RECONHECIMENTO FACIAL - Racismo na segurança pública 🕵️♂️👤⚠️
O uso de sistemas de reconhecimento facial tem se popularizado nos mais variados segmentos econômicos e sociais por todo o mundo. Essa tecnologia, porém, gera um alerta quando utilizada na segurança pública brasileira. A vigilância permanente de espaços públicos para fins de combate à criminalidade pode incorrer na violação de direitos humanos, inverter o princípio da presunção de inocência dos cidadãos e atacar grupos historicamente discriminados, como a população negra.
Confira como esse debate sobre racismo algorítmico nas tecnologias de reconhecimento facial vem sendo travado em outros países e o preocupante caso brasileiro da Bahia.
No Instagram:
https://www.instagram.com/p/CNSqh17Hi1-/
No Twitter:
https://twitter.com/cdr_br/status/1379122078964670476
O uso de sistemas de reconhecimento facial tem se popularizado nos mais variados segmentos econômicos e sociais por todo o mundo. Essa tecnologia, porém, gera um alerta quando utilizada na segurança pública brasileira. A vigilância permanente de espaços públicos para fins de combate à criminalidade pode incorrer na violação de direitos humanos, inverter o princípio da presunção de inocência dos cidadãos e atacar grupos historicamente discriminados, como a população negra.
Confira como esse debate sobre racismo algorítmico nas tecnologias de reconhecimento facial vem sendo travado em outros países e o preocupante caso brasileiro da Bahia.
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Sobram evidências de como a falta de conectividade faz parte da realidade cotidiana dos estudantes e professores das escolas públicas brasileiras, principalmente aqueles em condições mais vulneráveis. Segundo dados do IBGE, 4,3 milhões de estudantes brasileiros entraram na pandemia sem ter acesso à internet e, de acordo com a pesquisa TIC Domicílios 2019, 20 milhões de domicílios brasileiros não possuem internet (28% do total).
Nas classes D e E, a internet só chega a metade dos domicílios e sabe-se que o acesso à rede e à infraestrutura escolar foram as maiores dificuldades enfrentadas pelos sistemas públicos de ensino no planejamento das aulas de 2020. Situação essa que certamente vai perdurar ao longo desse ano.
Organizações da sociedade civil, dentre elas a Coalizão Direitos na Rede, estão mobilizadas por meio de uma petição online demandando a derrubada do veto presidencial ao #PL3477 (texto aprovado pela Câmara dos Deputados e pelo Senado Federal), que garante acesso gratuito à internet e dispositivos como tablets, com fins educacionais, aos alunos e professores da educação básica pública, comunidades quilombolas e indígenas. A petição já conta com cerca de 2.000 assinaturas.
É hora de pressionar o Congresso Nacional pela garantia dos direitos à educação e ao acesso à internet. Nossos estudantes não podem permanecer privados de estudar por mais um ano.
📌Leia a nota e assine a petição:
https://direitosnarede.org.br/2021/04/14/nao-ha-educacao-sem-conexao/
Nas classes D e E, a internet só chega a metade dos domicílios e sabe-se que o acesso à rede e à infraestrutura escolar foram as maiores dificuldades enfrentadas pelos sistemas públicos de ensino no planejamento das aulas de 2020. Situação essa que certamente vai perdurar ao longo desse ano.
Organizações da sociedade civil, dentre elas a Coalizão Direitos na Rede, estão mobilizadas por meio de uma petição online demandando a derrubada do veto presidencial ao #PL3477 (texto aprovado pela Câmara dos Deputados e pelo Senado Federal), que garante acesso gratuito à internet e dispositivos como tablets, com fins educacionais, aos alunos e professores da educação básica pública, comunidades quilombolas e indígenas. A petição já conta com cerca de 2.000 assinaturas.
É hora de pressionar o Congresso Nacional pela garantia dos direitos à educação e ao acesso à internet. Nossos estudantes não podem permanecer privados de estudar por mais um ano.
