramento e fortalecimento do uso da criptografia para proteger as informações e comunicações privadas de pessoas de todo o mundo.
📅O evento para a América Latina e Caribe será o debate "Criptografia e COVID-19 na ALC: Lições para proteção de dados, confiança na economia digital e proteção da infraestrutura da Internet".
👥Painelistas:
1️⃣Veridiana Alimonti, Electronic Frontier Foundation (EFF)
2️⃣Carlos Affonso de Souza, ITS Rio
3️⃣Diego R. Canabarro, Senior Policy Manager Regional - LAC Internet Society
👤Moderadora: Maria Paz Canales, Derechos Digitales
📝Resumo da atividade: Os esforços contínuos para conter a disseminação da COVID-19 significa que as pessoas na América Latina e Caribe estão cada vez mais movendo seu trabalho, educação e socialização online. Mas, embora milhões de cidadãos confiem na criptografia para proteger essas interações digitais diariamente, grande parte deles não está totalmente ciente da complexidade das dimensões técnicas, socioeconômicas e políticas relacionadas ao tópico. Esta mesa redonda vai tratar como a criptografia ajudou a manter diferentes grupos e comunidades mais seguros na sequência do surto de COVID-19 e se aprofundará em três aspectos: privacidade e proteção de dados, confiança na economia digital e proteção da infraestrutura da Internet.
📍Para acompanhar o painel, basta se cadastrar no link abaixo:
https://isoc.zoom.us/…/register/tJUsfuiqpjwvH9wm2Cu4oh1ynVn…
📍Saiba mais:
https://www.globalencryption.org/events/
Zoom
One platform to connect | Zoom
Modernize workflows with Zoom's trusted collaboration tools: including video meetings, team chat, VoIP phone, webinars, whiteboard, contact center, and events.
Em Consulta Pública, a Anatel apresentou uma frágil metodologia para avaliar a infraestrutura de telecomunicações na migração do regime de telefonia fixa, de outorga para autorização. A Coalizão Direitos na Rede considera imprescindível a formulação de novos termos no regulamento proposto. A soberania nacional segue ameaçada por interesses privados. R$ 120 bilhões em jogo. Saiba mais: https://bit.ly/365igzF
Medium
Consulta Pública n° 5 da Anatel requer “profunda revisão” de metodologia econômica para bens reversíveis
Coalizão Direitos na Rede considera imprescindível a formulação de novos termos em regulamento, que desconsiderou aspectos relevantes para…
📢COMBATE À DESINFORMAÇÃO REQUER PROTEÇÃO À LIBERDADE DE EXPRESSÃO E AMPLO DEBATE COM A SOCIEDADE
A Coalizão Direitos na Rede torna públicas suas reflexões sobre o projeto da Lei Brasileira de Liberdade, Responsabilidade e Transparência na Internet para ajudar a construir um debate equilibrado e democrático sobre o tema, em consonância com os padrões internacionais de proteção à liberdade de expressão.
No texto observamos alguns aspectos, tais como: mudança no regime de responsabilização das plataformas; conflitos com diretrizes internacionais de proteção à liberdade de expressão; outros riscos à liberdade de expressão e a direitos fundamentais; e a centralidade de um processo participativo.
📍Leia a nota na íntegra:
https://direitosnarede.org.br/2020/05/15/combate-a-desinformacao-requer-protecao-a-liberdade-de-expressao-e-amplo-debate-com-a-sociedade.html
A Coalizão Direitos na Rede torna públicas suas reflexões sobre o projeto da Lei Brasileira de Liberdade, Responsabilidade e Transparência na Internet para ajudar a construir um debate equilibrado e democrático sobre o tema, em consonância com os padrões internacionais de proteção à liberdade de expressão.
No texto observamos alguns aspectos, tais como: mudança no regime de responsabilização das plataformas; conflitos com diretrizes internacionais de proteção à liberdade de expressão; outros riscos à liberdade de expressão e a direitos fundamentais; e a centralidade de um processo participativo.