📌Leia a nota e assine a petição:
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Coalizão Direitos na Rede
Não há educação sem conexão - Coalizão Direitos na Rede
Nota da Coalizão Direitos na Rede pela derrubada imediata dos vetos ao PL3477/20
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Direitos na Rede
Estudantes de escolas públicas, de comunidades quilombolas e indígenas não podem seguir privados de estudar durante a pandemia pela falta de dispositivos e acesso à internet.📢Alô, Congresso Nacional. #DerrubaVetoPL3477 #ConectividadeJá #PL3477 Leia a nota…
A discussão sobre a revogação da Lei de Segurança Nacional (Lei 7170/83) e da possível aprovação de uma nova legislação de 'defesa do Estado Democrático de Direito' é um tema estrutural para a luta por direitos e fortalecimento da democracia no Brasil. A Coalizão Direitos na Rede – que reúne 45 organizações da sociedade civil que atuam no campo dos direitos digitais – entende que este debate só trará avanços à medida que for realizado com a participação de todos os setores da sociedade brasileira, em especial os movimentos sociais e a sociedade civil, responsáveis pela construção diária do Estado Democrático de Direito no país.
A Lei de Segurança Nacional (LSN) representa um entulho autoritário, com conteúdo explicitamente incompatível com a Constituição Federal. No entanto, sua substituição por outra lei em um momento de instabilidade política e ameaças às instituições democráticas poderá abrir espaço para cenários presentes e futuros de ampliação da criminalização de movimentos sociais e da sociedade civil organizada. Como já defenderam recentemente diversas entidades, uma nova lei que proteja tais instituições deve ser estruturada a partir de bases diferentes da doutrina de segurança nacional. A proteção a direitos constitucionais deve ser regra, e o uso de criminalização deve ser limitado a casos extremos que afetem a democracia.
A Internet é hoje parte estruturante da nossa democracia. É nas redes sociais ou a partir de ferramentas tecnológicas que muitos direitos fundamentais são exercidos, como a liberdade de expressão, de associação e também os direitos políticos. A Coalizão Direitos na Rede tem acompanhado com enorme preocupação o uso recorrente da LSN para cercear direitos de livre expressão ou para perseguir politicamente cidadãs e cidadãos a partir de seu comportamento na Internet. Este tipo de criminalização não deve ter lugar em uma legislação para proteger o Estado Democrático de Direito, que precisa reconhecer que críticas e vozes dissonantes fortalecem a natureza democrática de qualquer sociedade.
📌Leia a nossa nota e confira o nosso posicionamento, que também aborda os maiores riscos para os direitos digitais no Brasil
https://direitosnarede.org.br/2021/04/16/a-internet-e-as-propostas-de-lei-de-defesa-do-estado-democratico-de-direito/
A Lei de Segurança Nacional (LSN) representa um entulho autoritário, com conteúdo explicitamente incompatível com a Constituição Federal. No entanto, sua substituição por outra lei em um momento de instabilidade política e ameaças às instituições democráticas poderá abrir espaço para cenários presentes e futuros de ampliação da criminalização de movimentos sociais e da sociedade civil organizada. Como já defenderam recentemente diversas entidades, uma nova lei que proteja tais instituições deve ser estruturada a partir de bases diferentes da doutrina de segurança nacional. A proteção a direitos constitucionais deve ser regra, e o uso de criminalização deve ser limitado a casos extremos que afetem a democracia.
A Internet é hoje parte estruturante da nossa democracia. É nas redes sociais ou a partir de ferramentas tecnológicas que muitos direitos fundamentais são exercidos, como a liberdade de expressão, de associação e também os direitos políticos. A Coalizão Direitos na Rede tem acompanhado com enorme preocupação o uso recorrente da LSN para cercear direitos de livre expressão ou para perseguir politicamente cidadãs e cidadãos a partir de seu comportamento na Internet. Este tipo de criminalização não deve ter lugar em uma legislação para proteger o Estado Democrático de Direito, que precisa reconhecer que críticas e vozes dissonantes fortalecem a natureza democrática de qualquer sociedade.
📌Leia a nossa nota e confira o nosso posicionamento, que também aborda os maiores riscos para os direitos digitais no Brasil
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Coalizão Direitos na Rede
A Internet e as propostas de Lei de Defesa do Estado Democrático de Direito - Coalizão Direitos na Rede %
A discussão sobre a revogação da Lei de Segurança Nacional (Lei 7170/83) e da possível aprovação de uma nova legislação de “defesa do Estado Democrático de Direito” é um tema estrutural para a luta por direitos e fortalecimento da democracia no Brasil, merecendo…
📢É HOJE, 16H ➡️ CONGRESSO APRECIA VETO AO #PL3477📅
O Congresso Nacional tem hoje (19/04) a chance de reparar o descaso com estudantes e professores das redes públicas, de famílias vinculadas ao Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal (CadÚnico) e de alunos matriculados nas escolas de comunidades indígenas e quilombolas, que estão há mais de 1 ano sem acesso à internet e equipamentos para manter atividades escolares durante a pandemia.
Segundo dados do IBGE, 4,3 milhões de estudantes brasileiros entraram na pandemia sem acesso à internet. E de acordo com a pesquisa TIC Domicílios 2019, 20 milhões de domicílios brasileiros também estão desconectados (28% do total). Nas classes D e E, a internet só chega a metade dos domicílios e sabe-se que o acesso e a infraestrutura escolar foram as maiores dificuldades enfrentadas pelas redes públicas de ensino no planejamento das aulas em 2020. Situação essa que certamente vai perdurar ao longo desse ano.
Contamos com o bom senso e a razão dos parlamentares que irão apreciar o vergonhoso veto presidencial de Bolsonaro ao #PL3477, aprovado antes pelas duas Casas, na sessão do Congresso Nacional, que começa às 16 horas. O Brasil não pode seguir aprofundando suas desigualdades nesse momento crítico de nossa história.
#️⃣ Use as hashtags #DerrubaVetoPL3477 #ConectividadeJá
https://twitter.com/cdr_br/status/1384206149877067781
O Congresso Nacional tem hoje (19/04) a chance de reparar o descaso com estudantes e professores das redes públicas, de famílias vinculadas ao Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal (CadÚnico) e de alunos matriculados nas escolas de comunidades indígenas e quilombolas, que estão há mais de 1 ano sem acesso à internet e equipamentos para manter atividades escolares durante a pandemia.
Segundo dados do IBGE, 4,3 milhões de estudantes brasileiros entraram na pandemia sem acesso à internet. E de acordo com a pesquisa TIC Domicílios 2019, 20 milhões de domicílios brasileiros também estão desconectados (28% do total). Nas classes D e E, a internet só chega a metade dos domicílios e sabe-se que o acesso e a infraestrutura escolar foram as maiores dificuldades enfrentadas pelas redes públicas de ensino no planejamento das aulas em 2020. Situação essa que certamente vai perdurar ao longo desse ano.
Contamos com o bom senso e a razão dos parlamentares que irão apreciar o vergonhoso veto presidencial de Bolsonaro ao #PL3477, aprovado antes pelas duas Casas, na sessão do Congresso Nacional, que começa às 16 horas. O Brasil não pode seguir aprofundando suas desigualdades nesse momento crítico de nossa história.
#️⃣ Use as hashtags #DerrubaVetoPL3477 #ConectividadeJá
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Direitos na Rede
📢É HOJE🗓️O Congresso Nacional pode reparar o descaso com estudantes e professores da rede pública, que estão há mais de 1 ano sem acesso à internet e equipamentos para manter atividades na pandemia. O veto de Bolsonaro ao #PL3477 tem que cair! #DerrubaVetoPL3477…
📢AMANHÃ (20/04), 10 horas ➡️ ATO VIRTUAL CONTRA A URGÊNCIA DO PROJETO DE LEI QUE CRIA A NOVA LEI DE SEGURANÇA NACIONAL 📅
Em meio à brutal pandemia de Covid-19 que já ceifou a vida de quase 400 mil brasileiros e brasileiras, o Congresso Nacional pretende votar a urgência do Projeto de Lei 6764/02, que visa criar uma nova legislação de segurança nacional definindo quais são os crimes contra o Estado Democrático de Direito. É um descalabro, pois #TemCoisaMaisUrgente como uma ação coordenada para salvar vidas, o fortalecimento do Sistema Único de Saúde e a atenção às necessidades básicas do povo brasileiro.
E num cenário de instabilidade política e ataques às instituições democráticas, essa nova lei carece antes de tudo de um amplo debate com diferentes vozes e transparência para assegurar que direitos sejam resguardados e não permita o avanço da criminalização de movimentos sociais e da sociedade civil.