📍Leia a nota na íntegra:
https://direitosnarede.org.br/2020/05/15/combate-a-desinformacao-requer-protecao-a-liberdade-de-expressao-e-amplo-debate-com-a-sociedade.html
No contexto da pandemia de #Covid19, a Coalizão Direitos na Rede defende que o Fundo de Universalização dos Serviços de Telecomunicações subsidie o acesso à internet, especialmente para estudantes e grupos vulneráveis. Essa medida precisa ser encarada como excepcional, uma vez que os recursos do Fust devem ser aplicados na universalização do acesso às redes.
"Há urgência em dar seguimento às alterações legislativas em linha com as propostas desenvolvidas pela Anatel para o Fust. Tais medidas contribuirão, inclusive, para que o país possa ter maior resiliência diante de situações extremas, com uma rede melhor distribuída e serviços ofertados a uma maior parcela da população."
📍Confira a nota na íntegra:
https://direitosnarede.org.br/2020/05/20/fust-deve-subsidiar-acesso-a-internet-durante-pandemia-especialmente-os-estudantes.html
"Há urgência em dar seguimento às alterações legislativas em linha com as propostas desenvolvidas pela Anatel para o Fust. Tais medidas contribuirão, inclusive, para que o país possa ter maior resiliência diante de situações extremas, com uma rede melhor distribuída e serviços ofertados a uma maior parcela da população."
📍Confira a nota na íntegra:
https://direitosnarede.org.br/2020/05/20/fust-deve-subsidiar-acesso-a-internet-durante-pandemia-especialmente-os-estudantes.html
📢FREANDO A DESINFORMAÇÃO NA INTERNET BR⚠️
Em menos de uma semana, a versão brasileira do Sleeping Giants conquistou mais de 100 mil seguidores no Twitter e obteve o compromisso de grandes empresas (Banco do Brasil, Dell, Submarino, PicPay, Telecine...) pela retirada de seus anúncios de publicidade programática de páginas que disseminam desinformação.
“Procurei por muito tempo uma resposta a ‘fake news’ e todo o ódio disseminado atualmente. Em toda minha linha de pesquisa, eu nunca havia encontrado uma atuação real, em que eu pudesse me envolver e fazer diferença, até encontrar o artigo do El País sobre o Matt [Rivitz, criador do Sleeping Giants nos EUA]. Achei sensacional”, explica o estudante de direito criador da página, que não é identificado na matéria do Manual do Usuário por motivos óbvios.
O Sleeping Giants Brasil já incomoda, inclusive, aquele que é considerado o chefe do "Gabinete do Ódio", Carlos Bolsonaro. Confere lá na matéria:
https://manualdousuario.net/sleeping-giants-brasil/
Em menos de uma semana, a versão brasileira do Sleeping Giants conquistou mais de 100 mil seguidores no Twitter e obteve o compromisso de grandes empresas (Banco do Brasil, Dell, Submarino, PicPay, Telecine...) pela retirada de seus anúncios de publicidade programática de páginas que disseminam desinformação.
“Procurei por muito tempo uma resposta a ‘fake news’ e todo o ódio disseminado atualmente. Em toda minha linha de pesquisa, eu nunca havia encontrado uma atuação real, em que eu pudesse me envolver e fazer diferença, até encontrar o artigo do El País sobre o Matt [Rivitz, criador do Sleeping Giants nos EUA]. Achei sensacional”, explica o estudante de direito criador da página, que não é identificado na matéria do Manual do Usuário por motivos óbvios.
O Sleeping Giants Brasil já incomoda, inclusive, aquele que é considerado o chefe do "Gabinete do Ódio", Carlos Bolsonaro. Confere lá na matéria:
https://manualdousuario.net/sleeping-giants-brasil/
Manual do Usuário
O Sleeping Giants brasileiro chegou causando (bons) estragos
Criado por um estudante de Direito entusiasmado, em apenas dois dias de operação o perfil brasileiro do Sleeping Giants já conseguiu resultados concretos na luta contra as notícias falsas.
Sabe uma ótima forma de inibir essas ações ostensivas de marketing digital? Com a entrada em vigor da Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais (#LGPD), que tem como uma de suas bases a autodeterminação informativa. Ou seja, o cidadão titular dos dados pessoais é o protagonista das matérias relacionadas ao tratamento de suas informações. Logo, garantindo os direitos à privacidade e à transparência sobre o uso dos seus dados. #LGPDjá #SeusDadosSãoVocÊ