📅Amanhã, 20/04, às 10 horas, a Coalizão Direitos na Rede participa do ato virtual ao lado de dezenas de entidades e movimentos sociais do país contra a urgência do nebuloso #PL6764.
📺A transmissão ocorre no nosso Facebook a partir das 10 horas.
https://www.facebook.com/direitosnarede
📌Leia a nossa nota "A Internet e as propostas de Lei de Defesa do Estado Democrático de Direito - O debate sobre uma nova lei precisa ser profundamente democrático."
https://direitosnarede.org.br/2021/04/16/a-internet-e-as-propostas-de-lei-de-defesa-do-estado-democratico-de-direito/
Em meio à brutal pandemia de Covid-19 que já ceifou a vida de quase 400 mil brasileiros e brasileiras, o Congresso Nacional pretende votar a urgência do Projeto de Lei 6764/02, que visa criar uma nova legislação de segurança nacional definindo quais são os crimes contra o Estado Democrático de Direito. É um descalabro, pois #TemCoisaMaisUrgente como uma ação coordenada para salvar vidas, o fortalecimento do Sistema Único de Saúde e a atenção às necessidades básicas do povo brasileiro.
E num cenário de instabilidade política e ataques às instituições democráticas, essa nova lei carece antes de tudo de um amplo debate com diferentes vozes e transparência para assegurar que direitos sejam resguardados e não permita o avanço da criminalização de movimentos sociais e da sociedade civil.
📅Amanhã, 20/04, às 10 horas, a Coalizão Direitos na Rede participa do ato virtual ao lado de dezenas de entidades e movimentos sociais do país contra a urgência do nebuloso #PL6764.
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AO VIVO - Ato virtual contra a urgência do projeto de lei que visa criar uma nova legislação de segurança nacional em meio à pandemia #PL6764 #TemCoisaMaisUrgente #NãoÀUrgênciaDoPL6764
https://www.facebook.com/watch/live/?v=297474671896981&ref=notif¬if_id=1618924230955457¬if_t=live_video
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Amanhã (23/04), às 9 horas, marcamos presença na audiência pública da Câmara dos Deputados para debater a revogação da Lei de Segurança Nacional e os riscos da urgência do #PL6764. Um projeto de lei que visa definir os crimes contra o Estado Democrático de Direito, mas que se tramitado de forma acelerada, sem a participação popular, pode engendrar dispositivos tão ou mais perigosos quanto os atuais previstos na LSN.
Direitos civis e políticos dos cidadãos brasileiros, especialmente as liberdades de expressão, de associação e o direito de protesto, não podem ser colocados em risco num momento de instabilidade política e de ataques às instituições democráticas. A Coalizão Direitos na Rede defende que qualquer projeto de lei relativo ao tema seja objeto de um debate amplo no Parlamento, que considere a voz de todos estes interlocutores e seja feito com um tempo adequado para avaliação de todas as alternativas e riscos.
Venha com a gente nessa ✊👊
📅 AMANHÃ (23/04)
🕘 9H
📺 YouTube da Câmara dos Deputados
📌Leia a nossa nota "A Internet e as propostas de Lei de Defesa do Estado Democrático de Direito - O debate sobre uma nova lei precisa ser profundamente democrático
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Direitos civis e políticos dos cidadãos brasileiros, especialmente as liberdades de expressão, de associação e o direito de protesto, não podem ser colocados em risco num momento de instabilidade política e de ataques às instituições democráticas. A Coalizão Direitos na Rede defende que qualquer projeto de lei relativo ao tema seja objeto de um debate amplo no Parlamento, que considere a voz de todos estes interlocutores e seja feito com um tempo adequado para avaliação de todas as alternativas e riscos.
Venha com a gente nessa ✊👊
📅 AMANHÃ (23/04)
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Coalizão Direitos na Rede
A Internet e as propostas de Lei de Defesa do Estado Democrático de Direito - Coalizão Direitos na Rede %
A discussão sobre a revogação da Lei de Segurança Nacional (Lei 7170/83) e da possível aprovação de uma nova legislação de “defesa do Estado Democrático de Direito” é um tema estrutural para a luta por direitos e fortalecimento da democracia no Brasil, merecendo…
📢 SEGUIMOS NA LUTA PELA EDUCAÇÃO E ACESSO À INTERNET DE CRIANÇAS E JOVENS DURANTE A PANDEMIA 👩🏫🌐📳💻👨💻👩🎓
Não vamos esmorecer até que o Congresso Nacional derrube o veto presidencial ao PL 3477/20 (aprovado antes pelas duas Casas), que garante acesso gratuito à internet e equipamentos, com fins educacionais, aos estudantes e professores da educação básica pública, famílias do CadÚnico, comunidades quilombolas e indígenas.
A votação foi adiada para a próxima semana (ainda sem data marcada). Contamos com a sensibilidade e bom senso de todos os parlamentares a fim de garantir o direito à educação e o acesso à internet para centenas de milhares de crianças e jovens que já foram privados de estudar por mais de um ano de pandemia. Isso não pode continuar em 2021!
Os R$ 3,5 bilhões de investimentos previstos no #PL3477 virão do Fundo de Universalização dos Serviços de Telecomunicações (FUST), do Plano Geral de Metas de Universalização (PGMU) e de dotação orçamentária, ou seja, um impacto relativamente baixo nas contas públicas. Aos fiscalistas de plantão, é preciso lembrar que se trata de uma medida EMERGENCIAL para atender grande parte da população brasileira num momento de crise 🚨
📌Leia a nossa nota "Não há educação sem conexão"
https://direitosnarede.org.br/2021/04/14/nao-ha-educacao-sem-conexao/
Não vamos esmorecer até que o Congresso Nacional derrube o veto presidencial ao PL 3477/20 (aprovado antes pelas duas Casas), que garante acesso gratuito à internet e equipamentos, com fins educacionais, aos estudantes e professores da educação básica pública, famílias do CadÚnico, comunidades quilombolas e indígenas.
A votação foi adiada para a próxima semana (ainda sem data marcada). Contamos com a sensibilidade e bom senso de todos os parlamentares a fim de garantir o direito à educação e o acesso à internet para centenas de milhares de crianças e jovens que já foram privados de estudar por mais de um ano de pandemia. Isso não pode continuar em 2021!
Os R$ 3,5 bilhões de investimentos previstos no #PL3477 virão do Fundo de Universalização dos Serviços de Telecomunicações (FUST), do Plano Geral de Metas de Universalização (PGMU) e de dotação orçamentária, ou seja, um impacto relativamente baixo nas contas públicas. Aos fiscalistas de plantão, é preciso lembrar que se trata de uma medida EMERGENCIAL para atender grande parte da população brasileira num momento de crise 🚨
📌Leia a nossa nota "Não há educação sem conexão"
https://direitosnarede.org.br/2021/04/14/nao-ha-educacao-sem-conexao/
Coalizão Direitos na Rede
Não há educação sem conexão - Coalizão Direitos na Rede
Nota da Coalizão Direitos na Rede pela derrubada imediata dos vetos ao PL3477/20
🔴AO VIVO🔴 Audiência pública na @camaradeputados sobre a revogação da Lei de Segurança Nacional e os crimes contra o Estado Democrático de Direito. A Coalizão Direitos na Rede está presente ✊👊
#NãoÀUrgênciaDoPL6764 #TemCoisaMaisUrgente
https://www.youtube.com/watch?v=_l3X4oZ-hXk
#NãoÀUrgênciaDoPL6764 #TemCoisaMaisUrgente
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YouTube
Comissão de Legislação Participativa - Revogação da Lei de Segurança Nacional - 23/04/2021
Participe do debate! Envie sua pergunta pelo e-Democracia:https://edemocracia.camara.leg.br/audiencias/sala/1798Deputada lembra que o projeto afeta direitos ...
📊Estudo @FGVDAPP | O Parler e o ecossistema de direita - A Extrema Direita Global: Brasil estabelece ecossistema próprio no Parler e mimetiza extrema direita americana⬇️
https://democraciadigital.dapp.fgv.br/estudos/o-parler-e-o-ecossistema-de-direita/
https://democraciadigital.dapp.fgv.br/estudos/o-parler-e-o-ecossistema-de-direita/
democraciadigital.dapp.fgv.br
A Extrema Direita Global | Democracia Digital – DAPP
A parceria entre a FGV DAPP e a Embaixada da Alemanha no Brasil tem o objetivo de desenvolver estratégias de enfrentamento e compreensão sobre os novos e iminentes desafios da democracia brasileira.
📖Coletânea de artigos | "TIC, Governança da Internet e Gênero - tendências e desafios" 👩💻
O Comitê Gestor da Internet no Brasil - CGI.br lançou ontem (22/4) - no Dia Internacional das Meninas em TIC - a coletânea de artigos "TIC, Governança da Internet e Gênero – Tendências e Desafios. A obra traz um panorama sobre as tendências e os desafios relacionados às mulheres e às TICs, análises a respeito de carreiras tecnológicas, viés algorítmico, violência online, participação na governança da Internet, entre outros assuntos.
Os artigos foram escritos por 16 mulheres, entre conselheiras e ex-conselheiras do CGI.br, e pesquisadoras que integram a equipe do Núcleo de Informação e Coordenação do Ponto BR - NIC.br
🗣️ “A desigualdade de gênero é um tema que precisa estar em constante debate, principalmente no contexto do desenvolvimento das TIC e da Internet. Com essa publicação, trouxemos reflexões feitas por mulheres sobre suas condições, na expectativa de que possamos todas usufruirmos da sociedade do conhecimento em plenitude.", explica Laura Tresca, conselheira representante do terceiro setor no CGI.br e uma das organizadoras da publicação.
🗣️ Bia Barbosa, também organizadora e conselheira representante do terceiro setor no CGI.br, complementa: "Essa publicação foi uma forma que encontramos de levar esse importante assunto a outros lugares e públicos, pois é necessário apontar onde estão as diferenças, conhecer diversas realidades, posições e restrições como forma de provocarmos uma reflexão e mudarmos a realidade".
📺 Assista a live de lançamento da coletânea de artigos, que também celebrou ontem o Dia internacional das Meninas em TIC. Com a participação das conselheiras do CGI.br Laura Tresca, Bia Barbosa e outras companheiras da Coalizão Direitos na Rede.
https://www.youtube.com/watch?v=rTHh-H_a0hk
🔽 Baixe a coletânea de artigos no link abaixo
https://cgi.br/publicacao/coletanea-tic-governanca-da-internet-e-genero/
#MulheresNaGovernança
O Comitê Gestor da Internet no Brasil - CGI.br lançou ontem (22/4) - no Dia Internacional das Meninas em TIC - a coletânea de artigos "TIC, Governança da Internet e Gênero – Tendências e Desafios. A obra traz um panorama sobre as tendências e os desafios relacionados às mulheres e às TICs, análises a respeito de carreiras tecnológicas, viés algorítmico, violência online, participação na governança da Internet, entre outros assuntos.
Os artigos foram escritos por 16 mulheres, entre conselheiras e ex-conselheiras do CGI.br, e pesquisadoras que integram a equipe do Núcleo de Informação e Coordenação do Ponto BR - NIC.br
🗣️ “A desigualdade de gênero é um tema que precisa estar em constante debate, principalmente no contexto do desenvolvimento das TIC e da Internet. Com essa publicação, trouxemos reflexões feitas por mulheres sobre suas condições, na expectativa de que possamos todas usufruirmos da sociedade do conhecimento em plenitude.", explica Laura Tresca, conselheira representante do terceiro setor no CGI.br e uma das organizadoras da publicação.
🗣️ Bia Barbosa, também organizadora e conselheira representante do terceiro setor no CGI.br, complementa: "Essa publicação foi uma forma que encontramos de levar esse importante assunto a outros lugares e públicos, pois é necessário apontar onde estão as diferenças, conhecer diversas realidades, posições e restrições como forma de provocarmos uma reflexão e mudarmos a realidade".
📺 Assista a live de lançamento da coletânea de artigos, que também celebrou ontem o Dia internacional das Meninas em TIC. Com a participação das conselheiras do CGI.br Laura Tresca, Bia Barbosa e outras companheiras da Coalizão Direitos na Rede.
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Lançamento - Coletânea de Artigos: TIC, Governança da Internet e Gênero - tendências e desafios
Organizada pelas atuais conselheiras do Comitê Gestor da Internet no Brasil (CGI.br), a publicação "Coletânea de Artigos - TIC, Governança da Internet e Gênero - tendências e desafios" foi lançada dia 22 de abril de 2021, em celebração ao Dia internacional…